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Data de lançamento
19 Junho 1991Duração
Através de um mosaico complexo de flashbacks, um velho homem com o nome de Thomas van Hazebrouck lembra da vida e de como alguns eventos poderiam tê-la tornado diferente. Aos oito anos, Thomas se convenceu que fora trocado na maternidade com outro bebê, seu vizinho Alfred Kant. Ainda na infância, cria o alter-ego Toto - um agente secreto que o acompanhará por toda a vida - que resgatará seu pai e matará Alfred, o homem que, por duas vezes, roubou os amores de sua vida: sua irmã Alice e, mais tarde, Evelyne.
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Jaco Van Dormael é uma preciosidade do cinema. Uma peróla do cinema belga. É comum que se diga que, conforme vamos envelhecendo, começamos a criar mais padrões e dar menos espaço à imaginação, enquanto na infância todo pensamento ilógico e absurdo pode ser encarado como verossímil.
Os filmes dele, e especialmente este, trazem um pouco desse olhar inocente com uma singeleza crua. Para nós, é normal que algumas falas das crianças soem como um disparate, mas, para uma criança, não, e aí está a mágica.
A maneira com que a direção e o roteiro brincam com a não confiabilidade do narrador também merecem destaque. Cinema de autenticidade ímpar!
Como escreveu um usuário numa das resenhas que li aqui: "Jaco Van Dormael fez apenas três filmes em uma carreira de mais de 20 anos, e, com seu filme de estreia Toto the Hero, ele mostra um talento que a maioria dos cineastas só poderia aspirar a ter."
Não dou cinco estrelas por ter uma estranheza peculiar meio sinistra, que impede um pouco meu entusiasmo completo - o que não significa que o acho pior por isso, só mais provocador e desconfortável por apresentar um novo olhar. Um mérito.
Então quer dizer que essa história de Deus bully veio de muito antes de O Novíssimo Testamento
Uma preciosidade do cinema belga
Bom filme, com bom desenvolvimento e agradável de se assistir.
Uma pequena pérola do cinema belga que vale a pena ser descoberta.