Esse filme é a resposta do que o Paul W.S. Anderson sempre falava, o público não quer ver a mesma história dos jogos, por isso se faz adaptações. Embora seja muito fiel a atmosfera dos jogos e ter um enredo muito próximo, o filme não manteve a essência de alguns personagens e o tom mais trash acaba tornando-o um tanto pastelão além da conta. Mas é notável que muitas das ideias colocadas no filme parecem dialogar com os jogos, principalmente os remakes, e ouso dizer que talvez, alguns conceitos tenham sido aplicados com o aval da Capcom justamente para testar com o público o que funcionária ou não nos.jogos, exemplo disso é a modificação da origem dos irmãos Redfield e o orfanato e o casal Jill/Wesker.
Provavelmente uma das continuações mais sem sentido e totalmente desnecessária á feita, o roteiro deve ter sido feito numa noite de cachaça porque não há explicações pra isso.
Bem divertido, mas o final com ele se revelando para a cantora foi um pouco preguiçoso e pouco criativo, no entanto é um dos suspenses mais relevantes lançados esse ano, quero ver o Sorria 2, que vai utilizar esse mesmo plot com uma cantora fictícia. Palmas para a filha do Shyamalan que escreveu boa parte das canções usadas no filme, que pareceu um grande ato promocional para lançar uma carreira musical. Bom, já é a segunda filha encaminhada nesse ramo. Embora que a primeira não tenha se dado tão bem com o seu longa também lançado esse ano, sendo um fiasco de bilheteria, os observadores.
Tinha um grande potencial pra se tornar um clássico, mas por fugir demais do padrão "Disney" acaba se aproximando de animações como O gigante de Ferro, são apreciadas e tem uma personalidade, mas não se encaixam num main streaming, ainda acho todo o design dessa animação muito interessante e tem um teor de retrofuturismo bastante próprio, além da questão de ter sido criado todo um idioma e seus personagens serem bem explorados com características bem definidas.
O gado são os furações e o filme é um grande rodeio. A linguagem utilizado no enredo foi bastante interessante uma mescla de documentário com o estilo "Live" de redes sociais, porém a história é fraca e os personagens não são cativantes o suficientes pra você se importar, além de ser um pouco longo demais e nos minutos finais querer entregar um romance açucarado saindo do drama catástrofe que prometia ser.
É redondinho dentro da proposta e encerra o arco da Maxine bem, porém você tem a estranha sensação de dejá-vù ao longo do filme, por trazer temáticas bastante batidas no mundo do terror e principalmente por te sido exploradas recentemente e de maneira excessiva, como o caso do Night Stalker, documentário da netflix, temporada de American Horror Story, associação de jogos de RPG e Rock a algo demoníaco Stranger Things 4 temporada, porém entendo que foi pra contextualizar a época, mas poderia ter utilizado outros elementos.
Após Multiverso da Loucura, sem a loucura que o pública esperava da Marvel, e o resultado não ter sido o que a empresa gostaria, devem ter aprendido a lição. Talvez de todo o leque de personagens que o estúdio possui, Deadpool com toda certeza seria o que mais permitia aloprar os estúdios sem ficar algo pastelão demais.
O retorno do Wolverine é aquilo que já se esperava, não há explicação. O roteiro cria uma situação a lá "Esquadrão Suicida", pra justificar o filme e enterrar de vez o que a Fox criou. As situações são divertidas e as participações especiais realmente foram a fundo e alguns personagens até me surpreenderam
(Alguém realmente esperava ver Blade, Elektra e Gambit, do filme cancelado do Tatum)
, aposto que o Henry Cavill adorou essa participação na concorrente e o Chris Evans de Tocha Humana deve ter deixado muitos fãs novos confusos. Enfim a série do Loki teve alguma serventia na Marvel, depois da péssima segunda temporada e o vilão cancelado, o filme é divertido, tem algumas boas sequências de ação, mas não é algo espetacular, até porque, esse não é o Wolverine que conhecemos.
Consegue reinventar as tartarugas sem fugir da origem, mas sem entregar mais do mesmo, gostei da abordagem de um novo vilão e os mutantes virarem de lado, agora tava tudo bem até não conseguirem deixar de lado o Destruidor no final. Mas foi uma versão bem inventiva e que traz uma mensagem legal sobre inclusão e quebrar preconceitos. De tudo que saiu das tartarugas essa versão foi a que mais mostrou potencial e uma autenticidade desde os primeiros live actions lá dos anos 90.
O John Krasinski copiando na cara dura "A Mansão Foster para Amigos Imaginários" e fazendo o live action do desenho a sua maneira, no mais era pra ser um filme mais "bonitinho", mas não se encaixou muito na proposta, tenta passar uma mensagem reconfortante sobre manter a perspectiva positiva sobre a vida, mas é tudo um tanto bagunçado ao longo do filme, é aquele tipo de filme feito para passar na tv domingo a tarde. O Krasinski poderia ter entregado uma ideia mais original, era tudo meio óbvio desde o início.
Uma interpretação para esse enredo é que a garota criou uma presença masculina imaginária para preencher a ausência paterna, provavelmente antes de seu pai ter tido um "burnout", e enquanto ele se recupera, ela tenta encontrar na sua imaginação uma forma mais lúdica de superar tudo o que está passando.
A Ishana tem um grande potencial para ser uma ótima diretora fazendo jus a chance dada pelo nepotismo, gosto de como ela consegue dar vida aos cenários e paisagens em volta dos personagens como se fossem elementos da história e não só o "fundo" onde tudo acontece, o enredo é interessante, mas comprar fadas como vilões? Só pensava em qual bobo e ridículo era tudo aquilo, ao mencionarem fadas, não dava para levar a sério, dentro da cultura pop ficou estabelecido esse imaginário a lá "Thinker Bell" sobre fadas e ver algo mais folclórico a respeito, mesmo que sombrio, ainda passa uma vibe galhofa, outro erro é ser uma adaptação e não um roteiro original, talvez para ela seria mais interessante iniciar com uma história própria, ela apostou no seguro e entregou um filme regular.
Como uma adaptação acerta muito, principalmente no elenco que é o coração do filme, se você não acredita-se no clube dos otários nenhum roteiro sustentaria a trama. Nunca tive vontade de ler o livro e acredito que as duas adaptações existentes já fazem o suficiente pela trama, talvez não seja nada surpreendente, mas é um grande clássico do terror e isso é inegável. Revisto.
Revisitado, melhora consideravelmente a fotografia deixando um tom mais realista e abandonando o cartunesco de série de tv do anterior, mas o plano de ser algo grandioso demais em escala global acaba atrapalhando, além de introduzir personagens demais, ainda tem a missão de desenvolver o lado humano dos Vingadores o que tira o foco do vilão que, alias tem um plano muito parecido com o do Thanos. Não curto a ação que rola em Sokovia e o Ultron por vezes não passa o risco por ser todo CGI. Além de utilizarem mais uma vez a manipulação de mentes para criar conflito, algo que rola no primeiro.
Estava na minha lista de filmes pra ver há um bom tempo, é um filme interessante que aborda aspectos de um programa de espionagem que sabe-se realmente veio a existir. Ademais explora a beleza e sensualidade da atriz, embora que a mesma tenha poucas cenas com esse teor o filme foca mais no suspense. O que me pegou no filme foi o fato de que mesmo a personagem tendo seus vacilos a mãe que era o principal laço da mesma nunca chegou a ser ameaçada diretamente, pra mim isso foi um pouco improvável.
O primeiro longa possui uma história mais sólida e desenvolve bem os personagens apresentados e a comunidade Nosso Lar, essa continuação ignora o fato de ter um espaço de 14 anos de um para outro e entende que o público recorda tudo da trama anterior, ainda que o filme anterior tenha sido relançado nos cinemas há de levar em consideração que nem todos vão rever.
O ritmo dessa continuação é menos enfadonho porque parece ter uma história mais fluída, mas ainda sim, não é tão cativante quanto a do anterior, os cenários em exagero em CGI atrapalham muito a perspectiva ficcional em vários momentos, me pergunto, será que realmente não tem ninguém na indústria cinematográfica brasileira que consiga entregar efeitos de alto padrão? É interessante enquanto a proposta sobre a doutrina abordada e as mensagens espirituais, mas falha nos aspectos técnicos e em furos de roteiro (apenas é contado que o filho do Otávio tinha problemas com ele de outras vidas, mas não se fala o porque, além do Otávio aparentemente ter ludibriado e feito algum mau há outras mulheres e isso é deixado de lado, o porque daquela casa ser tão importante para conexão com o Nosso Lar, etc).
Trata-se de um projeto em colaboração entre o já encerrado Starplus com a Globo Filmes provavelmente resultado da parceria entre a Disney e Globo Play, talvez venha dai a ideia de um roteiro mais simples e sem muito aprofundamento. Mas está longe de ser uma produção ruim, porém a história poderia ter sido melhor. É mesmo que conheça um pouco sobre a doutrina espírita e inegável que essa abordagem teórica do Nosso Lar lembra por muitas vezes um pouco da cientologia.
Já que a trama se encerra nos dias atuais, caso haja um terceiro longa, poderia ser abordada diante como a doutrina tem sido pregada na atualidade.
Revisitado, é o primeiro encontro da equipe Legends, ainda possui um bom ritmo e é muito competente na divisão de núcleos dos heróis, o Loki enquanto grande ameaça perde um pouco do impacto revendo com toda a bagagem, ainda que na época já fosse um tanto fraco, mas ainda é melhor que o Ultron enquanto vilões de fase. Tem muito uma pegada de teleseriados, talvez pela fotografia e trajes ainda experimentais, mas entrega cenas de cooperação entre os personagens dignas de serem retiradas diretamente dos quadrinhos. O Joss tinha uma missão e a fez com sucesso, unindo todos. E mesmo com toda a evolução tecnológica o filme está longe de estar datado ou feio.
O filme não é sobre a Guerra Civil, é sobre quem a registra para contar a história, e isso fica claro na fala da Kristen Dust, quando ela diz que não a cabe "interferir", observarmos os entorno da guerra sob uma ótica neutra da equipe de jornalista onde não há lados certos ou errados, apenas destruição e o caos colocado onde há aqueles que preferem tomar um lado e outros que apenas querem seguir suas vidas escolhendo vestidos pomposos para simular uma realidade que já não existe. Não é tão diferente quanto a realidade, afinal alguém parou de continuar com sua vida enquanto as guerras da Rússia e Ucrânia seguem ou sobre os conflitos de Palestina e Israel, não.
A não entrega do contexto que leva a essa Guerra Civil, está dentro de sua proposta onde seu objetivo é alcançado, pois faz o público questionar o que terá acontecido? Na minha interpretação, certamente houve um golpe de estado e gerou nichos de facções que pretendiam derrubar o governo daquela realidade. Tem cenas bem impactantes dos vestígios que uma guerra pode causar e ele te cativa no momento da explosão da bomba, logo nos primeiros minutos. Wagner Moura deu um show e mostrou que evoluiu muito com toda essa experiência Hollywoodiana até chegar nessa produção qual ele tem um destaque de igual protagonista.
Quando um idealizador deseja voltar no passado para contar uma história dentro de um universo já estabelecido, deve ter em mente uma história que faça jus ao retorno. É felizmente FURIOSA, sim em caixa alta, não decepciona e entrega um filme "absolute cinema". Admirável um cineasta beirando seus 80 anos como George Miller entregar uma linguagem cinematográfica tão ágil e dinâmica que muitos sonham em reproduzir, as camêras fazem parte da ação, não só as testemunham, passagens de transição de núcleos e cenas como verdadeiros quadros de arte, um design de som absurdo que faz sentir as engrenagens dos carros e sua velocidade agressiva. Entra no top 10 de melhores do ano sem sombra de dúvidas. Uma pena não ter feito a bilheteria que esse filme merecia.
O filme apela para uma série de enredos chamadas creepypast, umas fan fics de terror, que virou uma febre durante os anos 2010 na internet, e adapta a história do meme da boneca momo, misturando elementos com o caso real do jogo da baleia que causou uma esteria coletiva entre crianças e adolescente com desafios on-line que colocavam suas vidas em risco, o interessante dessa produção está sobre a discussão colocada diante o uso de tela dos jovens e a monitorização excessiva de pais protetores. É atual e se encaixa no gênero que chamo de tech-terror, filmes de terror que o vilão é a tecnologia.
Eu tenho uma teoria de que um bom roteiro na mão de um diretor mediano, o resultado é um filme ruim. Mas um roteiro mediano na mão de um bom diretor, o resultado é um ótimo filme. A sorte dessa produção é ter tido os dois engajados, roteiro e direção, o toque do próprio autor do livro e aparentemente um diretor tão apaixonado pela história quanto seu criador, o que poderia ser um enredo genérico a lá "A culpa é das estrelas", entrega uma história cativante com uma direção que tenta fugir do convencional é dá uma pegada mais artística com uma vibe indie, com alguns atores conhecidos que dão o peso necessário para os protagonistas.
Decepcionante. Nem como um entretenimento despretensioso se torna interessante, por tudo que o filme vendeu achava que seria uma pegada mais Free Guy, mas nada na trama sustenta as tediosas 2 horas de filme. Francamente a quimíca entre o Ryan e a Emily não funciona, o universo dos dublês totalmente escrachado, zoar acidente de trabalho em set, depois que vi o documentário do dublê do Harry Potter, foi algo totalmente desnecessário no filme, que poderia ter construído outra perspectiva ao dar o protagonismo ao Dublê. Poderia argumentar mais, mas esse filme não vale isso, por isso foi esse flop.
Querem um filme maneiro e que literalmente dá o protagonismo a uma dublê Zoe Bell, assistam ao divertido À prova de morte de Quentin Tarantino.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraO melhor do Kleber até aqui.
A Empregada
3.4 596 Assista AgoraQuando a criatividade esgota-se, busca-se por fanfics de wattpad.
Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City
2.2 594Esse filme é a resposta do que o Paul W.S. Anderson sempre falava, o público não quer ver a mesma história dos jogos, por isso se faz adaptações. Embora seja muito fiel a atmosfera dos jogos e ter um enredo muito próximo, o filme não manteve a essência de alguns personagens e o tom mais trash acaba tornando-o um tanto pastelão além da conta. Mas é notável que muitas das ideias colocadas no filme parecem dialogar com os jogos, principalmente os remakes, e ouso dizer que talvez, alguns conceitos tenham sido aplicados com o aval da Capcom justamente para testar com o público o que funcionária ou não nos.jogos, exemplo disso é a modificação da origem dos irmãos Redfield e o orfanato e o casal Jill/Wesker.
Venom: A Última Rodada
2.7 267 Assista AgoraProvavelmente uma das continuações mais sem sentido e totalmente desnecessária á feita, o roteiro deve ter sido feito numa noite de cachaça porque não há explicações pra isso.
Planeta dos Macacos: O Reinado
3.5 394 Assista AgoraAchei bem mais do mesmo, e meio infundada essa disputa de clãs, mas no geral é um filme bem competente.
Armadilha
2.7 874 Assista AgoraBem divertido, mas o final com ele se revelando para a cantora foi um pouco preguiçoso e pouco criativo, no entanto é um dos suspenses mais relevantes lançados esse ano, quero ver o Sorria 2, que vai utilizar esse mesmo plot com uma cantora fictícia. Palmas para a filha do Shyamalan que escreveu boa parte das canções usadas no filme, que pareceu um grande ato promocional para lançar uma carreira musical. Bom, já é a segunda filha encaminhada nesse ramo. Embora que a primeira não tenha se dado tão bem com o seu longa também lançado esse ano, sendo um fiasco de bilheteria, os observadores.
Atlantis: O Reino Perdido
3.5 264 Assista AgoraTinha um grande potencial pra se tornar um clássico, mas por fugir demais do padrão "Disney" acaba se aproximando de animações como O gigante de Ferro, são apreciadas e tem uma personalidade, mas não se encaixam num main streaming, ainda acho todo o design dessa animação muito interessante e tem um teor de retrofuturismo bastante próprio, além da questão de ter sido criado todo um idioma e seus personagens serem bem explorados com características bem definidas.
Twisters
3.1 455 Assista AgoraO gado são os furações e o filme é um grande rodeio. A linguagem utilizado no enredo foi bastante interessante uma mescla de documentário com o estilo "Live" de redes sociais, porém a história é fraca e os personagens não são cativantes o suficientes pra você se importar, além de ser um pouco longo demais e nos minutos finais querer entregar um romance açucarado saindo do drama catástrofe que prometia ser.
MaXXXine
3.1 674 Assista AgoraÉ redondinho dentro da proposta e encerra o arco da Maxine bem, porém você tem a estranha sensação de dejá-vù ao longo do filme, por trazer temáticas bastante batidas no mundo do terror e principalmente por te sido exploradas recentemente e de maneira excessiva, como o caso do Night Stalker, documentário da netflix, temporada de American Horror Story, associação de jogos de RPG e Rock a algo demoníaco Stranger Things 4 temporada, porém entendo que foi pra contextualizar a época, mas poderia ter utilizado outros elementos.
Deadpool & Wolverine
3.7 923 Assista AgoraApós Multiverso da Loucura, sem a loucura que o pública esperava da Marvel, e o resultado não ter sido o que a empresa gostaria, devem ter aprendido a lição. Talvez de todo o leque de personagens que o estúdio possui, Deadpool com toda certeza seria o que mais permitia aloprar os estúdios sem ficar algo pastelão demais.
O retorno do Wolverine é aquilo que já se esperava, não há explicação. O roteiro cria uma situação a lá "Esquadrão Suicida", pra justificar o filme e enterrar de vez o que a Fox criou. As situações são divertidas e as participações especiais realmente foram a fundo e alguns personagens até me surpreenderam
(Alguém realmente esperava ver Blade, Elektra e Gambit, do filme cancelado do Tatum)
As Tartarugas Ninja: Caos Mutante
3.7 154 Assista AgoraConsegue reinventar as tartarugas sem fugir da origem, mas sem entregar mais do mesmo, gostei da abordagem de um novo vilão e os mutantes virarem de lado, agora tava tudo bem até não conseguirem deixar de lado o Destruidor no final. Mas foi uma versão bem inventiva e que traz uma mensagem legal sobre inclusão e quebrar preconceitos. De tudo que saiu das tartarugas essa versão foi a que mais mostrou potencial e uma autenticidade desde os primeiros live actions lá dos anos 90.
Amigos Imaginários
3.3 115O John Krasinski copiando na cara dura "A Mansão Foster para Amigos Imaginários" e fazendo o live action do desenho a sua maneira, no mais era pra ser um filme mais "bonitinho", mas não se encaixou muito na proposta, tenta passar uma mensagem reconfortante sobre manter a perspectiva positiva sobre a vida, mas é tudo um tanto bagunçado ao longo do filme, é aquele tipo de filme feito para passar na tv domingo a tarde. O Krasinski poderia ter entregado uma ideia mais original, era tudo meio óbvio desde o início.
Uma interpretação para esse enredo é que a garota criou uma presença masculina imaginária para preencher a ausência paterna, provavelmente antes de seu pai ter tido um "burnout", e enquanto ele se recupera, ela tenta encontrar na sua imaginação uma forma mais lúdica de superar tudo o que está passando.
Os Observadores
2.8 468 Assista AgoraA Ishana tem um grande potencial para ser uma ótima diretora fazendo jus a chance dada pelo nepotismo, gosto de como ela consegue dar vida aos cenários e paisagens em volta dos personagens como se fossem elementos da história e não só o "fundo" onde tudo acontece, o enredo é interessante, mas comprar fadas como vilões? Só pensava em qual bobo e ridículo era tudo aquilo, ao mencionarem fadas, não dava para levar a sério, dentro da cultura pop ficou estabelecido esse imaginário a lá "Thinker Bell" sobre fadas e ver algo mais folclórico a respeito, mesmo que sombrio, ainda passa uma vibe galhofa, outro erro é ser uma adaptação e não um roteiro original, talvez para ela seria mais interessante iniciar com uma história própria, ela apostou no seguro e entregou um filme regular.
It: A Coisa
3.9 3,0K Assista AgoraComo uma adaptação acerta muito, principalmente no elenco que é o coração do filme, se você não acredita-se no clube dos otários nenhum roteiro sustentaria a trama. Nunca tive vontade de ler o livro e acredito que as duas adaptações existentes já fazem o suficiente pela trama, talvez não seja nada surpreendente, mas é um grande clássico do terror e isso é inegável. Revisto.
Vingadores: Era de Ultron
3.7 3,0K Assista AgoraRevisitado, melhora consideravelmente a fotografia deixando um tom mais realista e abandonando o cartunesco de série de tv do anterior, mas o plano de ser algo grandioso demais em escala global acaba atrapalhando, além de introduzir personagens demais, ainda tem a missão de desenvolver o lado humano dos Vingadores o que tira o foco do vilão que, alias tem um plano muito parecido com o do Thanos. Não curto a ação que rola em Sokovia e o Ultron por vezes não passa o risco por ser todo CGI. Além de utilizarem mais uma vez a manipulação de mentes para criar conflito, algo que rola no primeiro.
Operação Red Sparrow
3.3 602 Assista AgoraEstava na minha lista de filmes pra ver há um bom tempo, é um filme interessante que aborda aspectos de um programa de espionagem que sabe-se realmente veio a existir. Ademais explora a beleza e sensualidade da atriz, embora que a mesma tenha poucas cenas com esse teor o filme foca mais no suspense. O que me pegou no filme foi o fato de que mesmo a personagem tendo seus vacilos a mãe que era o principal laço da mesma nunca chegou a ser ameaçada diretamente, pra mim isso foi um pouco improvável.
Nosso Lar 2 - Os Mensageiros
3.0 125O primeiro longa possui uma história mais sólida e desenvolve bem os personagens apresentados e a comunidade Nosso Lar, essa continuação ignora o fato de ter um espaço de 14 anos de um para outro e entende que o público recorda tudo da trama anterior, ainda que o filme anterior tenha sido relançado nos cinemas há de levar em consideração que nem todos vão rever.
O ritmo dessa continuação é menos enfadonho porque parece ter uma história mais fluída, mas ainda sim, não é tão cativante quanto a do anterior, os cenários em exagero em CGI atrapalham muito a perspectiva ficcional em vários momentos, me pergunto, será que realmente não tem ninguém na indústria cinematográfica brasileira que consiga entregar efeitos de alto padrão? É interessante enquanto a proposta sobre a doutrina abordada e as mensagens espirituais, mas falha nos aspectos técnicos e em furos de roteiro (apenas é contado que o filho do Otávio tinha problemas com ele de outras vidas, mas não se fala o porque, além do Otávio aparentemente ter ludibriado e feito algum mau há outras mulheres e isso é deixado de lado, o porque daquela casa ser tão importante para conexão com o Nosso Lar, etc).
Trata-se de um projeto em colaboração entre o já encerrado Starplus com a Globo Filmes provavelmente resultado da parceria entre a Disney e Globo Play, talvez venha dai a ideia de um roteiro mais simples e sem muito aprofundamento. Mas está longe de ser uma produção ruim, porém a história poderia ter sido melhor. É mesmo que conheça um pouco sobre a doutrina espírita e inegável que essa abordagem teórica do Nosso Lar lembra por muitas vezes um pouco da cientologia.
Já que a trama se encerra nos dias atuais, caso haja um terceiro longa, poderia ser abordada diante como a doutrina tem sido pregada na atualidade.
Os Vingadores
4.0 6,9K Assista AgoraRevisitado, é o primeiro encontro da equipe Legends, ainda possui um bom ritmo e é muito competente na divisão de núcleos dos heróis, o Loki enquanto grande ameaça perde um pouco do impacto revendo com toda a bagagem, ainda que na época já fosse um tanto fraco, mas ainda é melhor que o Ultron enquanto vilões de fase. Tem muito uma pegada de teleseriados, talvez pela fotografia e trajes ainda experimentais, mas entrega cenas de cooperação entre os personagens dignas de serem retiradas diretamente dos quadrinhos. O Joss tinha uma missão e a fez com sucesso, unindo todos. E mesmo com toda a evolução tecnológica o filme está longe de estar datado ou feio.
Guerra Civil
3.5 652O filme não é sobre a Guerra Civil, é sobre quem a registra para contar a história, e isso fica claro na fala da Kristen Dust, quando ela diz que não a cabe "interferir", observarmos os entorno da guerra sob uma ótica neutra da equipe de jornalista onde não há lados certos ou errados, apenas destruição e o caos colocado onde há aqueles que preferem tomar um lado e outros que apenas querem seguir suas vidas escolhendo vestidos pomposos para simular uma realidade que já não existe. Não é tão diferente quanto a realidade, afinal alguém parou de continuar com sua vida enquanto as guerras da Rússia e Ucrânia seguem ou sobre os conflitos de Palestina e Israel, não.
A não entrega do contexto que leva a essa Guerra Civil, está dentro de sua proposta onde seu objetivo é alcançado, pois faz o público questionar o que terá acontecido? Na minha interpretação, certamente houve um golpe de estado e gerou nichos de facções que pretendiam derrubar o governo daquela realidade. Tem cenas bem impactantes dos vestígios que uma guerra pode causar e ele te cativa no momento da explosão da bomba, logo nos primeiros minutos. Wagner Moura deu um show e mostrou que evoluiu muito com toda essa experiência Hollywoodiana até chegar nessa produção qual ele tem um destaque de igual protagonista.
Furiosa: Uma Saga Mad Max
3.7 696 Assista AgoraQuando um idealizador deseja voltar no passado para contar uma história dentro de um universo já estabelecido, deve ter em mente uma história que faça jus ao retorno. É felizmente FURIOSA, sim em caixa alta, não decepciona e entrega um filme "absolute cinema". Admirável um cineasta beirando seus 80 anos como George Miller entregar uma linguagem cinematográfica tão ágil e dinâmica que muitos sonham em reproduzir, as camêras fazem parte da ação, não só as testemunham, passagens de transição de núcleos e cenas como verdadeiros quadros de arte, um design de som absurdo que faz sentir as engrenagens dos carros e sua velocidade agressiva. Entra no top 10 de melhores do ano sem sombra de dúvidas. Uma pena não ter feito a bilheteria que esse filme merecia.
O Meme do Mal
1.6 119 Assista AgoraO filme apela para uma série de enredos chamadas creepypast, umas fan fics de terror, que virou uma febre durante os anos 2010 na internet, e adapta a história do meme da boneca momo, misturando elementos com o caso real do jogo da baleia que causou uma esteria coletiva entre crianças e adolescente com desafios on-line que colocavam suas vidas em risco, o interessante dessa produção está sobre a discussão colocada diante o uso de tela dos jovens e a monitorização excessiva de pais protetores.
É atual e se encaixa no gênero que chamo de tech-terror, filmes de terror que o vilão é a tecnologia.
Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer
4.0 893 Assista AgoraEu tenho uma teoria de que um bom roteiro na mão de um diretor mediano, o resultado é um filme ruim. Mas um roteiro mediano na mão de um bom diretor, o resultado é um ótimo filme. A sorte dessa produção é ter tido os dois engajados, roteiro e direção, o toque do próprio autor do livro e aparentemente um diretor tão apaixonado pela história quanto seu criador, o que poderia ser um enredo genérico a lá "A culpa é das estrelas", entrega uma história cativante com uma direção que tenta fugir do convencional é dá uma pegada mais artística com uma vibe indie, com alguns atores conhecidos que dão o peso necessário para os protagonistas.
Ameaça Profunda
3.0 652 Assista AgoraProvavelmente um roteiro descartado para algum filme do Alien.
O Dublê
3.3 362 Assista AgoraDecepcionante. Nem como um entretenimento despretensioso se torna interessante, por tudo que o filme vendeu achava que seria uma pegada mais Free Guy, mas nada na trama sustenta as tediosas 2 horas de filme. Francamente a quimíca entre o Ryan e a Emily não funciona, o universo dos dublês totalmente escrachado, zoar acidente de trabalho em set, depois que vi o documentário do dublê do Harry Potter, foi algo totalmente desnecessário no filme, que poderia ter construído outra perspectiva ao dar o protagonismo ao Dublê. Poderia argumentar mais, mas esse filme não vale isso, por isso foi esse flop.
Querem um filme maneiro e que literalmente dá o protagonismo a uma dublê Zoe Bell, assistam ao divertido À prova de morte de Quentin Tarantino.