O cara acordando no meio da neve. A carona. Ele não consegue falar nada.
Aí mostra o que houve antes. Ele na festinha muito louco. A consulta com o psiquiatra. As coisas vão se alternando.
A ida do grupo de amigos até um rio. O uso de LSD entre as pedras. Novas festinhas. A camisa do Dead Kennedys.
LSD. Cogumelos. Maconha no bong. Bebidas. Cocaína.
A lenda de Toad Road e os 7 portões.
O James e a Sara combinam de andar por lá enquanto fazem uso de cogumelos.
O grupo de amigos em uma caverna. O uso de cogumelos. Um dos amigos sai fora e uma mina vai atrás. Só que enquanto isso a onda vai batendo. Mas o cara acaba encontrando ela.
As lembranças fragmentadas. Do nada corta pra outras situações em outros lugares. Tudo meio confuso. Nenhuma parte se desenvolve de fato. Tudo meio jogado de forma aleatória... Entendi isso como sendo a confusão mental dos protagonistas.
O James e a Sara indo pro caminho dos portões.
"No primeiro portão você começa a sentir que estão observando você. No segundo portão você começa a ouvir coisas. No terceiro portão você começa a ver coisas. No quarto portão as pessoas desmaiam. No quinto portão o tempo se deforma e muda. E ninguém sabe o que o sexto e o sétimo portão são. Dizem que o sétimo é o inferno."
A Sara toma umas gotas de ácido e beija o James. Eles começam a caminhar. A Sara some. O James se perde e acaba conseguindo ir pra casa. Só que não tem mais casa... Ele encontra um amigo que diz que já passou mais de 1 dia.
A Sara continua sumida e o James entra em pânico.
Ele vai pra uma casa abandonada no terreno do tio. Não consegue lembrar do que aconteceu. 6 meses se passam. A culpa. O psiquiatra dizendo que há relatos de que a Sara mudou totalmente depois de conhecer ele (James).
O James na rua com uma brincadeira bizarra (qualquer um pode bater nele). Essa parte é meio tensa.
Ele é culpado pelo sumiço da Sara ou não?
Ele vai começando a lembrar (os 2 ensanguentados) e acaba o filme, deixando em aberto o que realmente aconteceu (achei isso foda).
Enfim... O filme tem uma construção lenta e às vezes confusa, mas nos últimos 15 minutos tudo passa a fazer sentido e termina com um ótimo final. Isso fez eu aumentar bastante minha nota.
Algumas Curiosidades:
A atriz principal, Sara Anne Jones (Sara), morreu de overdose no ano do lançamento, antes de ver o filme ser exibido oficialmente.
Os nomes dos personagens são os nomes reais dos atores.
A maioria dos atores estava realmente usando drogas.
Sinceramente acho que o maior pecado deste filme é estar classificado como horror, pois trata-se de um drama com um leve toque paranormal. Apesar da trama praticamente inexistente, o filme tem bons momentos, especialmente visuais, alguns planos são bem interessantes. Outro grande pecado é ele ter servido de metáfora da vida e da morte da atriz principal, grande pena.
Concordo com o amigo Jaime. Senti que o filme estava tirando onda da minha cara. Filme Teen, sem enredo, sem lógica, talvez se eu tivesse meus 17 anos, curtiria. Não recomendo!
Lembro de nos anos 90 ter visto gente desinformada falando que Trainspotting era um filme sobre "gente se drogando e nada mais". Porém, essa descrição serve perfeitamente a Toad Road e sua série de "pseudos" (pseudo atuações, pseudo enredo, pseudo produção, e por aí vai...), com todo aquele amadorismo estudado que tantos filmes indie se orgulham em ostentar. No fim, mais parece um documentário sem narração sobre pessoas fazendo merdas diversas sob efeito de drogas. Se quiser perder tempo com algo que fará você se sentir como se estivessem tirando uma onda da sua cara, esse é o filme certo.
Tenho assistido uns filmes bem loucos ultimamente (Cenaze, Sapien, etc). Esse aqui é mais um deles.
Terror psicológico dirigido, escrito e co-produzido pelo Jason Banker.
Clima realista o tempo todo.
O cara acordando no meio da neve. A carona. Ele não consegue falar nada.
Aí mostra o que houve antes. Ele na festinha muito louco. A consulta com o psiquiatra. As coisas vão se alternando.
A ida do grupo de amigos até um rio. O uso de LSD entre as pedras. Novas festinhas. A camisa do Dead Kennedys.
LSD. Cogumelos. Maconha no bong. Bebidas. Cocaína.
A lenda de Toad Road e os 7 portões.
O James e a Sara combinam de andar por lá enquanto fazem uso de cogumelos.
O grupo de amigos em uma caverna. O uso de cogumelos. Um dos amigos sai fora e uma mina vai atrás. Só que enquanto isso a onda vai batendo. Mas o cara acaba encontrando ela.
As lembranças fragmentadas. Do nada corta pra outras situações em outros lugares. Tudo meio confuso. Nenhuma parte se desenvolve de fato. Tudo meio jogado de forma aleatória... Entendi isso como sendo a confusão mental dos protagonistas.
O James e a Sara indo pro caminho dos portões.
"No primeiro portão você começa a sentir que estão observando você.
No segundo portão você começa a ouvir coisas.
No terceiro portão você começa a ver coisas.
No quarto portão as pessoas desmaiam.
No quinto portão o tempo se deforma e muda.
E ninguém sabe o que o sexto e o sétimo portão são.
Dizem que o sétimo é o inferno."
A Sara toma umas gotas de ácido e beija o James. Eles começam a caminhar. A Sara some. O James se perde e acaba conseguindo ir pra casa. Só que não tem mais casa... Ele encontra um amigo que diz que já passou mais de 1 dia.
A Sara continua sumida e o James entra em pânico.
Ele vai pra uma casa abandonada no terreno do tio. Não consegue lembrar do que aconteceu. 6 meses se passam. A culpa. O psiquiatra dizendo que há relatos de que a Sara mudou totalmente depois de conhecer ele (James).
O James na rua com uma brincadeira bizarra (qualquer um pode bater nele). Essa parte é meio tensa.
Ele é culpado pelo sumiço da Sara ou não?
Ele vai começando a lembrar (os 2 ensanguentados) e acaba o filme, deixando em aberto o que realmente aconteceu (achei isso foda).
Enfim... O filme tem uma construção lenta e às vezes confusa, mas nos últimos 15 minutos tudo passa a fazer sentido e termina com um ótimo final. Isso fez eu aumentar bastante minha nota.
Algumas Curiosidades:
A atriz principal, Sara Anne Jones (Sara), morreu de overdose no ano do lançamento, antes de ver o filme ser exibido oficialmente.
Os nomes dos personagens são os nomes reais dos atores.
A maioria dos atores estava realmente usando drogas.
Sinceramente acho que o maior pecado deste filme é estar classificado como horror, pois trata-se de um drama com um leve toque paranormal. Apesar da trama praticamente inexistente, o filme tem bons momentos, especialmente visuais, alguns planos são bem interessantes. Outro grande pecado é ele ter servido de metáfora da vida e da morte da atriz principal, grande pena.
nada contra os cogumelos,mais esse filme é muito ruim.
Concordo com o amigo Jaime.
Senti que o filme estava tirando onda da minha cara.
Filme Teen, sem enredo, sem lógica, talvez se eu tivesse meus 17 anos, curtiria.
Não recomendo!
Lembro de nos anos 90 ter visto gente desinformada falando que Trainspotting era um filme sobre "gente se drogando e nada mais". Porém, essa descrição serve perfeitamente a Toad Road e sua série de "pseudos" (pseudo atuações, pseudo enredo, pseudo produção, e por aí vai...), com todo aquele amadorismo estudado que tantos filmes indie se orgulham em ostentar. No fim, mais parece um documentário sem narração sobre pessoas fazendo merdas diversas sob efeito de drogas. Se quiser perder tempo com algo que fará você se sentir como se estivessem tirando uma onda da sua cara, esse é o filme certo.