Interpretei essa série e os personagens da seguinte forma: Connell é, pra mim, o retrato da ansiedade. Marianne o da depressão. Eu gostei, embora não tenha me emocionado tanto, me deixou pensativa.
[/spoiler] Ele se sente ansioso com questão de contato em frente a outras pessoas, coisa que já vivenciei anteriormente. A questão financeira também acabou sendo uma barreira muito grande, o que faz com que ele tenha esse distanciamento e ao mesmo tempo, queira ser especial. E não se sente acolhido, se sente à parte. É verdade que ele tem algumas atitudes muito idiotas, mas no contexto geral, dá pra sentir certa empatia pela situação em que ele se encontra, principalmente depois do suicídio do amigo, na cena em que ele desabafa com a terapeuta.
Marianne consegue ser um pouco mais expansiva ao demonstrar os sentimentos. No entanto, a complexidade do que ela passa é muito mais profundo. A perda do pai, a convivência com uma mãe apática que sofria agressão, o irmão que faz com que ela se sinta num eterno abuso psicológico. Connell, com quem ela criou um vínculo e que a tratou mal por diversas vezes, mas com quem ela não consegue se desvincular e sente uma certa necessidade de ouvir, acolher e amar, por não se sentir amada por mais ninguém. O vazio que existe na vida dela, e que ela tenta preencher de forma violenta, por ter conhecido a violência de perto. No início da série, ela usa o sarcasmo com as pessoas como auto defesa. Na faculdade, ela muda e parece ser alguém, mas não se sente alguém, está sempre com o sentimento de estar se doando sem receber em troca algo que a complete.
Dois personagens muito inteligentes. E sozinhos. [spoiler]
O último episódio foi muito pesado. Pra mim, foi como assistir um episódio de BoJack Horseman no auge da depressão, me deu uma crise de ansiedade horrível, passei uns 2 dias bugada. A quem for muito sensível, não aconselho.
Só supera minhas expectativas a cada episódio. O cenário é muito bem trabalhado e lindo, à sua maneira distópica. A abordagem que estão fazendo dos personagens é essencial para a compreensão da história como um todo e não estão deixando de lado o suspense e ação que são necessários, absolutamente.
Por enquanto, não vou avaliar, mas já estou me preparando pra dar 5 estrelas.
Quero o tempo que eu gastei assistindo isso, de volta.
Muito ruim, misericórdia...
Até a abordagem a assuntos sérios como bullying e familiares que causam problemas psicológicos em crianças e adolescentes foi mal colocada. O que custava fazer uma coisa mais elaborada, já que eles queriam tanto passar uma mensagem?
Não sei nem dizer o que tem de errado com essa série Tem horas em que as atuações são boas, horas em que são péssimas História muito boba e clichê, um Gossip Girl dos anos 1800. Pode ser que os livros em que foi baseada a série tenham uma história melhor. Figurino e cenário nota 10, mas o resto é bem questionável.
Acho que o problema principal do filme foi passar muita informação de uma vez só, ficou tudo mal explicado. Vou começar a ler o livro esses dias, porque, no fundo, achei a história interessante, apesar de tudo. Apelaram demais pro clichê e, na questão das atuações, poderia ser um filme muito melhor.
A cena que mais gostei foi do Shrike, quando ele morre. A revelação que Thaddeus Valentine é pai da Hester era totalmente previsível, não acrescentou em nada no desfecho, sinceramente.
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.2 172 Assista AgoraA série só supera minhas expectativas a cada episódio, caramba, que série boa.
Ansiosa pelo próximo ep
Objetos Cortantes
4.3 873 Assista Agoranunca mais escutei In The Evening sem me arrepiar.
Normal People
4.4 470Interpretei essa série e os personagens da seguinte forma: Connell é, pra mim, o retrato da ansiedade. Marianne o da depressão. Eu gostei, embora não tenha me emocionado tanto, me deixou pensativa.
[/spoiler]
Ele se sente ansioso com questão de contato em frente a outras pessoas, coisa que já vivenciei anteriormente. A questão financeira também acabou sendo uma barreira muito grande, o que faz com que ele tenha esse distanciamento e ao mesmo tempo, queira ser especial. E não se sente acolhido, se sente à parte. É verdade que ele tem algumas atitudes muito idiotas, mas no contexto geral, dá pra sentir certa empatia pela situação em que ele se encontra, principalmente depois do suicídio do amigo, na cena em que ele desabafa com a terapeuta.
Marianne consegue ser um pouco mais expansiva ao demonstrar os sentimentos. No entanto, a complexidade do que ela passa é muito mais profundo. A perda do pai, a convivência com uma mãe apática que sofria agressão, o irmão que faz com que ela se sinta num eterno abuso psicológico. Connell, com quem ela criou um vínculo e que a tratou mal por diversas vezes, mas com quem ela não consegue se desvincular e sente uma certa necessidade de ouvir, acolher e amar, por não se sentir amada por mais ninguém. O vazio que existe na vida dela, e que ela tenta preencher de forma violenta, por ter conhecido a violência de perto. No início da série, ela usa o sarcasmo com as pessoas como auto defesa. Na faculdade, ela muda e parece ser alguém, mas não se sente alguém, está sempre com o sentimento de estar se doando sem receber em troca algo que a complete.
Dois personagens muito inteligentes. E sozinhos.
[spoiler]
Rick e Morty (7ª Temporada)
4.0 73 Assista AgoraO último episódio foi muito pesado. Pra mim, foi como assistir um episódio de BoJack Horseman no auge da depressão, me deu uma crise de ansiedade horrível, passei uns 2 dias bugada. A quem for muito sensível, não aconselho.
Dunkirk
3.8 2,0K Assista AgoraA pessoa que disser que esse filme é ruim, está morta por dentro, não é possível.
Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
3.6 438 Assista AgoraFiel ao livro. Pensei que seria uma decepção, mas já estou com vontade de assistir pela segunda vez.
THX 1138
3.4 201 Assista AgoraComeça muito bom, depois fica arrastado e cansativo.
Nada de Novo no Front
4.0 641 Assista AgoraMuuuito bom e trilha sonora boa demais
One Piece: A Série (1ª Temporada)
4.2 282 Assista AgoraOlha, até que não ficou tão ruim.
Demolição
3.7 475 Assista AgoraSinceramente, um dos filmes mais bonitos que já vi.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraSó supera minhas expectativas a cada episódio. O cenário é muito bem trabalhado e lindo, à sua maneira distópica. A abordagem que estão fazendo dos personagens é essencial para a compreensão da história como um todo e não estão deixando de lado o suspense e ação que são necessários, absolutamente.
Por enquanto, não vou avaliar, mas já estou me preparando pra dar 5 estrelas.
O Menu
3.6 1,1K Assista AgoraMe deu a sensação de estar faltando tempero, nesse filme. Um salzinho a mais e teria ficado bom.
Fate: A Saga Winx (1ª Temporada)
3.2 191 Assista AgoraQuero o tempo que eu gastei assistindo isso, de volta.
Muito ruim, misericórdia...
Até a abordagem a assuntos sérios como bullying e familiares que causam problemas psicológicos em crianças e adolescentes foi mal colocada. O que custava fazer uma coisa mais elaborada, já que eles queriam tanto passar uma mensagem?
Bridgerton (1ª Temporada)
3.8 493 Assista AgoraNão sei nem dizer o que tem de errado com essa série
Tem horas em que as atuações são boas, horas em que são péssimas
História muito boba e clichê, um Gossip Girl dos anos 1800. Pode ser que os livros em que foi baseada a série tenham uma história melhor.
Figurino e cenário nota 10, mas o resto é bem questionável.
Gostei muito da parte onde a protagonista defende a Marina, nas cenas após descobrirem a gravidez.
E pense numa atriz perfeita que é a Adjoa Andoh (Lady Danbury). E a personagem Eloise Bridgerton é muito interessante.
Máquinas Mortais
2.7 477 Assista AgoraAcho que o problema principal do filme foi passar muita informação de uma vez só, ficou tudo mal explicado. Vou começar a ler o livro esses dias, porque, no fundo, achei a história interessante, apesar de tudo. Apelaram demais pro clichê e, na questão das atuações, poderia ser um filme muito melhor.
A cena que mais gostei foi do Shrike, quando ele morre. A revelação que Thaddeus Valentine é pai da Hester era totalmente previsível, não acrescentou em nada no desfecho, sinceramente.