Uma jovem descobre que tem em seu corpo um estranho tumor, que mais parece um feto de três meses. Seu namorado parapsicólogo e outras pessoas especialistas em magias, tentam impedir que um demônio índio de 400 anos use o corpo da jovem para ressuscitar.
Se tem uma coisa boa nesse filme, é que as pessoas que eram céticas em relação ao espírito maligno mudaram de opinião ao vê-lo e não ficaram com aquela teimosia de desacreditar de todos os seus poderes.
Mesmo o filme tendo uma quantidade considerável de tempo — quase 2h — eu achei que faltou mais tempo de tela para o Misquamacus. Tudo bem, eu entendo que a história precisa se desenvolver e tal, precisaram dar um peso para o personagem, explicar toda a sua origem até ele realmente aparecer. Mas quando ele aparece, ele preenche toda a tela. É um bicho asqueroso, mas que dá vontade de ver na tela.
Só que ele aparece pouco e ele realmente não fala nada, né? Ele só grunhe e faz sons, mas atua somente com seu olhar demoníaco e corpo shapado. Gostaria que tivesse tido mais tempo de tela e algumas falas.
E gostei da participação de Michael Ansara como John Singing Rock e da relação dele com Erskine. Erskine também, que era um suposto charlatão que ganhava dinheiro com tarô e essas paradas, muda totalmente quando vê o oculto de verdade diante de seus olhos e o que ele pode fazer.
Gostei da atuação de Tony Curtis — longe de seu auge, mas convenhamos, se o filme é o que é, se deve muito a ele e à boa coadjuvância de Michael Ansara. Tony Curtis, um astro dos filmes mais antigos, uma verdadeira lenda da era de ouro de Hollywood, já tinha estrelado clássicos como Some Like It Hot (Quanto Mais Quente Melhor), Spartacus, The Defiant Ones (Acorrentados) e Sweet Smell of Success (A Embriaguez do Sucesso). Aqui ele já estava com cerca de 53 anos, longe dos tempos de galã absoluto, mas ainda era o Tony Curtis — carismático, com presença forte e, sinceramente, fiquei admirado com o físico que ele apresentava na época, ainda em ótima forma.
Não sei se entendi corretamente, mas o médico Dr. Hughes morre na hora que as máquinas explodem? Ele explode junto, é isso?
Esse final poderia ter sido melhor para o filme virar um clássico, apesar de eu ter gostado bastante.
Mas esse final, com a mulher que tava toda fodida lá levantando belamente e com a pele até mais corada, lançando os Manitu no Misquamacus, foi meio forçado.
O arquivo que eu baixei parava de rodar perto dos 46 minutos, baixei outro e tava com o mesmo problema, até que achei um de qualidade e pude continuar o filme.
Assistido em 10/10/2025
Título um tanto obscuro, mas com bom elenco, MANITOU: O ESPIRITO DO MAL, atraiu-me pelo enredo e pelo elenco envolvido. Confesso que gostei mais da primeira metade do filme. Já o seu terço final é fanfarronice pura! Para não dizer ridículo. Me pergunto se havia necessidade de terço final e a finalização ser tão ruim e despropositada como aquele. Os roteiristas viajaram legal aqui, ou talvez fumaram maconha estragada. A construção do mistério inicial é muito boa, comumente, a construção do suspense nalgumas cenas chave. Mas quando o roteiro desencamba para o lado cômico, usando Tony Curtis que era um ator que tem muito timing cômico, o filme falha miseravelmente e a partir deste elemento o mistério do tumor misterioso que nasce nas costas da personagem se resvala e toma espaço para risadas involuntários: Repito em seu terço final. O que era para ser um sugestivo suspense ou terror, tornou-se uma comédia involuntária, tosca por demais. Mesmo assim, e com ares de telefilme, nos prende atenção. Mas que poderia ser diferente, poderia e melhor.
- versão de baixo orçamento e muito bizarra do exorcista
- é até interessante de acompanhar, mas no final, quando vão enfrentar o encosto a loucura fica sem limites
- gostei como abordaram os nativos americanos
- espirito anão
Gostei, vide suspense e ambientação!
Achei o filme muito bom , muito dinâmico e com efeitos especiais acima da época em que foi feito . Recomendo .