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Outros títulos
Tokyo Decadence - Estados Unidos da América
Sex Dreams of Topaz - Hong Kong
トパーズ - Japão
Sinopse
Ai, uma ex-assistente social de 22 anos, resolve ganhar a vida como call girl em Tóquio, vivenciando situações inusitadas no universo da prostituição da cidade, inclusive com membros da Yakuza, a máfia japonesa.
Tokyo Decadence >>>>>>>> Door II: Tokyo Diary, o mais interessante é que Door II saiu um ano antes abordando o mesmíssimo tema, e não chegou nem perto do choque que Tokyo Decadence me causou, filme bizarro e louco demais.
O filme no geral é bom, o único ponto negativo pra mim e a forma que a personagem Ai é retratada, o diretor coloca ela como uma pessoa pura, em meio a uma sociedade "decadente", chega a incomoda as atiudes dela, soam infantis muitas vezes, não condiz em nada como o tipo de trabalho dela, enfim é muito forçado essa parte. A sacada do diretor de mostrar os personagens que tem a dominancia nas relações como pessoas frageis é muito boa, quando a saki fica sozinha na casa dela, a gente consegue sentir o vazio, a casa, o carro, a sensação de controle que ela exerce, tudo isso se torna irrelevente quando ela fica só consigo mesma, o mesmo vale pro chefão da Yakuza, em uma cena ele comanda tudo e na outra ele se depara com a propria fragilidade da vida
Softcore japonês de boa qualidade e alguma ousadia. Ai é uma garota de programa que atende clientes com as mais diversas fantasias. O filme entretém até a meia hora final, quando Ai resolve ir atrás de seu amor. Aí fica um porre !
Muito fácil esquecer qual a mensagem da trama vendo as cenas da Nikaido, brincadeiras a parte, é um filme bem sombrio, e essa sensualidade misturada a toda essa escuridão dá até calafrios. O tipo de filme complicado de dar nota.
Tokyo Decadence >>>>>>>> Door II: Tokyo Diary, o mais interessante é que Door II saiu um ano antes abordando o mesmíssimo tema, e não chegou nem perto do choque que Tokyo Decadence me causou, filme bizarro e louco demais.
O filme no geral é bom, o único ponto negativo pra mim e a forma que a personagem Ai é retratada, o diretor coloca ela como uma pessoa pura, em meio a uma sociedade "decadente", chega a incomoda as atiudes dela, soam infantis muitas vezes, não condiz em nada como o tipo de trabalho dela, enfim é muito forçado essa parte. A sacada do diretor de mostrar os personagens que tem a dominancia nas relações como pessoas frageis é muito boa, quando a saki fica sozinha na casa dela, a gente consegue sentir o vazio, a casa, o carro, a sensação de controle que ela exerce, tudo isso se torna irrelevente quando ela fica só consigo mesma, o mesmo vale pro chefão da Yakuza, em uma cena ele comanda tudo e na outra ele se depara com a propria fragilidade da vida
Softcore japonês de boa qualidade e alguma ousadia. Ai é uma garota de programa que atende clientes com as mais diversas fantasias. O filme entretém até a meia hora final, quando Ai resolve ir atrás de seu amor. Aí fica um porre !
"Alguém sem talento."
Muito fácil esquecer qual a mensagem da trama vendo as cenas da Nikaido, brincadeiras a parte, é um filme bem sombrio, e essa sensualidade misturada a toda essa escuridão dá até calafrios. O tipo de filme complicado de dar nota.