A história de um homem idealista cujos ideais são brutalmente destruídos pela realidade. Sendo um filantropo, ele fica desiludido ao se dar conta de que seus planos são impraticáveis.
Drama e comédia romântica da MGM indicado ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, Lee Grant (atualmente com 96 anos); no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor atriz coadjuvante, Lee Grant; no BAFTA, foi indicado ao prêmio UN Award. O filme foi adaptado por Bill Gunn (1934-1989) do romance homônimo de 1966 de Kristin Hunter (1931-2008). Estréia na direção de Hal Ashby (1929-1988), que aparece numa ponta como um hippie e noivo barbudo na cena inicial. Estréias cinematográficas de Trish Van Devere e de Susan Anspach (1942-2018).
A cena de abertura mostra o casamento real (e de curta duração) do diretor Hal Ashby com a atriz Joan Marshall (1931-1992). Ele é ladeado pela estrela do filme, Beau Bridges (seu padrinho) à esquerda e pelo produtor Norman Jewison (atualmente com 95 anos) à direita. O diretor Hal Ashby pretendia inicialmente filmar na Filadélfia, onde o romance se passa. No entanto, isso teria causado custos mais elevados para o alojamento do elenco e da equipe técnica, então acabou sendo menos caro filmar em Nova York.
Sátira social sobre as tensões raciais em Nova York. A reviravolta dramática é comovente, embora para mim não pareça o tom perfeito de farsa que tinha no início. O filme é muito honesto, espirituoso e, em alguns momentos, engraçado. Mas o roteiro tem vários momentos irregulares e confusos: não engrena, não tem dinâmica, é bem parado. Beau Bridges sempre mostrou-se um ótimo ator, mas fez trabalhos muito melhores que este. Talvez seja o filme mais chato e fraco do diretor.
Com uma narrativa não linear e bem humorada mostra a polarização natural entre etnias na América(problema crônico por lá) mas tambem embarcando algum otimismo ao abordar esse tema,apesar da conclusão um tanto amarga.Beau Bridges está bem como herói enquanto Lee Grant é meio jovem demais prá fazer papel de mãe dele...
Assim como a sinopse do filme fiquei totalmente desiludida, a falta de aproveitamento do enredo. Personagens e época. tudo estava ali para incrementar e dar ao filme uma história de tirar o fôlego de mexer com as estruturas do ser humano em a razão a sociedade. Pouquissimo explorado. /:
Sou apaixonado pelo diretor e não me surpreendi com a tônica incisiva e sarcástica desta comédia romântica que torna-se positivamente dramática em sua metade final. A montagem é excelente em seus vai-e-véns e delírios miscigenantes, sem contar que - quem diria? - Beau Bridges está ótimo e muito bonito. O elenco todo, aliás. Pena que há algo no roteiro que não se sustenta em seu aspecto modernoso. Mas é um filme muito vigoroso e contundente politicamente. (WPC>)
O carisma do protagonista nos leva para momentos hilários e super simpáticos.Um filme descontraído,uma das grandes obras de Ashby.
>Assistido em 01 de Setembro de 2022
Drama e comédia romântica da MGM indicado ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, Lee Grant (atualmente com 96 anos); no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor atriz coadjuvante, Lee Grant; no BAFTA, foi indicado ao prêmio UN Award. O filme foi adaptado por Bill Gunn (1934-1989) do romance homônimo de 1966 de Kristin Hunter (1931-2008). Estréia na direção de Hal Ashby (1929-1988), que aparece numa ponta como um hippie e noivo barbudo na cena inicial. Estréias cinematográficas de Trish Van Devere e de Susan Anspach (1942-2018).
A cena de abertura mostra o casamento real (e de curta duração) do diretor Hal Ashby com a atriz Joan Marshall (1931-1992). Ele é ladeado pela estrela do filme, Beau Bridges (seu padrinho) à esquerda e pelo produtor Norman Jewison (atualmente com 95 anos) à direita. O diretor Hal Ashby pretendia inicialmente filmar na Filadélfia, onde o romance se passa. No entanto, isso teria causado custos mais elevados para o alojamento do elenco e da equipe técnica, então acabou sendo menos caro filmar em Nova York.
Sátira social sobre as tensões raciais em Nova York. A reviravolta dramática é comovente, embora para mim não pareça o tom perfeito de farsa que tinha no início. O filme é muito honesto, espirituoso e, em alguns momentos, engraçado. Mas o roteiro tem vários momentos irregulares e confusos: não engrena, não tem dinâmica, é bem parado. Beau Bridges sempre mostrou-se um ótimo ator, mas fez trabalhos muito melhores que este. Talvez seja o filme mais chato e fraco do diretor.
Com uma narrativa não linear e bem humorada mostra a polarização natural entre etnias na América(problema crônico por lá) mas tambem embarcando algum otimismo ao abordar esse tema,apesar da conclusão um tanto amarga.Beau Bridges está bem como herói enquanto Lee Grant é meio jovem demais prá fazer papel de mãe dele...
Assim como a sinopse do filme fiquei totalmente desiludida, a falta de aproveitamento do enredo. Personagens e época. tudo estava ali para incrementar e dar ao filme uma história de tirar o fôlego de mexer com as estruturas do ser humano em a razão a sociedade. Pouquissimo explorado. /:
Sou apaixonado pelo diretor e não me surpreendi com a tônica incisiva e sarcástica desta comédia romântica que torna-se positivamente dramática em sua metade final. A montagem é excelente em seus vai-e-véns e delírios miscigenantes, sem contar que - quem diria? - Beau Bridges está ótimo e muito bonito. O elenco todo, aliás. Pena que há algo no roteiro que não se sustenta em seu aspecto modernoso. Mas é um filme muito vigoroso e contundente politicamente. (WPC>)