Dirigido por
Data de lançamento
25 Jan. 1979Duração
Eva (Monique van de Ven), uma mulher que se autoconsidera normal, vive com seu marido e dois filhos em Amsterdam, Holanda; Parece razoavelmente feliz embora ela, às vezes, tem a sensação que falta algo em sua vida. Seu marido pensa tratar-se de algo prosaico como uma depressão suave, advinda de um certo empapuçamento do dia a dia de dona de casa e a manda em férias, para a França. Aí, encontra uma outra mulher (Maria Schneider) e seu mundo muda...
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Final ficou meio aberto, mas é um filme bom que aborda questões da época como guarda dos filhos e é bem rapidinho também de assistir
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Filmes como Uma Mulher Como Eva , de1979 dirigido por Nouchka Van Brakel, tenta retratar a vida de Eva, uma mulher que se autoconsidera normal, que vive com seu marido e dois filhos em algum lugar em Amsterdam, Holanda; e deve parecer razoavelmente feliz, embora ela às vezes tem a sensação que falta algo em sua vida que seu marido pensa tratar-se de algo prosaico como uma depresão suave, advinda de um certo empapuçamento do every day life da dona de casa e a manda em férias para a França e Eva encontra uma outra mulher e seu mundo muda, ou se abre, ou é descortinado! A trama se concentra na batalha pela custódia da criança que se segue depois que Eva deixa seu marido; é um filme e tanto...
Baita filme, mas injustamente pouco conhecido no Brasil e no mundo. Foi o representante holandês no Oscar da ocasião.
Importante salientar como que os filmes europeus, bem antes de Hollywood, já traziam essa temática em seus longas, e normalmente com uma sensibilidade ímpar. É o que vemos aqui. Toda a história, a condução e a forma que cada quadro foi pensado são verdadeiros atos políticos. O filme não quer falar apenas da homossexualidade, mas também do feminismo, liberdades e de uma vida mais natural.
Achei o filme muito bem construído, porém, as atuações em alguns momentos não convencem, principalmente da Schneider (talvez pelo trauma do "O Último tango..." ou por outro motivo, não sei). Sua personagem quase nunca esboça reações e isso me incomodou muito. Ao contrário da Van de Ven, que tem uma ótima atuação.
Além disso, poderia desenvolver um pouquinho mais a história para que compreendêssemos melhor tudo das personagens.
Por esses dois motivos é que o filme não entra para a minha lista de favoritos, mas com certeza é super recomendado e merecia um reconhecimento muito maior. Me entristece ver filmes assim no ostracismo e outros hollywoodianos, de baixa qualidade, com uma fama imensurável.