Meg (Agnes Bruckner) é uma garota de 18 anos que tem muito talento em escrever. Abandonada pelo pai e negligenciada pela mãe, que trabalha bastante para poder sustentar a família, Meg vive solitária e ainda precisa cuidar de sua irmã mais nova, que sofre de problemas emocionais. Suas válvulas de escape são a poesia e o apoio de seu professor de literatura, Auster (David Strathairn). Entretanto, o relacionamento existente entre Meg e Auster logo deixa o de professor-aluna para se tornar algo mais complexo.
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"I don’t look like anyone, not even myself."
É bem triste, bem cruel, bem sincero e bem pesado. Inevitável não se compadecer com a dor de Meg (apesar de que, mesmo gostando da Agnes, ela me pareceu tão apática e poderia ter sido mais emocional, trazer mais verdade a personagem, isso me incomodou). Todas as esferas da vida dela estavam apontando para o ruim, ainda mais na adolescência, onde o caos reina e as coisas são mil vezes piores. Agora, eu juro que pensei que o professor
fosse ser diferente, ser um cara bacana mesmo e declinar de alguma investida dela - afinal, ela estava passando por um período péssimo e ele abraçou a causa, então era ok ela confundir os sentimentos - mas, quando ele pega ela daquele jeito machão eu fiquei chateadissima, porque foi de fato o papel do homem otário e escroto, que me fez repensar todas as atitudes dele durante o filme. De homem não se pode esperar nada né
O final arrebenta! valeu a pena assistir!
Sensível e doloroso.
Vi há muito tempo atrás no corujão e me marcou, revi hoje pelo Amazon prime e continua sensível e delicado.