Cheguei na segunda temporada de From… e posso dizer que tô pronta pra terceira. Feliz com o final da segunda? Nem um pouco. Vamos aos pontos.
Como eu já tinha comentado lá na primeira temporada, a tal frase “dos mesmos produtores de Lost” me deixava com o pé atrás. E agora entendo o porquê. A segunda temporada só confirmou meu medo: abriram mais mil perguntas e não responderam nada. Poxa, custava entregar pelo menos 1% de resposta? Uma mísera dica? Mas não, a gente continua só teorizando, e sinceramente... isso cansa.
Não quero ficar comparando, mas aqui é necessário. Pegue Ruptura, por exemplo. É uma série cheia de mistério também, mas que sabe entregar uma coisinha ou outra a cada final de temporada. Isso ajuda a gente a montar teorias melhores, acompanhar os fios soltos e sentir que tá avançando. From, por outro lado, tá difícil até de teorizar. Eu tenho várias ideias, mas a cada final de temporada, minha cabeça parece que vai explodir. Que loucura foi esse final? Mas calma, antes de chegar nele, vamos falar de outras coisas.
Por que sempre enfiam casais chatos no meio dessas séries? Já tô sem paciência. Tem um casal em específico que eu tô torcendo pra morrer na próxima temporada (e não vou fingir que não). Aliás, falando em mortes… foi bem fraquinho nesse quesito. Tô aqui esperando sangue principalmente de personagens secundários, mas não reclamo se algum principal for também (só não mexam com o Boyd e a Donna, de resto, pode levar).
A sensação é a mesma da primeira temporada: um monte de questão, zero resposta. Isso esgota, mas confesso… tô presa por causa do Boyd. Que personagem! Ele é puro carisma e atitude, meu BADASS fav. Donna também entrega tudo, minha segunda favorita fácil, pena que não trabalharam tanto nessa personagem aqui na segunda temporada, a pobre só é ouvido de pinico pra ficar ouvindo as ladainhas desses personagens furrecas.
E olha... desculpa, mas não consegui ignorar a semelhança com Dark. Teve até caverna! Só que aqui pareceu um “copia, mas não faz igual”. Meio forçado. Ainda assim, vou relevar, tô na esperança de que os tais “produtores de Lost” tenham aprendido alguma coisa com os anos.
O final? Me pegou completamente desprevenida. Eu esperava qualquer coisa, menos aquilo. Foi o empurrão que eu precisava (entendedores entenderão) pra seguir firme na terceira temporada.
Nos vemos lá. Que venha mais mistério e, por favor, algumas respostas dessa vez. 👀
O que foi isso que eu assisti?! Sério, From me pegou de um jeito absurdo. A primeira temporada é fácil um 10/10. Devorei tudo em um dia. É intensa, misteriosa e viciante. Quando acabou, só pensei: quero mais! Mas aí veio o susto: “dos mesmos produtores de Lost.” Aí bateu o medo.
Esses caras sabem criar mistério, isso ninguém pode negar. Mas o problema é que raramente sabem quando parar. E isso pesa. Mas vamos focar no que interessa: a primeira temporada, porque o que vem depois é outra história (e eu já tô pronta pra criticar).
A série tem muitos personagens, tipo The Walking Dead. Isso pode ser bom e ruim. Bom, porque dá espaço pra várias histórias. Ruim, porque algumas são bem encheção de linguiça. Mas os personagens principais seguram bem. As atuações deles são ótimas, dá gosto de assistir. Já os secundários… tem uns que parecem figurante de novela. Tô só esperando algumas mortes acontecerem, porque sim, série boa de mistério precisa de morte marcante.
O clima é tenso do começo ao fim. Não é aquele terror cheio de susto barato. É um terror psicológico, com suspense bem construído e uma ambientação que te deixa nervoso o tempo todo. A cidade, as regras estranhas, os segredos... tudo te faz querer entender o que tá acontecendo, mas eles não entregam nada de bandeja e isso é bom, até certo ponto.
Se você curte mistério, suspense, sangue e aquele terror que te deixa aflito, From é pra você. Me lembrou a vibe de Lost (no bom sentido), misturado com The Mist e até um toque de Dark. A primeira temporada é uma experiência que vale muito a pena.
Assista. Vale cada minuto. Mas já adianto: se nas próximas temporadas começarem a enrolar demais, vou falar mal mesmo. Até a segunda temporada. 👀
Tenho 30 anos e sou completamente apaixonada por Moana! Fala sério, a melhor guerreira (não princesa, kkk) da Disney! E olha que isso é difícil de dizer, porque ela conseguiu superar até a minha favorita de antes, a Merida!
O filme é um encanto do início ao fim. Essa conexão com os ancestrais (meu ponto fraco rs) me pegou de um jeito lindo. Achei maravilhoso mostrarem a Moana mais velha, mais madura, mas ainda com aquele espírito destemido que a gente tanto ama. A irmã dela é uma fofura, super cativante!
De verdade? Já entrou pra minha lista de favoritos. Se quiserem lançar um Moana 3, que venham com tudo, porque esse segundo foi maravilhoso, assim como o primeiro.
Babygirl começa com uma proposta promissora: inverter os papéis clássicos de gênero que costumamos ver em romances e comédias dramáticas. Aqui, a protagonista é uma mulher poderosa, bem-sucedida, que assume uma postura típica de personagens masculinos nos filmes — sedutora, desapegada, e envolvida com seu assistente. A ideia tinha tudo para render um enredo provocativo e inteligente, com uma abordagem moderna sobre relações de poder, desejo e identidade.
No entanto, o potencial da história se perde em meio a um roteiro raso, que prioriza o apelo visual e as cenas de sedução, mas deixa de lado o desenvolvimento da trama e dos personagens. O filme é, sim, muito sexy e cheio de tensão sensual — o que pode entreter por um tempo — mas falta substância. A narrativa parece sempre à beira de algo mais profundo, sem nunca realmente se comprometer com isso.
Fica a sensação de que Babygirl queria dizer algo relevante, subverter expectativas, criar uma nova imagem da mulher no cinema. Mas, no fim, optou por ficar na superfície. Com um roteiro mais bem trabalhado, poderia ter sido memorável. Do jeito que está, entrega estilo, mas falta alma.
Um típico filme estilo "sessão da tarde": agradável de assistir, mas sem grandes destaques. A trama segue a linha dos romances adolescentes já bastante explorados no cinema, e infelizmente não entrega nada de especialmente marcante. É aquele tipo de filme que você assiste uma vez e dificilmente sente vontade de rever. Em meio a tantas produções do mesmo gênero, este acaba ficando na média, simpático, mas esquecível.
Que filme lindo, visualmente falando. Uma estética impecável, daquelas que fazem a gente suspirar a cada cena. Mas, ao mesmo tempo, fiquei completamente perdida. Foi como se eu estivesse diante de algo tão belo que me desconectei do enredo – se é que havia um. Sabe aquela sensação de estar em um lugar deslumbrante e, por um momento, perder a noção do tempo, da linearidade, só absorvendo a beleza? Foi exatamente isso que senti assistindo Parthenope.
Passei o filme inteiro repetindo mentalmente: “Que lindo, que lindo… que gente linda, que lugares lindos, que cenas fortes e poéticas”. Mas, em algum ponto, me peguei perguntando: houve mesmo uma história? Ou fui eu que a perdi no meio de tanta beleza?
Alguns diálogos me pareceram desconexos, cenas que surgiam sem muita costura com as anteriores, e o ritmo seguia assim, fluido, mas meio disperso. Talvez essa fosse a intenção: criar mais uma experiência sensorial do que narrativa. Mas confesso que, para mim, ficou a impressão de que algo se perdeu — ou melhor, eu me perdi. No fim das contas, achei tudo muito bonito... e só.
Filme meio psycho, pra ser sincera. Não curti muito, não. Mas vamos começar pelos pontos positivos: o ator e a atriz principais entregaram tudo. Eles realmente incorporaram os personagens de uma forma tão intensa que me fez sentir ódio profundo do homem e uma tristeza imensa pela menina. Foi perturbador assistir à história toda pelos olhos do abusador — a gente não espera isso, né? Normalmente, é a vítima quem ganha voz. Aqui, foi o contrário. E o pior: ele tenta justificar cada passo da loucura dele, como se fosse razoável. É difícil de engolir.
O filme é pesado, sim. E, sinceramente, acho estranho alguém dizer que “gostou” da história em si. É preocupante. Não achei que o filme romantiza o abuso, até porque ficou bem claro que toda a narrativa vinha da cabeça distorcida dele. E dentro da mente dele, tudo parecia "normal", o que torna tudo ainda mais perturbador. Mas mesmo assim, tem limites, né?
No fim das contas, é um daqueles filmes que cada um decide se quer encarar ou não. A atuação dos dois protagonistas é brilhante e, por isso, a história impacta tanto. Mas a sensação que fica é horrível. É uma obra forte, incômoda, e talvez até necessária para lembrar que nem toda narrativa que nos contam merece empatia.
Vim assistir Vingança porque fiquei impactada com A Substância — precisava entender como essa diretora trabalha o body horror desde o começo. E olha, mais uma vez ela me entregou aquele desconforto delicioso que só quem ama o gênero sabe apreciar.
Sou grande fã de uma boa vingança feminina, e o filme até entrega alguns momentos interessantes nesse sentido. A construção dos personagens é um dos pontos fortes dela — a diretora sabe apresentar cada figura de forma marcante, mesmo com pouco tempo de tela. Ela cria tipos intensos, visuais fortes, tudo sempre carregado de tensão.
Mas... o roteiro me deixou na mão. A trama tem potencial, mas parece que ela segura demais o ritmo, e quando a vingança finalmente vem, não chega com a força que deveria. Faltou impacto, faltaram mortes criativas (só curti a primeira de verdade), e talvez até faltou personagem pra morrer mesmo, hahaha. Senti que o filme precisava de mais ousadia na execução.
Ainda assim, não é um filme ruim. Tem estilo, tem identidade, e a diretora sabe provocar incômodo como poucas. Gosto desse tipo de arte que mexe com o corpo e o psicológico ao mesmo tempo. Mesmo com os defeitos, continuo de olho nela — ela tá claramente criando uma assinatura que me agrada demais.
Ahhhhhhh, o Body Horror… como eu estava com saudades! É uma delícia — no melhor dos sentidos tortuosos — sentir aquele choque entre medo e fascínio, ver o corpo se contorcendo de formas que desafiam a lógica. Eu simplesmente adoro essa sensação de agonia física, ao ponto de cobrir os olhos, não porque quero parar de ver, mas porque meu próprio corpo não sabe lidar com o que tá sentindo. Esse é o verdadeiro poder do body horror, e A Substância entrega isso de forma magistral!
Foi um prazer perturbador me perder na angústia e transformação dos dois corpos centrais do filme. Que atuações impecáveis da Demi Moore e da Margaret Qualley — intensas, viscerais, vulneráveis. Elas entregaram tudo! A direção é precisa, a fotografia é linda e grotesca na medida certa, a sonoplastia cria uma atmosfera sufocante, e a trilha sonora complementa com perfeição. Tudo funciona. Tudo. Não é à toa que o filme entrou direto pros meus favoritos.
E olha... ainda tô indignada que a Demi Moore não levou o Oscar por esse papel. Sério, parece até piada da Academia. Ela se entregou completamente. Uma atuação dessas é rara.
É legal? É sim! Vale a pena ver? Vale também! Assistiria de novo? Pra quê, né?
Fui ver Anora pra entender o motivo de tanto burburinho e... ainda tô tentando entender por que a atriz levou o prêmio. Genteeee, no mesmo dia assisti A Substância e achei uma baita injustiça! Aquele filme escancara o que a indústria faz com mulheres mais velhas — parecia até uma indireta pra própria Academia. Coincidência? Duvido!
Agora, sobre Anora em si: é bonitinho, vai. Uma garota de 23, um garoto rico de 21, uma busca por vida fácil, um monte de histeria... tem lá seu charme, mas também não é tudo isso. MENOS — bem menos — do que fizeram parecer.
Chorei bastante em várias cenas, mas não confiem em mim (estou na tpm). Porém preciso defender a tese, gosto do casal que o filme forma, gosto muito das mudanças da personagem conforme ela vai realizando a lista, o amadurecimento dela pra mim foi lindo, principalmente porque estou a 2 dias para fazer 30 anos e me vi "chicando" minha lista também esses dias e ver esse filme nesse momento fez muito sentido e como a gente é boba quando mais nova né, eu fiz minha lista do que fazer antes dos 30 aos 20 e nossa quanta bobagem de menina, mas é tão gostoso relembrar que já tive mais inocencia, era mais ingênua, achava que a vida era fácil demais e ai quando os anos passam e você pega sua lista na mão percebe o quanto você mudou. Gostei de ver o filme por conta desse motivo e óbvio não posso esquecer a tpm, mas me diverti e chorei bastante, mas é cada um por si nesse aqui, não digo que sim nem que não.
Achei tão lindo, tem cenas tão incríveis, até comentei com a minha mãe "nossa que sorte das crianças de hoje poderem ter essa honra de filmes tão bonitos" e é verdade, não que na minha época não tivesse, me deslumbrei com vários. Mas gente fico impactada com tanta tecnologia e como isso melhora os filmes! Uma graça sinceramente, podem assistir sem erro, só achei que faltou história o filme é longo mas deixou com aquela vontade de quero mais sabe?
Ai mi amour, ai mi amour! Toda vez que lembro dos meus ancestrais, automaticamente relembro desse filme. É um dos meus favoritos, vi que ainda não tinha marcado ele aqui ainda. É tão precioso, tão emocionante. Choro tanto com esse filme, um choro de saudades dos meus, eu já rezava por todos que partiram mas depois que vi esse filme pela primeira vez, decidi que ia criar um altar para meus ancestrais também. É tão lindo, uma joia rara em meio de tantos desenhos vazios da nova geração.
Chorei tanto, nossa que filme lindo. A anos não conseguia me sentir uma criança de novo, mas nesse não teve jeito foi do início ao fim conversando com os animais "sai dai" "corre" "nãããããooooo" "entra no barco, entra no barco!!!!" foi tão gostoso me sentir assim de novo, é um filme que vou rever tantas e tantas vezes minha vida inteira. Me ensinou tanto sobre amizade, como é importante deixar a vida fluir e mesmo tendo nossa própria personalidade quem está em volta e os lugares que frequentamos molda quem podemos nos tornar, são somos eternamente o que juramos hoje ser. Ainda bem né? Ainda bem que crescemos, evoluímos, ainda bem que encontramos pessoas no meio do caminho, que sim muitas vão fazer a gente sofrer, outras não, porém todas que passam pela nossa vida não é em vão.
Desde quando descobri essa animação pelo instagram, me sinto na obrigação de rever várias vezes em um único ano. É linda, amo tanto o que é ensinado, são tantas frases de impacto que sempre são um abraço na minha alma, fora o choro que escorre toda vez que assisto.
Não li o livro por isso gostei, mas também não vou ler o livro também. Mas fiquei triste que rolou a maior treta entre os atores principais e não vai ter continuação. Uó porque realmente não quero ler os livros.
Remake desnecessário! Quer final feliz assiste um desenho ou comédia romantica. Ah nem fiquei triste demais com o final hahahahahaha queria que fosse igual, mas poderiam ter trabalho nos detalhes do primeiro que ficou em aberto "porque fazem isso? quem são as pessoas que pegou a criança?" Vem com essa historinha zoada de dinheiro? Meus amigos os roteiristas tão mal viu........
EU AMEI, AMEI E AMEI Depois do filme me bateu uma sensação de querer ver o musical ao vivo, já comecei até pesquisar pelos ingressos! É lindo e quero muito a segunda parte.
Sinto que faltou algo, não sei bem o que pensar. Gosto da construção dos cenários, amo as maquiagens, o elenco, gosto de tudo no filme, inclusive gosto muito o quanto me lembra Bram Stocker e o quanto o castelo me lembra de Nosferatu o original, porém não sei algo na história me deixa com uma sensação que faltou sabe? Um estranhamento, acabou o filme e eu senti que faltou. Agora me pergunta o que é que faltou? Eu não sei explicar kkkkkkkkkk
Só risadaria e c0caine kkkkkkk me diverti enquanto queimava um, sabia que ia ser bobagem por isso já comecei a ver esperando a palhaçada, não dava pra levar a sério né gente.
Não sei o que o povo tá falando ai pra baixo, mas achei incrível assim como a primeira. Adoro os atores e atrizes, acho um roteiro bem elaborado, adoro os mindfuck que a série provoca na gente. Ansiosa demais para a terceira temporada, feliz por ter demorado a assistir! Vi com muita calma e bastante atenção aproveitando cada detalhe para a próxima.
Origem (2ª Temporada)
3.7 213Cheguei na segunda temporada de From… e posso dizer que tô pronta pra terceira.
Feliz com o final da segunda? Nem um pouco. Vamos aos pontos.
Como eu já tinha comentado lá na primeira temporada, a tal frase “dos mesmos produtores de Lost” me deixava com o pé atrás. E agora entendo o porquê. A segunda temporada só confirmou meu medo: abriram mais mil perguntas e não responderam nada.
Poxa, custava entregar pelo menos 1% de resposta? Uma mísera dica? Mas não, a gente continua só teorizando, e sinceramente... isso cansa.
Não quero ficar comparando, mas aqui é necessário. Pegue Ruptura, por exemplo. É uma série cheia de mistério também, mas que sabe entregar uma coisinha ou outra a cada final de temporada. Isso ajuda a gente a montar teorias melhores, acompanhar os fios soltos e sentir que tá avançando.
From, por outro lado, tá difícil até de teorizar. Eu tenho várias ideias, mas a cada final de temporada, minha cabeça parece que vai explodir. Que loucura foi esse final?
Mas calma, antes de chegar nele, vamos falar de outras coisas.
Por que sempre enfiam casais chatos no meio dessas séries? Já tô sem paciência. Tem um casal em específico que eu tô torcendo pra morrer na próxima temporada (e não vou fingir que não).
Aliás, falando em mortes… foi bem fraquinho nesse quesito. Tô aqui esperando sangue principalmente de personagens secundários, mas não reclamo se algum principal for também (só não mexam com o Boyd e a Donna, de resto, pode levar).
A sensação é a mesma da primeira temporada: um monte de questão, zero resposta. Isso esgota, mas confesso… tô presa por causa do Boyd. Que personagem! Ele é puro carisma e atitude, meu BADASS fav. Donna também entrega tudo, minha segunda favorita fácil, pena que não trabalharam tanto nessa personagem aqui na segunda temporada, a pobre só é ouvido de pinico pra ficar ouvindo as ladainhas desses personagens furrecas.
E olha... desculpa, mas não consegui ignorar a semelhança com Dark. Teve até caverna! Só que aqui pareceu um “copia, mas não faz igual”. Meio forçado. Ainda assim, vou relevar, tô na esperança de que os tais “produtores de Lost” tenham aprendido alguma coisa com os anos.
O final? Me pegou completamente desprevenida. Eu esperava qualquer coisa, menos aquilo. Foi o empurrão que eu precisava (entendedores entenderão) pra seguir firme na terceira temporada.
Nos vemos lá. Que venha mais mistério e, por favor, algumas respostas dessa vez. 👀
Origem (1ª Temporada)
3.9 273O que foi isso que eu assisti?!
Sério, From me pegou de um jeito absurdo. A primeira temporada é fácil um 10/10. Devorei tudo em um dia. É intensa, misteriosa e viciante. Quando acabou, só pensei: quero mais!
Mas aí veio o susto: “dos mesmos produtores de Lost.” Aí bateu o medo.
Esses caras sabem criar mistério, isso ninguém pode negar. Mas o problema é que raramente sabem quando parar. E isso pesa. Mas vamos focar no que interessa: a primeira temporada, porque o que vem depois é outra história (e eu já tô pronta pra criticar).
A série tem muitos personagens, tipo The Walking Dead. Isso pode ser bom e ruim. Bom, porque dá espaço pra várias histórias. Ruim, porque algumas são bem encheção de linguiça. Mas os personagens principais seguram bem. As atuações deles são ótimas, dá gosto de assistir. Já os secundários… tem uns que parecem figurante de novela. Tô só esperando algumas mortes acontecerem, porque sim, série boa de mistério precisa de morte marcante.
O clima é tenso do começo ao fim. Não é aquele terror cheio de susto barato. É um terror psicológico, com suspense bem construído e uma ambientação que te deixa nervoso o tempo todo. A cidade, as regras estranhas, os segredos... tudo te faz querer entender o que tá acontecendo, mas eles não entregam nada de bandeja e isso é bom, até certo ponto.
Se você curte mistério, suspense, sangue e aquele terror que te deixa aflito, From é pra você. Me lembrou a vibe de Lost (no bom sentido), misturado com The Mist e até um toque de Dark. A primeira temporada é uma experiência que vale muito a pena.
Assista. Vale cada minuto.
Mas já adianto: se nas próximas temporadas começarem a enrolar demais, vou falar mal mesmo. Até a segunda temporada. 👀
Moana 2
3.2 182 Assista AgoraTenho 30 anos e sou completamente apaixonada por Moana! Fala sério, a melhor guerreira (não princesa, kkk) da Disney! E olha que isso é difícil de dizer, porque ela conseguiu superar até a minha favorita de antes, a Merida!
O filme é um encanto do início ao fim. Essa conexão com os ancestrais (meu ponto fraco rs) me pegou de um jeito lindo. Achei maravilhoso mostrarem a Moana mais velha, mais madura, mas ainda com aquele espírito destemido que a gente tanto ama. A irmã dela é uma fofura, super cativante!
De verdade? Já entrou pra minha lista de favoritos. Se quiserem lançar um Moana 3, que venham com tudo, porque esse segundo foi maravilhoso, assim como o primeiro.
Babygirl
2.7 491 Assista AgoraBabygirl começa com uma proposta promissora: inverter os papéis clássicos de gênero que costumamos ver em romances e comédias dramáticas. Aqui, a protagonista é uma mulher poderosa, bem-sucedida, que assume uma postura típica de personagens masculinos nos filmes — sedutora, desapegada, e envolvida com seu assistente. A ideia tinha tudo para render um enredo provocativo e inteligente, com uma abordagem moderna sobre relações de poder, desejo e identidade.
No entanto, o potencial da história se perde em meio a um roteiro raso, que prioriza o apelo visual e as cenas de sedução, mas deixa de lado o desenvolvimento da trama e dos personagens. O filme é, sim, muito sexy e cheio de tensão sensual — o que pode entreter por um tempo — mas falta substância. A narrativa parece sempre à beira de algo mais profundo, sem nunca realmente se comprometer com isso.
Fica a sensação de que Babygirl queria dizer algo relevante, subverter expectativas, criar uma nova imagem da mulher no cinema. Mas, no fim, optou por ficar na superfície. Com um roteiro mais bem trabalhado, poderia ter sido memorável. Do jeito que está, entrega estilo, mas falta alma.
As Quatro Estações do Amor
2.9 21Um típico filme estilo "sessão da tarde": agradável de assistir, mas sem grandes destaques. A trama segue a linha dos romances adolescentes já bastante explorados no cinema, e infelizmente não entrega nada de especialmente marcante. É aquele tipo de filme que você assiste uma vez e dificilmente sente vontade de rever. Em meio a tantas produções do mesmo gênero, este acaba ficando na média, simpático, mas esquecível.
Parthenope: Os Amores de Nápoles
3.2 33Que filme lindo, visualmente falando. Uma estética impecável, daquelas que fazem a gente suspirar a cada cena. Mas, ao mesmo tempo, fiquei completamente perdida. Foi como se eu estivesse diante de algo tão belo que me desconectei do enredo – se é que havia um. Sabe aquela sensação de estar em um lugar deslumbrante e, por um momento, perder a noção do tempo, da linearidade, só absorvendo a beleza? Foi exatamente isso que senti assistindo Parthenope.
Passei o filme inteiro repetindo mentalmente: “Que lindo, que lindo… que gente linda, que lugares lindos, que cenas fortes e poéticas”. Mas, em algum ponto, me peguei perguntando: houve mesmo uma história? Ou fui eu que a perdi no meio de tanta beleza?
Alguns diálogos me pareceram desconexos, cenas que surgiam sem muita costura com as anteriores, e o ritmo seguia assim, fluido, mas meio disperso. Talvez essa fosse a intenção: criar mais uma experiência sensorial do que narrativa. Mas confesso que, para mim, ficou a impressão de que algo se perdeu — ou melhor, eu me perdi. No fim das contas, achei tudo muito bonito... e só.
Lolita
3.7 834 Assista AgoraFilme meio psycho, pra ser sincera. Não curti muito, não. Mas vamos começar pelos pontos positivos: o ator e a atriz principais entregaram tudo. Eles realmente incorporaram os personagens de uma forma tão intensa que me fez sentir ódio profundo do homem e uma tristeza imensa pela menina. Foi perturbador assistir à história toda pelos olhos do abusador — a gente não espera isso, né? Normalmente, é a vítima quem ganha voz. Aqui, foi o contrário. E o pior: ele tenta justificar cada passo da loucura dele, como se fosse razoável. É difícil de engolir.
O filme é pesado, sim. E, sinceramente, acho estranho alguém dizer que “gostou” da história em si. É preocupante. Não achei que o filme romantiza o abuso, até porque ficou bem claro que toda a narrativa vinha da cabeça distorcida dele. E dentro da mente dele, tudo parecia "normal", o que torna tudo ainda mais perturbador. Mas mesmo assim, tem limites, né?
No fim das contas, é um daqueles filmes que cada um decide se quer encarar ou não. A atuação dos dois protagonistas é brilhante e, por isso, a história impacta tanto. Mas a sensação que fica é horrível. É uma obra forte, incômoda, e talvez até necessária para lembrar que nem toda narrativa que nos contam merece empatia.
Vingança
3.2 668 Assista AgoraVim assistir Vingança porque fiquei impactada com A Substância — precisava entender como essa diretora trabalha o body horror desde o começo. E olha, mais uma vez ela me entregou aquele desconforto delicioso que só quem ama o gênero sabe apreciar.
Sou grande fã de uma boa vingança feminina, e o filme até entrega alguns momentos interessantes nesse sentido. A construção dos personagens é um dos pontos fortes dela — a diretora sabe apresentar cada figura de forma marcante, mesmo com pouco tempo de tela. Ela cria tipos intensos, visuais fortes, tudo sempre carregado de tensão.
Mas... o roteiro me deixou na mão. A trama tem potencial, mas parece que ela segura demais o ritmo, e quando a vingança finalmente vem, não chega com a força que deveria. Faltou impacto, faltaram mortes criativas (só curti a primeira de verdade), e talvez até faltou personagem pra morrer mesmo, hahaha. Senti que o filme precisava de mais ousadia na execução.
Ainda assim, não é um filme ruim. Tem estilo, tem identidade, e a diretora sabe provocar incômodo como poucas. Gosto desse tipo de arte que mexe com o corpo e o psicológico ao mesmo tempo. Mesmo com os defeitos, continuo de olho nela — ela tá claramente criando uma assinatura que me agrada demais.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraAhhhhhhh, o Body Horror… como eu estava com saudades!
É uma delícia — no melhor dos sentidos tortuosos — sentir aquele choque entre medo e fascínio, ver o corpo se contorcendo de formas que desafiam a lógica. Eu simplesmente adoro essa sensação de agonia física, ao ponto de cobrir os olhos, não porque quero parar de ver, mas porque meu próprio corpo não sabe lidar com o que tá sentindo. Esse é o verdadeiro poder do body horror, e A Substância entrega isso de forma magistral!
Foi um prazer perturbador me perder na angústia e transformação dos dois corpos centrais do filme. Que atuações impecáveis da Demi Moore e da Margaret Qualley — intensas, viscerais, vulneráveis. Elas entregaram tudo!
A direção é precisa, a fotografia é linda e grotesca na medida certa, a sonoplastia cria uma atmosfera sufocante, e a trilha sonora complementa com perfeição. Tudo funciona. Tudo. Não é à toa que o filme entrou direto pros meus favoritos.
E olha... ainda tô indignada que a Demi Moore não levou o Oscar por esse papel. Sério, parece até piada da Academia. Ela se entregou completamente. Uma atuação dessas é rara.
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraÉ legal? É sim!
Vale a pena ver? Vale também!
Assistiria de novo? Pra quê, né?
Fui ver Anora pra entender o motivo de tanto burburinho e... ainda tô tentando entender por que a atriz levou o prêmio. Genteeee, no mesmo dia assisti A Substância e achei uma baita injustiça! Aquele filme escancara o que a indústria faz com mulheres mais velhas — parecia até uma indireta pra própria Academia. Coincidência? Duvido!
Agora, sobre Anora em si: é bonitinho, vai. Uma garota de 23, um garoto rico de 21, uma busca por vida fácil, um monte de histeria... tem lá seu charme, mas também não é tudo isso. MENOS — bem menos — do que fizeram parecer.
A Lista da Minha Vida
3.4 135 Assista AgoraChorei bastante em várias cenas, mas não confiem em mim (estou na tpm). Porém preciso defender a tese, gosto do casal que o filme forma, gosto muito das mudanças da personagem conforme ela vai realizando a lista, o amadurecimento dela pra mim foi lindo, principalmente porque estou a 2 dias para fazer 30 anos e me vi "chicando" minha lista também esses dias e ver esse filme nesse momento fez muito sentido e como a gente é boba quando mais nova né, eu fiz minha lista do que fazer antes dos 30 aos 20 e nossa quanta bobagem de menina, mas é tão gostoso relembrar que já tive mais inocencia, era mais ingênua, achava que a vida era fácil demais e ai quando os anos passam e você pega sua lista na mão percebe o quanto você mudou.
Gostei de ver o filme por conta desse motivo e óbvio não posso esquecer a tpm, mas me diverti e chorei bastante, mas é cada um por si nesse aqui, não digo que sim nem que não.
Robô Selvagem
4.3 561Achei tão lindo, tem cenas tão incríveis, até comentei com a minha mãe "nossa que sorte das crianças de hoje poderem ter essa honra de filmes tão bonitos" e é verdade, não que na minha época não tivesse, me deslumbrei com vários. Mas gente fico impactada com tanta tecnologia e como isso melhora os filmes! Uma graça sinceramente, podem assistir sem erro, só achei que faltou história o filme é longo mas deixou com aquela vontade de quero mais sabe?
Viva: A Vida é Uma Festa
4.5 2,6K Assista AgoraAi mi amour, ai mi amour!
Toda vez que lembro dos meus ancestrais, automaticamente relembro desse filme. É um dos meus favoritos, vi que ainda não tinha marcado ele aqui ainda. É tão precioso, tão emocionante. Choro tanto com esse filme, um choro de saudades dos meus, eu já rezava por todos que partiram mas depois que vi esse filme pela primeira vez, decidi que ia criar um altar para meus ancestrais também.
É tão lindo, uma joia rara em meio de tantos desenhos vazios da nova geração.
Flow
4.2 576Chorei tanto, nossa que filme lindo. A anos não conseguia me sentir uma criança de novo, mas nesse não teve jeito foi do início ao fim conversando com os animais "sai dai" "corre" "nãããããooooo" "entra no barco, entra no barco!!!!" foi tão gostoso me sentir assim de novo, é um filme que vou rever tantas e tantas vezes minha vida inteira.
Me ensinou tanto sobre amizade, como é importante deixar a vida fluir e mesmo tendo nossa própria personalidade quem está em volta e os lugares que frequentamos molda quem podemos nos tornar, são somos eternamente o que juramos hoje ser.
Ainda bem né? Ainda bem que crescemos, evoluímos, ainda bem que encontramos pessoas no meio do caminho, que sim muitas vão fazer a gente sofrer, outras não, porém todas que passam pela nossa vida não é em vão.
Um abraço na alma esse filme lindão!
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
4.0 156 Assista Agora"O que você quer ser quando crescer?"
"Gentil."
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
4.0 156 Assista AgoraDesde quando descobri essa animação pelo instagram, me sinto na obrigação de rever várias vezes em um único ano. É linda, amo tanto o que é ensinado, são tantas frases de impacto que sempre são um abraço na minha alma, fora o choro que escorre toda vez que assisto.
É Assim Que Acaba
3.3 394 Assista AgoraNão li o livro por isso gostei, mas também não vou ler o livro também. Mas fiquei triste que rolou a maior treta entre os atores principais e não vai ter continuação. Uó porque realmente não quero ler os livros.
Não Fale o Mal
3.3 621Remake desnecessário!
Quer final feliz assiste um desenho ou comédia romantica. Ah nem fiquei triste demais com o final hahahahahaha queria que fosse igual, mas poderiam ter trabalho nos detalhes do primeiro que ficou em aberto "porque fazem isso? quem são as pessoas que pegou a criança?"
Vem com essa historinha zoada de dinheiro? Meus amigos os roteiristas tão mal viu........
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraPior que isso, só outro desse. Cruzes kkkkkkkkkkkkkkkkk
Não percam tempo.
Wicked
3.9 524 Assista AgoraEU AMEI, AMEI E AMEI
Depois do filme me bateu uma sensação de querer ver o musical ao vivo, já comecei até pesquisar pelos ingressos! É lindo e quero muito a segunda parte.
Nosferatu
3.6 937 Assista AgoraSinto que faltou algo, não sei bem o que pensar.
Gosto da construção dos cenários, amo as maquiagens, o elenco, gosto de tudo no filme, inclusive gosto muito o quanto me lembra Bram Stocker e o quanto o castelo me lembra de Nosferatu o original, porém não sei algo na história me deixa com uma sensação que faltou sabe? Um estranhamento, acabou o filme e eu senti que faltou. Agora me pergunta o que é que faltou? Eu não sei explicar kkkkkkkkkk
O Urso do Pó Branco
2.9 368Só risadaria e c0caine kkkkkkk me diverti enquanto queimava um, sabia que ia ser bobagem por isso já comecei a ver esperando a palhaçada, não dava pra levar a sério né gente.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraSó digo uma coisa: Assistam!
Tchau.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraNão sei o que o povo tá falando ai pra baixo, mas achei incrível assim como a primeira. Adoro os atores e atrizes, acho um roteiro bem elaborado, adoro os mindfuck que a série provoca na gente. Ansiosa demais para a terceira temporada, feliz por ter demorado a assistir! Vi com muita calma e bastante atenção aproveitando cada detalhe para a próxima.