Eu, quando assisto a um filme, principalmente, biográfico, procuro me cercar de mais informações do que as postas nos meios normais de informação.
Muitos críticos, alguns excelentes, olham apenas o filme, em si, não se aprofundando em aspectos como fidelidade do roteiro, a chamada licença poética ou estética. Por isso, temos filmes que fazem sucesso, trazendo nas suas entranhas inverdades terríveis.
Posto isso, A Teoria do Tudo é um bom filme e só.
O roteiro, baseado no livro escrito pela primeira esposa de Stephen Hawking, privilegia a relação entre os dois e não a história do gigante da Ciência atual. O jornal The Guardian, em reportagem de 14 de Novembro do 2014, diz que o roteirista manipulou e alterou tanto o livro de memórias de Jane Hawking que acabou fazendo um filme quase desonesto, por criar fatos, situações e diálogos inexistentes.
O que vale o filme é, sem dúvida, a interpretação antológica de Eddie Redmayne, que responde por 70% da nota que dei acima. Oscar merecido.
É curioso que seu grande competidor ao Oscar de Melhor Ator, Benedict Cumberbatch, foi Stephen Hawking, num telefilme, de 2004, denominado Hawking. Mais focado no cientista é, no conjunto, excelente, com grandes interpretações, principalmente de BC e, aparentemente, bem mais honesto.
Tudo nele é grandioso É um filme que não se sente passar, em virtude do grande roteiro, das grandes atuações e da grande direção. As continuações perdem um pouco de objetivo e coesão, mas também são muito boas.
Tudo nele é excelente. Do roteiro instigante e envolvente às grandes atuações de um elenco muito afinado, passando por uma direção segura e ambiciosa, lamentamos muito quando chega ao fim. Um dos 20 melhores filmes de todos os tempos para mim.
Grande elenco, grande roteiro (com algumas falhas), grande direção. Apesar de momentos mais açucarados, é daqueles filmes que você lamenta quando termina, principalmente tendo em vista a enxurrada de maus filmes que são lançados diariamente. James Spader, em entrevista ao The Guardian, anteontem, pontua que o cinema como nós o conhecíamos, acabou. Ele coloca que "os filmes e shows de televisão atuais, bons ou maus, estão fadados a serem esquecidos pela geração seguinte (cada geração tem 30 anos de duração, em média)". Ele pontua que " as pessoas não tem mais acesso ao filmes clássicos. E o que é pior ainda é que, apesar dos poucos canais televisivos dedicados aos filmes clássicos, com o fechamento dos raros cinemas e das áreas de videolocadoras dedicadas a esse tipo de filme não teremos a manutenção de uma herança cinematográfica." Ele continua afirmando que "isso não significa que um filme ou um show de televisão não possa ser arte, mas ninguém pode esperar que haja um impacto residual duradouro. Atuar na tela é efêmero, passageiro, como outras formas de arte performáticas e tudo virou apenas diversão comercial." É de se refletir a respeito, vendo tanta bobagem aparecendo nas nossas telas, sem acrescentar nada.
Um documentário que mergulha profundo na alma e na sociedade americana. Seu culto à violência, sua agressividade, suas reações extremadas, tudo permeia nesse grande momento do cinema. Imperdível!
Uma animação como quase todas as animações europeias, primando pelos temas, digamos, exóticos. Mas vale a pena ser assistido pelos belos cenários criados, pelos personagens e pelo desenvolvimento do roteiro. Abs.
Mais um filme fascinante com a marca Wes Anderson. Ele nos dá sempre uma combinação muito rara nos dias de hoje. de direção segura e criativa, uso restrito de efeito especiais com roteiro envolvente, bem amarrado, sem excessos e com muitas idas e vindas. Some-se a isso uma bela fotografia, com lentes e tomadas amplas, uma montagem e escolha de cenários, no mínimo, instigante e colorida, elenco de porte e à vontade e se tem um filme que prende do início ao fim. Para comprovar isso é só assistir os seus The Darjeeling Limited, The Royal Tenenbaums, Bottle Rocket, Fantastic Mr. Fox e o, para mim, até agora, seu melhor filme, Rushmore. Enfim, esse é mais um filme exceção neste mar de mediocridades que temos hoje sendo jogado nos nossos cinemas e que vai criando, infelizmente, uma geração de idiotas cinematográficos. Abs.
As atuações, em geral, são muito boas e Bale deveria ter sido indicado ao Oscar. O único que destoa é Bradley Cooper que, para mim, exagera no personagem. Mesmo assim, é uma atuação bem razoável, para o seu potencial. A trilha sonora é uma colagem de grandes sucessos da época e, portanto, agradável Mas atuações e trilha não podem salvar um roteiro cansativo, cheio de falhas, mal dirigido e longo demais. O que está matando lentamente o cinema atual é o tamanho das cópias lançadas. 135, 140, 180 minutos estão se tornando padrão e isso leva a um encarecimento do ingresso, poucas sessões diárias e, principalmente, cansaço do público. A Trapaça é um filme razoável. E só.
Não é um filme para todos. Quem gosta de ação, tiro, pancadaria, sangue, fique longe. Esse é uma obra-prima para quem aprecia o cinema como Arte. Certamente vai se encantar e extasiar com o personagem de Toni Servillo, um indolente playboy envelhecido que circula pelas noites da bela Roma, de um modo que somente Fellini conseguia filmar.
Como sempre, temos um excesso de efeitos especiais e atores fazendo o feijão com arroz. Visualmente bonito, é fraco, muito badalado e propenso a ser esquecido logo. Uma boa Sessão da Tarde. E só. Carpe diem.
Em relação a primeira parte, bem melhor. Mas é o livro assim dita o ritmo. Mais movimentação, mais alternativas e o diretor claramente deixa partes de fora para colocá-las na cópia superestendida, pois teremos antes a cópia estendida. Talvez nas versões futuras, novas cenas e falas ajudem a entender-se melhor personagens e situações não perfeitamente aclaradas, como Beorn e as águias, que continuam salvando os membros das expedições sem se saber os motivos, a divisão entre os anões após a tomada da Montanha pelo dragão, o que é a cidade dos homens, no lago. Quem leu TODOS os livros de Tolkien, na sequência, vai navegando tranquilo. Quem não o fez, vai ficar em diversos momentos perdido e pode achar o filme chato, parado, grande demais, etc.. A existência de personagens como o casal de elfos, é uma liberdade criativa dos roteiristas e produtores. Cada um pode e deve julgá-las. Eu não gostei. Algumas partes do livro, entre a primeira e a segunda parte, foram suprimidas, o que mostra que ele não é tão pequeno assim. Pelo livro a parte terceira será, sem dúvida, a mais movimentada. Elementos e situações existem de mãos cheias. Vamos ver se roteiristas e produtores não vão entornar o caldo. Abraços. Carpe diem.
É um filme bem construido que sem ser um blockbuster americano, entrega o que se propõe. As atuações são adequadas, sem serem estelares, a direção não deixa o filme deslizar para um épico fajuto e a fotografia é deslumbrante, em especial, as cenas em navegação. Carpe diem.
Bem vindo ao cinema do século 21. Onde acima de tudo, o que vale não é roteiro, diretor, ator, mas money, verdinhas... Esse filme é um exemplo fiel ao conceito acima. Ele é terrivelmente fraco. Ruim mesmo. Seu roteiro cheio de furos apela a irracionalidade para ser aprovado. Os atores são muito fracos. No cinema do século 21, uma carinha bonita vale mais que uma boa atuação(vide os filmes de vampiros que rolam por aí). E os grandes atores desse filme (Morgan, Caine, Harrelson) estão perdidos e constrangidos. Enfim, eles também vão pela grana... Temos que ficar mais seletivos no que vemos pois para isso, usamos a moeda mais cara que existe - tempo. Detestei ter perdido o meu tempo para ver esse... filme? Carpe diem.
Visualmente impecável. Roteiro razoavelmente fiel ao livro. Atuações razoáveis. DiCaprio faz um Gatsby beirando a imbecilidade, com posturas incompatíveis com o seu passado e o seu presente. É o ponto fraco do filme. Carey Mulligan também não dá conta do recado. Sua Daisy não demonstra de forma contundente a superficialidade e futilidade do personagem que é o ponto trágico da obra. O roteiro faz Isla Fischer transformar Myrtle numa prostituta aloucada e não numa mulher triste e infeliz no seu casamento, que busca no milionário uma possível via de escape da sua situação. Edgerton e Maguire seguram bem os seus papéis. Trilha sonora é incompatível. A história passa-se em 1922... No todo, não gostei do filme que demonstra, apesar do efeitos especiais e cenários magníficos, uma ausência de profundidade e uma fuga a ideia central do livro. Essa novela de F. Scott Fitzgerald que, de forma alguma, é chata, aborrecida, teve, com essa, 5 versões. Para mim, a melhor e mais fiel ao conceito da obra foi a de 1974, com Robert Redford, Mia Farrow, Bruce Dern e Sam Waterston. Roteiro de Francis Ford Coppola. Carpe diem.
A Teoria de Tudo
4.1 3,4K Assista AgoraEu, quando assisto a um filme, principalmente, biográfico, procuro me cercar de mais informações do que as postas nos meios normais de informação.
Muitos críticos, alguns excelentes, olham apenas o filme, em si, não se aprofundando em aspectos como fidelidade do roteiro, a chamada licença poética ou estética. Por isso, temos filmes que fazem sucesso, trazendo nas suas entranhas inverdades terríveis.
Posto isso, A Teoria do Tudo é um bom filme e só.
O roteiro, baseado no livro escrito pela primeira esposa de Stephen Hawking, privilegia a relação entre os dois e não a história do gigante da Ciência atual.
O jornal The Guardian, em reportagem de 14 de Novembro do 2014, diz que o roteirista manipulou e alterou tanto o livro de memórias de Jane Hawking que acabou fazendo um filme quase desonesto, por criar fatos, situações e diálogos inexistentes.
O que vale o filme é, sem dúvida, a interpretação antológica de Eddie Redmayne, que responde por 70% da nota que dei acima. Oscar merecido.
É curioso que seu grande competidor ao Oscar de Melhor Ator, Benedict Cumberbatch, foi Stephen Hawking, num telefilme, de 2004, denominado Hawking. Mais focado no cientista é, no conjunto, excelente, com grandes interpretações, principalmente de BC e, aparentemente, bem mais honesto.
O Poderoso Chefão
4.7 3,0K Assista AgoraTudo nele é grandioso
É um filme que não se sente passar, em virtude do grande roteiro, das grandes atuações e da grande direção.
As continuações perdem um pouco de objetivo e coesão, mas também são muito boas.
Os Bons Companheiros
4.4 1,2K Assista AgoraDuro, violento, maravilhoso, sanguinário...
Busque o adjetivo que quiser que ele encontrará aplicação nesse magistral filme.
Pulp Fiction: Tempo de Violência
4.4 3,8K Assista AgoraO melhor filme do Tarantino
É um clássico.
Imperdível
Chinatown
4.1 646 Assista AgoraTudo nele é excelente.
Do roteiro instigante e envolvente às grandes atuações de um elenco muito afinado, passando por uma direção segura e ambiciosa, lamentamos muito quando chega ao fim.
Um dos 20 melhores filmes de todos os tempos para mim.
Os Vingadores
4.0 6,9K Assista AgoraIntragável.
O Último Concerto
3.6 50 Assista grátisGrande elenco, grande roteiro (com algumas falhas), grande direção.
Apesar de momentos mais açucarados, é daqueles filmes que você lamenta quando termina, principalmente tendo em vista a enxurrada de maus filmes que são lançados diariamente.
James Spader, em entrevista ao The Guardian, anteontem, pontua que o cinema como nós o conhecíamos, acabou.
Ele coloca que "os filmes e shows de televisão atuais, bons ou maus, estão fadados a serem esquecidos pela geração seguinte (cada geração tem 30 anos de duração, em média)". Ele pontua que " as pessoas não tem mais acesso ao filmes clássicos. E o que é pior ainda é que, apesar dos poucos canais televisivos dedicados aos filmes clássicos, com o fechamento dos raros cinemas e das áreas de videolocadoras dedicadas a esse tipo de filme não teremos a manutenção de uma herança cinematográfica."
Ele continua afirmando que "isso não significa que um filme ou um show de televisão não possa ser arte, mas ninguém pode esperar que haja um impacto residual duradouro.
Atuar na tela é efêmero, passageiro, como outras formas de arte performáticas e tudo virou apenas diversão comercial."
É de se refletir a respeito, vendo tanta bobagem aparecendo nas nossas telas, sem acrescentar nada.
Tiros em Columbine
4.2 352Um documentário que mergulha profundo na alma e na sociedade americana.
Seu culto à violência, sua agressividade, suas reações extremadas, tudo permeia nesse grande momento do cinema.
Imperdível!
A Pequena Loja de Suicídios
3.7 769Uma animação como quase todas as animações europeias, primando pelos temas, digamos, exóticos.
Mas vale a pena ser assistido pelos belos cenários criados, pelos personagens e pelo desenvolvimento do roteiro.
Abs.
O Grande Hotel Budapeste
4.2 3,0KMais um filme fascinante com a marca Wes Anderson.
Ele nos dá sempre uma combinação muito rara nos dias de hoje. de direção segura e criativa, uso restrito de efeito especiais com roteiro envolvente, bem amarrado, sem excessos e com muitas idas e vindas.
Some-se a isso uma bela fotografia, com lentes e tomadas amplas, uma montagem e escolha de cenários, no mínimo, instigante e colorida, elenco de porte e à vontade e se tem um filme que prende do início ao fim.
Para comprovar isso é só assistir os seus The Darjeeling Limited, The Royal Tenenbaums, Bottle Rocket, Fantastic Mr. Fox e o, para mim, até agora, seu melhor filme, Rushmore.
Enfim, esse é mais um filme exceção neste mar de mediocridades que temos hoje sendo jogado nos nossos cinemas e que vai criando, infelizmente, uma geração de idiotas cinematográficos.
Abs.
Trapaça
3.4 2,2K Assista AgoraAs atuações, em geral, são muito boas e Bale deveria ter sido indicado ao Oscar. O único que destoa é Bradley Cooper que, para mim, exagera no personagem. Mesmo assim, é uma atuação bem razoável, para o seu potencial.
A trilha sonora é uma colagem de grandes sucessos da época e, portanto, agradável
Mas atuações e trilha não podem salvar um roteiro cansativo, cheio de falhas, mal dirigido e longo demais.
O que está matando lentamente o cinema atual é o tamanho das cópias lançadas.
135, 140, 180 minutos estão se tornando padrão e isso leva a um encarecimento do ingresso, poucas sessões diárias e, principalmente, cansaço do público.
A Trapaça é um filme razoável. E só.
A Grande Beleza
3.9 465 Assista AgoraNão é um filme para todos.
Quem gosta de ação, tiro, pancadaria, sangue, fique longe.
Esse é uma obra-prima para quem aprecia o cinema como Arte. Certamente vai se encantar e extasiar com o personagem de Toni Servillo, um indolente playboy envelhecido que circula pelas noites da bela Roma, de um modo que somente Fellini conseguia filmar.
Gravidade
3.9 5,0K Assista AgoraComo sempre, temos um excesso de efeitos especiais e atores fazendo o feijão com arroz.
Visualmente bonito, é fraco, muito badalado e propenso a ser esquecido logo.
Uma boa Sessão da Tarde. E só.
Carpe diem.
O Hobbit: A Desolação de Smaug
4.0 2,5K Assista AgoraEm relação a primeira parte, bem melhor. Mas é o livro assim dita o ritmo.
Mais movimentação, mais alternativas e o diretor claramente deixa partes de fora para colocá-las na cópia superestendida, pois teremos antes a cópia estendida. Talvez nas versões futuras, novas cenas e falas ajudem a entender-se melhor personagens e situações não perfeitamente aclaradas, como Beorn e as águias, que continuam salvando os membros das expedições sem se saber os motivos, a divisão entre os anões após a tomada da Montanha pelo dragão, o que é a cidade dos homens, no lago.
Quem leu TODOS os livros de Tolkien, na sequência, vai navegando tranquilo. Quem não o fez, vai ficar em diversos momentos perdido e pode achar o filme chato, parado, grande demais, etc..
A existência de personagens como o casal de elfos, é uma liberdade criativa dos roteiristas e produtores. Cada um pode e deve julgá-las. Eu não gostei.
Algumas partes do livro, entre a primeira e a segunda parte, foram suprimidas, o que mostra que ele não é tão pequeno assim.
Pelo livro a parte terceira será, sem dúvida, a mais movimentada. Elementos e situações existem de mãos cheias. Vamos ver se roteiristas e produtores não vão entornar o caldo.
Abraços.
Carpe diem.
Expedição Kon Tiki
3.9 286 Assista AgoraÉ um filme bem construido que sem ser um blockbuster americano, entrega o que se propõe.
As atuações são adequadas, sem serem estelares, a direção não deixa o filme deslizar para um épico fajuto e a fotografia é deslumbrante, em especial, as cenas em navegação.
Carpe diem.
Truque de Mestre
3.8 2,5K Assista AgoraBem vindo ao cinema do século 21.
Onde acima de tudo, o que vale não é roteiro, diretor, ator, mas money, verdinhas...
Esse filme é um exemplo fiel ao conceito acima.
Ele é terrivelmente fraco. Ruim mesmo.
Seu roteiro cheio de furos apela a irracionalidade para ser aprovado.
Os atores são muito fracos. No cinema do século 21, uma carinha bonita vale mais que uma boa atuação(vide os filmes de vampiros que rolam por aí). E os grandes atores desse filme (Morgan, Caine, Harrelson) estão perdidos e constrangidos. Enfim, eles também vão pela grana...
Temos que ficar mais seletivos no que vemos pois para isso, usamos a moeda mais cara que existe - tempo.
Detestei ter perdido o meu tempo para ver esse... filme?
Carpe diem.
O Grande Gatsby
3.9 2,7K Assista AgoraVisualmente impecável.
Roteiro razoavelmente fiel ao livro.
Atuações razoáveis. DiCaprio faz um Gatsby beirando a imbecilidade, com posturas incompatíveis com o seu passado e o seu presente. É o ponto fraco do filme. Carey Mulligan também não dá conta do recado. Sua Daisy não demonstra de forma contundente a superficialidade e futilidade do personagem que é o ponto trágico da obra. O roteiro faz Isla Fischer transformar Myrtle numa prostituta aloucada e não numa mulher triste e infeliz no seu casamento, que busca no milionário uma possível via de escape da sua situação. Edgerton e Maguire seguram bem os seus papéis.
Trilha sonora é incompatível. A história passa-se em 1922...
No todo, não gostei do filme que demonstra, apesar do efeitos especiais e cenários magníficos, uma ausência de profundidade e uma fuga a ideia central do livro.
Essa novela de F. Scott Fitzgerald que, de forma alguma, é chata, aborrecida, teve, com essa, 5 versões. Para mim, a melhor e mais fiel ao conceito da obra foi a de 1974, com Robert Redford, Mia Farrow, Bruce Dern e Sam Waterston. Roteiro de Francis Ford Coppola.
Carpe diem.