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Data de lançamento
10 Set. 2023Duração
Daryl desembarca na França e se esforça para entender como chegou lá e porquê. A série acompanha sua jornada por uma França quebrada, mas resiliente, enquanto ele espera encontrar um caminho de volta para casa. Conforme ele segue sua jornada, porém, as conexões que ele forma ao longo do caminho complicam seu plano final
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Eu achei a trama muito bacana, só de ter visto o Daryl com o cabelo limpo uma vez na vida já valeu. Esse Laurent é chato hein (deve ser de propósito pq todas as crianças do universo TWD são chatas). Gostei muito do personagem Codron e espero que haja mais desenvolvimento com ele. A primeira temporada foi legal.
Uma produção com uma fotografia diferente e que colocou o Cachorrinho do Rick em uma missão de voltar pra casa...a partir dai achei a série bem corrida e até gostosa de assistir....Novos tipos de mortos vivos e os mesmos tipos de pessoas com problemas de Ego inflado.
/Prime
Começa devagar, mas aos poucos vai engrenando.
Acho o número de episódios certos, se fosse alongada, talvez ficasse chata demais.
Tem umas pontas soltas que espero que na segunda temporada seja explicado.
Aguardemos...
Falar que essa série é igual Dead City é bem desonesto. É claro que querem espremer todo o suco que puder da deliciosa fruta que é/foi The Walking Dead, porque esse mundo dominado por zumbis tem história pra contar, portanto, algumas funcionam, outras não. Um exemplo disso é a série do Rick e da Michonne que não rola nada além de pegação entre os dois. Preguiça.
No caso desta série do Daryl, funcionou legal até, na medida do possível.
Primeiro porque as pessoas gostam do personagem e não é de hoje. Sempre foi um dos favoritos, senão o favorito pelos fãs. Segundo, as cenas de ação funcionam, a história, etc, mas basta ter Daryl que fica bom.
Algumas situações que não saem do lugar acontecem e certos personagens são bem chatos, como Laurent, por exemplo. Ainda não me convenceu muito de que é O Escolhido. O ator é bem fraquinho, infelizmente.
Veremos as próximas temporadas. Só percebi alguns furos:
Como que a epidemia começou há 12 anos, no universo da série, sendo que quando a Maggie estava grávida do Hershel, até mesmo antes, o vírus já tinha tomado conta do mundo há muitos anos? Considerando que este tem uns 15 anos de idade, pode colocar uns 20 anos de epidemia. Na série do Daryl, dá a entender que começou na época em que a mãe do Laurent estava grávida, há doze anos. Furo de roteiro.
Daryl Dixon (Norman Reedus) passou a assumir o protagonismo de “The Walking Dead”, após a saída de Rick Grimes (Andrew Lincoln) na 9ª temporada da série. Norman Reedus é o único ator a atuar em todas as 11 temporadas da série original, se consolidando um dos personagens mais memoráveis de toda a série principal. Obviamente, a AMC tinha planos para o seu personagem, onde Daryl Dixon ganha um spin-off próprio com seu nome.
Após a morte de seu irmão logo na 1ª temporada de “The Walking Dead”, Daryl Dixon foi se tornando o típico herói solitário e silencioso. Que agora aparentemente não tem emoções do passado, podendo mostrar todo o desespero e determinação que sabíamos dele. Um personagem com alta autoridade, que mesmo sendo de poucas palavras, pode transmitir seus sentimentos mais íntimos ao telespectador.
Dos três spin-offs com os principais personagens da série original, “The Walking Dead: Daryl Dixon” foi o que se mostrou mais promissor, por ser o único a apresentar um fator novo para o público. É o primeiro projeto do universo TWD a acontecer fora dos Estados Unidos, com uma história se passando no continente europeu, na França, com sua famosa Torre Eiffel. Os criadores conseguiram utilizar bem o novo local, exibi-lo e criar um novo mundo, enfatizando as características da Europa. Achei muito legal ver um lugar diferente em ruínas, uma repaginada visual para um universo que se desgastou com o passar das temporadas.
A minissérie começa com um grande mistério, nos questionamos sobre o porquê e como Daryl Dixon foi parar na França. A grande distância entre EUA e França deixa tudo ainda mais intrigante, pois como é possível percorrer muitos quilômetros através do mar num mundo pós-apocalíptico? Com isso, os desenvolvedores da minissérie criaram um bom clímax de suspense. Além disso, trouxeram uma novidade para o universo “The Walking Dead”: são os zumbis geneticamente modificados, ou simplesmente zumbis mutantes.
Embora o personagem Daryl Dixon (Norman Reedus) não tenha o mesmo nível de protagonismo de Rick Grimes (Andrew Lincoln), o ator oferece um desempenho convincente, capturando a complexidade das emoções de Daryl com sutileza e profundidade. Os telespectadores conseguem ver um lado mais vulnerável do personagem, enquanto ele confronta seus traumas e luta com seu senso de identidade neste novo mundo desconhecido a ser desbravado.
Mesmo com as novidades e do primeiro episódio ser ótimo, a minissérie vai ficando meio 'devagar' ao decorrer dos episódios, ficando muito distante da insanidade e imponência da série original, principalmente comparado às seis primeiras temporadas. Alguns momentos da trama não fazem sentido e o desfecho é apenas OK.
14 de fevereiro de 2025
Minha avaliação: 7,0/10