PTA já tem sua assinatura nos filmes. Enquanto Michael Bay é marcado por explosões, Paul Thomas Anderson se destaca pela sutileza na forma de contar histórias, com uma narrativa envolvente e cuidadosamente construída.
A direção é totalmente impecável. Você se sente dentro da história, quer participar, fazer parte da fuga, ajudar de alguma forma — especialmente nos momentos em que a câmera acompanha de perto os personagens.
As atuações dispensam comentários. Palmas para Leonardo DiCaprio, como de costume, mas é impossível não destacar Teyana Taylor: a paixão pela revolução transparece em suas expressões e falas, e impressiona. Sem contar a aparição de dois veteranos que enriquecem ainda mais o filme: Sean Penn (irreconhecível) e Benicio Del Toro. E quem diria Regina Hall entregando tanto, depois de passar grande parte da carreira em filmes de paródia?
O roteiro não é um dos melhores de todos os tempos, mas cumpre muito bem aquilo a que se propõe e ainda encontra espaço para momentos de humor que rendem boas risadas, equilibrando a tensão sem quebrar o ritmo da narrativa.
Uma Batalha Após a Outra é envolvente e cativante, misturando ação com realidade. O filme se fecha com diversas camadas que dialogam com imigração, revolução, patriotismo e política.
O livro é cheio de reviravoltas demasiadas e elementos que poderiam ter sidos retirados e trabalhado um pouco mais a trama.
O filme é super fiel ao livro em termos de história e adapta bem o que acontece. Mas em termos de narrativa é tudo muito raso. E era uma oportunidade para um filme de suspense bem pensado e dirigido como, A Identidade, mas aparentemente não era o foco. Assim como E Assim que Acaba é um filme feito para vender rápido e fazer dinheiro.
Amanda Seyfried levou o filme nas costas em termos de atuação, vale a pena vê-la atuando.
Em pleno 2025, numa época em que novas ideias raramente surgem e inovações, especialmente nos gêneros de terror e suspense, dificilmente se destacam, Pecadores aparece como um verdadeiro sopro de originalidade.
Nem preciso mencionar as atuações fantásticas de quem realmente entrega tudo em cena: Michael B. Jordan, Delroy Lindo e até mesmo nomes que eu ainda não conhecia, como Hailee Steinfeld, Wunmi Mosaku e Jack O'Connell.
É um filme cheio de camadas, com críticas implícitas baseadas em uma metáfora mais do que clássica.
Pecadores resgata a essência do que um excelente filme pode e deve oferecer. A trilha sonora é outro destaque: ela não apenas acompanha a narrativa, mas a completa de forma poderosa.
Houve alguns alívios cômicos que, embora não fossem exatamente necessários, não comprometem a experiência.
Intrigante, reflexivo e muito bem produzido. Me fez lembrar de Django Livre.
O Brutalista é um filme que vai muito além da simples narrativa sobre um arquiteto envolvido na desconstrução de uma obra-prima. O filme nos apresenta uma reflexão profunda sobre percepção da realidade, identidade e a desconstrução da arte. A escolha de retratar László Toth como personagem, mesclando ficção e história real, traz à tona a tensão entre criação e destruição. O brutalismo, com seu estilo impessoal e desafiador, é uma metáfora que encaixa para a busca do filme em provocar desconforto e reflexão.
László Toth, na vida real, foi o geólogo que atacou a famosa Pietà de Michelangelo em 1972. Ele não tinha nenhuma conexão com a arte além da destruição, motivado por problemas mentais. No filme, Toth é reimaginado como um arquiteto brutalista, alguém que desafia as convenções e tenta transformar a arte e a arquitetura de uma maneira mais crua. Ao mudar Toth para um arquiteto, o filme questiona a linha entre destruição e criação na arte. Ele mostra como, às vezes, para algo novo aparecer, é preciso romper com o que já existe.
Mas o que realmente eleva O Brutalista é a combinação de atuações impressionantes, caracterização impecável e uma produção visualmente arrebatadora. Cada ator parece viver intensamente seus papéis, oferecendo performances que adicionam camadas de complexidade às suas personagens. A direção, sem dúvida, é uma das melhores do ano, orquestrando cada cena com precisão, mantendo o público em constante tensão enquanto explora temas tão delicados quanto a alienação e a perda de identidade.
Confesso que realmente o filme é um pouco longo. Achei ousado do Diretor "fazer uma pausa" no meio do filme.
O filme consegue transformar a destruição de um ícone artístico em uma metáfora poderosa para as mudanças sociais, culturais e pessoais que vivemos. A alegoria da destruição da Pietà é uma crítica velada ao próprio sistema que ainda vê a arte como algo imutável e intocável. Mas, como o filme nos mostra, a verdadeira transformação exige quebrar as barreiras e confrontar as convenções.
Ideia excelente e muito bem executada em termos de técnica. Aquele tracking na hora que ela está no telefone ficou excelente. O final deixou um pouco a desejar.
Confesso que não assistiria a Conclave se não tivesse sido indicado ao Oscar. O tema em si não me apetece muito, visto que filmes anteriores como Dois Papas abordam a ideia de uma forma muito densa, tornando o filme "parado" e muitas vezes maçante. Em Conclave, a condução é outra. É tão diferente dos demais que, muitas vezes, ele se torna um filme totalmente de suspense, sem que sequer pensemos em drama. É mistério atrás de mistério, me fez até pensar por um momento que muita coisa deve acontecer no Vaticano e apenas eles sabem.
Toda a ambientação se baseia em um tom mais escuro, com figurinos muito fiéis ao que é usado hoje pelos cardeais italianos. Filmado na Reggia di Caserta, um palácio na Itália, a fotografia foi composta de forma a nos transportar para o ambiente papal.
Palmas para Ralph Fiennes, que já era de se esperar uma entrega como essa. Ele expressa incerteza, raiva, tristeza e se porta como um verdadeiro cardeal. O mesmo vale para John Lithgow, que aparece em poucas cenas e entrega o que é proposto (Houve momentos em que pensei: Será que ele é assim mesmo na vida real? ☺).
Não é novidade para ninguém que filmes de mistério, como é o caso, costumam gerar surpresas. Houve uma cena específica em que pensei que dificilmente aquilo aconteceria na vida real, e alguns outros ambientes poderiam ter sido melhor explorados, ao invés de 3 ou 4 cenas diferentes se passarem no mesmo local.
[POSSÍVEL SPOILER] Você espera que algumas coisas aconteçam, como o Cardeal Lawrence ter criado toda a situação, o Cardeal Tedesco estar envolvido em algo, ou até mesmo o Cardeal Bellini estar fingindo o tempo todo para ter a eleição a seu favor. Mas creio que pouquíssimas pessoas esperavam o que acontece no final a respeito do Cardeal Vincent Benitz.
Seria muita injustiça da minha parte falar sobre esse filme sem compará-lo aos demais filmes ao redor do mundo, seja o cinema hollywoodiano, argentino ou até mesmo o coreano.
Muitas pessoas tendem a vê-lo e criticá-lo com a ideia de "ah, é um filme brasileiro, mas, comparado ao que temos no Brasil, é o melhor mesmo", e é exatamente aí que se enganam.
Comparado aos demais filmes ao redor do mundo, é um ótimo filme! Lidar com biografias não é fácil, não é simplesmente contar uma história, principalmente porque existem muitas perspectivas sobre aquele fato. Ainda mais em um filme com um tema, de certa forma, polêmico.
Não é uma novidade para o cinema mundial, nem um marco na história do cinema global. Mas o que realmente se destaca é o conjunto de fatores, elementos e pensamentos que sustentam o que foi feito.
É uma aula de ambientação! Walter Salles não precisa mostrar exatamente o que acontece em uma cena, se ele pode fazer você deduzir e sentir ainda mais o que ele quer te passar. É imersivo, você mergulha na história e sente o que está acontecendo.
A direção tem um peso tão grande que nos transporta para dentro da tela. São takes e ângulos que nos fazem pensar o tempo todo como a protagonista. Cenas intrigantes que te prendem pela atenção ao design de produção.
Falando em produção, ela é impecável. Pense: como conseguiram criar um ambiente tão parecido com os tempos antigos em uma cidade específica do Brasil? Parece que o filme foi gravado naquela época, de fato.
Talvez um pequeno deslize do filme seja o desenrolar do corte temporal, mas nada que estrague a experiência.
Principalmente porque Fernanda Torres se entrega a um papel complexo, sendo uma mãe que luta, tenta transparecer outra coisa, tem dúvidas, garra, simplicidade e muito mais, tudo ao mesmo tempo.
Geralmente me decepciono com filmes da Netflix. São fracos, algumas vezes sem coerência e fazem a gente perder tempo tentando ver algo que poderia ser ótimo. Passei por isso quando esperei por Velvet Buzzsaw, um baita elenco com temática interessante, para entregar um filme sem sal e sem açúcar.
Mais uma vez lá vou eu! Julia Roberts, Mahershal Ali, Ethan Hawk e Kevin Bacon, pronto! Com certeza vou me decepcionar mais uma vez por ser mais um filme da queridinha do N vermelho. De toda forma o que me fez querer assistir o filme foi o fato do diretor ser simplesmente Sam Esmail, de Mr. Robot, uma das melhores séries já feitas.
O filme propões um cenário de dúvidas e incertezas, diversos elementos de cena são adicionados conforme a narrativa acontece.Te faz querer saber não só o que está acontecendo, mas também o que vai acontecer, é um mix de presente e futuro. Quem são essas pessoas? Será que elas vão? Ou será quê? Estou desconfiado dele(a).
O clima de suspense toma conta, principalmente em cenas onde a trilha sonora é bem presente. Algumas vezes nos chocamos com determinados fatos o que faz nos envolver mais ainda com a história. Confesso que alguns cortes de cena me deixaram um pouco desconfortável (não sei se era proposital do diretor).
Muitas falas passam por nós sem ter um sentido literal. É aí que no final ligamos cada uma delas com uma cena mais do que hilária e, ao mesmo tempo reflexiva, baseando-se na vida real.
O Mundo Depois de Nós, te prende, te faz querer saber mais, te envolve, te desmotiva com alguns cortes de cena. Com um final que divide opiniões que por um lado te faz pensar e, por outro lado "não era o que eu estava esperando, perdi meu tempo".
Um filme com história, ótimas atuações, direção impecável e muita coerência no que propõe. Em comparação a outros filmes do streaming, esse da de 1000 x 0, palmas para o tio sam.
Não é novidade para quase ninguém que os traços de Homem Aranha no Aranhaverso revolucionou as animações com suas características únicas. A gente se sente lendo um quadrinho através de frames do próprio filme, é totalmente imersivo, razão por ter ganhado o Oscar de melhor animação em 2018.
Não é diferente com Homem Aranha: Através do Aranhaverso. Os traços se mantém, e aparentemente parecem ser mais explorados. O diretor brinca com as cores e os tons cada vez mais, transformando a paleta mais artística.
O tom de drama se mantém e o mistério toma conta do filme, e sempre nos perguntamos: Aonde isso vai dar?
Inclusão social fala por si durante cada cena.
Particularmente achei o filme um pouco longo, mas não atrapalha na experiência.
A Sony não nega a qualidade que tem ao produzir um filme de 2 horas e 16 minutos, quase 40 minutos a mais do primeiro.
A trilha sonora está impecável assim como a do primeiro filme.
Enquanto no primeiro filme apreciamos a introdução do personagem, neste apreciamos a ação contínua no longa, são diversas cenas de luta que compõe a trama.
É uma das poucas animações que preferencialmente devem ser assistida no cinema. Isso vale não só pelos efeitos visuais, mas também pelo filme como um todo.
São poucos os filmes de Super-heróis que se destacam, pois a maioria tem aquela velha forma de "Herói, Vilão e Problema Resolvido". Não, Flash não se destaca! rs
A fórmula é a mesma, porém com uma narrativa um pouquinho diferente, envolvendo alguns personagens a mais dentro dessa mesma estrutura de enredo. Inicialmente pensei que fosse um filme de drama, visto que a DC tem essa pegada mais dramática e dark da coisa. Porém o filme se inicia com uma cena "tosca" que deixa um pouco desanimado.
No final do filme cheguei a conclusão de que é uma comédia com pitadas de drama que fazem total diferença. Vai melhorando no decorrer das cenas. E isso não estragou a experiência, principalmente quando você entra na ideia do filme, tudo fica bom de ser assistido.
O personagem do Flash combina com o ator, em todos os sentidos. Os efeitos de fato, deixam a desejar, parecendo algo que não foi feito pela Warner. Mas se pensar bem, não tem muito o que fazer, porque estamos de cara com o Flash, o personagem mais rápido do universo DC. O que me chamou mais atenção foi o final que homenageia a história da DC de uma forma bem legal! (Não vou falar mais, para não dar Spoiler).
Particularmente acho que vale a pena assistir no cinema por conta de ser um filme com muitos efeitos visuais.
É ótimo quando um filme consegue te prender do começo ao fim, te fazendo querer saber o que realmente irá acontecer, e muitas vezes garantir que a curiosidade da mensagem passada venha a tona.
Muito bem dirigido, principalmente por conta dos trackings dentro das cenas. Lembro de quando na edição do Oscar passado Riz Ahmed perguntou a plateia, "Quantos de vocês já trabalharam em um curta?", agora faz todo sentido!
Como sempre ele trás sua ótima atuação em meio a diversas situações, em meio a alegria, conflitos internos, externos e fecha com um poema seguido pelo o camera man que posiciona o personagem de uma maneira que nos faz sentir o que muitas pessoas passam.
Apreciei um dos filmes que é totalmente fiel aos quadrinhos.
O que mais chama a atenção no filme é a ambientação criada. Tudo escuro e com tons frios, e poucas vezes com tons mais quentes para estar em harmonia com a cena proposta.
Em seguida podemos mencionar a trilha sonora, é tão boa que pensei que tivesse sido composta por Hans Zimmer (Compositor de trilhas sonoras como, Gladiador, Duna e Interstelar). Mas foi composta por Michael Giacchino (Lightyera, Os Incríveis e Homem Aranha: Sem volta para a casa) que criou a trilha perfeita para um filme como esse. O que falar das atuações? Com um elenco desse não da para desperdiçar nem um segundo! Colin Farrell está irreconhecível e mergulha no papel, Paul Dano esbanja o que sabe fazer, Jeffrey Wright faz jus ao papel e Robert Pattison não é mais o "Vampiro da Saga Crepúsculo".
Em alguns momentos a química entre alguns personagens deveria ter sido trabalhada, porém para quem leu os quadrinhos não é um problema. Me decepcionou um pouco a escolha de um personagem que aparece na cena final (Posso estar errado sobre minha perspectiva).
O roteiro é raso, mas não estraga a experiência.
Para quem é fã do Batman, vai amar! Dica: Assista como se não houvessem outros filmes anteriores do Vigilante de Gotham, pois esse é "exclusivo" e feito para ser dessa forma.
É tão bom quando um filme envelhece de forma sadia. Assistindo há 17 anos depois (Em 4k) o filme ainda me instiga e emociona.
Algo que não tinha reparado é a questão da trilha sonora, totalmente envolvente em um filme do Homem Aranha. Sem contar o desenvolvimento do personagem que não perde a sua essência.
Como um filme, tem o seu roteiro bem construído! Um super herói introduzido nas telas do cinema, sem simplesmente jogá-lo nas telas sem coesão alguma com cenas aleatórias, não! Tem toda uma história por trás, sem contar o tom cômico de vez em quando que equilibra a história.
A cena do trem como um todo é simplesmente épica e clássica!
Assistindo a diversos filmes que remetem aos quadrinhos percebi algo:
Há filmes que são desenvolvidos como "filmes". Tem roteiro coeso, trama envolvente e conteúdo relevante.
E há filmes que simplesmente reproduzem os quadrinhos nas telas, só! É o caso do Homem Aranha com Tom Holland. Há cenas bobas e sem sentido, muitos fatos aleatórios e não há química entre os personagens, simplesmente acontece. Isso é ruim? Para que ama a sétima arte, sim! Mas para quem é fã dos quadrinhos, isso é ótimo! A caracterização do personagem faz jus as HQs.
O fato que faz com que o filme se destaque em comparação ao primeiro, é o desenvolvimento do Vilão, que foi melhor introduzido do que O Abutre.
É divertido e engraçado, não podemos negar. Porém fica atrás do Homem Aranha de Peter Parker, falando de sétima arte. E atrás do Homem Aranha de Andrew Garfield no quesito efeitos visuais e paleta de cores. Não é atoa que os três estarão juntos nesse próximo filme.
Sim estou confirmando, porque não faz sentido os vilões estarem e os heróis não. Obs: Deveriam reviver a Gwen
Biografias = Difícil tarefa de alegrar a todos! Motivos? As pessoas esperam por algo, algo que seja da maneira que gostaríamos que fosse. E como fazer isso, sendo que o que está sendo retratado foi o que aconteceu?
Se for para fantasiar, é mais fácil assistir a filmes de aventura e afins.
Em The Eyes of Tammy Faye, o que era para ser contado, foi contado! Infelizmente vivemos em mundo dessa forma, onde muitos aproveitam da Palavra de Deus para ter o que bem querem ("Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." Mateus 24:24).
O decorrer das cenas e cortes nos fazem ficar cada vez mais envolvidos na história, ambientação de cena e maquiagem tornam tudo imersivo.
Destaque para as atuações que mais do que convencem. Maquiagem juntamente ao figurino mantém a formação de cenas, a equipe está de produção está totalmente de parabéns.
O que deixou um pouco a desejar foi a questão de evidenciar ainda mais o quão ao fundo do poço ambos foram parar. Se pesquisarmos um pouco, veremos que a história vai muito além do que foi retratado. Mas contar tudo em apenas 2 horas de filme é quase impossível.
Palmas mais uma vez pela caracterização! Há pessoas dizendo: "Ain parece caricato", apenas pesquise mais uma vez e verá o quão perto essa reprodução de personagens chegou em comparação a realidade. Arrisco dizer: Indicações de Melhor atriz e melhor filme no Oscar.
Os filmes Blockbuster, de fato existem e a Marvel é prova fixa disso. São filmes básicos que foram feitos para gerar o lucro necessário (ou até mais) para as empresas que almejam tanto.
De fato senti de verdade isso ao assistir Homem Aranha: De Volta ao Lar.
É a terceira leva do aranha é pra que? Para simplesmente ganhar alguns "trocados".
Falando sobre o filme, fica nítido que foi feito para ganhar dinheiro, a partir do momento que o roteiro é totalmente raso e jogado na nossa cara. Para que não fosse um dinheiro perdido, adicionam Robert Down Jr. para atrair o público que o Homem de Ferro já tem.
Me senti assistindo um Homem Aranha para crianças, não pelo personagem em si, mas sim pela ambientação e construção de cena. Lembrando que estamos falando de um filme e não de quadrinhos.
Tom Holland é ótimo ator e ninguém tem dúvidas disso. Porém o talento do ator vai muito mais além de simplesmente Peter Parker (Basta assistir "Cherry").
Em resumo, é um filme engraçado e divertido. Um passatempo para quem quer assistir uma sessão da tarde.
Chega de Vingadores!!! Até que em fim!! Bobinho, porém diferente. Efeitos que não faltam. Particularmente gostei, apesar do exagero de poderes. O que o filme tem a oferecer de melhor, realmente oferece: Fotografia
Até que enfim um super herói que foge dos padrões.
Filme que retrata muito da cultura asiática com cenas de ação que faz jus a um filme de ação. Sem contar os efeitos que surpreendem até demais. Não, não é um filme revolucionário, mas vale a pena assistir.
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Assistir Halloween no dia 31 de Outubro já é um clássico dos terrores. Slasher, mais sangue, mais mortes e produção de alto investimento. Trilha sonora fraca, porém mantém o enredo de sempre. Uma franquia que enquanto existir humanos não irá parar
Pleno 2021 com todas as coisas acontecendo, precisa ter muita coragem e ousadia para retratar um caso como esses, que simplesmente chocou o mundo e o brasileiro principalmente!
Só com esse fato os roteiristas e a produtora já ganharam alguns pontos pela a atitude. Se reparar, não houve tanto investimento para que ambos os filmes fossem produzidos.
Dito isso, temos um filme que retrata os fatos de acordo com os depoimentos dos acusados. Da maneira que foi falado, no filme foi retratado.
Não é um filme Excelente, mas entrega o que foi proposto. A ideia de ter dois filmes ou melhor dizendo, duas versões, nos instiga a querer assistir os dois.
As atuações são medianas e os elementos de cena foram bem trabalhados.
Creio que possa ser uma das portas para o sucesso dos filmes nacionais.
Pleno 2021 com todas as coisas acontecendo, precisa ter muita coragem e ousadia para retratar um caso como esses, que simplesmente chocou o mundo e o brasileiro principalmente!
Só com esse fato os roteiristas e a produtora já ganharam alguns pontos pela a atitude. Se reparar, não houve tanto investimento para que ambos os filmes fossem produzidos.
Dito isso, temos um filme que retrata os fatos de acordo com os depoimentos dos acusados. Da maneira que foi falado, no filme foi retratado.
Não é um filme Excelente, mas entrega o que foi proposto. A ideia de ter dois filmes ou melhor dizendo, duas versões, nos instiga a querer assistir os dois.
As atuações são medianas e os elementos de cena foram bem trabalhados.
Creio que possa ser uma das portas para o sucesso dos filmes nacionais.
Depois do fracasso com Glass Shyamalan volta com Old, e que filme rapazes e rapazas! Quem não gostou, me desculpe: Não entendeu! É um filme e sobre lição de vida, aproveite cada momento! Com base em ambientação de desespero e muito suspense, a trama nós faz querer saber o que irá acontecer.
A propaganda me pegou e o filme entregou o que o trailer passou.
A única coisa que deixou a desejar foram os cortes de cena e a narrativa, que por ser de um diretor tão conhecido, deveriam ter sido muito melhores. Acaba quebrando um pouco a experiência.
[SPOILER] Se reparar há dois finais: 01. A descoberta do porquê de ter existido a praia resultando em experimentos que previnem e salva a vida de milhões de pessoas. 02. A Salvação de Trent e Maddox punindo os responsáveis pelas tantas mortes.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 656 Assista AgoraPTA já tem sua assinatura nos filmes. Enquanto Michael Bay é marcado por explosões, Paul Thomas Anderson se destaca pela sutileza na forma de contar histórias, com uma narrativa envolvente e cuidadosamente construída.
A direção é totalmente impecável. Você se sente dentro da história, quer participar, fazer parte da fuga, ajudar de alguma forma — especialmente nos momentos em que a câmera acompanha de perto os personagens.
As atuações dispensam comentários. Palmas para Leonardo DiCaprio, como de costume, mas é impossível não destacar Teyana Taylor: a paixão pela revolução transparece em suas expressões e falas, e impressiona. Sem contar a aparição de dois veteranos que enriquecem ainda mais o filme: Sean Penn (irreconhecível) e Benicio Del Toro. E quem diria Regina Hall entregando tanto, depois de passar grande parte da carreira em filmes de paródia?
O roteiro não é um dos melhores de todos os tempos, mas cumpre muito bem aquilo a que se propõe e ainda encontra espaço para momentos de humor que rendem boas risadas, equilibrando a tensão sem quebrar o ritmo da narrativa.
Uma Batalha Após a Outra é envolvente e cativante, misturando ação com realidade. O filme se fecha com diversas camadas que dialogam com imigração, revolução, patriotismo e política.
A Empregada
3.4 543 Assista AgoraO livro é cheio de reviravoltas demasiadas e elementos que poderiam ter sidos retirados e trabalhado um pouco mais a trama.
O filme é super fiel ao livro em termos de história e adapta bem o que acontece.
Mas em termos de narrativa é tudo muito raso. E era uma oportunidade para um filme de suspense bem pensado e dirigido como, A Identidade, mas aparentemente não era o foco. Assim como E Assim que Acaba é um filme feito para vender rápido e fazer dinheiro.
Amanda Seyfried levou o filme nas costas em termos de atuação, vale a pena vê-la atuando.
Há muitas pontas soltas no decorrer da história.
Por fim, pe bem produzido e vale a diversão.
Extermínio: A Evolução
3.1 561 Assista AgoraGalera, não gerem expectatvas. O Hype estraga a experiência.
PS: Já estou adquirindo meu ingresso adiantado rs 13/06
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraQue filme, meus amigos. Que filme!
Em pleno 2025, numa época em que novas ideias raramente surgem e inovações, especialmente nos gêneros de terror e suspense, dificilmente se destacam, Pecadores aparece como um verdadeiro sopro de originalidade.
Nem preciso mencionar as atuações fantásticas de quem realmente entrega tudo em cena: Michael B. Jordan, Delroy Lindo e até mesmo nomes que eu ainda não conhecia, como Hailee Steinfeld, Wunmi Mosaku e Jack O'Connell.
É um filme cheio de camadas, com críticas implícitas baseadas em uma metáfora mais do que clássica.
Pecadores resgata a essência do que um excelente filme pode e deve oferecer. A trilha sonora é outro destaque: ela não apenas acompanha a narrativa, mas a completa de forma poderosa.
Houve alguns alívios cômicos que, embora não fossem exatamente necessários, não comprometem a experiência.
Intrigante, reflexivo e muito bem produzido. Me fez lembrar de Django Livre.
A Lien
3.7 36Se existisse Oscar de Melhor Edição para curta metragem, com certeza ganharia fácil.
O desespero toma conta pela direção.
Um tema tão atual.
O Brutalista
3.6 307 Assista AgoraO Brutalista é um filme que vai muito além da simples narrativa sobre um arquiteto envolvido na desconstrução de uma obra-prima. O filme nos apresenta uma reflexão profunda sobre percepção da realidade, identidade e a desconstrução da arte. A escolha de retratar László Toth como personagem, mesclando ficção e história real, traz à tona a tensão entre criação e destruição. O brutalismo, com seu estilo impessoal e desafiador, é uma metáfora que encaixa para a busca do filme em provocar desconforto e reflexão.
László Toth, na vida real, foi o geólogo que atacou a famosa Pietà de Michelangelo em 1972. Ele não tinha nenhuma conexão com a arte além da destruição, motivado por problemas mentais. No filme, Toth é reimaginado como um arquiteto brutalista, alguém que desafia as convenções e tenta transformar a arte e a arquitetura de uma maneira mais crua. Ao mudar Toth para um arquiteto, o filme questiona a linha entre destruição e criação na arte. Ele mostra como, às vezes, para algo novo aparecer, é preciso romper com o que já existe.
Mas o que realmente eleva O Brutalista é a combinação de atuações impressionantes, caracterização impecável e uma produção visualmente arrebatadora. Cada ator parece viver intensamente seus papéis, oferecendo performances que adicionam camadas de complexidade às suas personagens. A direção, sem dúvida, é uma das melhores do ano, orquestrando cada cena com precisão, mantendo o público em constante tensão enquanto explora temas tão delicados quanto a alienação e a perda de identidade.
Confesso que realmente o filme é um pouco longo.
Achei ousado do Diretor "fazer uma pausa" no meio do filme.
O filme consegue transformar a destruição de um ícone artístico em uma metáfora poderosa para as mudanças sociais, culturais e pessoais que vivemos. A alegoria da destruição da Pietà é uma crítica velada ao próprio sistema que ainda vê a arte como algo imutável e intocável. Mas, como o filme nos mostra, a verdadeira transformação exige quebrar as barreiras e confrontar as convenções.
"Não se trata da jornada, mas do destino."
I’m Not a Robot
3.4 40Ideia excelente e muito bem executada em termos de técnica. Aquele tracking na hora que ela está no telefone ficou excelente. O final deixou um pouco a desejar.
Conclave
3.9 829 Assista AgoraConfesso que não assistiria a Conclave se não tivesse sido indicado ao Oscar. O tema em si não me apetece muito, visto que filmes anteriores como Dois Papas abordam a ideia de uma forma muito densa, tornando o filme "parado" e muitas vezes maçante.
Em Conclave, a condução é outra. É tão diferente dos demais que, muitas vezes, ele se torna um filme totalmente de suspense, sem que sequer pensemos em drama. É mistério atrás de mistério, me fez até pensar por um momento que muita coisa deve acontecer no Vaticano e apenas eles sabem.
Toda a ambientação se baseia em um tom mais escuro, com figurinos muito fiéis ao que é usado hoje pelos cardeais italianos. Filmado na Reggia di Caserta, um palácio na Itália, a fotografia foi composta de forma a nos transportar para o ambiente papal.
Palmas para Ralph Fiennes, que já era de se esperar uma entrega como essa. Ele expressa incerteza, raiva, tristeza e se porta como um verdadeiro cardeal. O mesmo vale para John Lithgow, que aparece em poucas cenas e entrega o que é proposto (Houve momentos em que pensei: Será que ele é assim mesmo na vida real? ☺).
Não é novidade para ninguém que filmes de mistério, como é o caso, costumam gerar surpresas. Houve uma cena específica em que pensei que dificilmente aquilo aconteceria na vida real, e alguns outros ambientes poderiam ter sido melhor explorados, ao invés de 3 ou 4 cenas diferentes se passarem no mesmo local.
[POSSÍVEL SPOILER]
Você espera que algumas coisas aconteçam, como o Cardeal Lawrence ter criado toda a situação, o Cardeal Tedesco estar envolvido em algo, ou até mesmo o Cardeal Bellini estar fingindo o tempo todo para ter a eleição a seu favor. Mas creio que pouquíssimas pessoas esperavam o que acontece no final a respeito do Cardeal Vincent Benitz.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraSeria muita injustiça da minha parte falar sobre esse filme sem compará-lo aos demais filmes ao redor do mundo, seja o cinema hollywoodiano, argentino ou até mesmo o coreano.
Muitas pessoas tendem a vê-lo e criticá-lo com a ideia de "ah, é um filme brasileiro, mas, comparado ao que temos no Brasil, é o melhor mesmo", e é exatamente aí que se enganam.
Comparado aos demais filmes ao redor do mundo, é um ótimo filme! Lidar com biografias não é fácil, não é simplesmente contar uma história, principalmente porque existem muitas perspectivas sobre aquele fato. Ainda mais em um filme com um tema, de certa forma, polêmico.
Não é uma novidade para o cinema mundial, nem um marco na história do cinema global. Mas o que realmente se destaca é o conjunto de fatores, elementos e pensamentos que sustentam o que foi feito.
É uma aula de ambientação! Walter Salles não precisa mostrar exatamente o que acontece em uma cena, se ele pode fazer você deduzir e sentir ainda mais o que ele quer te passar. É imersivo, você mergulha na história e sente o que está acontecendo.
A direção tem um peso tão grande que nos transporta para dentro da tela. São takes e ângulos que nos fazem pensar o tempo todo como a protagonista. Cenas intrigantes que te prendem pela atenção ao design de produção.
Falando em produção, ela é impecável. Pense: como conseguiram criar um ambiente tão parecido com os tempos antigos em uma cidade específica do Brasil? Parece que o filme foi gravado naquela época, de fato.
Talvez um pequeno deslize do filme seja o desenrolar do corte temporal, mas nada que estrague a experiência.
Principalmente porque Fernanda Torres se entrega a um papel complexo, sendo uma mãe que luta, tenta transparecer outra coisa, tem dúvidas, garra, simplicidade e muito mais, tudo ao mesmo tempo.
Assistido na estreia.
O Mundo Depois de Nós
3.2 990 Assista AgoraGeralmente me decepciono com filmes da Netflix. São fracos, algumas vezes sem coerência e fazem a gente perder tempo tentando ver algo que poderia ser ótimo. Passei por isso quando esperei por Velvet Buzzsaw, um baita elenco com temática interessante, para entregar um filme sem sal e sem açúcar.
Mais uma vez lá vou eu! Julia Roberts, Mahershal Ali, Ethan Hawk e Kevin Bacon, pronto! Com certeza vou me decepcionar mais uma vez por ser mais um filme da queridinha do N vermelho. De toda forma o que me fez querer assistir o filme foi o fato do diretor ser simplesmente Sam Esmail, de Mr. Robot, uma das melhores séries já feitas.
O filme propões um cenário de dúvidas e incertezas, diversos elementos de cena são adicionados conforme a narrativa acontece.Te faz querer saber não só o que está acontecendo, mas também o que vai acontecer, é um mix de presente e futuro. Quem são essas pessoas? Será que elas vão? Ou será quê? Estou desconfiado dele(a).
O clima de suspense toma conta, principalmente em cenas onde a trilha sonora é bem presente. Algumas vezes nos chocamos com determinados fatos o que faz nos envolver mais ainda com a história. Confesso que alguns cortes de cena me deixaram um pouco desconfortável (não sei se era proposital do diretor).
Muitas falas passam por nós sem ter um sentido literal. É aí que no final ligamos cada uma delas com uma cena mais do que hilária e, ao mesmo tempo reflexiva, baseando-se na vida real.
O Mundo Depois de Nós, te prende, te faz querer saber mais, te envolve, te desmotiva com alguns cortes de cena. Com um final que divide opiniões que por um lado te faz pensar e, por outro lado "não era o que eu estava esperando, perdi meu tempo".
Um filme com história, ótimas atuações, direção impecável e muita coerência no que propõe. Em comparação a outros filmes do streaming, esse da de 1000 x 0, palmas para o tio sam.
18/09/2024
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
4.3 557 Assista AgoraNão é novidade para quase ninguém que os traços de Homem Aranha no Aranhaverso revolucionou as animações com suas características únicas. A gente se sente lendo um quadrinho através de frames do próprio filme, é totalmente imersivo, razão por ter ganhado o Oscar de melhor animação em 2018.
Não é diferente com Homem Aranha: Através do Aranhaverso. Os traços se mantém, e aparentemente parecem ser mais explorados. O diretor brinca com as cores e os tons cada vez mais, transformando a paleta mais artística.
O tom de drama se mantém e o mistério toma conta do filme, e sempre nos perguntamos: Aonde isso vai dar?
Inclusão social fala por si durante cada cena.
Particularmente achei o filme um pouco longo, mas não atrapalha na experiência.
A Sony não nega a qualidade que tem ao produzir um filme de 2 horas e 16 minutos, quase 40 minutos a mais do primeiro.
A trilha sonora está impecável assim como a do primeiro filme.
Enquanto no primeiro filme apreciamos a introdução do personagem, neste apreciamos a ação contínua no longa, são diversas cenas de luta que compõe a trama.
É uma das poucas animações que preferencialmente devem ser assistida no cinema. Isso vale não só pelos efeitos visuais, mas também pelo filme como um todo.
The Flash
3.1 789 Assista AgoraSão poucos os filmes de Super-heróis que se destacam, pois a maioria tem aquela velha forma de "Herói, Vilão e Problema Resolvido".
Não, Flash não se destaca! rs
A fórmula é a mesma, porém com uma narrativa um pouquinho diferente, envolvendo alguns personagens a mais dentro dessa mesma estrutura de enredo.
Inicialmente pensei que fosse um filme de drama, visto que a DC tem essa pegada mais dramática e dark da coisa. Porém o filme se inicia com uma cena "tosca" que deixa um pouco desanimado.
No final do filme cheguei a conclusão de que é uma comédia com pitadas de drama que fazem total diferença. Vai melhorando no decorrer das cenas.
E isso não estragou a experiência, principalmente quando você entra na ideia do filme, tudo fica bom de ser assistido.
O personagem do Flash combina com o ator, em todos os sentidos.
Os efeitos de fato, deixam a desejar, parecendo algo que não foi feito pela Warner. Mas se pensar bem, não tem muito o que fazer, porque estamos de cara com o Flash, o personagem mais rápido do universo DC.
O que me chamou mais atenção foi o final que homenageia a história da DC de uma forma bem legal! (Não vou falar mais, para não dar Spoiler).
Particularmente acho que vale a pena assistir no cinema por conta de ser um filme com muitos efeitos visuais.
Obs: Senti falta do CGI do Snyder.
The Long Goodbye
3.9 40É ótimo quando um filme consegue te prender do começo ao fim, te fazendo querer saber o que realmente irá acontecer, e muitas vezes garantir que a curiosidade da mensagem passada venha a tona.
Muito bem dirigido, principalmente por conta dos trackings dentro das cenas.
Lembro de quando na edição do Oscar passado Riz Ahmed perguntou a plateia, "Quantos de vocês já trabalharam em um curta?", agora faz todo sentido!
Como sempre ele trás sua ótima atuação em meio a diversas situações, em meio a alegria, conflitos internos, externos e fecha com um poema seguido pelo o camera man que posiciona o personagem de uma maneira que nos faz sentir o que muitas pessoas passam.
Essa mensagem precisa ser ouvida.
Batman
4.0 1,9K Assista AgoraApreciei um dos filmes que é totalmente fiel aos quadrinhos.
O que mais chama a atenção no filme é a ambientação criada. Tudo escuro e com tons frios, e poucas vezes com tons mais quentes para estar em harmonia com a cena proposta.
Em seguida podemos mencionar a trilha sonora, é tão boa que pensei que tivesse sido composta por Hans Zimmer (Compositor de trilhas sonoras como, Gladiador, Duna e Interstelar). Mas foi composta por Michael Giacchino (Lightyera, Os Incríveis e Homem Aranha: Sem volta para a casa) que criou a trilha perfeita para um filme como esse.
O que falar das atuações? Com um elenco desse não da para desperdiçar nem um segundo! Colin Farrell está irreconhecível e mergulha no papel, Paul Dano esbanja o que sabe fazer, Jeffrey Wright faz jus ao papel e Robert Pattison não é mais o "Vampiro da Saga Crepúsculo".
Em alguns momentos a química entre alguns personagens deveria ter sido trabalhada, porém para quem leu os quadrinhos não é um problema.
Me decepcionou um pouco a escolha de um personagem que aparece na cena final (Posso estar errado sobre minha perspectiva).
O roteiro é raso, mas não estraga a experiência.
Para quem é fã do Batman, vai amar!
Dica: Assista como se não houvessem outros filmes anteriores do Vigilante de Gotham, pois esse é "exclusivo" e feito para ser dessa forma.
Homem-Aranha 2
3.6 1,2K Assista AgoraÉ tão bom quando um filme envelhece de forma sadia.
Assistindo há 17 anos depois (Em 4k) o filme ainda me instiga e emociona.
Algo que não tinha reparado é a questão da trilha sonora, totalmente envolvente em um filme do Homem Aranha. Sem contar o desenvolvimento do personagem que não perde a sua essência.
Como um filme, tem o seu roteiro bem construído! Um super herói introduzido nas telas do cinema, sem simplesmente jogá-lo nas telas sem coesão alguma com cenas aleatórias, não! Tem toda uma história por trás, sem contar o tom cômico de vez em quando que equilibra a história.
A cena do trem como um todo é simplesmente épica e clássica!
Homem-Aranha: Longe de Casa
3.6 1,3K Assista AgoraAssistindo a diversos filmes que remetem aos quadrinhos percebi algo:
Há filmes que são desenvolvidos como "filmes". Tem roteiro coeso, trama envolvente e conteúdo relevante.
E há filmes que simplesmente reproduzem os quadrinhos nas telas, só! É o caso do Homem Aranha com Tom Holland. Há cenas bobas e sem sentido, muitos fatos aleatórios e não há química entre os personagens, simplesmente acontece. Isso é ruim? Para que ama a sétima arte, sim! Mas para quem é fã dos quadrinhos, isso é ótimo! A caracterização do personagem faz jus as HQs.
O fato que faz com que o filme se destaque em comparação ao primeiro, é o desenvolvimento do Vilão, que foi melhor introduzido do que O Abutre.
É divertido e engraçado, não podemos negar. Porém fica atrás do Homem Aranha de Peter Parker, falando de sétima arte. E atrás do Homem Aranha de Andrew Garfield no quesito efeitos visuais e paleta de cores. Não é atoa que os três estarão juntos nesse próximo filme.
Sim estou confirmando, porque não faz sentido os vilões estarem e os heróis não.
Obs: Deveriam reviver a Gwen
07/12
Os Olhos de Tammy Faye
3.3 181 Assista AgoraBiografias = Difícil tarefa de alegrar a todos!
Motivos? As pessoas esperam por algo, algo que seja da maneira que gostaríamos que fosse. E como fazer isso, sendo que o que está sendo retratado foi o que aconteceu?
Se for para fantasiar, é mais fácil assistir a filmes de aventura e afins.
Em The Eyes of Tammy Faye, o que era para ser contado, foi contado! Infelizmente vivemos em mundo dessa forma, onde muitos aproveitam da Palavra de Deus para ter o que bem querem ("Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." Mateus 24:24).
O decorrer das cenas e cortes nos fazem ficar cada vez mais envolvidos na história, ambientação de cena e maquiagem tornam tudo imersivo.
Destaque para as atuações que mais do que convencem. Maquiagem juntamente ao figurino mantém a formação de cenas, a equipe está de produção está totalmente de parabéns.
O que deixou um pouco a desejar foi a questão de evidenciar ainda mais o quão ao fundo do poço ambos foram parar. Se pesquisarmos um pouco, veremos que a história vai muito além do que foi retratado. Mas contar tudo em apenas 2 horas de filme é quase impossível.
Palmas mais uma vez pela caracterização! Há pessoas dizendo: "Ain parece caricato", apenas pesquise mais uma vez e verá o quão perto essa reprodução de personagens chegou em comparação a realidade.
Arrisco dizer: Indicações de Melhor atriz e melhor filme no Oscar.
05/12/2021
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
3.8 1,9K Assista AgoraOs filmes Blockbuster, de fato existem e a Marvel é prova fixa disso.
São filmes básicos que foram feitos para gerar o lucro necessário (ou até mais) para as empresas que almejam tanto.
De fato senti de verdade isso ao assistir Homem Aranha: De Volta ao Lar.
É a terceira leva do aranha é pra que? Para simplesmente ganhar alguns "trocados".
Falando sobre o filme, fica nítido que foi feito para ganhar dinheiro, a partir do momento que o roteiro é totalmente raso e jogado na nossa cara. Para que não fosse um dinheiro perdido, adicionam Robert Down Jr. para atrair o público que o Homem de Ferro já tem.
Me senti assistindo um Homem Aranha para crianças, não pelo personagem em si, mas sim pela ambientação e construção de cena. Lembrando que estamos falando de um filme e não de quadrinhos.
Tom Holland é ótimo ator e ninguém tem dúvidas disso. Porém o talento do ator vai muito mais além de simplesmente Peter Parker (Basta assistir "Cherry").
Em resumo, é um filme engraçado e divertido. Um passatempo para quem quer assistir uma sessão da tarde.
02/12/2021
Eternos
3.4 1,1K Assista AgoraChega de Vingadores!!! Até que em fim!!
Bobinho, porém diferente.
Efeitos que não faltam.
Particularmente gostei, apesar do exagero de poderes.
O que o filme tem a oferecer de melhor, realmente oferece: Fotografia
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Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis
3.8 897Até que enfim um super herói que foge dos padrões.
Filme que retrata muito da cultura asiática com cenas de ação que faz jus a um filme de ação.
Sem contar os efeitos que surpreendem até demais.
Não, não é um filme revolucionário, mas vale a pena assistir.
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Halloween Kills: O Terror Continua
2.9 700 Assista AgoraAssistir Halloween no dia 31 de Outubro já é um clássico dos terrores.
Slasher, mais sangue, mais mortes e produção de alto investimento.
Trilha sonora fraca, porém mantém o enredo de sempre.
Uma franquia que enquanto existir humanos não irá parar
31/10/21
A Menina que Matou os Pais
3.1 681 Assista AgoraPleno 2021 com todas as coisas acontecendo, precisa ter muita coragem e ousadia para retratar um caso como esses, que simplesmente chocou o mundo e o brasileiro principalmente!
Só com esse fato os roteiristas e a produtora já ganharam alguns pontos pela a atitude.
Se reparar, não houve tanto investimento para que ambos os filmes fossem produzidos.
Dito isso, temos um filme que retrata os fatos de acordo com os depoimentos dos acusados. Da maneira que foi falado, no filme foi retratado.
Não é um filme Excelente, mas entrega o que foi proposto. A ideia de ter dois filmes ou melhor dizendo, duas versões, nos instiga a querer assistir os dois.
As atuações são medianas e os elementos de cena foram bem trabalhados.
Creio que possa ser uma das portas para o sucesso dos filmes nacionais.
12/10/2021
O Menino que Matou Meus Pais
3.0 518 Assista AgoraPleno 2021 com todas as coisas acontecendo, precisa ter muita coragem e ousadia para retratar um caso como esses, que simplesmente chocou o mundo e o brasileiro principalmente!
Só com esse fato os roteiristas e a produtora já ganharam alguns pontos pela a atitude.
Se reparar, não houve tanto investimento para que ambos os filmes fossem produzidos.
Dito isso, temos um filme que retrata os fatos de acordo com os depoimentos dos acusados. Da maneira que foi falado, no filme foi retratado.
Não é um filme Excelente, mas entrega o que foi proposto. A ideia de ter dois filmes ou melhor dizendo, duas versões, nos instiga a querer assistir os dois.
As atuações são medianas e os elementos de cena foram bem trabalhados.
Creio que possa ser uma das portas para o sucesso dos filmes nacionais.
12/10/2021
Tempo
3.1 1,2K Assista AgoraDepois do fracasso com Glass Shyamalan volta com Old, e que filme rapazes e rapazas!
Quem não gostou, me desculpe: Não entendeu!
É um filme e sobre lição de vida, aproveite cada momento!
Com base em ambientação de desespero e muito suspense, a trama nós faz querer saber o que irá acontecer.
A propaganda me pegou e o filme entregou o que o trailer passou.
A única coisa que deixou a desejar foram os cortes de cena e a narrativa, que por ser de um diretor tão conhecido, deveriam ter sido muito melhores. Acaba quebrando um pouco a experiência.
[SPOILER]
Se reparar há dois finais:
01. A descoberta do porquê de ter existido a praia resultando em experimentos que previnem e salva a vida de milhões de pessoas.
02. A Salvação de Trent e Maddox punindo os responsáveis pelas tantas mortes.