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A série não é perfeita mas tem seus momentos hilários que fazem valer a pena cada episódio. Gostei da interação turbulenta entre os irmãos Nick e a Morgan e todos os absurdos que eles entregaram nas discussões. É uma comédia e, portanto, vai para os extremos com muita rapidez, e acho que é a intenção aqui, escalar os acontecimentos ao máximo e com isso
as personagens morrem e ficam pelo caminho
ele revida as agressões do Yusuf.
Aplausos para o Dan Levy!
Esse é o tipo de filme que não encontrará uma grande audiência, infelizmente. A história é linda e bem desenvolvida, cheia de mini arcos que preenchem o tempo de tela de forma satisfatória, tendo como pano de fundo a Primeira Guerra e os dramas nas vidas ordinárias impactadas por aquele momento, incluindo um pequeno coral desfalcado pelos alistamentos iminentes.
As atuações são perfeitas, desde as pequenas participações que compõem o cenário da cidadezinha inglesa tradicional e seus costumes, além do ambiente de medo e desconfiança que a guerra trouxe.
Mas o destaque para mim é o jovem tenor que consegue o papel principal no oratório como Gerôncio, que voz! Para quem gosta desse tipo de música, sabe que a voz daquele tenor é maravilhosa. O arco dele como o soldado que voltou ferido da guerra para, imediatamente, ter o coração partido, e que resolveu se dedicar à música como redenção foi muito bem desenvolvido. (Pode ser que ele estivesse dublando, vou tentar descobrir.)
O arco da personagem principal, vivido pelo Ralph Fiennes é puro drama, com o toque de humor inglês que dá a ele a chance de entregar mais uma atuação digna de aplausos. Ele está perfeito no papel do músico renomado, e o maestro improvável para o coral, com um pano de fundo misterioso e que o roteiro vai entregando informações a seu respeito com sutileza.
A morte do seu "amigo" alemão (como o filme trata o companheiro/marido) na explosão de um navio de guerra, trouxe um diálogo que desvendou algo importante sobre a vida do Dr. Guthrie, o fato dele ser gay. Na mesma cena, a revelação do interesse amoroso do pianista do coral, Robert, em se tornar o seu "novo amigo", mas que foi rejeitado de pronto. O filme tratou esse tema com leveza todas as vezes em que surgiu como subtexto nas interações. É tocante a delicada maneira como uma das moças lida com esse lado do Robert em certo momento, dizendo que se ele gostasse de garotas como os outros caras, talvez elas não gostassem tanto dele. Aliás, a situação do Robert não foi nada boa, rejeitado pelo crush e no final preso por não aceitar se alistar.
Dave Filoni, eu te amo! Entregou uma das melhores animações do universo Star Wars! A série não perde o ritmo graças ao roteiro muito bem construído entregando plots surpreendentes e expandindo o arco de um dos vilões mais subestimados. SW Maul Shadow Lord entregou as lutas mais selvagens (no bom sentido) que já vi nas animações, especialmente no episódio 9! (Ainda estou em choque com as mortes mostradas de forma explícita em animação) Além de tudo, aperfeiçoou a qualidade da animação, os movimentos dos sabres, os detalhes dos cenários muito bem construídos são de encher os olhos. Ele não só resgatou o Maul como desenvolveu o arco do personagem ao longo das animações da franquia e, de certa forma, deu a ele uma espécie de redenção cheia de drama, e isso cativa o público porque mostra que ele não é apenas uma máquina de matar. Dá pra perceber o amor que o Dave Filoni tem pela franquia, nenhum outro diretor entregaria esse nível de trama se não tivesse esse tipo de relação com SW. Dito isso, Maul e Devon estou com vocês pro que der e vier! 10/10. MAY THE 4TH BE WITH YOU!