Tenho 30 anos e sou completamente apaixonada por Moana! Fala sério, a melhor guerreira (não princesa, kkk) da Disney! E olha que isso é difícil de dizer, porque ela conseguiu superar até a minha favorita de antes, a Merida!
O filme é um encanto do início ao fim. Essa conexão com os ancestrais (meu ponto fraco rs) me pegou de um jeito lindo. Achei maravilhoso mostrarem a Moana mais velha, mais madura, mas ainda com aquele espírito destemido que a gente tanto ama. A irmã dela é uma fofura, super cativante!
De verdade? Já entrou pra minha lista de favoritos. Se quiserem lançar um Moana 3, que venham com tudo, porque esse segundo foi maravilhoso, assim como o primeiro.
Babygirl começa com uma proposta promissora: inverter os papéis clássicos de gênero que costumamos ver em romances e comédias dramáticas. Aqui, a protagonista é uma mulher poderosa, bem-sucedida, que assume uma postura típica de personagens masculinos nos filmes — sedutora, desapegada, e envolvida com seu assistente. A ideia tinha tudo para render um enredo provocativo e inteligente, com uma abordagem moderna sobre relações de poder, desejo e identidade.
No entanto, o potencial da história se perde em meio a um roteiro raso, que prioriza o apelo visual e as cenas de sedução, mas deixa de lado o desenvolvimento da trama e dos personagens. O filme é, sim, muito sexy e cheio de tensão sensual — o que pode entreter por um tempo — mas falta substância. A narrativa parece sempre à beira de algo mais profundo, sem nunca realmente se comprometer com isso.
Fica a sensação de que Babygirl queria dizer algo relevante, subverter expectativas, criar uma nova imagem da mulher no cinema. Mas, no fim, optou por ficar na superfície. Com um roteiro mais bem trabalhado, poderia ter sido memorável. Do jeito que está, entrega estilo, mas falta alma.
Um típico filme estilo "sessão da tarde": agradável de assistir, mas sem grandes destaques. A trama segue a linha dos romances adolescentes já bastante explorados no cinema, e infelizmente não entrega nada de especialmente marcante. É aquele tipo de filme que você assiste uma vez e dificilmente sente vontade de rever. Em meio a tantas produções do mesmo gênero, este acaba ficando na média, simpático, mas esquecível.
Que filme lindo, visualmente falando. Uma estética impecável, daquelas que fazem a gente suspirar a cada cena. Mas, ao mesmo tempo, fiquei completamente perdida. Foi como se eu estivesse diante de algo tão belo que me desconectei do enredo – se é que havia um. Sabe aquela sensação de estar em um lugar deslumbrante e, por um momento, perder a noção do tempo, da linearidade, só absorvendo a beleza? Foi exatamente isso que senti assistindo Parthenope.
Passei o filme inteiro repetindo mentalmente: “Que lindo, que lindo… que gente linda, que lugares lindos, que cenas fortes e poéticas”. Mas, em algum ponto, me peguei perguntando: houve mesmo uma história? Ou fui eu que a perdi no meio de tanta beleza?
Alguns diálogos me pareceram desconexos, cenas que surgiam sem muita costura com as anteriores, e o ritmo seguia assim, fluido, mas meio disperso. Talvez essa fosse a intenção: criar mais uma experiência sensorial do que narrativa. Mas confesso que, para mim, ficou a impressão de que algo se perdeu — ou melhor, eu me perdi. No fim das contas, achei tudo muito bonito... e só.
Filme meio psycho, pra ser sincera. Não curti muito, não. Mas vamos começar pelos pontos positivos: o ator e a atriz principais entregaram tudo. Eles realmente incorporaram os personagens de uma forma tão intensa que me fez sentir ódio profundo do homem e uma tristeza imensa pela menina. Foi perturbador assistir à história toda pelos olhos do abusador — a gente não espera isso, né? Normalmente, é a vítima quem ganha voz. Aqui, foi o contrário. E o pior: ele tenta justificar cada passo da loucura dele, como se fosse razoável. É difícil de engolir.
O filme é pesado, sim. E, sinceramente, acho estranho alguém dizer que “gostou” da história em si. É preocupante. Não achei que o filme romantiza o abuso, até porque ficou bem claro que toda a narrativa vinha da cabeça distorcida dele. E dentro da mente dele, tudo parecia "normal", o que torna tudo ainda mais perturbador. Mas mesmo assim, tem limites, né?
No fim das contas, é um daqueles filmes que cada um decide se quer encarar ou não. A atuação dos dois protagonistas é brilhante e, por isso, a história impacta tanto. Mas a sensação que fica é horrível. É uma obra forte, incômoda, e talvez até necessária para lembrar que nem toda narrativa que nos contam merece empatia.
Vim assistir Vingança porque fiquei impactada com A Substância — precisava entender como essa diretora trabalha o body horror desde o começo. E olha, mais uma vez ela me entregou aquele desconforto delicioso que só quem ama o gênero sabe apreciar.
Sou grande fã de uma boa vingança feminina, e o filme até entrega alguns momentos interessantes nesse sentido. A construção dos personagens é um dos pontos fortes dela — a diretora sabe apresentar cada figura de forma marcante, mesmo com pouco tempo de tela. Ela cria tipos intensos, visuais fortes, tudo sempre carregado de tensão.
Mas... o roteiro me deixou na mão. A trama tem potencial, mas parece que ela segura demais o ritmo, e quando a vingança finalmente vem, não chega com a força que deveria. Faltou impacto, faltaram mortes criativas (só curti a primeira de verdade), e talvez até faltou personagem pra morrer mesmo, hahaha. Senti que o filme precisava de mais ousadia na execução.
Ainda assim, não é um filme ruim. Tem estilo, tem identidade, e a diretora sabe provocar incômodo como poucas. Gosto desse tipo de arte que mexe com o corpo e o psicológico ao mesmo tempo. Mesmo com os defeitos, continuo de olho nela — ela tá claramente criando uma assinatura que me agrada demais.
Ahhhhhhh, o Body Horror… como eu estava com saudades! É uma delícia — no melhor dos sentidos tortuosos — sentir aquele choque entre medo e fascínio, ver o corpo se contorcendo de formas que desafiam a lógica. Eu simplesmente adoro essa sensação de agonia física, ao ponto de cobrir os olhos, não porque quero parar de ver, mas porque meu próprio corpo não sabe lidar com o que tá sentindo. Esse é o verdadeiro poder do body horror, e A Substância entrega isso de forma magistral!
Foi um prazer perturbador me perder na angústia e transformação dos dois corpos centrais do filme. Que atuações impecáveis da Demi Moore e da Margaret Qualley — intensas, viscerais, vulneráveis. Elas entregaram tudo! A direção é precisa, a fotografia é linda e grotesca na medida certa, a sonoplastia cria uma atmosfera sufocante, e a trilha sonora complementa com perfeição. Tudo funciona. Tudo. Não é à toa que o filme entrou direto pros meus favoritos.
E olha... ainda tô indignada que a Demi Moore não levou o Oscar por esse papel. Sério, parece até piada da Academia. Ela se entregou completamente. Uma atuação dessas é rara.
É legal? É sim! Vale a pena ver? Vale também! Assistiria de novo? Pra quê, né?
Fui ver Anora pra entender o motivo de tanto burburinho e... ainda tô tentando entender por que a atriz levou o prêmio. Genteeee, no mesmo dia assisti A Substância e achei uma baita injustiça! Aquele filme escancara o que a indústria faz com mulheres mais velhas — parecia até uma indireta pra própria Academia. Coincidência? Duvido!
Agora, sobre Anora em si: é bonitinho, vai. Uma garota de 23, um garoto rico de 21, uma busca por vida fácil, um monte de histeria... tem lá seu charme, mas também não é tudo isso. MENOS — bem menos — do que fizeram parecer.
Chorei bastante em várias cenas, mas não confiem em mim (estou na tpm). Porém preciso defender a tese, gosto do casal que o filme forma, gosto muito das mudanças da personagem conforme ela vai realizando a lista, o amadurecimento dela pra mim foi lindo, principalmente porque estou a 2 dias para fazer 30 anos e me vi "chicando" minha lista também esses dias e ver esse filme nesse momento fez muito sentido e como a gente é boba quando mais nova né, eu fiz minha lista do que fazer antes dos 30 aos 20 e nossa quanta bobagem de menina, mas é tão gostoso relembrar que já tive mais inocencia, era mais ingênua, achava que a vida era fácil demais e ai quando os anos passam e você pega sua lista na mão percebe o quanto você mudou. Gostei de ver o filme por conta desse motivo e óbvio não posso esquecer a tpm, mas me diverti e chorei bastante, mas é cada um por si nesse aqui, não digo que sim nem que não.
Achei tão lindo, tem cenas tão incríveis, até comentei com a minha mãe "nossa que sorte das crianças de hoje poderem ter essa honra de filmes tão bonitos" e é verdade, não que na minha época não tivesse, me deslumbrei com vários. Mas gente fico impactada com tanta tecnologia e como isso melhora os filmes! Uma graça sinceramente, podem assistir sem erro, só achei que faltou história o filme é longo mas deixou com aquela vontade de quero mais sabe?
Ai mi amour, ai mi amour! Toda vez que lembro dos meus ancestrais, automaticamente relembro desse filme. É um dos meus favoritos, vi que ainda não tinha marcado ele aqui ainda. É tão precioso, tão emocionante. Choro tanto com esse filme, um choro de saudades dos meus, eu já rezava por todos que partiram mas depois que vi esse filme pela primeira vez, decidi que ia criar um altar para meus ancestrais também. É tão lindo, uma joia rara em meio de tantos desenhos vazios da nova geração.
Chorei tanto, nossa que filme lindo. A anos não conseguia me sentir uma criança de novo, mas nesse não teve jeito foi do início ao fim conversando com os animais "sai dai" "corre" "nãããããooooo" "entra no barco, entra no barco!!!!" foi tão gostoso me sentir assim de novo, é um filme que vou rever tantas e tantas vezes minha vida inteira. Me ensinou tanto sobre amizade, como é importante deixar a vida fluir e mesmo tendo nossa própria personalidade quem está em volta e os lugares que frequentamos molda quem podemos nos tornar, são somos eternamente o que juramos hoje ser. Ainda bem né? Ainda bem que crescemos, evoluímos, ainda bem que encontramos pessoas no meio do caminho, que sim muitas vão fazer a gente sofrer, outras não, porém todas que passam pela nossa vida não é em vão.
Não li o livro por isso gostei, mas também não vou ler o livro também. Mas fiquei triste que rolou a maior treta entre os atores principais e não vai ter continuação. Uó porque realmente não quero ler os livros.
Remake desnecessário! Quer final feliz assiste um desenho ou comédia romantica. Ah nem fiquei triste demais com o final hahahahahaha queria que fosse igual, mas poderiam ter trabalho nos detalhes do primeiro que ficou em aberto "porque fazem isso? quem são as pessoas que pegou a criança?" Vem com essa historinha zoada de dinheiro? Meus amigos os roteiristas tão mal viu........
EU AMEI, AMEI E AMEI Depois do filme me bateu uma sensação de querer ver o musical ao vivo, já comecei até pesquisar pelos ingressos! É lindo e quero muito a segunda parte.
Sinto que faltou algo, não sei bem o que pensar. Gosto da construção dos cenários, amo as maquiagens, o elenco, gosto de tudo no filme, inclusive gosto muito o quanto me lembra Bram Stocker e o quanto o castelo me lembra de Nosferatu o original, porém não sei algo na história me deixa com uma sensação que faltou sabe? Um estranhamento, acabou o filme e eu senti que faltou. Agora me pergunta o que é que faltou? Eu não sei explicar kkkkkkkkkk
Só risadaria e c0caine kkkkkkk me diverti enquanto queimava um, sabia que ia ser bobagem por isso já comecei a ver esperando a palhaçada, não dava pra levar a sério né gente.
Achei um filme muito lento! Graças aos deuses hoje em dia podemos acelerar as coisas e em várias cenas eu colocava em 1,5x mas preciso dizer que quase vomitei, antes de chegar no meio do filme eu já sabia o que rolava, ficou bem nítido mas nossa cenas finais é arrebatadoras, me enojei inteira inclusive no fim do filme coloque em 2x porque não queria ficar presa nas cenas pertubadoras que inclusive foram também demoradas porque nem no 2x foi rápido! Então minha opinião é, vai fazer um filme lento? Faça mas pelo menos nas cenas pertubadoras faça elas rápidas porque ninguém merece. Lá no passado que eu era mais novinha gostava de ver umas cenas fortes, mas hoje não é comigo!
Não recomendo o filme para quem tem traumas com abusos principalmente em família (não falo somente s3xual não tá) é forte o babado desse filme, mas só dei 3 estrelas por toda a demora e pela cena pertubadora demorada.
Acabei de rever esse filme, amo a sexualidade dele, as segundas intenções que tem por traz do olhar de cada personagem, o drama, o plot, é tudo incrível! Elenco lindo, trilha sonora impecável, gosto da fotografia do filme e tudo que me leva naquela viagem para os anos 90.
Acabei de ver e estou em choque ainda. Saber que as medicinas estavam ali presentes com os povos dessa forma, num momento tão complicado e difícil. Chorei tanto em gratidão pensando em como chegaram até a medicina da Ayahuasca, é bem doido imaginar como chegaram até ela, quanto conhecimento, quanta sabedoria! VIVA OS POVOS ORIGINÁRIOS, sejam eles da onde for! As pessoas precisam aprender a valorizar mais aqueles que estavam em seus lares antes dos colonizadores. Que documentário emocionante, ficava tentando me colocar ali na pele de cada um que estava ajudando nas buscas, o quão difícil deveria ser para eles a cada dia que se passava e não encontravam as crianças, desesperador. Realmente o respeito com a mata tem que ser exatamente como deixaram explicito, tem que dar medo mesmo, tem que ser sem explicação, se devemos respeitar os originários de seus países, devemos respeitar a mãe terra que está aqui antes mesmo das pessoas, é mais antiga que tudo, é de dar medo mesmo, tem muito conhecimento, energia e poder.
Eu recomendo muito para todos que sentirem de assistir!
Ouvi falar tanto desse filme, mas não deu pra mim não. Achei bem fraco viu! Tem sim seu lado assustador e sombrio, principalmente o personagem do Nicolas Cage que é amedrontador de se ver, mas aparece pouco e as poucas cenas de suspense não faz valer toda a fama que o filme vem carregando. Acho que eles tinham um ótimo personagem, numa ótima ambientação mas cagaram na história, até que o plot é meio interessante até, mas é fraquinho, tinha que ter mais gore, um roteiro um pouco melhor porque para né tinha tudo pra dar certo mas os roteiristas cagaram o filme.
Moana 2
3.2 182 Assista AgoraTenho 30 anos e sou completamente apaixonada por Moana! Fala sério, a melhor guerreira (não princesa, kkk) da Disney! E olha que isso é difícil de dizer, porque ela conseguiu superar até a minha favorita de antes, a Merida!
O filme é um encanto do início ao fim. Essa conexão com os ancestrais (meu ponto fraco rs) me pegou de um jeito lindo. Achei maravilhoso mostrarem a Moana mais velha, mais madura, mas ainda com aquele espírito destemido que a gente tanto ama. A irmã dela é uma fofura, super cativante!
De verdade? Já entrou pra minha lista de favoritos. Se quiserem lançar um Moana 3, que venham com tudo, porque esse segundo foi maravilhoso, assim como o primeiro.
Babygirl
2.7 491 Assista AgoraBabygirl começa com uma proposta promissora: inverter os papéis clássicos de gênero que costumamos ver em romances e comédias dramáticas. Aqui, a protagonista é uma mulher poderosa, bem-sucedida, que assume uma postura típica de personagens masculinos nos filmes — sedutora, desapegada, e envolvida com seu assistente. A ideia tinha tudo para render um enredo provocativo e inteligente, com uma abordagem moderna sobre relações de poder, desejo e identidade.
No entanto, o potencial da história se perde em meio a um roteiro raso, que prioriza o apelo visual e as cenas de sedução, mas deixa de lado o desenvolvimento da trama e dos personagens. O filme é, sim, muito sexy e cheio de tensão sensual — o que pode entreter por um tempo — mas falta substância. A narrativa parece sempre à beira de algo mais profundo, sem nunca realmente se comprometer com isso.
Fica a sensação de que Babygirl queria dizer algo relevante, subverter expectativas, criar uma nova imagem da mulher no cinema. Mas, no fim, optou por ficar na superfície. Com um roteiro mais bem trabalhado, poderia ter sido memorável. Do jeito que está, entrega estilo, mas falta alma.
As Quatro Estações do Amor
2.9 21Um típico filme estilo "sessão da tarde": agradável de assistir, mas sem grandes destaques. A trama segue a linha dos romances adolescentes já bastante explorados no cinema, e infelizmente não entrega nada de especialmente marcante. É aquele tipo de filme que você assiste uma vez e dificilmente sente vontade de rever. Em meio a tantas produções do mesmo gênero, este acaba ficando na média, simpático, mas esquecível.
Parthenope: Os Amores de Nápoles
3.2 33Que filme lindo, visualmente falando. Uma estética impecável, daquelas que fazem a gente suspirar a cada cena. Mas, ao mesmo tempo, fiquei completamente perdida. Foi como se eu estivesse diante de algo tão belo que me desconectei do enredo – se é que havia um. Sabe aquela sensação de estar em um lugar deslumbrante e, por um momento, perder a noção do tempo, da linearidade, só absorvendo a beleza? Foi exatamente isso que senti assistindo Parthenope.
Passei o filme inteiro repetindo mentalmente: “Que lindo, que lindo… que gente linda, que lugares lindos, que cenas fortes e poéticas”. Mas, em algum ponto, me peguei perguntando: houve mesmo uma história? Ou fui eu que a perdi no meio de tanta beleza?
Alguns diálogos me pareceram desconexos, cenas que surgiam sem muita costura com as anteriores, e o ritmo seguia assim, fluido, mas meio disperso. Talvez essa fosse a intenção: criar mais uma experiência sensorial do que narrativa. Mas confesso que, para mim, ficou a impressão de que algo se perdeu — ou melhor, eu me perdi. No fim das contas, achei tudo muito bonito... e só.
Lolita
3.7 834 Assista AgoraFilme meio psycho, pra ser sincera. Não curti muito, não. Mas vamos começar pelos pontos positivos: o ator e a atriz principais entregaram tudo. Eles realmente incorporaram os personagens de uma forma tão intensa que me fez sentir ódio profundo do homem e uma tristeza imensa pela menina. Foi perturbador assistir à história toda pelos olhos do abusador — a gente não espera isso, né? Normalmente, é a vítima quem ganha voz. Aqui, foi o contrário. E o pior: ele tenta justificar cada passo da loucura dele, como se fosse razoável. É difícil de engolir.
O filme é pesado, sim. E, sinceramente, acho estranho alguém dizer que “gostou” da história em si. É preocupante. Não achei que o filme romantiza o abuso, até porque ficou bem claro que toda a narrativa vinha da cabeça distorcida dele. E dentro da mente dele, tudo parecia "normal", o que torna tudo ainda mais perturbador. Mas mesmo assim, tem limites, né?
No fim das contas, é um daqueles filmes que cada um decide se quer encarar ou não. A atuação dos dois protagonistas é brilhante e, por isso, a história impacta tanto. Mas a sensação que fica é horrível. É uma obra forte, incômoda, e talvez até necessária para lembrar que nem toda narrativa que nos contam merece empatia.
Vingança
3.2 668 Assista AgoraVim assistir Vingança porque fiquei impactada com A Substância — precisava entender como essa diretora trabalha o body horror desde o começo. E olha, mais uma vez ela me entregou aquele desconforto delicioso que só quem ama o gênero sabe apreciar.
Sou grande fã de uma boa vingança feminina, e o filme até entrega alguns momentos interessantes nesse sentido. A construção dos personagens é um dos pontos fortes dela — a diretora sabe apresentar cada figura de forma marcante, mesmo com pouco tempo de tela. Ela cria tipos intensos, visuais fortes, tudo sempre carregado de tensão.
Mas... o roteiro me deixou na mão. A trama tem potencial, mas parece que ela segura demais o ritmo, e quando a vingança finalmente vem, não chega com a força que deveria. Faltou impacto, faltaram mortes criativas (só curti a primeira de verdade), e talvez até faltou personagem pra morrer mesmo, hahaha. Senti que o filme precisava de mais ousadia na execução.
Ainda assim, não é um filme ruim. Tem estilo, tem identidade, e a diretora sabe provocar incômodo como poucas. Gosto desse tipo de arte que mexe com o corpo e o psicológico ao mesmo tempo. Mesmo com os defeitos, continuo de olho nela — ela tá claramente criando uma assinatura que me agrada demais.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraAhhhhhhh, o Body Horror… como eu estava com saudades!
É uma delícia — no melhor dos sentidos tortuosos — sentir aquele choque entre medo e fascínio, ver o corpo se contorcendo de formas que desafiam a lógica. Eu simplesmente adoro essa sensação de agonia física, ao ponto de cobrir os olhos, não porque quero parar de ver, mas porque meu próprio corpo não sabe lidar com o que tá sentindo. Esse é o verdadeiro poder do body horror, e A Substância entrega isso de forma magistral!
Foi um prazer perturbador me perder na angústia e transformação dos dois corpos centrais do filme. Que atuações impecáveis da Demi Moore e da Margaret Qualley — intensas, viscerais, vulneráveis. Elas entregaram tudo!
A direção é precisa, a fotografia é linda e grotesca na medida certa, a sonoplastia cria uma atmosfera sufocante, e a trilha sonora complementa com perfeição. Tudo funciona. Tudo. Não é à toa que o filme entrou direto pros meus favoritos.
E olha... ainda tô indignada que a Demi Moore não levou o Oscar por esse papel. Sério, parece até piada da Academia. Ela se entregou completamente. Uma atuação dessas é rara.
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraÉ legal? É sim!
Vale a pena ver? Vale também!
Assistiria de novo? Pra quê, né?
Fui ver Anora pra entender o motivo de tanto burburinho e... ainda tô tentando entender por que a atriz levou o prêmio. Genteeee, no mesmo dia assisti A Substância e achei uma baita injustiça! Aquele filme escancara o que a indústria faz com mulheres mais velhas — parecia até uma indireta pra própria Academia. Coincidência? Duvido!
Agora, sobre Anora em si: é bonitinho, vai. Uma garota de 23, um garoto rico de 21, uma busca por vida fácil, um monte de histeria... tem lá seu charme, mas também não é tudo isso. MENOS — bem menos — do que fizeram parecer.
A Lista da Minha Vida
3.4 135 Assista AgoraChorei bastante em várias cenas, mas não confiem em mim (estou na tpm). Porém preciso defender a tese, gosto do casal que o filme forma, gosto muito das mudanças da personagem conforme ela vai realizando a lista, o amadurecimento dela pra mim foi lindo, principalmente porque estou a 2 dias para fazer 30 anos e me vi "chicando" minha lista também esses dias e ver esse filme nesse momento fez muito sentido e como a gente é boba quando mais nova né, eu fiz minha lista do que fazer antes dos 30 aos 20 e nossa quanta bobagem de menina, mas é tão gostoso relembrar que já tive mais inocencia, era mais ingênua, achava que a vida era fácil demais e ai quando os anos passam e você pega sua lista na mão percebe o quanto você mudou.
Gostei de ver o filme por conta desse motivo e óbvio não posso esquecer a tpm, mas me diverti e chorei bastante, mas é cada um por si nesse aqui, não digo que sim nem que não.
Robô Selvagem
4.3 561Achei tão lindo, tem cenas tão incríveis, até comentei com a minha mãe "nossa que sorte das crianças de hoje poderem ter essa honra de filmes tão bonitos" e é verdade, não que na minha época não tivesse, me deslumbrei com vários. Mas gente fico impactada com tanta tecnologia e como isso melhora os filmes! Uma graça sinceramente, podem assistir sem erro, só achei que faltou história o filme é longo mas deixou com aquela vontade de quero mais sabe?
Viva: A Vida é Uma Festa
4.5 2,6K Assista AgoraAi mi amour, ai mi amour!
Toda vez que lembro dos meus ancestrais, automaticamente relembro desse filme. É um dos meus favoritos, vi que ainda não tinha marcado ele aqui ainda. É tão precioso, tão emocionante. Choro tanto com esse filme, um choro de saudades dos meus, eu já rezava por todos que partiram mas depois que vi esse filme pela primeira vez, decidi que ia criar um altar para meus ancestrais também.
É tão lindo, uma joia rara em meio de tantos desenhos vazios da nova geração.
Flow
4.2 576Chorei tanto, nossa que filme lindo. A anos não conseguia me sentir uma criança de novo, mas nesse não teve jeito foi do início ao fim conversando com os animais "sai dai" "corre" "nãããããooooo" "entra no barco, entra no barco!!!!" foi tão gostoso me sentir assim de novo, é um filme que vou rever tantas e tantas vezes minha vida inteira.
Me ensinou tanto sobre amizade, como é importante deixar a vida fluir e mesmo tendo nossa própria personalidade quem está em volta e os lugares que frequentamos molda quem podemos nos tornar, são somos eternamente o que juramos hoje ser.
Ainda bem né? Ainda bem que crescemos, evoluímos, ainda bem que encontramos pessoas no meio do caminho, que sim muitas vão fazer a gente sofrer, outras não, porém todas que passam pela nossa vida não é em vão.
Um abraço na alma esse filme lindão!
É Assim Que Acaba
3.3 394 Assista AgoraNão li o livro por isso gostei, mas também não vou ler o livro também. Mas fiquei triste que rolou a maior treta entre os atores principais e não vai ter continuação. Uó porque realmente não quero ler os livros.
Não Fale o Mal
3.3 621Remake desnecessário!
Quer final feliz assiste um desenho ou comédia romantica. Ah nem fiquei triste demais com o final hahahahahaha queria que fosse igual, mas poderiam ter trabalho nos detalhes do primeiro que ficou em aberto "porque fazem isso? quem são as pessoas que pegou a criança?"
Vem com essa historinha zoada de dinheiro? Meus amigos os roteiristas tão mal viu........
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraPior que isso, só outro desse. Cruzes kkkkkkkkkkkkkkkkk
Não percam tempo.
Wicked
3.9 524 Assista AgoraEU AMEI, AMEI E AMEI
Depois do filme me bateu uma sensação de querer ver o musical ao vivo, já comecei até pesquisar pelos ingressos! É lindo e quero muito a segunda parte.
Nosferatu
3.6 937 Assista AgoraSinto que faltou algo, não sei bem o que pensar.
Gosto da construção dos cenários, amo as maquiagens, o elenco, gosto de tudo no filme, inclusive gosto muito o quanto me lembra Bram Stocker e o quanto o castelo me lembra de Nosferatu o original, porém não sei algo na história me deixa com uma sensação que faltou sabe? Um estranhamento, acabou o filme e eu senti que faltou. Agora me pergunta o que é que faltou? Eu não sei explicar kkkkkkkkkk
O Urso do Pó Branco
2.9 368Só risadaria e c0caine kkkkkkk me diverti enquanto queimava um, sabia que ia ser bobagem por isso já comecei a ver esperando a palhaçada, não dava pra levar a sério né gente.
Miss Violence
3.9 1,1K Assista AgoraAchei um filme muito lento! Graças aos deuses hoje em dia podemos acelerar as coisas e em várias cenas eu colocava em 1,5x mas preciso dizer que quase vomitei, antes de chegar no meio do filme eu já sabia o que rolava, ficou bem nítido mas nossa cenas finais é arrebatadoras, me enojei inteira inclusive no fim do filme coloque em 2x porque não queria ficar presa nas cenas pertubadoras que inclusive foram também demoradas porque nem no 2x foi rápido!
Então minha opinião é, vai fazer um filme lento? Faça mas pelo menos nas cenas pertubadoras faça elas rápidas porque ninguém merece. Lá no passado que eu era mais novinha gostava de ver umas cenas fortes, mas hoje não é comigo!
Não recomendo o filme para quem tem traumas com abusos principalmente em família (não falo somente s3xual não tá) é forte o babado desse filme, mas só dei 3 estrelas por toda a demora e pela cena pertubadora demorada.
Segundas Intenções
3.6 1,1KAcabei de rever esse filme, amo a sexualidade dele, as segundas intenções que tem por traz do olhar de cada personagem, o drama, o plot, é tudo incrível! Elenco lindo, trilha sonora impecável, gosto da fotografia do filme e tudo que me leva naquela viagem para os anos 90.
As Crianças Perdidas
4.0 45 Assista AgoraAcabei de ver e estou em choque ainda. Saber que as medicinas estavam ali presentes com os povos dessa forma, num momento tão complicado e difícil. Chorei tanto em gratidão pensando em como chegaram até a medicina da Ayahuasca, é bem doido imaginar como chegaram até ela, quanto conhecimento, quanta sabedoria!
VIVA OS POVOS ORIGINÁRIOS, sejam eles da onde for! As pessoas precisam aprender a valorizar mais aqueles que estavam em seus lares antes dos colonizadores.
Que documentário emocionante, ficava tentando me colocar ali na pele de cada um que estava ajudando nas buscas, o quão difícil deveria ser para eles a cada dia que se passava e não encontravam as crianças, desesperador.
Realmente o respeito com a mata tem que ser exatamente como deixaram explicito, tem que dar medo mesmo, tem que ser sem explicação, se devemos respeitar os originários de seus países, devemos respeitar a mãe terra que está aqui antes mesmo das pessoas, é mais antiga que tudo, é de dar medo mesmo, tem muito conhecimento, energia e poder.
Eu recomendo muito para todos que sentirem de assistir!
Que Horas Eu Te Pego?
3.3 548Me diverti bastante e só.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 935 Assista AgoraOuvi falar tanto desse filme, mas não deu pra mim não. Achei bem fraco viu! Tem sim seu lado assustador e sombrio, principalmente o personagem do Nicolas Cage que é amedrontador de se ver, mas aparece pouco e as poucas cenas de suspense não faz valer toda a fama que o filme vem carregando. Acho que eles tinham um ótimo personagem, numa ótima ambientação mas cagaram na história, até que o plot é meio interessante até, mas é fraquinho, tinha que ter mais gore, um roteiro um pouco melhor porque para né tinha tudo pra dar certo mas os roteiristas cagaram o filme.
Pisque Duas Vezes
3.5 662 Assista AgoraADOREI, ADOREI, ADOREI!
Vou rever várias e várias vezes, adoro uma vingança feminina, nossa me sinto em êxtase quando vejo isso!