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Se alguém lhe falasse que o seu grande amor é um assassino, provavelmente você teria vontade de matar quem falou tal absurdo. Então entenda porque Ellen Carlsson nunca acreditaria que seu marido é um perigoso e potencial. Ela vai dizer que ele não seria capaz de fazer mal nem mesmo a uma mosca. Mas as coisas podem mudar de figura, agora que Ellen decidiu a misteriosa morte de sua irmã gêmea. e enquanto ela vai avançando nesse jogo de simulações, você acaba descobrindo que tem nas mãos um grande Thriller, com lugar garantido entre os grandes sucessos do gênero.
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Co-produção britânico-estadunidense que é um drama de mistério e suspense policial da Universal Pictures, Initial Pictures, Kellgate Limited e United International Pictures vencedor de 2 categorias no Framboesa de Ouro: pior atriz, Sean Young,
por interpretar a gêmea que sobrevive
por interpretar a gêmea assassinada.
Este filme é uma refilmagem de Amor, prelúdio de morte (56), que ainda teve outra versão, a produção indiana Rishi (92). No livro que deu origem ao filme e na versão cinematográfica anterior, o personagem Jonathan Corliss, interpretado por Matt Dillon, chamava-se Burton Corliss (apelidado de Bud), enquanto as duas irmãs se chamavam Ellen Kingship e Dorothy Kingship (apelidada de Dorie). Além disso, no livro original havia uma 3° irmã, Marion Kingship, que — assim como no 1° filme — não aparece na obra. O personagem de Jeffrey Hunter, presente no filme original, não consta neste remake.
Não se por que demorei tanto em assistir a este filme. Embora já tinha um certo conhecimento dele, sempre protelei em vê-lo. É algo rotineiro, nem empolgante nem revelador como retrato de um psicopata. Nada do que acontece é lógico ou sequer plausível, mas nunca é entediante. Não chega a ser tão ruim, mas não se compara em nada ao clássico original, muito melhor que este.
24.05.2001
09.03.1996
12.10.1992
Nos velhos tempos das fitas VHS quando as vídeolocadoras eram sensação, até que via este título, mas, nunca de fato alugava para assistir. E lembro de relance sendo exibido na TV aberta. Hoje, finalmente, eu o assisti, disponível no UNITV e é um suspense bom até certo ponto. Gostei mais da primeira metade cujo o psicopata mata suas vítimas para encobrir a verdade. Só que o desenrolar do ato final foi completamente frustrante, sobretudo, o ato final na linha do trem. A finalização, bem verdade ficou bem ruim, insatisfatório. Matt Dillon exerce muito bem o seu lado sombrio e psicótico. Já Sean Young esta tão expressiva quanto uma porta atuando. Um suspense que tem seus momentos, mas, não é aquele suspense que nos marca.