Nova Jérsei, 1966. O romance entre Jill Rosen, uma garota judia de classe média alta, e "Sheik", um rapaz italiano que deseja seguir os passos de Frank Sinatra.
O John Sayles como diretor é confiável e inesperado ao mesmo tempo. Fiquei com vontade de saber o futuro dos dois ótimos personagens - muito bem concebidos e interpretados.
Até pouco tempo atrás eu desconhecia da existência desse filme. Acabei achando um bom passatempo, mas nada demais. Tem uma boa reconstituição da época, e ainda é aquele tipo de filme fácil de gostar. Um trabalho diferente dos outros que já assisti do John Sayles. Vale ser conhecido.
Sou apaixonado pela desenvoltura de narrativas em formato de painel social do John Sayles e por sua capacidade meta-narrativa nata, mas, ao me deparar com este filme primevo, deparo-me com uma obra graciosa e centrada nos dilemas relacionais de dois adolescentes, bem diferente da conjuntura político-cotidiana que lhe interessaria futuramente. Mas o elenco é tão bom (e bonito) e a trilha sonora é tão bem utilizada (misturar The Velvet Underground, The Supremes e Frank Sinatra num mesmo cabedal sonoro é golpe de mestre!) que saí da sessão levemente encantado, torcendo por um desfecho feliz como se estivesse diante de minha própria história amorosa. A segunda metade, inclusive, que foca nos dilemas actanciais da protagonista feminina, é ainda mais interessante. Rosanna Arquette é maravilhosa e Vincent Spano está lindo. Uma grata surpresa, vinda de um filme que não merecia permanecer tão obscuro. E que título nacional meia-boca, né? (risos) - WPC>
O John Sayles como diretor é confiável e inesperado ao mesmo tempo. Fiquei com vontade de saber o futuro dos dois ótimos personagens - muito bem concebidos e interpretados.
Até pouco tempo atrás eu desconhecia da existência desse filme. Acabei achando um bom passatempo, mas nada demais. Tem uma boa reconstituição da época, e ainda é aquele tipo de filme fácil de gostar. Um trabalho diferente dos outros que já assisti do John Sayles. Vale ser conhecido.
02/09/2017
bacana
Sou apaixonado pela desenvoltura de narrativas em formato de painel social do John Sayles e por sua capacidade meta-narrativa nata, mas, ao me deparar com este filme primevo, deparo-me com uma obra graciosa e centrada nos dilemas relacionais de dois adolescentes, bem diferente da conjuntura político-cotidiana que lhe interessaria futuramente. Mas o elenco é tão bom (e bonito) e a trilha sonora é tão bem utilizada (misturar The Velvet Underground, The Supremes e Frank Sinatra num mesmo cabedal sonoro é golpe de mestre!) que saí da sessão levemente encantado, torcendo por um desfecho feliz como se estivesse diante de minha própria história amorosa. A segunda metade, inclusive, que foca nos dilemas actanciais da protagonista feminina, é ainda mais interessante. Rosanna Arquette é maravilhosa e Vincent Spano está lindo. Uma grata surpresa, vinda de um filme que não merecia permanecer tão obscuro. E que título nacional meia-boca, né? (risos) - WPC>
O nome em português é Romance Maluco. Destaque para a versão de Stranger in the Night!