Vi uma pessoa dizendo que este filme incomoda, mas diferente de uma reportagem incomoda que você pode desligar e seguir com sua vida, este incômodo permanece mesmo depois do filme. E por isso ele é necessário. É um retrato do Brasil e as suas ausências: de educação sexual para crianças e adolescentes, de preservativos e atenção básica de saúde, de segurança social fora da igreja, de informação, de futuro. Vale demais assistir. A direção feminina e de uma pessoa com vivência em documentários torna a experiência muito diferente. Vale demais.
O filme é interessante pela história real e corajosa que conta pois se fosse ficcional seria bem ruim. Recomendo a entrevista do Fabio Gusmão ao podcast "histórias para ouvir lavando louça". Ele traz muito do que mostra no filme e conta a versão real de alguma das cenas.
Uma excelente ideia muito mal executada. Neste filme só salvam a proposta e a trilha. As atuações, o roteiro, os argumentos e a direção são horríveis. Nem a quantidade de figurantes contratados é adequada.
O documentário tem um ritmo arrastado e cansativo, talvez para combinar com a rotina e as histórias apresentadas ao longo de 80 minutos. A todo momento eu me perguntava: o que o diretor quer mostrar? Não é um documentário narrado, os diretores apresentam os fatos e nós julgamos.
Algumas coisas que me chamaram a atenção: a corrupção da polícia local, a divisão dos civis entre três forças antagônicas (exército, polícia e talibã), falta de noções de liderança dos oficiais apresentados, despreparo operacional dos praças apresentados (isso fica bem claro na cenas de tiro), falta de compromisso do governo com as forças armadas (soldados do documentário estavam sem receber há 9 meses) e o abuso de autoridade por parte dos militares.
Discordo dos colegas. Não achei o filme lento, acho que ele tem o ritmo certo. Encarei assim: o cara viveu uma vida em nome dos outros. Ele não tinha personalidade, isso fica claro no apartamento dele ou nas roupas que ele usa ou na vida que ele leva no seu tempo livre. Até o momento em que ele decide ser protagonista da sua história. Do meio em diante ele vai ficando mais rápido.
A cena clássica do Weisler chegando e saindo do esconderijo, no começo ele é mais estático, do meio para o fim ele já tem movimentos mais enérgicos. Pra mim o ponto alto do filme foi a sonata de Beethoven, o choro de Weisler e a citação de Lênin. "como alguém pode ouvir algo assim e ser mal".
Fiquei pensando, durante o filme, no trabalho desse pessoal. Como não se deixar contaminar pelo que ouvem? O sargento mencionou alguns dos vigiados: pacifistas, padres.. como não se contagiar pelos argumentos apresentados por quem se reúne contra um regime. Suponhamos que a história fosse real, entendo a atitude de Weisler e admiro sua fidelidade a seus princípios até o fim. Gostei bastante da história. Cinema alemão é surpreendente.
Durval Discos
3.7 357Ganhou uma estrela pela trilha e meia estrela pelo plot twist, mas achei desprovido de tudo que faz um filme ser bom, agradável e interessante.
Manas
4.2 136 Assista AgoraVi uma pessoa dizendo que este filme incomoda, mas diferente de uma reportagem incomoda que você pode desligar e seguir com sua vida, este incômodo permanece mesmo depois do filme. E por isso ele é necessário. É um retrato do Brasil e as suas ausências: de educação sexual para crianças e adolescentes, de preservativos e atenção básica de saúde, de segurança social fora da igreja, de informação, de futuro. Vale demais assistir. A direção feminina e de uma pessoa com vivência em documentários torna a experiência muito diferente. Vale demais.
Vitória
3.7 248 Assista AgoraO filme é interessante pela história real e corajosa que conta pois se fosse ficcional seria bem ruim. Recomendo a entrevista do Fabio Gusmão ao podcast "histórias para ouvir lavando louça". Ele traz muito do que mostra no filme e conta a versão real de alguma das cenas.
Medida Provisória
3.5 447Uma excelente ideia muito mal executada. Neste filme só salvam a proposta e a trilha. As atuações, o roteiro, os argumentos e a direção são horríveis. Nem a quantidade de figurantes contratados é adequada.
Tell Spring Not to Come This Year
3.7 4O documentário tem um ritmo arrastado e cansativo, talvez para combinar com a rotina e as histórias apresentadas ao longo de 80 minutos. A todo momento eu me perguntava: o que o diretor quer mostrar? Não é um documentário narrado, os diretores apresentam os fatos e nós julgamos.
Algumas coisas que me chamaram a atenção: a corrupção da polícia local, a divisão dos civis entre três forças antagônicas (exército, polícia e talibã), falta de noções de liderança dos oficiais apresentados, despreparo operacional dos praças apresentados (isso fica bem claro na cenas de tiro), falta de compromisso do governo com as forças armadas (soldados do documentário estavam sem receber há 9 meses) e o abuso de autoridade por parte dos militares.
Achei cansativo, embora informativo.
A Vida dos Outros
4.3 646Discordo dos colegas. Não achei o filme lento, acho que ele tem o ritmo certo. Encarei assim: o cara viveu uma vida em nome dos outros. Ele não tinha personalidade, isso fica claro no apartamento dele ou nas roupas que ele usa ou na vida que ele leva no seu tempo livre. Até o momento em que ele decide ser protagonista da sua história. Do meio em diante ele vai ficando mais rápido.
A cena clássica do Weisler chegando e saindo do esconderijo, no começo ele é mais estático, do meio para o fim ele já tem movimentos mais enérgicos. Pra mim o ponto alto do filme foi a sonata de Beethoven, o choro de Weisler e a citação de Lênin. "como alguém pode ouvir algo assim e ser mal".
Superbad: É Hoje
3.6 1,3K Assista Agora"é a polícia, se escondam!" hahahahahaha!