Ingrid é naturalmente engraçada, e junto com sua melhor amiga então! Dei altas gargalhadas! O problema foi que a galera no cinema ria tanto e tão alto, que eu não conseguia escutar todas as falas.
Muito boa a série! É incrível como a gente às vezes sabe da ocorrência de eventos históricos de outros países e não sabe dos que aconteceram no nosso! Nunca ouvi falar desse evento antes dessa série. E foi mais um exemplo de como o Brasil pode ser referência para o resto do mundo, no seu jeito de buscar soluções para um problema com o jeitinho brasileiro...
Conseguiram fazer uma segunda temporada legal, mesmo os pais já sabendo que os filhos participavam. Agora eu queria uma temporada de "Minha mãe com sua mãe" e "Meu pai com seu pai". Kkkkkkk
Gostei da série, episódios curtos mas desenvolve a história e aprofunda, dentro do possível, os personagens principais (Ryan e Karen). Explora as dores e dificuldades de PCDs e familiares de forma leve, e o protagonista é um fofo!
É incrível como essa série consegue abordar coisas tão sérias de forma tão leve. Talvez porque o foco é no potencial humano de amar, e de como esse amor pode ser transformador, mesmo em meio ao caos do mundo e do nosso interior. E me refiro a todo tipo de amor: entre amigos, casais, pais e filhos, irmãos, avôs e netos, tios e sobrinhos, professores e alunos, profissionais de saúde e pacientes, a pessoa e ela mesma, suas artes e paixões... Eu assisto com um sorrizinho bobo na cara, o coração fica quentinho e a fé na humanidade se renova... 🫰🏼
June mostrando que, mesmo no pior dos cenários, sempre há formas de resistir! Gosto de como a série utiliza a luminosidade dos ambientes para passar uma mensagem: quanto mais se torna possível enxergar uma luz no fim do túnel, menos escuros ficam os ambientes.
A relação entre June e Serena é uma ambivalência interessante de assistir. O sistema insiste em colocar mulheres como rivais entre si, em dar a algumas a ilusão de poder ao subjugar outras menos privilegiadas, mas a verdade é que absolutamente todas carecem de liberdade. E os momentos em que June reconhece isso, e consegue ter empatia por aquela mulher que tantas vezes é cruel com ela, é bonito de ver.
E pra sobreviver em um contexto de uma ditadura é preciso ter o jogo de cintura de June mesmo. Porque às vezes é preciso apanhar calada pra sobreviver fisicamente. Mas às vezes é preciso devolver o tapa, e/ou mandar se fuder, pra sobreviver emocionalmente.
Do crente ao ateu, ninguém explica a burrice dos homens que mentem pras mulheres com toda a verdade sendo gravada e podendo ser infinitamente vista por todos depois...
Gostei muito. Mostra em detalhes sutis como a violência, ou o perigo de sofrê-la, sempre faz parte do cotidiano de qualquer mulher, seja no fato da palavra "estupro" ser comumente pronunciada pelas crianças da escola de uma menina pequena, ou pela tensão quando um motorista está indo por um caminho não esperado... Ser mulher é lidar o tempo todo com tentativas de ser silenciada, e essas jornalistas sabiam bem a importância de dar voz às mulheres, se emocionavam junto, porque cada mulher que se liberta, não está se libertando sozinha...
Chocada com essas pessoas!!! Algumas fazem coisas interessantes, tipo o cara que constrói a própria academia, mas comer comida do lixo, privar os filhos de comida adequada, reutilizar papel higiênico, entre outras coisas, além de insalubre é de uma falta de noção que faz a gente desconfiar de algum nível de insanidade mesmo...
Eu só vi 1 episódio até agora e já estou impactada com a série.
A angústia que a gente sente ao assistir é, ao mesmo tempo, por conta do horror da distopia retratada, mas também porque vivemos, de fato, alguns aspectos daquilo na nossa sociedade como ela é.
Somos educadas desde sempre para sermos submissas aos homens, a "Deus"... Os dogmas religiosos são utilizados como justificativas e a rivalidade entre mulheres como uma ferramenta. A violência é diária, seja ela física, psicológica, sexual, moral, concretizada ou em ameaça.
Somos culpabilizadas pelas violências que sofremos e ensinadas a culpar umas às outras.
A hipocrisia do sistema que condena um suposto estuprador enquanto exalta outros, normalizando suas violências quando servem à procriação. Digo suposto porque, fiquei me perguntando se o homem realmente estuprou uma mulher, ou se foi descoberto que eles tiveram relações sexuais consensuais, e aí o sexo feito por prazer, com liberdade, aí sim seria "pecado". Affff
Quantas atrocidades são feitas "em nome de Deus"? Quantas mulheres passam a oprimir outras para supostamente sofrerem menos, mas seus pequenos privilégios não a impedem de serem infelizes escravas do sistema também?
É bizarro enxergar tanta realidade nessa história de ficção. Mas também dá orgulho de ver, através da personagem principal, que por mais que nossos corpos sejam externamente prisioneiros, nossas mentes são capazes de se manter livres.
Uma história fofa, com uma personagem super carismática, que lhe dá vontade de ser amiga dela! Mas com boas reflexões também sobre as mesquinharias humanas, sobre a forma (boa ou ruim) como as pessoas se tratam...
O simbolismo, a mensagem do filme é muito boa, mas o filme em si não gostei não. Mas há várias reflexões importantes: o culto à beleza da juventude, restrita ao corpo, que inicialmente é social, mas depois é introjetado dentro das pessoas, que passam a acreditar que "sua única parte adorável é essa", é avassalador. É irônico, porque as mulheres literalmente destroem seus corpos em busca de um corpo (supostamente) perfeito. O tempo todo homens, de qualquer idade e aparência, estão julgando os corpos das mulheres. Elas mesmas são levadas a julgarem umas às outras, especialmente a si mesmas. E nem mesmo quando há uma pessoa validando seu corpo real, enxergando beleza nele, não é suficiente para a mulher se aceitar internamente. No final das contas, o que todo mundo quer é ser amado, e a cultura lhe diz, o tempo todo e todas as formas, que pra ser amada você, mulher, precisa ser de um jeito impossível de ser, que é sempre diferente do que você realmente é.
Que série boa! Ótimas atuações. E gostei de como retratou a ambiguidade de sentimentos que uma pessoa pode ter por alguém, especialmente num caso de uma mãe tóxica... Pena do Nick, que era uma pessoa com problema mental e foi punido como se não fosse, e mais severamente do que a Gypsy.
Que mulherão! A interpretação da atriz também foi ótima. Adoro séries que tocam em assuntos relevantes e pesados, mas conseguem fazer isso com leveza. A reação da mulher preta quando a amiga branca estava contando da afronta que foi ela ter vestido calças na TV, enquanto ela estava exausta da luta para que o governo racista não destruísse as casas de todo um bairro de população negra, foi bem simbólico... Todas as causas são importantes, mas quando se compara assim, inserindo fatores como raça e classe, o racismo coloca as pessoas num lugar de ter que lutar pelas coisas mais básicas para um ser humano...
Minha Melhor Amiga
3.6 70Ingrid é naturalmente engraçada, e junto com sua melhor amiga então! Dei altas gargalhadas! O problema foi que a galera no cinema ria tanto e tão alto, que eu não conseguia escutar todas as falas.
Emergência Radioativa
3.9 222 Assista AgoraMuito boa a série! É incrível como a gente às vezes sabe da ocorrência de eventos históricos de outros países e não sabe dos que aconteceram no nosso! Nunca ouvi falar desse evento antes dessa série. E foi mais um exemplo de como o Brasil pode ser referência para o resto do mundo, no seu jeito de buscar soluções para um problema com o jeitinho brasileiro...
Acompanhante Perfeita
3.4 606 Assista AgoraEsse filme é uma metáfora maravilhosa!!! Mulheres, assistam!
Vidas Processadas (1ª Temporada)
2.9 3 Assista AgoraA série é boa, mas devia ter um final decente, se não for ter segunda temporada...
Minha Mãe com seu Pai (2ª Temporada)
2.9 3Conseguiram fazer uma segunda temporada legal, mesmo os pais já sabendo que os filhos participavam. Agora eu queria uma temporada de "Minha mãe com sua mãe" e "Meu pai com seu pai". Kkkkkkk
Treta (2ª Temporada)
3.4 68 Assista AgoraEssa temporada não gostei, achei ruim.
Special (2ª Temporada)
4.0 95Gostei da série, episódios curtos mas desenvolve a história e aprofunda, dentro do possível, os personagens principais (Ryan e Karen). Explora as dores e dificuldades de PCDs e familiares de forma leve, e o protagonista é um fofo!
Heartstopper (3ª Temporada)
4.0 84 Assista AgoraÉ incrível como essa série consegue abordar coisas tão sérias de forma tão leve. Talvez porque o foco é no potencial humano de amar, e de como esse amor pode ser transformador, mesmo em meio ao caos do mundo e do nosso interior. E me refiro a todo tipo de amor: entre amigos, casais, pais e filhos, irmãos, avôs e netos, tios e sobrinhos, professores e alunos, profissionais de saúde e pacientes, a pessoa e ela mesma, suas artes e paixões... Eu assisto com um sorrizinho bobo na cara, o coração fica quentinho e a fé na humanidade se renova... 🫰🏼
O Conto da Aia (6ª Temporada)
3.6 184 Assista AgoraÉ sobre isso, mulheres: não deixem os desgraçados acabarem com vocês!
O Conto da Aia (4ª Temporada)
4.3 447 Assista AgoraQue atuação de Elisabeth Moss!!! 👏🏼👏🏼👏🏼
O Conto da Aia (3ª Temporada)
4.3 612 Assista AgoraJune mostrando que, mesmo no pior dos cenários, sempre há formas de resistir! Gosto de como a série utiliza a luminosidade dos ambientes para passar uma mensagem: quanto mais se torna possível enxergar uma luz no fim do túnel, menos escuros ficam os ambientes.
O Conto da Aia (2ª Temporada)
4.5 1,3K Assista AgoraQue série, senhoras e senhores! Que série!
A relação entre June e Serena é uma ambivalência interessante de assistir. O sistema insiste em colocar mulheres como rivais entre si, em dar a algumas a ilusão de poder ao subjugar outras menos privilegiadas, mas a verdade é que absolutamente todas carecem de liberdade. E os momentos em que June reconhece isso, e consegue ter empatia por aquela mulher que tantas vezes é cruel com ela, é bonito de ver.
E pra sobreviver em um contexto de uma ditadura é preciso ter o jogo de cintura de June mesmo. Porque às vezes é preciso apanhar calada pra sobreviver fisicamente. Mas às vezes é preciso devolver o tapa, e/ou mandar se fuder, pra sobreviver emocionalmente.
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Infiéis: Uma Última Chance (1ª Temporada)
2.7 2 Assista AgoraDo crente ao ateu, ninguém explica a burrice dos homens que mentem pras mulheres com toda a verdade sendo gravada e podendo ser infinitamente vista por todos depois...
Homem com H
4.2 535 Assista AgoraRealmente um Homem com H!
Ela Disse
3.7 76Gostei muito. Mostra em detalhes sutis como a violência, ou o perigo de sofrê-la, sempre faz parte do cotidiano de qualquer mulher, seja no fato da palavra "estupro" ser comumente pronunciada pelas crianças da escola de uma menina pequena, ou pela tensão quando um motorista está indo por um caminho não esperado... Ser mulher é lidar o tempo todo com tentativas de ser silenciada, e essas jornalistas sabiam bem a importância de dar voz às mulheres, se emocionavam junto, porque cada mulher que se liberta, não está se libertando sozinha...
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Muquiranas Brasil (1ª Temporada)
3.1 30 Assista AgoraChocada com essas pessoas!!! Algumas fazem coisas interessantes, tipo o cara que constrói a própria academia, mas comer comida do lixo, privar os filhos de comida adequada, reutilizar papel higiênico, entre outras coisas, além de insalubre é de uma falta de noção que faz a gente desconfiar de algum nível de insanidade mesmo...
[spoiler][/spoiler]
O Conto da Aia (1ª Temporada)
4.7 1,5K Assista AgoraEu só vi 1 episódio até agora e já estou impactada com a série.
A angústia que a gente sente ao assistir é, ao mesmo tempo, por conta do horror da distopia retratada, mas também porque vivemos, de fato, alguns aspectos daquilo na nossa sociedade como ela é.
Somos educadas desde sempre para sermos submissas aos homens, a "Deus"... Os dogmas religiosos são utilizados como justificativas e a rivalidade entre mulheres como uma ferramenta. A violência é diária, seja ela física, psicológica, sexual, moral, concretizada ou em ameaça.
Somos culpabilizadas pelas violências que sofremos e ensinadas a culpar umas às outras.
A hipocrisia do sistema que condena um suposto estuprador enquanto exalta outros, normalizando suas violências quando servem à procriação. Digo suposto porque, fiquei me perguntando se o homem realmente estuprou uma mulher, ou se foi descoberto que eles tiveram relações sexuais consensuais, e aí o sexo feito por prazer, com liberdade, aí sim seria "pecado". Affff
Quantas atrocidades são feitas "em nome de Deus"? Quantas mulheres passam a oprimir outras para supostamente sofrerem menos, mas seus pequenos privilégios não a impedem de serem infelizes escravas do sistema também?
É bizarro enxergar tanta realidade nessa história de ficção. Mas também dá orgulho de ver, através da personagem principal, que por mais que nossos corpos sejam externamente prisioneiros, nossas mentes são capazes de se manter livres.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraPra mim é zero estrelas.
Sra. Harris vai a Paris
3.6 136Uma história fofa, com uma personagem super carismática, que lhe dá vontade de ser amiga dela! Mas com boas reflexões também sobre as mesquinharias humanas, sobre a forma (boa ou ruim) como as pessoas se tratam...
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraO simbolismo, a mensagem do filme é muito boa, mas o filme em si não gostei não. Mas há várias reflexões importantes: o culto à beleza da juventude, restrita ao corpo, que inicialmente é social, mas depois é introjetado dentro das pessoas, que passam a acreditar que "sua única parte adorável é essa", é avassalador. É irônico, porque as mulheres literalmente destroem seus corpos em busca de um corpo (supostamente) perfeito. O tempo todo homens, de qualquer idade e aparência, estão julgando os corpos das mulheres. Elas mesmas são levadas a julgarem umas às outras, especialmente a si mesmas. E nem mesmo quando há uma pessoa validando seu corpo real, enxergando beleza nele, não é suficiente para a mulher se aceitar internamente. No final das contas, o que todo mundo quer é ser amado, e a cultura lhe diz, o tempo todo e todas as formas, que pra ser amada você, mulher, precisa ser de um jeito impossível de ser, que é sempre diferente do que você realmente é.
Big Bang: A Teoria (1ª Temporada)
4.4 791 Assista AgoraSheldon é ótimo, morro de rir, mas é indigesto assistir as falas escrotas do amigo dele Howard, ainda mais seguidas de risadas normalizadoras.
Meu Cunhado é Um Vampiro
2.4 78Filme MUITO RUIM! Só assisti por causa de um desafio.
The Act
4.3 395Que série boa! Ótimas atuações. E gostei de como retratou a ambiguidade de sentimentos que uma pessoa pode ter por alguém, especialmente num caso de uma mãe tóxica... Pena do Nick, que era uma pessoa com problema mental e foi punido como se não fosse, e mais severamente do que a Gypsy.
[spoiler][/spoiler]
Uma Questão de Química
4.3 55 Assista AgoraQue mulherão! A interpretação da atriz também foi ótima. Adoro séries que tocam em assuntos relevantes e pesados, mas conseguem fazer isso com leveza. A reação da mulher preta quando a amiga branca estava contando da afronta que foi ela ter vestido calças na TV, enquanto ela estava exausta da luta para que o governo racista não destruísse as casas de todo um bairro de população negra, foi bem simbólico... Todas as causas são importantes, mas quando se compara assim, inserindo fatores como raça e classe, o racismo coloca as pessoas num lugar de ter que lutar pelas coisas mais básicas para um ser humano...
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