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Sinopse
Após perder os pais e ir morar com sua avó, garoto de sete anos se depara com uma conferência de bruxas em um hotel. Lá, ele acaba descobrindo que um grupo de bruxas está pretendendo transformar todas as crianças do mundo em ratos.
Vi na sessão da tarde, dublado, etc, e assim, eu senti que houve um esforço, acho que os exageros são bem pontuados, tem um nível de terror aceitável até, alguns momentos de gasp, mas o cgi deixou tudo muito cringe. melhor parte foi ver as bruxas explodindo. já o final é tão abrupto e estranho que não sei dizer...ele tentou captar aquele fascínio infanto-juvenil, mas ficou só meeiro mesmo.
Não li o livro, mas o filme de 1990 era mais sinistro. Esse aqui é mais leve e exagerado. Algumas coisas fizeram diferente, outras copiaram e colaram. Achei bom mas desnecessário.
As personagens da vovó e da Grande Bruxa-Mor são ótimas. A aparência das bruxas ficou muito esquisita e sinistra, bem criativa. Pecou na pouca atuação das demais bruxas.
Típico exemplo de remake desnecessário. Zemeckis até tenta recriar o clima sinistro do primeiro filme em algumas cenas, mas o que o original tinha de perturbador e, até mesmo, assustador, esse só passa a impressão de ser... esquisito, como uma nota dissonante em um instrumento musical desafinado, mas nunca ameaçador. Com exceção de Anne Hathaway (completamente over-acting), as bruxas são tratadas de forma impessoal e distante, como figurantes para completar o quadro, enquanto que no original você 'sentia' a presença delas constantemente como uma ameaça. Até aprecio a coragem de mudar alguns pontos da trama para fazer algo diferente - não tenho problemas com o embate final, por exemplo - mas, no geral, tudo soa meio insípido. Os efeitos digitais são bacanas, sim, mas nada supera o ótimo trabalho prático do original incrivelmente realista. Por sua vez, a narração em voice over de Chris Rock é de doer os ouvidos. Em comparação o longa perde, e mesmo tentando analisá-lo de forma isolada, não é um filme que empolgue muito.
Vi na sessão da tarde, dublado, etc, e assim, eu senti que houve um esforço, acho que os exageros são bem pontuados, tem um nível de terror aceitável até, alguns momentos de gasp, mas o cgi deixou tudo muito cringe. melhor parte foi ver as bruxas explodindo. já o final é tão abrupto e estranho que não sei dizer...ele tentou captar aquele fascínio infanto-juvenil, mas ficou só meeiro mesmo.
Não li o livro, mas o filme de 1990 era mais sinistro. Esse aqui é mais leve e exagerado.
Algumas coisas fizeram diferente, outras copiaram e colaram. Achei bom mas desnecessário.
Ah eu gostei desse, bem legalzinho de vê.
As personagens da vovó e da Grande Bruxa-Mor são ótimas.
A aparência das bruxas ficou muito esquisita e sinistra, bem criativa.
Pecou na pouca atuação das demais bruxas.
Típico exemplo de remake desnecessário. Zemeckis até tenta recriar o clima sinistro do primeiro filme em algumas cenas, mas o que o original tinha de perturbador e, até mesmo, assustador, esse só passa a impressão de ser... esquisito, como uma nota dissonante em um instrumento musical desafinado, mas nunca ameaçador. Com exceção de Anne Hathaway (completamente over-acting), as bruxas são tratadas de forma impessoal e distante, como figurantes para completar o quadro, enquanto que no original você 'sentia' a presença delas constantemente como uma ameaça. Até aprecio a coragem de mudar alguns pontos da trama para fazer algo diferente - não tenho problemas com o embate final, por exemplo - mas, no geral, tudo soa meio insípido. Os efeitos digitais são bacanas, sim, mas nada supera o ótimo trabalho prático do original incrivelmente realista. Por sua vez, a narração em voice over de Chris Rock é de doer os ouvidos. Em comparação o longa perde, e mesmo tentando analisá-lo de forma isolada, não é um filme que empolgue muito.