Treta (2ª Temporada)

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Treta (2ª Temporada) (2026)
Beef (Season 2)
Média do filme: 3.4 de 5 — baseado em 465 votos
MÉDIAFILMOW
3.4
465 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Data de lançamento 16 Abril 2026 Outras datas
Duração 350 min (5h50)
Classificação indicativa de Treta (2ª Temporada): 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Status Em Exibição

Data de lançamento

16 Abril 2026

Duração

350 minutos Classificação indicativa de Treta (2ª Temporada): 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
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Sinopse

TRETA retorna com um novo elenco e uma nova treta, quando um casal da Geração Z presencia uma briga alarmante entre seu chefe millennial e a esposa dele. Ashley (Spaeny) e Austin (Melton), ambos funcionários de nível básico em um clube de campo, se envolvem no casamento em crise do gerente geral, Josh (Isaac), e sua esposa, Lindsay (Mulligan). Através de favores e coerção, os dois casais competem pela aprovação da bilionária dona do clube elitista, a presidente Park (Youn Yuh Jung), que luta para lidar com seu próprio escândalo envolvendo seu segundo marido, o Dr. Kim (Song Kang Ho).

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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
victordamiao
Victor Damião
6 dias atrás

A segunda temporada de "Treta" é menos explosiva do que a primeira, mas talvez ainda mais incômoda, porque troca a raiva aberta por ressentimentos silenciosos, frustrações conjugais, ambição, desejo, classe social, poder e aquela sensação persistente de que a vida que temos nunca parece suficiente. A temporada usa Ashley e Austin, Josh e Lindsay e a própria estrutura do Monte Vista Point para mostrar como pessoas aparentemente diferentes acabam presas aos mesmos ciclos de inveja, comparação, medo, orgulho e necessidade de reconhecimento, e como é fácil julgar quem está acima de nós antes de ocuparmos a posição deles. O grande mérito da história está em transformar a "treta" externa em reflexo de conflitos internos: cada personagem luta não apenas contra outra pessoa, mas contra a distância entre quem é, quem gostaria de ser e aquilo que acredita precisar conquistar para finalmente se sentir completo. Dinheiro, status, casamento, carreira, sexo, prestígio e poder aparecem constantemente como promessas de realização, mas a série demonstra que nenhuma conquista externa resolve automaticamente aquilo que não foi enfrentado por dentro; ao contrário, quando inseguranças e ressentimentos permanecem reprimidos, eles retornam na forma de mentiras, manipulação, passivo-agressividade, traição, controle e violência. A própria Sra. Park representa o extremo dessa lógica, pois mostra que chegar ao topo não elimina medo, solidão ou insatisfação, apenas amplia o alcance das consequências de nossas escolhas, enquanto o clube funciona como uma miniatura da sociedade, marcada por hierarquia, privilégio, aparências e pessoas tentando desesperadamente subir sem perceber que talvez estejam apenas tomando o lugar daqueles que antes criticavam. É justamente por isso que o salto de oito anos no final é tão poderoso: Ashley e Austin conseguem ascender, mas acabam reproduzindo, em outra posição, as mesmas tensões que observavam em Josh e Lindsay, sugerindo que vencer o sistema pode significar apenas tornar-se parte dele quando não há verdadeira transformação interior. As formigas que atravessam a temporada reforçam essa ideia de maneira simples e eficaz: alguns indivíduos conseguem subir, outros ocupam seus lugares, outros são esmagados mas logo são substituídos e todos continuam marchando em frente, mas a estrutura permanece, e a grande pergunta deixa de ser "como chegar ao topo?" para se tornar "quem você terá se tornado quando chegar lá?". Ao mesmo tempo, Treta fala de relacionamentos com rara maturidade ao lembrar que amar alguém não elimina solidão, frustração, desejo ou a consciência das vidas que deixamos de viver, porque toda escolha implica renúncia, e parte do amadurecimento consiste justamente em abandonar a fantasia de possuir todas as possibilidades ao mesmo tempo e aprender a habitar plenamente a vida escolhida. A série também entende que a raiva muitas vezes é apenas a superfície de emoções mais profundas (vergonha, medo, humilhação, carência, inveja, sensação de fracasso e desejo de ser visto) e que aquilo que não conseguimos comunicar diretamente tende a reaparecer de forma mais destrutiva. Nesse sentido, a segunda temporada é uma reflexão amarga sobre como pequenas concessões morais podem se acumular até transformar completamente uma pessoa, como a vingança costuma se disfarçar de justiça, como o orgulho impede reconciliações simples e como quase ninguém começa querendo se tornar aquilo que depois se torna; geralmente tudo começa com um "só desta vez", uma mentira aparentemente necessária ou a convicção de que ainda teremos tempo para consertar depois. A circularidade do final não significa necessariamente que estamos condenados a repetir para sempre os mesmos erros, mas que, sem autoconsciência, repetiremos padrões antigos apenas ocupando posições diferentes: o funcionário vira chefe, o jovem vira adulto, o rebelde vira instituição, o casal apaixonado vira o casal ressentido que antes julgava. No fundo, a temporada pergunta o que realmente define uma pessoa quando retiramos carreira, dinheiro, posição social e imagem pública, e sua resposta é desconfortável porque mostra que sucesso não é sinônimo de plenitude, amor não funciona sem comunicação, poder não produz segurança interior e desejar sempre mais pode transformar qualquer conquista em apenas mais uma etapa de uma fome sem fim. A maior lição da temporada, portanto, é que não basta conquistar a vida que imaginamos desejar; é preciso saber quem estamos nos tornando enquanto a construímos, reconhecer quando a ambição deixou de servir à vida e passou a dominá-la, aprender que maturidade também significa aceitar aquilo que nunca teremos e perceber que talvez a verdadeira vitória não esteja em chegar mais alto do que os outros, mas em conseguir olhar para aquilo que já temos, para quem escolhemos amar e para nós mesmos e finalmente dizer: isso é suficiente.

Disponível na Netflix.
Nota 8/10.

artur_capano
Artur Capano
1 semana atrás

É uma série muito boa.

As atuações superam o roteiro, que, no final, me pareceu meio exagerado e apressado.

Não supera a 1a temporada, mas vale a pena o entretenimento! Principalmente pelas reflexões sobre o sentimento de amar/amor e ficar em um relacionamento ou não.

carolinepolli
Caroline
3 semanas atrás

Não gostei do desenrolar

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

do nada alguns personagens mudam de personalidade, do nada a veia vira uma mafiosa que mata todo mundo, só o Oscar se lascou, sendo que todo mundo era podre, a gen z insuportável e o namorado tapado se dando bem no final

também não me convenceu, fiquei esperando treta e tive spin off barato de White Lotus.

cinefileo
L. A. Cardoso
½
1 mês atrás

Não é ruim, mas está longe do nível da primeira temporada. O elenco todo está ótimo, mas Caillee e Carey roubam a cena, entregando atuações excelentes. O problema maior é roteito, com personagens demais, que acabam sendo mal desenvolvidos (como a súbita mudança de atitude do Doutor Kim, por exemplo, que não convence) e deixando muitas pontas soltas (sendo o desfecho da Eunice o maior deles).

marcitoborges
Márcio
½
1 mês atrás

A presença das brilhantes, lindas e talentosas Cailee Spaeny e Carey Mulligan foram grandes acertos, assim como o Oscar Isaac. Mas não foi o suficiente para tornar a segunda temporada tão interessante quanto a primeira. O roteiro deixa muito a desejar, o que acaba resultando num material insosso.

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Elenco de Treta (2ª Temporada)

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Cailee Spaeny 19 83

Cailee Spaeny

(Ashley Miller)
Carey Mulligan 166 3,2K

Carey Mulligan

(Lindsay Crane-Martín)
Charles Melton 5 26

Charles Melton

(Austin Davis)
Oscar Isaac 117 1,3K

Oscar Isaac

(Joshua Martín)
Yoon Yuh Jung 8 32

Yoon Yuh Jung

(Presidente Park)
Alex Ghantous 0 0

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(Kristin)

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