É um filme importante que toca numa ferida profunda - e infelizmente - muito ignorada da "melhor nação do mundo". Para quem não sabe do que falo, pesquisar sobre a encefalopatia traumática crônica, uma doença aberrante, assustadora.
Muito inteligente a associação do fanatismo em relação aos esportes com elementos religiosos. Curiosamente a palavra "GOAT" significa bode, o que me remete a "bode expiatório" e também ao uso dessa figura em certos círculos sobrenaturais. Parte técnica ok, boa fotografia, boa direção de arte, boas atuações, vai tudo indo bem durante o primeiro e segundo atos, mas tropica terrivelmente no terceiro ao escolher a velha senda do terror que consiste em
Entendo que é um retrato do que a doença realmente pode vir a causar na vida real, o caso do falecido jogador Phillip Adams é bem emblemático nesse sentido, mas realmente me doeu a ausência de um desfecho mais arrojado, mais original. Dito isso, pra mim o filme tem seu mérito sociológico, por assim dizer, uma vez que traz consciência sobre um tema tão relevante. Apesar do deslize no final, pretendo revisitar pra tentar captar outras nuances. No geral, gostei. Nota 7/10.
Bom filme, grande atuação, grande direção de arte. Muito inteligente o tratamento da paleta de cores, conversando com os sentimentos da personagem, retratando a dissolução dela nos ambientes, por assim dizer. Esse elemento é arrojado sem ser pedante. Mas, de fato, o longa é desnecessariamente longo. E faltou tempero. Ela podia ter quebrado uns pratos antes do clímax, que é bem pungente, mas realmente é uma árida jornada até lá. Creio que não veria novamente. Nota: 7/10
Nossa querida Mikey já pode integrar a confraria composta por Julia Roberts, Jennifer Lawrence, Sandra Bullock e Gwyneth. Chá das 5 toda tarde. O assunto: como ganhar um Oscar sem merecer KKKKKKKKKKKKK
São duas horas de filme e, se me perguntarem qual o mote desse filme, eu não sei dizer. A impressão que tive é que ele não tem muito o que contar além do drama familiar pífio e, pra preencher lacunas e dar um ar insólito a obra, os roteiristas recorreram a esse artifício narrativo tosco de multiverso, talvez pra dar uma "marvelizada" e atrair público.
E essa decisão abre a porteira pra vários tipos de parvoíces: pedras falantes, dedos de salsicha, guaxinim maluco, rosquinha, supositório e por aí vai. Gente, na boa, não tem como levar isso a sério.
Voltas e mais voltas (repetitivas, enfadonhas e burlescas) em círculos pra terminar no patético terreno dos velhos e defasados clichês hollywoodianos: "eu te aceito como você é", "a família é tudo que importa", "o amor supera todos os conflitos", etc, etc.
Também achei um tremendo absurdo essa pataquada insana ter levado a estatueta de Melhor Filme. Como alguém sabiamente falou abaixo: se essa tranqueira é considerada o melhor filme de 2022, imaginem o pior...
O filme aborda um tema muito sério de uma forma leviana e "abobalhada" demais durante quase toda sua extensão, apelando pra uma comédia "pastelão" sem graça, super forçada. Eu só consegui sentir uma conexão emocional profunda com o drama dos personagens já na reta final,
GOAT
2.4 73É um filme importante que toca numa ferida profunda - e infelizmente - muito ignorada da "melhor nação do mundo". Para quem não sabe do que falo, pesquisar sobre a encefalopatia traumática crônica, uma doença aberrante, assustadora.
Muito inteligente a associação do fanatismo em relação aos esportes com elementos religiosos. Curiosamente a palavra "GOAT" significa bode, o que me remete a "bode expiatório" e também ao uso dessa figura em certos círculos sobrenaturais.
Parte técnica ok, boa fotografia, boa direção de arte, boas atuações, vai tudo indo bem durante o primeiro e segundo atos, mas tropica terrivelmente no terceiro ao escolher a velha senda do terror que consiste em
no final vamo matar todo mundo
Entendo que é um retrato do que a doença realmente pode vir a causar na vida real, o caso do falecido jogador Phillip Adams é bem emblemático nesse sentido, mas realmente me doeu a ausência de um desfecho mais arrojado, mais original.
Dito isso, pra mim o filme tem seu mérito sociológico, por assim dizer, uma vez que traz consciência sobre um tema tão relevante. Apesar do deslize no final, pretendo revisitar pra tentar captar outras nuances. No geral, gostei. Nota 7/10.
Visto no cinema, Shopping Tacaruna, 06/10/2025
Jeanne Dielman
4.1 126 Assista AgoraVisto no cinema em 05/10/2025
Bom filme, grande atuação, grande direção de arte. Muito inteligente o tratamento da paleta de cores, conversando com os sentimentos da personagem, retratando a dissolução dela nos ambientes, por assim dizer. Esse elemento é arrojado sem ser pedante.
Mas, de fato, o longa é desnecessariamente longo. E faltou tempero. Ela podia ter quebrado uns pratos antes do clímax, que é bem pungente, mas realmente é uma árida jornada até lá. Creio que não veria novamente.
Nota: 7/10
A Semente do Fruto Sagrado
3.9 155 Assista AgoraNinguém aguenta mais história de muçulmana sofrendo. Queremos mais muçulmanas assim: se revoltando, empinando de moto, dando tiro, etc kkkkkkkkkkk
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraNossa querida Mikey já pode integrar a confraria composta por Julia Roberts, Jennifer Lawrence, Sandra Bullock e Gwyneth. Chá das 5 toda tarde. O assunto: como ganhar um Oscar sem merecer KKKKKKKKKKKKK
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraO clipe da Cardi B com duração de quase duas horas e meia ganhou o Bostar kkkkkk
Que vergonha, Academia!!!
Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo
4.0 2,1K Assista AgoraSão duas horas de filme e, se me perguntarem qual o mote desse filme, eu não sei dizer. A impressão que tive é que ele não tem muito o que contar além do drama familiar pífio e, pra preencher lacunas e dar um ar insólito a obra, os roteiristas recorreram a esse artifício narrativo tosco de multiverso, talvez pra dar uma "marvelizada" e atrair público.
E essa decisão abre a porteira pra vários tipos de parvoíces: pedras falantes, dedos de salsicha, guaxinim maluco, rosquinha, supositório e por aí vai. Gente, na boa, não tem como levar isso a sério.
Voltas e mais voltas (repetitivas, enfadonhas e burlescas) em círculos pra terminar no patético terreno dos velhos e defasados clichês hollywoodianos: "eu te aceito como você é", "a família é tudo que importa", "o amor supera todos os conflitos", etc, etc.
Também achei um tremendo absurdo essa pataquada insana ter levado a estatueta de Melhor Filme. Como alguém sabiamente falou abaixo: se essa tranqueira é considerada o melhor filme de 2022, imaginem o pior...
Caminho Áspero
3.6 13O filme aborda um tema muito sério de uma forma leviana e "abobalhada" demais durante quase toda sua extensão, apelando pra uma comédia "pastelão" sem graça, super forçada.
Eu só consegui sentir uma conexão emocional profunda com o drama dos personagens já na reta final,
na cena em que o casal protagonista está deixando a casa