Leo, dono de um bar na Canal Street, e seu vizinho Clive, eletricista com filhos adolescentes, veem como suas vidas desmoronam em seu bairro de Manchester, onde desacordos menores se tornam perigosos.
A impressão que tive foi de que o Leo não aprendeu nada nesses seus ( quase ) 60 anos de militância : - Trocar mensagens com um jovem de 16 anos que está se descobrindo Gay ? - Ficar forçando amizade com um vizinho que não te tolera ? - Fazer "climão " no jantar do seu ex ( já casado com uma mulher ) ? - Tentar fazer a linha " sou um cara legal " com todos ? Sem contar que o mesmo vivia cercado de uma galera com a "vibe pesada " . O resultado não poderia ter sido outro ...😓
A minissérie é muito boa apesar de curta, vale a pena cada episódio que prende do início ao fim, em grande parte pela primeira cena que gera a curiosidade para descobrir o que levou até aquele dia. É uma história impactante pela violência que tem origem na intolerância e medo do desconhecido por parte da sociedade que prefere se prender a núcleos de desinformação e distorções de direitos das minorias. Grande atuação do David Morrissey que entregou um Clive com profundidade, um marido e pai amargurado com as frustrações pessoais e profissionais. A cada olhar era visível o que estava sentindo, a encarnação de um vulcão prestes a entrar em erupção.
Sobre os eventos abordados na série, não há como concordar em nada com as atitudes do Clive, mas as pessoas de fora não poderiam ter interferido daquele jeito na privacidade e questões da família, mesmo a pretexto de salvar o George, que passava pela fase de autodescoberta e saída do armário. Ele é que deveria decidir o tempo e de que forma faria isso. A pretensa ajuda apenas atrapalhou tanto a ele, quanto contribuiu para a escalada da situação do pai com o vizinho. Para a maioria das pessoas LGBTQ a relação familiar é parecida com essa e até pior, infelizmente. A lição que fica é que existem outras formas de ajudar alguém em situação semelhante sem colocar a mesma e terceiros em perigo, ou em situações que podem sair do controle.
Como dira o Renato Russo : o tempo é mercúrio-cromo .
A impressão que tive foi de que o Leo não aprendeu nada nesses seus ( quase ) 60 anos de militância :
- Trocar mensagens com um jovem de 16 anos que está se descobrindo Gay ?
- Ficar forçando amizade com um vizinho que não te tolera ?
- Fazer "climão " no jantar do seu ex ( já casado com uma mulher ) ?
- Tentar fazer a linha " sou um cara legal " com todos ?
Sem contar que o mesmo vivia cercado de uma galera com a "vibe pesada " . O resultado não poderia ter sido outro ...😓
Meu deus? Estou devastado, destruído com o que acabei de ver. Não pode ser!!!
Acho que não vou conseguir recomendar essa pra ninguém.
Mas que seriezona, PQP, umas das coisas mais interessantes e fodas que vi nos últimos tempos. ❤️
eu não tenho nem como descrever essa cena final
Série absurda de boa.
Todas as atuações são boas, é tudo contado no tempo certo, conciso, sem enrolação.
A minissérie é muito boa apesar de curta, vale a pena cada episódio que prende do início ao fim, em grande parte pela primeira cena que gera a curiosidade para descobrir o que levou até aquele dia.
É uma história impactante pela violência que tem origem na intolerância e medo do desconhecido por parte da sociedade que prefere se prender a núcleos de desinformação e distorções de direitos das minorias.
Grande atuação do David Morrissey que entregou um Clive com profundidade, um marido e pai amargurado com as frustrações pessoais e profissionais. A cada olhar era visível o que estava sentindo, a encarnação de um vulcão prestes a entrar em erupção.
Sobre os eventos abordados na série, não há como concordar em nada com as atitudes do Clive, mas as pessoas de fora não poderiam ter interferido daquele jeito na privacidade e questões da família, mesmo a pretexto de salvar o George, que passava pela fase de autodescoberta e saída do armário. Ele é que deveria decidir o tempo e de que forma faria isso. A pretensa ajuda apenas atrapalhou tanto a ele, quanto contribuiu para a escalada da situação do pai com o vizinho.
Para a maioria das pessoas LGBTQ a relação familiar é parecida com essa e até pior, infelizmente. A lição que fica é que existem outras formas de ajudar alguém em situação semelhante sem colocar a mesma e terceiros em perigo, ou em situações que podem sair do controle.