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Data de lançamento
4 Dez. 1964Duração
Em fragmentos de imagens, Godard mostra um dia da vida de Charlotte, uma mulher casada com um piloto de avião e que tem um caso com o vizinho. Filme de fragmentos, são também fragmentos da vida que vemos, numa sucessão de grandes planos, seja do rosto das personagens, seja de partes do seu corpo. Tudo quase sempre emoldurado por um cenário branco, o que parece demonstrar que este é mais do que um filme sobre uma dada mulher. Pelo contrário, é uma reflexão de caráter geral, marcada por uma depuração quase total, a qual é contrabalançada pelo simbolismo dos vários grandes planos.
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Parece que ninguém entendeu o filme, a crítica ao objetivismo do sexo com o capitalismo, o feminismo, a ideia de amar e prazer, etc.
"Je suis heureux, je suis heureux, je suis heureux, je suis heureux, je suis heureux, je suis heureux..."
A introdução é maravilhosa e foi legal notar quando o papel se inverteu lá na metade do filme. A cena que a empregada descreve uma relação sexual que teve é divertidíssima. Também confesso que aquela música famosa me pegou de surpresa. O problema é que, além disso, pouca coisa acontece e o filme fica bastante desinteressante na maior parte do tempó.
amei.
as conversas/reflexões foram os melhores momentos p mim.
Outro filme de Goddard bem íntimo.Vai fundo nas aventuras do casal principal e sua câmera delicada não deixa passar nenhum detalhe.Filme da década de 60 que trata melhor relacionamentos do que os realizado nos dias de hoje.