Dirigido por
Data de lançamento
19 Ago. 2022Duração
Em 365 Dias: Finais, após o ocorrido no filme anterior, os melhores médicos lutam pela vida de Laura. Seu marido, Massimo, terá que tomar uma das decisões mais difíceis de sua vida: salvar Laura ou seu filho. Que decisão ele irá tomar? Ele saberá viver sem a mulher que ama? Será capaz de criar um filho sozinho?
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
THE NEXT 365 DAYS
Direção: Barbara Białowąs & Tomasz Mandes
Ano: 2022
Assistido em: 11/01/2026
Existe uma lenda em Hollywood de que quase sempre o terceiro filme de uma trilogia é o pior e, convenhamos, existem provas bem contundentes que dão base para essa afirmação. No caso desta franquia, ela já é ruim desde a base e, portanto, todos os filmes são fracos, assim como os livros que lhes deram origem. Entretanto, Outros 365 Dias vai além de ruim: é execrável, nojento, um objeto narrativo tão tóxico que faz você querer cometer suicídio a cada virada de página ou então matar alguém. A recepção foi tão desastrosa que Blanka Lipińska, que aqui também atua como roteirista, começou a preparar o terreno ainda no segundo filme para evitar que esta adaptação tivesse a mesma rejeição do livro. Sim, minha gente, se vocês estão achando este filme ruim, é porque não fazem ideia de quão pior era a história original.
Laura se recupera do atentado e volta a viver sob a proteção de Massimo, cercada por rivais da máfia e ameaças constantes. O casamento se torna tenso quando Massimo reforça o controle sobre cada passo dela e reage com violência a qualquer suspeita. Nacho continua próximo, ajudando Laura a lidar com o medo e mostrando rotinas simples fora do crime. Entre encontros secretos, confrontos armados e disputas entre famílias, Laura precisa avaliar quem lhe oferece segurança, respeito e liberdade real.
Laura, para mim, é a pior protagonista que já vi em toda a minha vida, independentemente da mídia ou do tipo de história. Ela é fútil, volátil, não tem personalidade, é impulsiva, não tem determinação. Enfim, chega a ser desconfortável desmerecer tanto o trabalho de alguém, mas a personagem é péssima. Pelo pouco que se encontra nas notas do livro, dá para perceber que a autora colocou muito de si mesma nela, o que me causa um certo pavor ao imaginar como deve ser essa criatura. Voltando à Laura, como se não bastasse o absurdo de ter se apaixonado pelo próprio sequestrador, ela ainda se vê dividida entre ele e outro sujeito. E não é qualquer sujeito, é outro chefe da máfia, de outra família criminosa. Ela é o clichê absoluto da personagem que se envolve com o “garoto problema” achando que pode consertá-lo, quando na realidade só vai se ferrar, e muito. Inclusive, como já reforcei antes, ela se ferra bastante, mas o filme se acorvadou para mostrar as consequências, que originalmente são bem pesadas.
Blanka Lipińska usou seu terceiro livro para desconstruir completamente a história que vinha construindo até então. Não que estivéssemos perdendo algo do tipo “minha nossa, que maravilha de história”, mas é simplesmente horrível perceber que todo o tempo investido acompanhando as duas obras anteriores foi completamente em vão. A conclusão descarta tudo o que veio antes para apostar em um personagem aleatório que surge do nada e que a autora decide transformar no novo protagonista. Pelo menos aqui houve a tentativa de consertar esse desastre. Conseguiu? Claro que não!
Tecnicamente, o filme continua a mesma porcaria dos anteriores. A direção é amadora e parece a de um videoclipe de alguma diva pop genérica dos anos 2000. O roteiro é escabroso, e as atuações são calamitosas, a ponto de causar vergonha alheia e dor física. Pelo menos os atores são bonitos, o que, nesse tipo de produção, parece ser o mínimo exigido, porque ator ruim e ainda feio seria demais até para esse nível de descaso.
Podemos reclamar de tudo nessa trilogia, menos de sua constância. Ela é estável no que se propõe a ser, o que é quase um feito: é muito raro entregar três chorumes atômicos e conseguir que todos sejam igualmente escabrosos. Quem só viu o filme deve se sentir um privilegiado, porque se um dia cometer a insanidade de ler a obra original vai perceber que o que a Netflix fez foi um grande favor. Isso aqui poderia ser muito pior, mas muito pior mesmo. Nesse caso específico, a plataforma praticamente nos protegeu, como uma mãe protege o filho.
confesso que só assisti pela cena dos dois se pegando...
--- Nacho eu preciso de tempo!
--- Abelhinha, eu vou te dar tempo! Eu vou te esperar. Nem que seja por toda minha vida!
--- Talvez tenha que esperar pra sempre.
E quinze segundos depois...
Quem escreveu a sinopse nao assistiu o filme! kkk
Lutei para não ver e acabei terminando hoje essa péssima trilogia!
Faltou dinheiro pra terminar o filme?
Eu confesso que mesmo sabendo que era ruim assisti pra terminar o que comecei. O primeiro e o segundo assisti por curiosidade. Esse foi o pior de todos, atuações forçadas, mulher sendo colocada como objeto, relacionamentos vazios sem química nenhuma, só sexo… e pior, final aberto!!! O que salvou foi a beleza dos homens, as cenas de sexo, o bom humor da amiga e as paisagens lindas da Europa. Bom pra ver quando se está carente e só.
Dois homens lindos disputando por uma mulher chata dessa, pqp!!!