Três dias na vida de um clarinetista. No primeiro dia, ele passa por uma situação de solidão e fragilidade. No segundo, o que era para ser algo agradável acaba se tornando um enorme pesadelo. Já no terceiro ele finalmente encontra a plenitude através da música e consegue ajudar uma pianista que se prepara para um concerto.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Um filme delicado, poético e sensível.
Algumas belas cenas, como a do protagonista andando sozinho pela meio da rua.
A interpretação da violinista ficou abaixo do (bom) nível do filme.
O maestro também deixou um pouquinho a desejar (gostaria de ter visto a atuação do outro ator, mas infelizmente ele faleceu durante as filmagens.)
A melhor interpretação coube a Vera Holtz... muito boa.
Obs.: A duração do filme é aproximadamente 80 min.
E a sinopse do filme está incorreta. O complemento do terceiro dia, de forma oposta, se insere no segundo dia!
Vendo-o pela segunda vez, muita da empolgação que me pegou de assalto na primeira audiência se esvaiu, diante de alguns enquadramentos e/ou movimentos de câmera equivocados, atuações um tanto artificiais e uma introdução poética que nem sempre funciona (ao menos, na primeira metade do filme), mas não retiro o que disse no comentário anterior: este filme tem algo que me empolga demais e, puxa, é tão corajoso, tão melhor que a própria diretora! Gozei de uma sessão mais consciente e crítica nesta revisão, mas, ainda assim, o filme me é apaixonante: quero ele para mim! (WPC>)
Deus do céu, quanta coragem a Lina Chamie teve em lançar um filme como este: austero, severo, poético, belo, firme, prenhe de reflexão, arte e Filosofia, um filme magistral e minuciosamente conduzido, com interpretações difíceis, ângulos de câmera severos e imponentes, um roteiro absolutamente inesperado e uma genialidade discreta do começo ao fim! Pena que o filme seguinte da diretora passa longe da qualidade aqui demonstrada... (WPC>)
Não é possível haver um filme tão porcaria como esse... e olha que já assisti muitos!!! Pensei até que fosse um vírus de computador... como alguém consegue obter financiamento para um filme tão porcaria... trama (se é que tem) estúpida, personagens sem sentido e uma direção absolutamente imatura... e, se alguém tiver coragem para assistir o making off vai ver os depoimentos mais idiotas que já vi no mundo... parece que estão falando de uma obra prima, mas na verdade é um LIXO!
Um filme poeticamente bem resolvido, com boas metáforas e fotografia e direção de arte bem trabalhadas.
Mas ainda assim, um filminho bem sem sal. Morno e de atuações sofríveis.