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Data de lançamento
9 Março 1994Duração
A cidade em questão é Cannes, durante o festival de cinema que se realiza todos os anos em maio. Odile Deray (Lauby) é a assessora de imprensa de um filme de terror mais que vagabundo. Ela de fato se joga aos pés dos jornalistas para que eles assistam a seu filme.
O assassinato do projecionista dá à assessora a publicidade desejada. Ela decide mandar vir a Cannes o ator principal (Farrugia) acompanhado por um guarda-costas (Chabat).
O ator é um debilóide que vomita cada vez que fica muito feliz. Ele está eufórico durante seus dias em Cannes.
O guarda-costas é um garanhão que não se conforma com o fato de Odile não lhe dar bola. Enche a cara para esquecer. E ela se envolve com o comissário de polícia (Darmon), responsável pelo caso.
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Antecipou os Wayans nas paródias de filmes de terror e tem uma pegada de Zucker de Corra que a Polícia Vem Ai. O problema talvez é que em muitos momentos eles se apegam demais a algumas piadas, que acabam deixando de ser engraçadas. Mesmo assim, tem sua graça e o conceito é original.
Uma das piores comédias que tive o desprazer de assistir.
A primeira hora é hilária: a verve humorística intensificada lembra os filmes mais recentes do Mel Brooks e os últimos da produtora ZAZ. Ou seja, idiotizados ao extremo, mas muito, muito engraçados e extremamente paródicos. O elenco é ruim e a sátira ao universo cinematográfico é forçada, mas algumas piadas são tão inusitadas (vide o genial comercial da Renault), que não tem como não gargalhar. O problema é que, como de praxe, a meia-hora final começa a prestar atenção excessiva ao mau entrecho e fica quase sério ao tentar resolver os assassinatos que movem a trama. O final é decepcionante. Mas fiquei imaginando como é vomitar quando se está feliz! kkkkk (WPC>)
É um dos melhores filmes franceses que já assisti.
Comédia bem nonsense, muita paródia (no estilo TV-Pirata e com cenas que as vezes lebram Monty Python) a filmes de suspense e risos do início ao fim.
Pena que é difícil de encontrar ele.