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Data de lançamento
4 Ago. 2012Duração
Anne deixa a Estônia para vir a Paris, cuidar de Frida, uma idosa estoniana que emigrou para a França há muito tempo. Anne logo percebe que não é desejada. Tudo que Frida quer da vida é a atenção de Stephane, seu amante há tempos. Stephane, no entanto, está desesperado para que Anne fique e cuide de Frida, mesmo contra a vontade da velha senhora. Neste conflito de estranhos, Anne encontra seu próprio caminho.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Um bom filme sobre a forma de amadurecer .
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paris deixa qualquer filme uma delicia mas esse em especial mostrou um lado triste da velhice, a solidão e o orgulho de frida filme curtinho e gostoso de ver recomendo mas... não esperem muito
é uma senhora beeemmm rabugenta que só quer ser amada por seu antigo amante.
Não poucas vezes me flagro viajndo daqui para o acolá preso às asas de um bom filme assistido e, com esse, a questão que teima reverberar em minha cabeça: "O que fazer quando você está preso em uma relação de dívida eterna?"
O drama Uma Dama em Paris demonstra a força do cinema francês quando resolve inovar na maneira de contar uma história. E nele nos obrigamos a nos deixar levar guiados pelas inteligentes lentes do cineasta estoniano Ilmar Raag (diretor do aclamado longa Klass), em uma viagem que começa na longíqua Estônia e termina nas calorosas ruas e avenidas da cidade luz.
Bem diferente de quase todos, o longa nos coloca diante de duas protagonistas, fato que soma muito à trama. A boa intérprete de Anne, encontra uma zona de conforto para sua personagem, se abrindo aos poucos para as emoções. Conseguimos nos conectar rapidamente com essa protagonista, uma empatia instantânea ocorre. Méritos da excelente atriz Laine Mägi (Klass). Jeanne Moreau (Jules e Jim - Uma Mulher para Dois), o nome mais conhecido do elenco, vai até o extremo do sarcasmo com sua complicada personagem Frida. O público busca uma maneira de entender essa complexa idosa mas no final acaba virando mesmo uma espécie de vilã.
Um grande destaque ao longo da história, vem na forma da inversão nas posições de destaque das protagonistas e do ator coadjuvante. Podemos analisar a trama de acordo com cada uma dessas vertentes que transformam esse triângulo amoroso em uma delicioso filme tipicamente francês, com desilusões, problemas e muita delicadeza nas conduções dos árduos diálogos.
As belas sequências nas praças e pontos turísticos parisiense dão o charme desse belo, sensível e imperdível trabalho que agradará não só os amantes do cinema europeu mas todos que gostam de boas histórias contadas de maneira comovente.
Ufa! Quem me dera estar em Paris!
Fraco.