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Data de lançamento
5 Out. 1970Duração
Segundo da trilogia de Paul Morrissey e Andy Warhol fazem esse filme sobre "sexo, drogas e rock-and-roll", Joe um rapaz viciado em heroina com sua namorada, Holly (Holly Woodlawn) , um travesti viciado nas drogas que vive num apartamento imundo em Manhattan repleto de lixo. Lixo que ela recorre todos os dias para mobiliar a casa, lixo que preenche o vazio e o desespero dos dois. Existem também vários encontros sexuais caracterizando um eclético elenco de personagens, incluindo uma dancarina de um clube (Geri Miller), uma princesa viciada em LSD (Andrea Feldman), uma dona de casa entediada (Jane Forth) e seu marido arquiteto (Bruce Pêcheur) , e Holly's sua irmã grávida (Diane Podlewski). Holly e Joe tentam com o governo para melhorar a sua sorte através de uma adoção de um bebê, a fim de beneficiar da assistência social. No entanto, apesar dos seus sonhos, o casal parece condenado a permanecer à margem da sociedade, sobrecarregados pelo Trash.
Lou Reed imortalizou em música e verso esses dois personagens em “Walk on the wild side”. A letra retrata exatamente o universo fílmico/real de Joe Dallesandro e Holly Woodlawn.
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Tem mais diálogos e conteúdo que o primeiro ("Flesh"), mas a falta de uma atuação pujante que conduza o filme faz falta. E não me venha com a coisa de "Ah, mas é um cinema mais natural, mais cru..." Não! Usar essa justificativa só para enaltecer o corpo do Joe Dallesandro de novo beira a hipocrisia.
A situação dos personagens é terrível, decadência total. Achei muito pesado e muito doido.
Hilário e deprimente. Tem mesmo a cara dos amadorzão da virada 60-70, já vi outros assim e eles se parecem bastante. Nudez e drogas e gente falando.
PÉSSIMO!!
Colocaram um ´´drogado´´ estereotipado pra mostrar uma propaganda contra quem usava drogas. Fica claro nos diálogos e nas péssimas encenações o lado tendencioso do filmeco.
ABANDONEI com 1 hora e 8 minutos...
O contrário de Hollywood. O outro lado dos Estados Unidos. A vida dos outsiders representada de um jeito outsider, sem verniz, sem bons modos, sem final feliz, inadequado. Todo coisado.