Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.

filmow.com/usuario/assismesmo/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > assismesmo
27 years São Paulo - (BRA)
Usuário desde Maio de 2009
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Pedro Almodóvar
Darren Aronofsky
Lars Von Trier
Woody Allen
Michael Haneke
Xavier Dolan
Paul Thomas Anderson
David Cronenberg

Cate Blanchett em Blue Jasmine
Natalie Portman em Black Swan
Elizabeth Taylor em Who's Afraid of Virginia Woolf

Daniel Day-Lewis em There Will Be Blood
Joaquin Phoenix em Her
Casey Affleck em Manchester by the Sea

365daysofmovies.tumblr.com
www.facebook.com/assismesmo
instagram.com/assismesmo

Últimas opiniões enviadas

  • Assis

    “Love, Simon” não é o filme mais inovador que você vai assistir se analisado os pontos técnicos de cinematografia. Na realidade, em muitos momentos, ele é bastante clichê. O clima de cinema soft-teen permeia todo o filme. No entanto, “Love, Simon” é um filme que vai dialogar com qualquer jovem gay. Por que? Porque todos nós em algum momento fomos Simon. Negamos a nossa sexualidade e tentamos ser algo que não éramos. O medo da mudança é o que deixa tantos jovens no armário. Deixar de ser amado pela família e pelos amigos é o que paralisa todos nós. E não cabe a ninguém nos tirar de lá. O momento de assumir sua sexualidade é quando você se conhecer e se aceitar. Em tudo o que longa peca em falta de inovação cinematográfica ele ganha especificamente na abordagem otimista de uma história “gay”. Por muitos anos fomos acostumados a ver finais trágicos nos filmes que retrataram LGBTs. Fomos ensinados que ser gay no final das contas nos levará à um caminho de destruição e infelicidade. “Love, Simon” vem pra dizer: chega. Nem todas as histórias são trágicas. Os caminhos são diferentes, os meios são diferentes, e por isso mesmo, tudo pode ser diferente. Você pode sim imaginar a luz no fim do túnel. Você pode imaginar que tudo vai ficar bem. Haverá lágrimas, dor, desespero. Não vou mentir, vai ser difícil. Mas em algum momento você encontra consigo mesmo, estende a mão e diz: vamos, eu te aceito. E a partir desse momento não importa o que o mundo diga. Você levanta a cabeça e está pronto pra qualquer coisa. “Love, Simon” talvez seja um pouco otimista e ingênuo demais para os crescidos como eu. Com o tempo nós perdemos a inocência e nos tornamos cínicos. Mas quem dera se o Assis de 10 anos atrás tivesse sido representado dessa forma em algum grande filme de estúdio. Ou na novela. Ou na série de TV. Ou em qualquer lugar. Ser representado sem ser ridicularizado. Ter dimensão e sentimentos. Ser de fato uma pessoa, e não uma caricatura. Quem sabe a minha luta não teria sido um pouco mais fácil. Espero que os milhões de garotos gays possam assistir “Love, Simon” e se inspirarem. Espero que eles possam entender que pouco a pouco o mundo se torna mais tolerante. Acredite que você pode ser feliz, amar e ser amado.

    “Você pode respirar agora, Simon. Você pode ser mais você mesmo como não tem sido há muito tempo. Você merece tudo o que você quiser.”

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Assis

    Para aqueles que leram o livro, toda a ambientação forçada no intuito de dar um background para Lena e Kane diminui bastante o ritmo do filme, o que se torna algo contra-produtivo, já que Alex Garland não é competente em manter o suspense em cima do shimmer e ficamos completamente desinteressados com o desenrolar da história nos três primeiros quartos. Explorar o universo mutante teria sido muito mais proveitoso do que tentar dar sentido para as ações das personagens principais. Além disso, retirar o antagonismo das companheiras de exploração foi um erro, já que o clima de tensão constante do livro em torno dessa trama era um dos pontos mais envolventes da história. Não ter a exploração da "torre" para mim também foi um equívoco, já que esse era o ponto alto do livro. Mas é como sabemos, livros livros, cinema a parte. O filme não é 100% eficaz em estabelecer seu terreno, e o diretor não traduz com sucesso a sua mensagem. No entanto, preciso bater palmas para o último quarto da obra do novato Garland. Ousado e original como eu não via desde Under the Skin. A trilha do Ben Salisbury e Geoff Barrow acompanham bem as cenas surreais e hipnóticas do desfecho do longa. Vai passar longe de se tornar um clássico do gênero, mas me deixa bastante esperançoso pelo futuro do diretor.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Assis

    The Shape of Water é um primor técnico, ponto. Mas para conseguir se satisfazer, mesmo com a quantidade de furos do roteiro, você precisar abrir mão de todas as regras da lógica e embarcar no show de absurdos narrativos. O vilão é tão estereotipado a ponto de ficar ridículo em alguns momentos. Foi a decepção do ano.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.