Gostei da série, episódios curtos mas desenvolve a história e aprofunda, dentro do possível, os personagens principais (Ryan e Karen). Explora as dores e dificuldades de PCDs e familiares de forma leve, e o protagonista é um fofo!
É incrível como essa série consegue abordar coisas tão sérias de forma tão leve. Talvez porque o foco é no potencial humano de amar, e de como esse amor pode ser transformador, mesmo em meio ao caos do mundo e do nosso interior. E me refiro a todo tipo de amor: entre amigos, casais, pais e filhos, irmãos, avôs e netos, tios e sobrinhos, professores e alunos, profissionais de saúde e pacientes, a pessoa e ela mesma, suas artes e paixões... Eu assisto com um sorrizinho bobo na cara, o coração fica quentinho e a fé na humanidade se renova... 🫰🏼
June mostrando que, mesmo no pior dos cenários, sempre há formas de resistir! Gosto de como a série utiliza a luminosidade dos ambientes para passar uma mensagem: quanto mais se torna possível enxergar uma luz no fim do túnel, menos escuros ficam os ambientes.
A relação entre June e Serena é uma ambivalência interessante de assistir. O sistema insiste em colocar mulheres como rivais entre si, em dar a algumas a ilusão de poder ao subjugar outras menos privilegiadas, mas a verdade é que absolutamente todas carecem de liberdade. E os momentos em que June reconhece isso, e consegue ter empatia por aquela mulher que tantas vezes é cruel com ela, é bonito de ver.
E pra sobreviver em um contexto de uma ditadura é preciso ter o jogo de cintura de June mesmo. Porque às vezes é preciso apanhar calada pra sobreviver fisicamente. Mas às vezes é preciso devolver o tapa, e/ou mandar se fuder, pra sobreviver emocionalmente.
Do crente ao ateu, ninguém explica a burrice dos homens que mentem pras mulheres com toda a verdade sendo gravada e podendo ser infinitamente vista por todos depois...
Chocada com essas pessoas!!! Algumas fazem coisas interessantes, tipo o cara que constrói a própria academia, mas comer comida do lixo, privar os filhos de comida adequada, reutilizar papel higiênico, entre outras coisas, além de insalubre é de uma falta de noção que faz a gente desconfiar de algum nível de insanidade mesmo...
Eu só vi 1 episódio até agora e já estou impactada com a série.
A angústia que a gente sente ao assistir é, ao mesmo tempo, por conta do horror da distopia retratada, mas também porque vivemos, de fato, alguns aspectos daquilo na nossa sociedade como ela é.
Somos educadas desde sempre para sermos submissas aos homens, a "Deus"... Os dogmas religiosos são utilizados como justificativas e a rivalidade entre mulheres como uma ferramenta. A violência é diária, seja ela física, psicológica, sexual, moral, concretizada ou em ameaça.
Somos culpabilizadas pelas violências que sofremos e ensinadas a culpar umas às outras.
A hipocrisia do sistema que condena um suposto estuprador enquanto exalta outros, normalizando suas violências quando servem à procriação. Digo suposto porque, fiquei me perguntando se o homem realmente estuprou uma mulher, ou se foi descoberto que eles tiveram relações sexuais consensuais, e aí o sexo feito por prazer, com liberdade, aí sim seria "pecado". Affff
Quantas atrocidades são feitas "em nome de Deus"? Quantas mulheres passam a oprimir outras para supostamente sofrerem menos, mas seus pequenos privilégios não a impedem de serem infelizes escravas do sistema também?
É bizarro enxergar tanta realidade nessa história de ficção. Mas também dá orgulho de ver, através da personagem principal, que por mais que nossos corpos sejam externamente prisioneiros, nossas mentes são capazes de se manter livres.
Que série boa! Ótimas atuações. E gostei de como retratou a ambiguidade de sentimentos que uma pessoa pode ter por alguém, especialmente num caso de uma mãe tóxica... Pena do Nick, que era uma pessoa com problema mental e foi punido como se não fosse, e mais severamente do que a Gypsy.
Que mulherão! A interpretação da atriz também foi ótima. Adoro séries que tocam em assuntos relevantes e pesados, mas conseguem fazer isso com leveza. A reação da mulher preta quando a amiga branca estava contando da afronta que foi ela ter vestido calças na TV, enquanto ela estava exausta da luta para que o governo racista não destruísse as casas de todo um bairro de população negra, foi bem simbólico... Todas as causas são importantes, mas quando se compara assim, inserindo fatores como raça e classe, o racismo coloca as pessoas num lugar de ter que lutar pelas coisas mais básicas para um ser humano...
Essa última temporada foi meio parada, mas o último episódio achei muito bom! Cenas ótimas! A série em geral é muito boa, aborda diversos temas ligado à sexualidade com graça e leveza. Eric merece o prêmio de melhor pessoa!!! 🫶🏻
Esta temporada mostrou, com uma certa leveza, a dificuldade de sair do armário mesmo pra quem já quer sair, a bifobia, a assexualidade, os danos do bullying, entre outras coisas. Mas acho fantasiosa demais a forma como colocam algumas questões, como o namoro celibatário de dois adolescentes no auge dos hormônios kkkk e como a transsexualidade sendo tratada de forma tão de boas por todo mundo ao redor da personagem... até parece que é assim! De qualquer forma, é uma boa série romantiquinha, pra aquecer o coração, porque de realidade pesada já basta as cenas diárias kkkrying.
Primeira vez que vejo uma segunda temporada de série ser melhor do que a primeira (que foi bem chata). Os personagens amadureceram, evoluíram, thank God! Dessa eu gostei!
Não me desceu essa romantização em que os espanhóis foram mostrados como se fossem bonzinhos e os portugueses e algumas tribos indígenas como os vilões. Inclusive mostraram os homens brancos acordando ao lado das mulheres indígenas de boas, aham, sei! Queria saber como seria a história contada do ponto de vista dos povos originários...
Achei a primeira temporada brasileira melhor que a segunda. E será devo esperar sentada que esse reality (como todos os similares que vi até hoje) coloque participantes com corpos fora do padrão? E que coloquem homens assumidamente bissexuais, e não apenas mulheres?!
É raro dar 5 estrelas, e essa mereceu! Adorei roteiro, atuações, trilha sonora, fotografia, tudo... a gente ri que só e reflete sobre coisas profundas. Super recomendo essa série!
Treta (2ª Temporada)
3.4 50 Assista AgoraEssa temporada não gostei, achei ruim.
Special (2ª Temporada)
4.0 95Gostei da série, episódios curtos mas desenvolve a história e aprofunda, dentro do possível, os personagens principais (Ryan e Karen). Explora as dores e dificuldades de PCDs e familiares de forma leve, e o protagonista é um fofo!
Heartstopper (3ª Temporada)
4.0 83 Assista AgoraÉ incrível como essa série consegue abordar coisas tão sérias de forma tão leve. Talvez porque o foco é no potencial humano de amar, e de como esse amor pode ser transformador, mesmo em meio ao caos do mundo e do nosso interior. E me refiro a todo tipo de amor: entre amigos, casais, pais e filhos, irmãos, avôs e netos, tios e sobrinhos, professores e alunos, profissionais de saúde e pacientes, a pessoa e ela mesma, suas artes e paixões... Eu assisto com um sorrizinho bobo na cara, o coração fica quentinho e a fé na humanidade se renova... 🫰🏼
O Conto da Aia (6ª Temporada)
3.6 171 Assista AgoraÉ sobre isso, mulheres: não deixem os desgraçados acabarem com vocês!
O Conto da Aia (4ª Temporada)
4.3 441 Assista AgoraQue atuação de Elisabeth Moss!!! 👏🏼👏🏼👏🏼
O Conto da Aia (3ª Temporada)
4.3 604 Assista AgoraJune mostrando que, mesmo no pior dos cenários, sempre há formas de resistir! Gosto de como a série utiliza a luminosidade dos ambientes para passar uma mensagem: quanto mais se torna possível enxergar uma luz no fim do túnel, menos escuros ficam os ambientes.
O Conto da Aia (2ª Temporada)
4.5 1,2K Assista AgoraQue série, senhoras e senhores! Que série!
A relação entre June e Serena é uma ambivalência interessante de assistir. O sistema insiste em colocar mulheres como rivais entre si, em dar a algumas a ilusão de poder ao subjugar outras menos privilegiadas, mas a verdade é que absolutamente todas carecem de liberdade. E os momentos em que June reconhece isso, e consegue ter empatia por aquela mulher que tantas vezes é cruel com ela, é bonito de ver.
E pra sobreviver em um contexto de uma ditadura é preciso ter o jogo de cintura de June mesmo. Porque às vezes é preciso apanhar calada pra sobreviver fisicamente. Mas às vezes é preciso devolver o tapa, e/ou mandar se fuder, pra sobreviver emocionalmente.
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Infiéis: Uma Última Chance (1ª Temporada)
2.6 2 Assista AgoraDo crente ao ateu, ninguém explica a burrice dos homens que mentem pras mulheres com toda a verdade sendo gravada e podendo ser infinitamente vista por todos depois...
Muquiranas Brasil (1ª Temporada)
3.1 29Chocada com essas pessoas!!! Algumas fazem coisas interessantes, tipo o cara que constrói a própria academia, mas comer comida do lixo, privar os filhos de comida adequada, reutilizar papel higiênico, entre outras coisas, além de insalubre é de uma falta de noção que faz a gente desconfiar de algum nível de insanidade mesmo...
[spoiler][/spoiler]
O Conto da Aia (1ª Temporada)
4.7 1,5K Assista AgoraEu só vi 1 episódio até agora e já estou impactada com a série.
A angústia que a gente sente ao assistir é, ao mesmo tempo, por conta do horror da distopia retratada, mas também porque vivemos, de fato, alguns aspectos daquilo na nossa sociedade como ela é.
Somos educadas desde sempre para sermos submissas aos homens, a "Deus"... Os dogmas religiosos são utilizados como justificativas e a rivalidade entre mulheres como uma ferramenta. A violência é diária, seja ela física, psicológica, sexual, moral, concretizada ou em ameaça.
Somos culpabilizadas pelas violências que sofremos e ensinadas a culpar umas às outras.
A hipocrisia do sistema que condena um suposto estuprador enquanto exalta outros, normalizando suas violências quando servem à procriação. Digo suposto porque, fiquei me perguntando se o homem realmente estuprou uma mulher, ou se foi descoberto que eles tiveram relações sexuais consensuais, e aí o sexo feito por prazer, com liberdade, aí sim seria "pecado". Affff
Quantas atrocidades são feitas "em nome de Deus"? Quantas mulheres passam a oprimir outras para supostamente sofrerem menos, mas seus pequenos privilégios não a impedem de serem infelizes escravas do sistema também?
É bizarro enxergar tanta realidade nessa história de ficção. Mas também dá orgulho de ver, através da personagem principal, que por mais que nossos corpos sejam externamente prisioneiros, nossas mentes são capazes de se manter livres.
Big Bang: A Teoria (1ª Temporada)
4.4 789 Assista AgoraSheldon é ótimo, morro de rir, mas é indigesto assistir as falas escrotas do amigo dele Howard, ainda mais seguidas de risadas normalizadoras.
The Act
4.3 395Que série boa! Ótimas atuações. E gostei de como retratou a ambiguidade de sentimentos que uma pessoa pode ter por alguém, especialmente num caso de uma mãe tóxica... Pena do Nick, que era uma pessoa com problema mental e foi punido como se não fosse, e mais severamente do que a Gypsy.
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Uma Questão de Química
4.3 52 Assista AgoraQue mulherão! A interpretação da atriz também foi ótima. Adoro séries que tocam em assuntos relevantes e pesados, mas conseguem fazer isso com leveza. A reação da mulher preta quando a amiga branca estava contando da afronta que foi ela ter vestido calças na TV, enquanto ela estava exausta da luta para que o governo racista não destruísse as casas de todo um bairro de população negra, foi bem simbólico... Todas as causas são importantes, mas quando se compara assim, inserindo fatores como raça e classe, o racismo coloca as pessoas num lugar de ter que lutar pelas coisas mais básicas para um ser humano...
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[spoiler]
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Sex Education (4ª Temporada)
3.5 248 Assista AgoraEssa última temporada foi meio parada, mas o último episódio achei muito bom! Cenas ótimas! A série em geral é muito boa, aborda diversos temas ligado à sexualidade com graça e leveza. Eric merece o prêmio de melhor pessoa!!! 🫶🏻
Heartstopper (2ª Temporada)
4.2 144 Assista AgoraEsta temporada mostrou, com uma certa leveza, a dificuldade de sair do armário mesmo pra quem já quer sair, a bifobia, a assexualidade, os danos do bullying, entre outras coisas. Mas acho fantasiosa demais a forma como colocam algumas questões, como o namoro celibatário de dois adolescentes no auge dos hormônios kkkk e como a transsexualidade sendo tratada de forma tão de boas por todo mundo ao redor da personagem... até parece que é assim! De qualquer forma, é uma boa série romantiquinha, pra aquecer o coração, porque de realidade pesada já basta as cenas diárias kkkrying.
Estação 19 (4ª Temporada)
4.0 14 Assista AgoraA melhor temporada até agora! A forma como abordaram o racismo e a história de George Floyd, foi muito boa! E a terapeuta Diane Lewis é maravilhosa!
O Ultimato: Queer Love (1ª Temporada)
3.4 23 Assista AgoraA galera queer entrega muito mais do que os héteros! Rsrs
Queer Eye: Mais Que um Makeover (7ª Temporada)
4.2 14Amei as histórias de todos os participantes desta temporada!
The L Word (6ª Temporada)
4.0 172Uma série tão maravilhosa não merecia uma temporada final tão ruim!
Sex/Life (2ª Temporada)
3.1 39Primeira vez que vejo uma segunda temporada de série ser melhor do que a primeira (que foi bem chata). Os personagens amadureceram, evoluíram, thank God! Dessa eu gostei!
Sem Limites
3.7 49 Assista AgoraNão me desceu essa romantização em que os espanhóis foram mostrados como se fossem bonzinhos e os portugueses e algumas tribos indígenas como os vilões. Inclusive mostraram os homens brancos acordando ao lado das mulheres indígenas de boas, aham, sei! Queria saber como seria a história contada do ponto de vista dos povos originários...
Brincando com Fogo: Brasil (2ª Temporada)
2.5 18 Assista AgoraAchei a primeira temporada brasileira melhor que a segunda. E será devo esperar sentada que esse reality (como todos os similares que vi até hoje) coloque participantes com corpos fora do padrão? E que coloquem homens assumidamente bissexuais, e não apenas mulheres?!
As Garotas do Fundão
4.3 24 Assista AgoraÉ raro dar 5 estrelas, e essa mereceu! Adorei roteiro, atuações, trilha sonora, fotografia, tudo... a gente ri que só e reflete sobre coisas profundas. Super recomendo essa série!
Queer Eye: Mais Que um Makeover (6ª Temporada)
4.4 32Quantas pessoas incríveis existem anonimamente no mundo... 🥰