Acertaram em cheio na escolha do elenco; a maturidade dos três atores mirins que interpretam os protagonistas (Chico, Rosinha e Zé Lelé) impressiona, e as participações especiais de Taís Araújo e Débora Falabella, mesmo com pouco tempo de tela, são de grande valia para a trama.
O longa é bem dirigido e tem um roteiro que pode parecer simples ou até mesmo bobo, mas que é muito bem trabalhado, sendo a prova de que não é preciso uma história incrível para se obter um ótimo resultado.
É um filme capaz de divertir desde crianças até adultos e que merece muito mais reconhecimento.
Deveria se chamar “Um Filme com Cenário de Minecraft”, pois não remete em nada à experiência do jogo. Isso não seria um grande problema se o enredo fosse bem feito, o que , infelizmente, não é o caso.
O longa se apressa em alguns momentos fundamentais para a construção da trama e conta com acontecimentos e personagens que não contribuem produtivamente com a história. Os elementos de Minecraft estão presentes e há momentos divertidos no filme, porém isso não é suficiente para agradar aos fãs do jogo.
No geral, Um Filme Minecraft não é ruim, percebe-se que sua intenção é atrair os pais aos cinemas e divertir as crianças.
Mesmo sem diálogos, o filme consegue fazer a gente simpatizar com esses animais que estão tentando sobreviver, cada um com sua natureza, em mundo no qual eles não controle de praticamente nada, apenas da escolha de seus aliados.
É uma animação linda e que vale a pena ser assistida!
Roteiro pobre e mal construído, com diálogos péssimos, edição sofrível e atuações que deixam a desejar. Às vezes ele chega a parecer uma paródia de filmes de ação pelas cenas caricatas. Apesar de ser um longa com menos de 90 minutos, é cansativo assistir-lhe até o final, devido à baixa qualidade.
Parabéns a quem realmente conseguiu aproveitar as 3 horas desse filme extremamente lento, que poderia ser reduzido a 30 minutos e ainda continuaria maçante.
A atuação teatral e a dicção do Selton Mello são sofríveis; os diálogos e a narração não transmitem realidade e seu conteúdo é majoritariamente desnecessário e tedioso; a fotografia tinha potencial para ser muito melhor e a construção do enredo deixa muito a desejar.
Realmente o que salva o filme é a beleza de Simone Spoladore e a atuação de Raul Cortez.
É um filme lento com uma fotografia linda, que insere sutilmente a crueldade repugnante praticada por pessoas completamente normais em troca de uma boa vida, o que retrata bem o conceito de banalidade do mal.
O filme tem um início lento, mas logo o espectador é capaz de compreender a história, que conta muito mais o que poderia ter acontecido ao invés do que de fato aconteceu, contribuindo ainda mais para a carga emocional da história, que envolve traumas, luto e, principalmente, a solidão.
A cena final, em que eles são transformados em um ponto de luz, é o golpe mais sutil e mais devastador do filme. São duas almas solitárias que serão esquecidas entre tantas outras estrelas.
O protagonista lembra Tom Ripley em uma espécie de Teorema (1968) ao avesso. Realmente é difícil não associar Saltburn ao clássico italiano de Pasolini, apesar da trama ser mais próxima de algo como Parasita (2019).
Acredito que a “explicação” no final do filme foi desnecessária, pois as intenções do protagonista se tornam cada vez mais claras a partir dos 50 minutos de longa e o espectador é capaz de entender o que realmente se passou.
Além disso, ator merece um bom cachê, pois lamber um ralo, transar com a terra e dançar pelado não são para qualquer um.
O roteiro é bem construído, mas os diálogos e os cenários são irreais.
Aborda questões filosóficas, psicológicas e físicas em uma narrativa linear que consegue misturar presente e futuro e termina quebrando o que poderia ser um looping.
Charlotte Wells fez um excelente trabalho em seu primeiro longa-metragem, que mostra Calum sendo o melhor pai que poderia ser, frente a todas as adversidades.
A sutileza nas cenas e os planos-sequência o tornam especial.
Não sabemos sob quais condições ocorreu o acidente que causou a morte de Guillaume, nem como era o seu relacionamento com Tom (aberto, abusivo, já haviam se separado…?), o que poderia esclarecer a submissão do protagonista ao longo do filme.
Também não fica claro se Agathe é mãe ou madrasta de Francis, pois diversas vezes ele se refere a ela pelo seu nome.
A trama deixa claro que Francis é homofóbico e enrustido, o que justifica várias situações do longa, como as agressões, inventar que Sara é namorada do seu irmão, ser solteiro e a tensão sexual entre ele e Tom.
Segundo a mãe, Guillaume saiu de casa aos 16 anos, provavelmente após Francis agredir o rapaz com quem seu irmão dançava. Acredito que a fala do garoto insinuava que Guillaume havia dado em cima dele, motivando o ataque Francis, que também visava esconder a sua propriedade sexualidade.
Outro ponto a ser destacado é afastamento dos dois desde que ele saiu de casa, como demonstrado pelo fato de Tom não saber que Guillaume tinha um irmão e de Francis manter aquela foto na carteira, como uma recordação. De certa forma, o irmão mais novo se libertou, diferente de Francis, que permaneceu no vilarejo, preso em sua própria angústia.
Por fim, uma cena que me chamou a atenção no final do filme foi aquela em que as camas, que ficavam em lados opostos do quarto, aparecem juntas, e Tom está deitado na cama em que o Francis dormia, enquanto a cama dele está arrumada.
O filme é interessante, pois abrem-se portas na narrativa, fazendo com que o espectador crie expectativa por algo surpreendente, porém torna-se frustrante devido a sua falta de conclusão.
Um Cadáver para Sobreviver
3.5 927 Assista AgoraAté a metade estava achando estranho, nojento e viajado, mas não no sentido ruim, porque rendeu boas cenas e algumas risadas.
O final me fez perceber que a história era mais triste do que parecia.
Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa
3.8 219 Assista AgoraQue graça de filme!
Acertaram em cheio na escolha do elenco; a maturidade dos três atores mirins que interpretam os protagonistas (Chico, Rosinha e Zé Lelé) impressiona, e as participações especiais de Taís Araújo e Débora Falabella, mesmo com pouco tempo de tela, são de grande valia para a trama.
O longa é bem dirigido e tem um roteiro que pode parecer simples ou até mesmo bobo, mas que é muito bem trabalhado, sendo a prova de que não é preciso uma história incrível para se obter um ótimo resultado.
É um filme capaz de divertir desde crianças até adultos e que merece muito mais reconhecimento.
Um Filme Minecraft
2.6 197 Assista AgoraDeveria se chamar “Um Filme com Cenário de Minecraft”, pois não remete em nada à experiência do jogo. Isso não seria um grande problema se o enredo fosse bem feito, o que , infelizmente, não é o caso.
O longa se apressa em alguns momentos fundamentais para a construção da trama e conta com acontecimentos e personagens que não contribuem produtivamente com a história. Os elementos de Minecraft estão presentes e há momentos divertidos no filme, porém isso não é suficiente para agradar aos fãs do jogo.
No geral, Um Filme Minecraft não é ruim, percebe-se que sua intenção é atrair os pais aos cinemas e divertir as crianças.
Conclave
3.9 829 Assista AgoraFotografia belíssima e história cativante!
E que final surpreendente.
Flow
4.2 578Emocionante!
Mesmo sem diálogos, o filme consegue fazer a gente simpatizar com esses animais que estão tentando sobreviver, cada um com sua natureza, em mundo no qual eles não controle de praticamente nada, apenas da escolha de seus aliados.
É uma animação linda e que vale a pena ser assistida!
Sem Refúgio
2.4 11 Assista AgoraRoteiro pobre e mal construído, com diálogos péssimos, edição sofrível e atuações que deixam a desejar. Às vezes ele chega a parecer uma paródia de filmes de ação pelas cenas caricatas. Apesar de ser um longa com menos de 90 minutos, é cansativo assistir-lhe até o final, devido à baixa qualidade.
Lavoura Arcaica
4.2 384 Assista AgoraTorturante.
Parabéns a quem realmente conseguiu aproveitar as 3 horas desse filme extremamente lento, que poderia ser reduzido a 30 minutos e ainda continuaria maçante.
A atuação teatral e a dicção do Selton Mello são sofríveis; os diálogos e a narração não transmitem realidade e seu conteúdo é majoritariamente desnecessário e tedioso; a fotografia tinha potencial para ser muito melhor e a construção do enredo deixa muito a desejar.
Realmente o que salva o filme é a beleza de Simone Spoladore e a atuação de Raul Cortez.
Zona de Interesse
3.6 700 Assista AgoraÉ um filme lento com uma fotografia linda, que insere sutilmente a crueldade repugnante praticada por pessoas completamente normais em troca de uma boa vida, o que retrata bem o conceito de banalidade do mal.
Todos Nós Desconhecidos
3.8 254 Assista AgoraDevastador!
O filme tem um início lento, mas logo o espectador é capaz de compreender a história, que conta muito mais o que poderia ter acontecido ao invés do que de fato aconteceu, contribuindo ainda mais para a carga emocional da história, que envolve traumas, luto e, principalmente, a solidão.
A cena final, em que eles são transformados em um ponto de luz, é o golpe mais sutil e mais devastador do filme. São duas almas solitárias que serão esquecidas entre tantas outras estrelas.
Saltburn
3.5 932O filme parece ter a intenção de chocar, e só isso não é suficiente para se obter um bom resultado.
O protagonista lembra Tom Ripley em uma espécie de Teorema (1968) ao avesso. Realmente é difícil não associar Saltburn ao clássico italiano de Pasolini, apesar da trama ser mais próxima de algo como Parasita (2019).
Acredito que a “explicação” no final do filme foi desnecessária, pois as intenções do protagonista se tornam cada vez mais claras a partir dos 50 minutos de longa e o espectador é capaz de entender o que realmente se passou.
Além disso, ator merece um bom cachê, pois lamber um ralo, transar com a terra e dançar pelado não são para qualquer um.
O roteiro é bem construído, mas os diálogos e os cenários são irreais.
Mistérios da Carne
4.1 1,0K Assista AgoraEsse filme me surpreendeu positivamente, pois seguiu um rumo que eu não esperava.
Ele consegue abordar uma temática bastante sensível por meio de um roteiro muito bem construído.
Um Filho
3.4 90O filme tinha um potencial incrível, mas as atuações deixaram a desejar, talvez por uma falha na direção.
Ainda assim, é um filme que vale a pena assistir.
Donnie Darko
4.2 3,9K Assista AgoraSensacional!
Aborda questões filosóficas, psicológicas e físicas em uma narrativa linear que consegue misturar presente e futuro e termina quebrando o que poderia ser um looping.
Aftersun
4.0 793Charlotte Wells fez um excelente trabalho em seu primeiro longa-metragem, que mostra Calum sendo o melhor pai que poderia ser, frente a todas as adversidades.
A sutileza nas cenas e os planos-sequência o tornam especial.
É um filme lindo, apesar de devastador.
Tom na Fazenda
3.7 375 Assista AgoraTom na Fazenda é um longa sobre homofobia e deixa vários pontos em aberto.
Não sabemos sob quais condições ocorreu o acidente que causou a morte de Guillaume, nem como era o seu relacionamento com Tom (aberto, abusivo, já haviam se separado…?), o que poderia esclarecer a submissão do protagonista ao longo do filme.
Também não fica claro se Agathe é mãe ou madrasta de Francis, pois diversas vezes ele se refere a ela pelo seu nome.
A trama deixa claro que Francis é homofóbico e enrustido, o que justifica várias situações do longa, como as agressões, inventar que Sara é namorada do seu irmão, ser solteiro e a tensão sexual entre ele e Tom.
Segundo a mãe, Guillaume saiu de casa aos 16 anos, provavelmente após Francis agredir o rapaz com quem seu irmão dançava. Acredito que a fala do garoto insinuava que Guillaume havia dado em cima dele, motivando o ataque Francis, que também visava esconder a sua propriedade sexualidade.
Outro ponto a ser destacado é afastamento dos dois desde que ele saiu de casa, como demonstrado pelo fato de Tom não saber que Guillaume tinha um irmão e de Francis manter aquela foto na carteira, como uma recordação. De certa forma, o irmão mais novo se libertou, diferente de Francis, que permaneceu no vilarejo, preso em sua própria angústia.
Por fim, uma cena que me chamou a atenção no final do filme foi aquela em que as camas, que ficavam em lados opostos do quarto, aparecem juntas, e Tom está deitado na cama em que o Francis dormia, enquanto a cama dele está arrumada.
O filme é interessante, pois abrem-se portas na narrativa, fazendo com que o espectador crie expectativa por algo surpreendente, porém torna-se frustrante devido a sua falta de conclusão.