Nunca tinha visto um sci-fi sendo dirigido por este realizador mais acostumado a dirigir fitas de terror e suspense. Decerto, não é o foi o forte de Freddie Francis que iniciou está ficção de baixíssimo.orçamento de forma interessante, porém, o finalizou de maneira estapafúrdia. Uma patacoada!
A produção tenta ser um thriller sci-fi de invasão alienígena, mas falha em quase todos os aspectos: roteiro inconsistente, atuações fracas e efeitos especiais risíveis, até mesmo para os padrões da época. A trama segue um grupo de cientistas investigando meteoritos que caíram na Terra. Eles acabam sendo controlados por alienígenas incorpóreos com um plano genérico de dominação mundial. O protagonista, Dr. Curtis Temple (interpretado por Robert Hutton), milagrosamente resiste à possessão alienígena devido a uma placa de metal em sua cabeça – um dos muitos detalhes absurdos do filme. Em vez de acionar autoridades competentes, Curtis decide resolver tudo sozinho, em uma sequência de ações sem sentido que o transformam em um "herói" improvável e nada convincente.
A execução das cenas é preguiçosa, com momentos que desafiam qualquer lógica. Um dos exemplos mais absurdos envolve uma praga alienígena que mata rapidamente os infectados, exceto o protagonista, sem qualquer explicação plausível. Os alienígenas, que supostamente possuem humanos para executar seus planos, inexplicavelmente também usam armas de raio que mais parecem brinquedos de plástico. Para piorar, o filme se leva a sério, sem qualquer charme camp ou humor involuntário que poderiam torná-lo um cult divertido.
O diretor Freddie Francis, conhecido por trabalhos competentes em terror gótico, parece completamente perdido aqui, com uma direção sem inspiração e um ritmo arrastado. O -orçamento evidentemente baixo não justifica a mediocridade, pois mesmo com poucos recursos, outros filmes da época entregaram produções muito mais envolventes. A trilha sonora genérica e os diálogos monótonos apenas reforçam o tédio que permeia a experiência.
No final, "They Came From Beyond Space" falha em ser intrigante, aterrorizante ou minimamente divertido. É um exemplo de ficção científica preguiçosa, que tenta misturar conspiração, invasão alienígena e suspense, mas entrega apenas um amontoado de clichês sem vida. Se há algo a ser aproveitado aqui, talvez seja como uma experiência de "so bad it's good" – mas mesmo para isso, há opções muito melhores no cinema B da época
A edição parecia bastante aleatória, com cortes e clipes que não se misturavam para adicionar coerência e continuidade. Além disso, o filme não tinha nenhum dos personagens de fundo que eram tão bons no que se tornaram clássicos de ficção científica.
Nunca tinha visto um sci-fi sendo dirigido por este realizador mais acostumado a dirigir fitas de terror e suspense. Decerto, não é o foi o forte de Freddie Francis que iniciou está ficção de baixíssimo.orçamento de forma interessante, porém, o finalizou de maneira estapafúrdia. Uma patacoada!
A produção tenta ser um thriller sci-fi de invasão alienígena, mas falha em quase todos os aspectos: roteiro inconsistente, atuações fracas e efeitos especiais risíveis, até mesmo para os padrões da época. A trama segue um grupo de cientistas investigando meteoritos que caíram na Terra. Eles acabam sendo controlados por alienígenas incorpóreos com um plano genérico de dominação mundial. O protagonista, Dr. Curtis Temple (interpretado por Robert Hutton), milagrosamente resiste à possessão alienígena devido a uma placa de metal em sua cabeça – um dos muitos detalhes absurdos do filme. Em vez de acionar autoridades competentes, Curtis decide resolver tudo sozinho, em uma sequência de ações sem sentido que o transformam em um "herói" improvável e nada convincente.
A execução das cenas é preguiçosa, com momentos que desafiam qualquer lógica. Um dos exemplos mais absurdos envolve uma praga alienígena que mata rapidamente os infectados, exceto o protagonista, sem qualquer explicação plausível. Os alienígenas, que supostamente possuem humanos para executar seus planos, inexplicavelmente também usam armas de raio que mais parecem brinquedos de plástico. Para piorar, o filme se leva a sério, sem qualquer charme camp ou humor involuntário que poderiam torná-lo um cult divertido.
O diretor Freddie Francis, conhecido por trabalhos competentes em terror gótico, parece completamente perdido aqui, com uma direção sem inspiração e um ritmo arrastado. O -orçamento evidentemente baixo não justifica a mediocridade, pois mesmo com poucos recursos, outros filmes da época entregaram produções muito mais envolventes. A trilha sonora genérica e os diálogos monótonos apenas reforçam o tédio que permeia a experiência.
No final, "They Came From Beyond Space" falha em ser intrigante, aterrorizante ou minimamente divertido. É um exemplo de ficção científica preguiçosa, que tenta misturar conspiração, invasão alienígena e suspense, mas entrega apenas um amontoado de clichês sem vida. Se há algo a ser aproveitado aqui, talvez seja como uma experiência de "so bad it's good" – mas mesmo para isso, há opções muito melhores no cinema B da época
História bem arroz com feijão, é bem inofensivo, porém mal conduzido e confuso. Não recomendaria.
A edição parecia bastante aleatória, com cortes e clipes que não se misturavam para adicionar coerência e continuidade. Além disso, o filme não tinha nenhum dos personagens de fundo que eram tão bons no que se tornaram clássicos de ficção científica.
Edição medonha, trilha inadequada... Praticamente um filme de espião com ets no meio! Não curti! Me senti enganado (rs)