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Data de lançamento
25 Dez. 1992Duração
Milionário é encontrado morto em sua cama, tendo ao lado uma fita de vídeo com imagens dele e sua amante (Madonna). As investigações se iniciam. A autópsia indica grande quantidade de cocaína em seu organismo. E seu testamento mostra que ele deixou US$ 8 milhões para a amante. Logo, ela é presa sob suspeita de ter cometido o crime. O julgamento começa, mas a moça usa todo seu charme para seduzir o advogado (Willem Dafoe), com quem tem um tórrido romance.
Defendi esse da primeira vez, mas dps de assistir Instinto Selvagem me dei conta de q realmente foi uma cópia escancarada do filme da Sharon Stone (q já n é bom vamos conbinar), sem contar os diálogos e a atuação fraca da rainha :p
15.12.2004
Bastante coerente com todo o trabalho proposto pela Madonna na época, “Body of Evidence” é um complemento muito bem-vindo a era Erotica, que inclui o álbum, o livro Sex e a turnê Girlie Show.
Ainda que unicamente funcionando mais como uma vitrine pra artista no momento mais polêmico de sua carreira, o massacre da crítica e do público ao filme me pareceu desproporcional.
Inclusive, o boicote a cantora nessa era tomou uma proporção tão grande – a ponto de comprometer sua carreira – que o álbum seguinte (Bedtime Stories) foi concebido de forma a amenizar um pouco as coisas – mas claro que ela não deixou barato e incluiu a faixa Human Nature como resposta as críticas avassaladoras por simplesmente ter colocado o sexo em pauta, como sempre fez.
Viva Madonna, viva o sexo, dane-se a hipocrisia e os falsos moralistas. I fuck!
(assistido na mostra “Madonna - Ícone Pop”, produção da Saraguina Filmes, no Caixa Cultural RJ)
Quando assisti pela primeira vez, ainda na adolescência, confesso que não gostei. Agora tive oportunidade de revisar a produção no cinema durante a mostra Madonna: ícone Pop e nossa, que filmaço! Uma atmosfera que reúne sensualidade e neonoir, em um filme parte policial, parte de tribunal.
Para o espectador contemporâneo, esse filme tem passagens que podem no mínimo serem classificadas como problemáticas, portanto deve ser apreciado sem anacronismos e com a devida atenção por ser uma produção +18. Espero por nudez, gatilhos, sexo e todo o pacote que poderia acompanhar a rainha do pop no começo dos anos 90, em plena era Erotica/Sexy. E sem dúvida, muito mais interessante do que Cinquenta Tons de Cinza! haha
Assistido em 23/08/2025, na Mostra Madona - Ícone Pop, na Caixa Cultural.
28.05.2002