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É um filme importante que toca numa ferida profunda - e infelizmente - muito ignorada da "melhor nação do mundo". Para quem não sabe do que falo, pesquisar sobre a encefalopatia traumática crônica, uma doença aberrante, assustadora.
Muito inteligente a associação do fanatismo em relação aos esportes com elementos religiosos. Curiosamente a palavra "GOAT" significa bode, o que me remete a "bode expiatório" e também ao uso dessa figura em certos círculos sobrenaturais.
Parte técnica ok, boa fotografia, boa direção de arte, boas atuações, vai tudo indo bem durante o primeiro e segundo atos, mas tropica terrivelmente no terceiro ao escolher a velha senda do terror que consiste em
no final vamo matar todo mundo
Entendo que é um retrato do que a doença realmente pode vir a causar na vida real, o caso do falecido jogador Phillip Adams é bem emblemático nesse sentido, mas realmente me doeu a ausência de um desfecho mais arrojado, mais original.
Dito isso, pra mim o filme tem seu mérito sociológico, por assim dizer, uma vez que traz consciência sobre um tema tão relevante. Apesar do deslize no final, pretendo revisitar pra tentar captar outras nuances. No geral, gostei. Nota 7/10.
Visto no cinema, Shopping Tacaruna, 06/10/2025
Visto no cinema em 05/10/2025
Bom filme, grande atuação, grande direção de arte. Muito inteligente o tratamento da paleta de cores, conversando com os sentimentos da personagem, retratando a dissolução dela nos ambientes, por assim dizer. Esse elemento é arrojado sem ser pedante.
Mas, de fato, o longa é desnecessariamente longo. E faltou tempero. Ela podia ter quebrado uns pratos antes do clímax, que é bem pungente, mas realmente é uma árida jornada até lá. Creio que não veria novamente.
Nota: 7/10
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A sátira aos exageros do mundo da moda nesse é mais acentuada, mas o filme não engrena. As críticas a temas atuais soam esquemáticas, postiças, artificiais.
As personagens estão diluídas, como se tivessem meio que derretido.
O roteiro é mt atropelado, os fatos são jogados a boléu. Tudo acontece de forma mt veloz e, pra cada conflito que surge, vem no combo alguma solução emergencial miraculosa.
A forma como a trama se desenvolve não tem alma, espontaneidade, parece que o filme foi escrito por IA.
Anos se passaram e a personagem Andy não evoluiu, ainda se comporta como a mesma mulher passiva, submissa, que aceita diatribes calada.
Enfim, achei essa sequência um desserviço. Mais uma produção desnecessária feita pra
alimentar a infinita ganância de Hollywood.