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Data de lançamento
22 Junho 2017Duração
Optimus Prime descobre que seu planeta natal, Cybertron, agora é um planeta morto, e que ele foi o responsável por matá-lo. Ele encontra uma maneira de trazer o planeta de volta à vida, mas para isso precisa encontrar um artefato que está na Terra.
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⚠️ Alerta de Spoilers: Se você ainda não assistiu esse filme, corra daqui.
Em 2015, a Paramount e a Hasbro cismaram de transformar Transformers num universo compartilhado no estilo Marvel. O estúdio trancou uma turma de roteiristas pra parir ideias pra mais dez anos de franquia. O resultado desse experimento de laboratório foi esse: Rei Arthur bunda mole, Merlin bêbado, robôs nazistas, Anthony Hopkins com mordomo psicopata, uma garotinha sabichona com seu robô bobo e o Mark Wahlberg explicando física quântica enquanto segura a bandeira americana ao pôr do sol.
"Transformers: O Último Cavaleiro" é o ápice do "Suco de Michael Bay". O filme tinha tudo pra fechar a franquia com chave de metal raro, mas escorregou no próprio óleo. O erro grotesco não foi a falta de grana pro orçamento, foi a escolha bisonha de enredo. Socar a mitologia medieval e sociedades secretas na franquia poluiu a trama e tirou o foco do que realmente importa nesse filme, que é a ação e a pancadaria sem limites.
Mas se o roteiro é meio bizarro, a direção de ação do Michael Bay é um rolo compressor que não pede desculpas. A produção desse filme é monstruosa. Enquanto a Marvel hoje entope a tela com fundo verde lavado e bonecos digitais sem vida, Bay filma destruição com tanques de verdade, escala de IMAX visceral e um peso de metal na tela que você sente a poeira e o cheiro de graxa saindo da TV. As cenas de perseguição e o confronto final são foda! São uma aula de montagem e ritmo que poucos diretores no mundo conseguem assinar.
Apesar da maionese do roteiro, o elenco ainda tenta segurar o rojão com dignidade. O Mark Wahlberg entrega aquele tipo de herói durão que só o Bay sabe filmar, fazendo uma boa dupla com a Laura Haddock no meio da correria, enquanto o Sir Anthony Hopkins passeia em cena com uma classe absurda — acompanhado do Cogman, o mordomo robótico sociopata que rouba todas as cenas em que aparece. Eles funcionam como o respiro cômico e charmoso no meio de uma estrutura de ação cavalar. Perto de desastres do cinema de entretenimento — como "Morbius", "Thor: Amor e Trovão", "Quantumania" ou a leva recente de filmes de super-herói sem sal —, "O Último Cavaleiro" entrega uma experiência infinitamente mais robusta. Ele peca no enredo, mas dá uma aula de entretenimento caótico e escala visual na tela.
Foi uma escolha de enredo completamente equivocada que acabou selando o fim da Era Michael Bay à frente dos Transformers. O diretor se despediu da franquia do jeito mais "Bayhem" possível: com um espetáculo de destruição megalomaníaco, barulhento e atropelado. Não é o melhor filme da saga, passa longe de ter o equilíbrio dos primeiros, mas para quem é fã de metal retorcido, explosão real e pancadaria sem freio, "Transformers: O Último Cavaleiro" ainda é um puta entretenimento que dá uma surra no marasmo do cinema comercial atual.
ótimo filme
08/04/2025
passou o tempo
Transformers: O Último
Cavaleiro (2017). Direção Michael Bay. Quinto filme efeitos especiais bons, trilha sonora e fotografia são a parte que vale a pena. Longo e cansativo, aliás todos os filmes dessa franquia são longos e enjoativos. Essa franquia fez sucesso com o público infantil, teve um ótimo marketing, orçamento milionário. Agradou e lotou os cinemas, para os adultos em algum momento do filme fica cansativo, embora seja divertido de assistir, muito tecnológico, mas não encanta."Durante séculos, a nossa espécie se escondeu na Terra,mas a escuridão nos encontrou novamente"
Cansativo e desnecessário, estou vendo os filmes da franquia "Transformers" este é o pior de todos. Até agora
07.11.2024