O destino da velha cantora de cabaré Ruth e do jovem doente terminal Jonas já está traçado. Mas apesar da grande diferença de idade e experiências de vida completamente opostas, os dois formam um laço bem forte que dá a ambos uma razão para viver.
Não entendi muito bem como uma sobrevivente do nazismo podia estar fisicamente tão bem em 2014, aparentando uns 60 e poucos anos. Fora isso o filme me pareceu interessante, com ótimas canções, e o trabalho dos atores centrais compensa certas falhas do roteiro.
Este filme é, essencialmente, sobre memória, sobre como o passado pode marcar o presente e futuro da vida das pessoas. No entanto, falta ao roteiro(de Stephen Glantz) mais força e profundidade, o tom é morno e superficial.Nota:2,5(0-5)
"Qual a principal diferença entre um Homem e uma Mulher: O Homem ama o quê acha bonito e a Mulher acha bonito o quê ama", ou seja, na visão de Uwe Janson o amor do Homem é imediatista e efêmero e o da Mulher é deliberado e duradouro, um olhar bem feminista do enigmático diretor. Ele me lembra Wim Wenders na fase alemã, mesmo porque ambos são excelentes fotógrafos e também por suas análises sobre o Alemanha do pós guerra. O filme se perde um pouco em alguns momentos e peca por não ter "aprofundado" mais na relação entre Ruth (velha) e Jonas, já que este se apaixonara por ela jovem.
Não entendi muito bem como uma sobrevivente do nazismo podia estar fisicamente tão bem em 2014, aparentando uns 60 e poucos anos. Fora isso o filme me pareceu interessante, com ótimas canções, e o trabalho dos atores centrais compensa certas falhas do roteiro.
Este filme é, essencialmente, sobre memória, sobre como o passado pode marcar o presente e futuro da vida das pessoas. No entanto, falta ao roteiro(de Stephen Glantz) mais força e profundidade, o tom é morno e superficial.Nota:2,5(0-5)
Um bom filme, boa trilha sonora e história interessante.
Ótimo filme, gostei das letras das músicas,e como o amor foi colocado nelas e no que a Ruth jovem falava, achei profundo e reflexivo.
"Qual a principal diferença entre um Homem e uma Mulher: O Homem ama o quê acha bonito e a Mulher acha bonito o quê ama", ou seja, na visão de Uwe Janson o amor do Homem é imediatista e efêmero e o da Mulher é deliberado e duradouro, um olhar bem feminista do enigmático diretor. Ele me lembra Wim Wenders na fase alemã, mesmo porque ambos são excelentes fotógrafos e também por suas análises sobre o Alemanha do pós guerra. O filme se perde um pouco em alguns momentos e peca por não ter "aprofundado" mais na relação entre Ruth (velha) e Jonas, já que este se apaixonara por ela jovem.