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Outros títulos
A Time to Live and a Time to Die - Estados Unidos da América
童年往事 - Taiwan
Tóngnián wangshì - Taiwan
Sinopse
Inspirado na infância do próprio diretor, o filme apresenta a história de uma família chinesa que se muda para Taiwan. A princípio temporária, a nova moradia acaba se tornando definitiva.
Melancólico demais e piora ainda mais sabendo que se tratou de uma história real.Toda a rotina do personagem principal é cercado de momentos tristes e dolorosos.A trilha sonora nos deixa desanimado em vários momentos.Traz um final doloroso.
Alain Resnais tratou de mostrar em seus filmes aquela memória de mais difícil acesso, criando verdadeiros quebra-cabeças em que seus personagens parecem perdidos no tempo. Tarkóvski pegou emprestado imagens, muitas vezes do próprio ambiente em seus filmes, para construir uma imagética bastante característica que evoca as recordações criando um elo entre o passado e presente. Ao contrário da estilística de Resnais e do que Tarkóvski fez em seu autobiográfio "O Espelho", Hsiao-hsien navega pela própria história de forma bastante direta e sóbria, com uma mise en scene característica dos dramas familiares de Yasujiru Ozu. "Um Tempo para Viver, um Tempo para Morrer" é um coming-of-age que se destaca por tratar da antinomia do amadurecimento através da morte, o que é pouco comum para filmes do gênero.
Aula de amor e de memória, declaração de amor ao mestre Yasujiro Ozu, jóia em prol das benesses autobiográficas (como ouvi de um palestrante, nesta gloriosa revisão)... Muito interessante analisar o quanto o genial cineasta formosiano muda completamente de estilo de filme para filme. Maravilhoso registro do cotidiano simples e pungente de uma família tradicional, com alguns pontos de contato com o Edawrd Yang... Mas Hou Hsiao-Hsien é inigualável: que beleza na arte de "desenhar mapas'. Que narração final inesquecível! Soberbo! (WPC>)
Melancólico demais e piora ainda mais sabendo que se tratou de uma história real.Toda a rotina do personagem principal é cercado de momentos tristes e dolorosos.A trilha sonora nos deixa desanimado em vários momentos.Traz um final doloroso.
entrou fácil pros meus favoritos da vida, mas n teria coragem de recomendar (ASSISTA) pra alguém... caralho, doeu aqui.
Yasujiru Ozu encontra Edward Yang
Alain Resnais tratou de mostrar em seus filmes aquela memória de mais difícil acesso, criando verdadeiros quebra-cabeças em que seus personagens parecem perdidos no tempo. Tarkóvski pegou emprestado imagens, muitas vezes do próprio ambiente em seus filmes, para construir uma imagética bastante característica que evoca as recordações criando um elo entre o passado e presente. Ao contrário da estilística de Resnais e do que Tarkóvski fez em seu autobiográfio "O Espelho", Hsiao-hsien navega pela própria história de forma bastante direta e sóbria, com uma mise en scene característica dos dramas familiares de Yasujiru Ozu. "Um Tempo para Viver, um Tempo para Morrer" é um coming-of-age que se destaca por tratar da antinomia do amadurecimento através da morte, o que é pouco comum para filmes do gênero.
decepção
Aula de amor e de memória, declaração de amor ao mestre Yasujiro Ozu, jóia em prol das benesses autobiográficas (como ouvi de um palestrante, nesta gloriosa revisão)... Muito interessante analisar o quanto o genial cineasta formosiano muda completamente de estilo de filme para filme. Maravilhoso registro do cotidiano simples e pungente de uma família tradicional, com alguns pontos de contato com o Edawrd Yang... Mas Hou Hsiao-Hsien é inigualável: que beleza na arte de "desenhar mapas'. Que narração final inesquecível! Soberbo! (WPC>)