Baseado no relato autobiográfico de Janet Frame, o filme conta a história de uma ruiva gorducha e tímida que é diagnosticada como esquizofrênica e passa oito anos sendo tratada com eletrochoques em um sanatório, para depois se tornar uma das mais aclamadas escritoras da Nova Zelândia. Por pouco não submetida a uma lobotomia, é salva pelo fato de seu livro de contros “The Lagoon and Other Stories”, receber um importante prêmio literário.
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Uma história dramática e real: "Um Anjo em Minha Mesa" (An Angel at My Table, 1990), de Jane Campion https://youtu.be/MXeQ9ityDKc?si=33ZR5MWqBtMhnqvl
Me apeguei desesperadamente a figura de Janet Frame tem algum tempo e aqui a situação se agravou, pessoas que escrevem e que levaram uma vida absolutamente surreal, sobrevivendo por pouquíssimo, por um fio, é definitivamente meu tipo de obsessão. Quase a perdemos, mas ainda bem que não. O que já sofreu uma mulher, e o que segue sofrendo essas mulheres.
As três interpretações da Jane Frame são incríveis, conseguem transmitir em pequenos olhares e gestos o que a escritora deve ter passado. A ambientação e os cenários são ricos e a história vale muito a pena conhecer. Causa muita revolta, empatia e admiração pela Jane Frame. 13/07/2024
Jane Campion é mesmo genial, assim como as atrizes desse filme.
Quanto sofrimento Janet Frame passou e como ela era frágil e condescendente.
Assisti 23/02/22 no Arte1
Confesso que não conhecia Janet Frame antes dessa cinebiografia e que resolvi assistir só por causa da Jane Campion, indicada no Oscar desse ano por Ataque de cães. Mas amei conhecer Janet Frame e sua dramática história. Teve momentos em que me identifiquei com ela kkkkkk Se posso resumir sua biografia seria com : "Dias de luta, dias de glória". E acho que Jane foi corajosa em fazer uma cinebiografia de uma criatura que era ainda VIVA na época em que foi feito, visto que ela faleceu só em 2004, quase ontem (Janet era contemporânea dos meus avós kkkk). Dito isto, achei o filme muito delicado, respeitoso com a escritora e creio que com a pessoa Janet. Dava pra ver que Jane tinha talento já naquela época (sua indicação ao Oscar por O piano, filme que gosto muito, e tbm a de agora estão aí pra provar.)