Ficou bem apagado sendo lançado entre Seven e Clube da Luta, mas vale assistir. Curta o desenrolar da história mais do que criar expectativa pra uma conclusão.
Mega normalização sobre estar envolvido em um relacionamento doentio e super intenso, regado a cocaína e BDSM com uma Madonna lá nos anos 90, cheia de selvageria e pegada. Sério, a forma como a história é contada faz parecer que tudo é bem comezinho. O filme é "OK" (pra ser gentil), mas diverte.
Uma grata surpresa que descobri por acaso no Telecine. O roteiro e a edição prendem e envolvem, minimizando as eventuais limitações dos atores. Grazi Massafera entrega uma performance decente, enquanto que até o carisma de porta de Gianecchini calhou bem no personagem. A atuação das meninas está natural e convincente.
A reclamação sobre o áudio do filme é legítima. A má captação dos diálogos parece continuar sendo a grande maldição técnica do cinema brasileiro. Mas de resto, até que me surpreendi bastante - os efeitos sonoros, repertório da trilha e score foram muito bem feitos.
No geral, um thriller que funciona apesar dos pesares, mostrando que um bom roteiro e direção competente fazem total diferença.
Uma visão dos anos 90 sobre feminismo e girl-power, em contexto pós-apocalíptico, onde chamar uma mulher de "gata" pode ser sentença de morte e ver uma mulher batendo em caras enquanto usa couro e látex preto era considerado um avanço representativo. Fiquei entretido do início ao fim. Pamela Anderson fez o que tinha que fazer.
A trilha sonora com John Farnham é maravilhosamente anos 80. Linda Blair está perfeita como a irmã enlutada que se transforma em vigilante implacável. "Os Cicatrizes" são personagens cômicos e unidos que lembram The Warriors (1979). Linnea Quigley prova seu talento como vítima. Filme cult. Clássico absoluto. Muito divertido, com um lado sombrio e bastante intenso. Obrigatório para quem é aficionado pela década.
Vi que, no ano em que foi lançado, foi massacrado como clone de Pulp Fiction, mas isso é pura balela. Isso aqui é uma verdadeira gema.
Andy Garcia está impecável como "The Saint" - um bandido regenerado com um negócio peculiar de vídeos para moribundos. Quando a grana acaba, é forçado a reunir a antiga gangue para "uma ação". Walken, o homem com o plano... Nem preciso comentar.
O filme tem linguagem própria e cria seu próprio universo, muito por conta de gírias e expressões bem locais de Denver (sim, tive que pesquisar pra entender bem sacadinhas e trocadilhos).
Diferente das verdadeiras cópias de Pulp, este tem coração de verdade. Mesmo 30 anos depois, continua firme e forte.
Filme cheio de surpresinhas, que sabe explorar cada uma delas. A gente vê como um vilão bem construído faz a diferença, nesse filme. As manias e inseguranças dele deixam a história mais tensa e engraçada. Kingsley me fez rachar o bico.
A iniciação de muita de gente no grindhouse, incluindo a minha, acredito que pelo título chamativo. Não é dos melhores da Troma - não chega aos pés de um Vingador Tóxico ou Class of Nuke 'Em High, mas diverte. O ponto alto é a Mama e a trilha IMPECÁVEL de Jon McCallum - quem é fã de música baseada em sintetizadores deve garimpar os sons desse cara.
Tem uma cena em "Suspeita" onde Cary Grant avança agressivamente em direção a Joan Fontaine. Hitchcock corta brevemente para um plano de sua bolsa longa e fina se fechando. Isso comunica uma ideia sexualmente explícita de forma inteligente e surpreendente.
Já De Palma prefere fazer uma mulher colocar o rabo pra fora de uma janela. Estilo sobre substância? Eu acho que o estilo é a substância aqui.
As perseguições parecem uma versão baixo orçamento de "Um Corpo Que Cai".
O maluco tem jeitos retardados e ir do ponto A ao B, e mais retardados ainda de ir do B ao C. Isso sem falar nas fantasias extremamente adolescentes.
Estou dizendo que não gostei? Muito pelo contrário.
As pessoas odeiam o CG deste filme, mas, sinceramente, os caras em 1992 conseguiram coisa absurda e inimaginável. Um dos meus preferidos de todos os tempos e Pierce Brosnan está impecável, como de praxe. PS: Jeff Fahey já atuando como um vilão consolidado.
Estética e canastrice das boas. A ambientação que se passa no futuro tem atmosfera espetacular e, pelo visto, foi feita com orçamento limitado. Helen Hunt já despontando com uma atuação bem decente.
New Jack City: A Gangue Brutal
3.4 54 Assista AgoraAtuação bem sofrível de Ice T, mas Snipes carrega o filme nas costas. O climão ajuda, com desfecho satisfatório.
Vidas em Jogo
3.8 747 Assista AgoraFicou bem apagado sendo lançado entre Seven e Clube da Luta, mas vale assistir. Curta o desenrolar da história mais do que criar expectativa pra uma conclusão.
Corpo em Evidência
3.0 118 Assista AgoraMega normalização sobre estar envolvido em um relacionamento doentio e super intenso, regado a cocaína e BDSM com uma Madonna lá nos anos 90, cheia de selvageria e pegada. Sério, a forma como a história é contada faz parecer que tudo é bem comezinho. O filme é "OK" (pra ser gentil), mas diverte.
Uma Família Feliz
3.2 199Uma grata surpresa que descobri por acaso no Telecine. O roteiro e a edição prendem e envolvem, minimizando as eventuais limitações dos atores. Grazi Massafera entrega uma performance decente, enquanto que até o carisma de porta de Gianecchini calhou bem no personagem. A atuação das meninas está natural e convincente.
A reclamação sobre o áudio do filme é legítima. A má captação dos diálogos parece continuar sendo a grande maldição técnica do cinema brasileiro. Mas de resto, até que me surpreendi bastante - os efeitos sonoros, repertório da trilha e score foram muito bem feitos.
No geral, um thriller que funciona apesar dos pesares, mostrando que um bom roteiro e direção competente fazem total diferença.
Barb Wire: A Justiceira
2.1 28Uma visão dos anos 90 sobre feminismo e girl-power, em contexto pós-apocalíptico, onde chamar uma mulher de "gata" pode ser sentença de morte e ver uma mulher batendo em caras enquanto usa couro e látex preto era considerado um avanço representativo. Fiquei entretido do início ao fim. Pamela Anderson fez o que tinha que fazer.
Ruas Selvagens
3.4 36A trilha sonora com John Farnham é maravilhosamente anos 80. Linda Blair está perfeita como a irmã enlutada que se transforma em vigilante implacável. "Os Cicatrizes" são personagens cômicos e unidos que lembram The Warriors (1979). Linnea Quigley prova seu talento como vítima. Filme cult. Clássico absoluto. Muito divertido, com um lado sombrio e bastante intenso. Obrigatório para quem é aficionado pela década.
O Dia do Gafanhoto
3.7 23Hollyweird é decadente desde sempre e aqui está a prova.
Coisas Para Fazer em Denver Quando Você Está Morto
3.4 68Vi que, no ano em que foi lançado, foi massacrado como clone de Pulp Fiction, mas isso é pura balela. Isso aqui é uma verdadeira gema.
Andy Garcia está impecável como "The Saint" - um bandido regenerado com um negócio peculiar de vídeos para moribundos. Quando a grana acaba, é forçado a reunir a antiga gangue para "uma ação". Walken, o homem com o plano... Nem preciso comentar.
O filme tem linguagem própria e cria seu próprio universo, muito por conta de gírias e expressões bem locais de Denver (sim, tive que pesquisar pra entender bem sacadinhas e trocadilhos).
Diferente das verdadeiras cópias de Pulp, este tem coração de verdade. Mesmo 30 anos depois, continua firme e forte.
Rollerboys: A Nova Geração de Guerreiros
3.0 15Um clássico absoluto da Sessão da Tarde. Revi recentemente, adulto, e digo sem pestanejar que é uma das obras cyberpunk mais legais do cinema.
Kids e os Profissionais
3.3 21Melhor filme "junkie" de todos os tempos da história da humanidade.
Sexy Beast
3.4 59Filme cheio de surpresinhas, que sabe explorar cada uma delas. A gente vê como um vilão bem construído faz a diferença, nesse filme. As manias e inseguranças dele deixam a história mais tensa e engraçada. Kingsley me fez rachar o bico.
Surfistas Nazistas Devem Morrer
2.7 39A iniciação de muita de gente no grindhouse, incluindo a minha, acredito que pelo título chamativo. Não é dos melhores da Troma - não chega aos pés de um Vingador Tóxico ou Class of Nuke 'Em High, mas diverte. O ponto alto é a Mama e a trilha IMPECÁVEL de Jon McCallum - quem é fã de música baseada em sintetizadores deve garimpar os sons desse cara.
Rede de Intrigas
4.2 382 Assista AgoraUma obra que critica todos os lados com maestria. Verdades absolutas sendo ditas em meio a um macarthismo barato e tardio:
1 - não, não vivemos mais num mundo de nações e ideologias;
2 - não, os russos não estavam mais discutindo Karl Marx nos conselhos de estado;
3 - sim, o movimento negro norte-americano foi cooptado por dentro;
4 - sim, o capitalismo sabe espetacularizar a desgraça de todo mundo junto;
5 - sim, o jornalismo não passa de inteligência/contra-inteligência pública.
Dublê de Corpo
3.7 282 Assista AgoraTem uma cena em "Suspeita" onde Cary Grant avança agressivamente em direção a Joan Fontaine. Hitchcock corta brevemente para um plano de sua bolsa longa e fina se fechando. Isso comunica uma ideia sexualmente explícita de forma inteligente e surpreendente.
Já De Palma prefere fazer uma mulher colocar o rabo pra fora de uma janela. Estilo sobre substância? Eu acho que o estilo é a substância aqui.
As perseguições parecem uma versão baixo orçamento de "Um Corpo Que Cai".
O maluco tem jeitos retardados e ir do ponto A ao B, e mais retardados ainda de ir do B ao C. Isso sem falar nas fantasias extremamente adolescentes.
Estou dizendo que não gostei? Muito pelo contrário.
Até o Limite
2.3 59 Assista AgoraFilmow tem que adicionar a opção "QUERO DESVER".
O Passageiro do Futuro
3.0 69 Assista AgoraAs pessoas odeiam o CG deste filme, mas, sinceramente, os caras em 1992 conseguiram coisa absurda e inimaginável. Um dos meus preferidos de todos os tempos e Pierce Brosnan está impecável, como de praxe. PS: Jeff Fahey já atuando como um vilão consolidado.
O Exterminador do Século 23
3.0 29Estética e canastrice das boas. A ambientação que se passa no futuro tem atmosfera espetacular e, pelo visto, foi feita com orçamento limitado. Helen Hunt já despontando com uma atuação bem decente.
Poderes Eróticos
3.4 42Estética perfeita.
Neuromancer
4.0 38Qualquer dia desses...
Johnny Mnemonic: O Cyborg do Futuro
2.9 122Péssimo, talvez a pior obra cyberpunk famosa. Certamente as pessoas só lembram por causa do ator. Um sólido 1,5.