O tema dos assassinos em série e a psicopatia por trás de seus atos sempre despertou meu interesse desde a adolescência, tanto pela curiosidade quanto pela perspectiva investigativa e psicológica.
No entanto, o desfecho dessa série me pareceu bastante estranho. O diretor tenta, a todo momento, induzir o espectador a sentir pena de Ed Gein, apesar da gravidade de seus crimes. Ainda que seja importante compreender o contexto e os fatores que moldam a mente de um assassino em série, isso não justifica a romantização de sua história, especialmente ao retratar sua vida no sanatório de forma quase compassiva em uma obra baseada em fatos reais.
Eu não conhecia a história, e embora o pretexto inicial seja interessante, a produção apresenta muitos furos de roteiro. Além disso, achei forçada e desconexa a tentativa de criar vínculos com cenas dos filmes de Alfred Hitchcock e Tobe Hooper, o plot twist acabou deixando tudo ainda mais confuso...
E mais uma coisa, a Adeline Watkins, apresentada como amiga e companheira de Ed, teve um relato pouco impactante no desfecho... esperava mais, poderia ter explorado melhor sua origem, contexto familiar e social, pontos que ajudariam a compreender mais profundamente a relação dos dois. No fim, fica a impressão de que ela exerceu certa influência no despertar dos comportamentos dele, tratado de forma superficial.
Não é uma série absurdamente ruim se você gosta do gênero.
Apenas quem viveu a história antiga entende o êxtase dessa nova temporada. O final, gente, o que foi esse final, revival do c@ralho!!! "Eu sou o que vocês querem que eu seja"
AAAAAAA continua tão boa quanto a primeira. Na boa, é uma ficção científica e os criadores tentam mostrar uma lógica utópica de uma realidade entre alienígenas e humanos. Não entendo porque a galera desiste fácil e faz tanto hate/críticas negativas.
Acredito que subestimaram bastante ao dizer que a série é ruim. Na verdade, ela apresenta uma ótima exploração da relação humana com os alienígenas, como um fio que vai se desenrolando aos poucos. Mesmo que no início não tenhamos tantas respostas, achei a obra magnífica!
Sigo acompanhando as temporadas dessa série, e é incrível como os irmãos Winchester vão conquistando um lugar especial no nosso coração. Tenho muito a dizer, mas vou guardar pra quando chegar à última temporada.
Inclusive, ganhei de aniversário o livro "O diário de John Winchester", já me considerando uma fã depois de muitos anos de resistência pra assistir.
Eu sigo confusa desde a primeira temporada, a série se arrasta demais. A família Tunner precisa de um psicologo urgente, tanto quanto a Leanne, e um exorcista pra ela também. Parei por aqui.
Gostei e não gostei. Assisti a primeira temporada e imaginava aquela BAM! Mas, não vi tudo isso. Achei a segunda temporada ainda mais arrastada que a primeira. Episódios cansativos e muitas pontas soltas e sem muitas explicações. Ainda que você entenda o que está acontecendo e qual é o objetivo, a série é enfadonha.
Comecei a ver sem muita expectativa, mas me surpreendeu bastante. Jason Momoa é um ator extraordinário! Ele vive seus personagens com uma naturalidade impressionante, transmitindo emoções tanto através das expressões faciais quanto da linguagem corporal, e convenhamos que a linguagem corporal dessa série foi muito bem trabalhada, afinal de contas, todos são cegos.
Também gostei da abordagem de cada personagem, suas peculiaridades, uma distopia bem trabalhada nas entrelinhas. Fotografia e cenário muito bem escolhidos. Mas, o furo com o Jerlamerel no final e início da 2ª temporada foi a gota, eu dei risada e xinguei ao mesmo tempo.
Kofun e Haniwa tem um carisma único, personalidades diferentes, mas com instinto de descoberta e curiosidade. A Paris senti um profundo alento na sua personagem e a importância dela na jornada de Baba Voss e a Maghra (ela surpreende muito).
Um livro que vale a pena a leitura e calhou bem com o momento de ver essa série, é "Ensaio sobre a Cegueira" de José Saramago. Embora o contexto da história não seja exatamente como a série, a obra retrata de forma profunda o colapso na vida das pessoas e os impactos sociais e culturais quando a cegueira se alastra, explorando a fragilidade humana em tempos de crise.
Para uma série de ficção científica, essa me surpreendeu bastante. Ainda não li os livros, mas o final cheio de perguntas me encheu ainda mais de curiosidade. A atmosfera enigmática em torno dos silos mantém o espectador focado do início ao fim. Apesar de alguns furos na narrativa ou momentos de desgaste em relação aos personagens e cenas, ainda sim, acredito que a série cumpriu seu papel ao longo das duas temporadas.
Fico na expectativa que a terceira temporada seja melhor, consiga explorar a origem de tudo, focando mais nos segredos não revelados ou não tão claros nessas duas temporadas.
Agora uma coisa que não saiu da minha cabeça e quem assistiu também deve ter conectados os pontos na hora, a música de abertura da série e algumas músicas de fundo durante os episódios me transporta imediatamente pra série de Westworld. Meu coração sempre vibra com séries de sci-fi.
Que série f0d@! O Domo de Vidro é um estudo de caso sob a ótica criminal de forma interessante, focado em crimes nos quais psicopatas permanecem ativos ou em estado de hibernação ao longo dos anos e como o trauma se perpetua na mente da vítima.
O foco da trama se inicia na Leila (abro parênteses para destacar a atuação impecável dessa atriz na série) e sua trajetória traumática desde a infância até a vida adulta, explorando os caminhos que a levaram a se tornar uma psicóloga forense. Nesse ponto específico, senti que a série poderia ter aprofundado melhor sua formação acadêmica, assim como a sua relação com a falecida esposa do carismático Valter, e pai adotivo da Leila.
Já o plot twist foi, sem dúvida, a cereja do bolo, isso porque em nenhum momento a série sugere suspeitas sobre determinada pessoa, você vai conectando os pontos e formando as próprias terorias, até que tudo desmorona de forma impactante. Quanto à construção da usina, acredito que poderia ter havido um desenvolvimento mais bem amarrado, ainda que sua presença fosse essencial para o contexto da história.
No geral, achei a série muito boa e bem amarrada, apesar de algumas falas e cenas que se mostraram um pouco arrastadas ou até dispensáveis. No entanto, nada que comprometesse o impacto do desfecho. Para quem gosta suspense, investigações criminais e psicologia, certamente é uma boa escolha!
Que temporada incrível! 🥹 Mel e Jack é um casal cheio de construções em tudo aquilo que ambos viveram no passado, transformado em amor, cumplicidade e sinceridade e agora selando a felicidade com o casamento.
Continua sendo um quentinho no coração e uma das minhas séries favoritas.❤️
A série tem uma pegada bem psicológica, e nessa 2ª temporada, o que mais me chamou atenção foi a percepção do jogador 456 e o jogador 001, o primeiro e último.
A série faz uma crítica social muito relevante e bem embasada, se levada ao pé da letra. Não que algo do tipo exista de fato, e, aliás, não sabemos, quantas pessoas desaparecem todos os anos e nunca se sabe o que aconteceu. Mas, veja só, a série nos mostra que o dinheiro é tudo quando não se tem nada, especialmente quando se tem dívidas. Que dar a vida pelo dinheiro é mais importante do que pensar em uma solução. Que a vida do outro não tem valor, e o que importa é apenas você e o seu dinheiro. Os jogadores nessa série são retratados como lixos humanos, pessoas irrelevantes e, no final das contas, mesmo havendo um vencedor, aquele dinheiro acumulado foi nada mais, nada menos, que vidas.
Vejo que ficaram algumas pontas soltas e nem tudo está claro. Houve perdas significativas ao longo de cada jogo, e essa 2ª temporada deixou uma sensação de solução e fim. Agora é aguardar ansiosamente o final.
Estou completando 30 anos no próximo mês. Não são 40, eu sei, mas a série mexe profundamente comigo de maneiras indescritíveis. Só assistindo para entender. Chorei tanto com o último episódio que usei quase um rolo inteiro de papel.
Que lenda, meus amigos. Vou fazer 30 anos e nasci poucos meses após o trágico acidente que vitimou Ayrton Senna. Cresci assistindo meus familiares acompanharem as corridas de F1 aos domingos, sempre mencionando o nome de Senna. Desde cedo, conheci a história e a lenda que inspirou milhares de brasileiros. Ayrton Senna não foi apenas um grande piloto; ele foi um exemplo de determinação e simplicidade para o mundo. Ele não precisava de muito, nunca precisou.
E, independentemente do contexto e das conturbadas histórias sobre sua vida amorosa e a opinião da família, a série foi impecável. Gabriel Leone, como um grande ator, representou Senna com muita sabedoria e sensibilidade.
O último episódio é impossível não se emocionar. Minha eterna admiração e inspiração.
Muitas questões ficaram sem respostas, mas eu, particularmente, gostei do desenvolvimento da história. Acredito que, para evitar maior confusão, foi melhor manter em seis episódios.
Eu precisava comentar sobre essa série e as abordagens tão bem delineadas em cada episódio, um série com enrredo de novela brasileira, porém, sem muita demora pra contar.
Enquanto eu assistia, busquei anotar tudo aquilo que me chamou atenção, dos quais aqui eu destaco:
1) A valorização e a visão da Terapia Ocupacional, profissão que tem ganhado espaço depois de muitos anos ali, quietinha, onde pouco se ouvia falar; 2) A violência e o abuso sexual de mulheres. A personagem Liana mostra o quão difícil é para uma mulher em sociedade sobreviver sem não sentir culpa, vergonha, dor, medo e nojo de si mesma dentro das circunstâncias ocorridas, sob o olhar do julgamento alheio; 3) O uso de drogas e o dinheiro fácil, se valendo de um crime por outro, onde o personagem Oscar soube explanar muito bem; 4) A superfecundação, algo que eu particulamente ainda não tinha ouvido falar, mas achei muito interessante a ótica da genética com a fecundação de dois óvulos com pais diferente; 5) O direito e como ele foi enquadrado na série, desde o benefício de não punir um criminoso em razão do dinheiro oferecido para os advogados e a queima de arquivos, quanto a sanção para aquele que matou o outro por motivo torpe. Da mesma forma, a ressocialização dentro do cumprimento da pena, algo tão discutido, e que me fez ver pontos bem peculiares nessa série; 6) O tema adoção, tão delicidado e tão importante o destaque na história; 7) A gravidez e o puerpério, como as mulheres se sentem violadas durante esse período, e o quanto isso afeta o psicológico delas. Liana mostra que os traumas sofridos antes da gravidez deram gatilhos ainda maiores depois do nascimento dos filhos; 8) A doença do Alzhaimer também vem delicadamente na série, e como é doloroso pra quem sofre, como para quem cuida; 9) Sobre as ideologias políticas e religiosas, como elas podem destruir o homem com sede de vingança ou de egoísmo, destruindo a si mesmo e muitas vezes replicando no outro, sem o mínimo de respeito ou empatia. 10) E por último, a verdade, abrir o jogo, se liberta do que te entala a anos, e que mesmo sabendo que poderia ser diferente, não é tarde pra falar. Assim como, lhe dar com a rejeição e não poder mudar os fatos, mas saber que você nunca estará sozinho para enfreta-lo.
Essa série é um história diferente das iguais, e que cabe um pedacinho de cada um ali dentro, nos vemos um pouco em cada um dos personagens.
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 60 Assista AgoraA melhor temporada até o momento!
Monstros (3ª Temporada) - A História de Ed Gein
3.2 210 Assista AgoraO tema dos assassinos em série e a psicopatia por trás de seus atos sempre despertou meu interesse desde a adolescência, tanto pela curiosidade quanto pela perspectiva investigativa e psicológica.
No entanto, o desfecho dessa série me pareceu bastante estranho. O diretor tenta, a todo momento, induzir o espectador a sentir pena de Ed Gein, apesar da gravidade de seus crimes. Ainda que seja importante compreender o contexto e os fatores que moldam a mente de um assassino em série, isso não justifica a romantização de sua história, especialmente ao retratar sua vida no sanatório de forma quase compassiva em uma obra baseada em fatos reais.
Eu não conhecia a história, e embora o pretexto inicial seja interessante, a produção apresenta muitos furos de roteiro. Além disso, achei forçada e desconexa a tentativa de criar vínculos com cenas dos filmes de Alfred Hitchcock e Tobe Hooper, o plot twist acabou deixando tudo ainda mais confuso...
E mais uma coisa, a Adeline Watkins, apresentada como amiga e companheira de Ed, teve um relato pouco impactante no desfecho... esperava mais, poderia ter explorado melhor sua origem, contexto familiar e social, pontos que ajudariam a compreender mais profundamente a relação dos dois. No fim, fica a impressão de que ela exerceu certa influência no despertar dos comportamentos dele, tratado de forma superficial.
Não é uma série absurdamente ruim se você gosta do gênero.
Dexter: Ressurreição (1ª Temporada)
4.4 169 Assista AgoraApenas quem viveu a história antiga entende o êxtase dessa nova temporada.
O final, gente, o que foi esse final, revival do c@ralho!!!
"Eu sou o que vocês querem que eu seja"
Invasão (2ª Temporada)
2.8 39 Assista AgoraAAAAAAA continua tão boa quanto a primeira. Na boa, é uma ficção científica e os criadores tentam mostrar uma lógica utópica de uma realidade entre alienígenas e humanos. Não entendo porque a galera desiste fácil e faz tanto hate/críticas negativas.
Invasão (1ª Temporada)
3.2 84 Assista AgoraAcredito que subestimaram bastante ao dizer que a série é ruim. Na verdade, ela apresenta uma ótima exploração da relação humana com os alienígenas, como um fio que vai se desenrolando aos poucos. Mesmo que no início não tenhamos tantas respostas, achei a obra magnífica!
Olympo (1ª Temporada)
2.9 47 Assista AgoraÉ bem juvenil, da pra passar o tempo, e me deixou curiosa pra uma 2a temporada, já que os marmanjos do dopping querem voltar a campo.
Sobrenatural (5ª Temporada)
4.5 606 Assista AgoraSigo acompanhando as temporadas dessa série, e é incrível como os irmãos Winchester vão conquistando um lugar especial no nosso coração. Tenho muito a dizer, mas vou guardar pra quando chegar à última temporada.
Inclusive, ganhei de aniversário o livro "O diário de John Winchester", já me considerando uma fã depois de muitos anos de resistência pra assistir.
Servant (2ª Temporada)
3.5 99Eu sigo confusa desde a primeira temporada, a série se arrasta demais. A família Tunner precisa de um psicologo urgente, tanto quanto a Leanne, e um exorcista pra ela também. Parei por aqui.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 347 Assista AgoraGostei e não gostei. Assisti a primeira temporada e imaginava aquela BAM! Mas, não vi tudo isso. Achei a segunda temporada ainda mais arrastada que a primeira. Episódios cansativos e muitas pontas soltas e sem muitas explicações. Ainda que você entenda o que está acontecendo e qual é o objetivo, a série é enfadonha.
See (2ª Temporada)
3.8 31 Assista AgoraContinua tão incrível quanto a primeira temporada. Que espetáculo de série.
Jason Mamoa, nasceu pra viver o Baba Voss.
See (1ª Temporada)
3.7 130 Assista AgoraComecei a ver sem muita expectativa, mas me surpreendeu bastante. Jason Momoa é um ator extraordinário! Ele vive seus personagens com uma naturalidade impressionante, transmitindo emoções tanto através das expressões faciais quanto da linguagem corporal, e convenhamos que a linguagem corporal dessa série foi muito bem trabalhada, afinal de contas, todos são cegos.
Também gostei da abordagem de cada personagem, suas peculiaridades, uma distopia bem trabalhada nas entrelinhas. Fotografia e cenário muito bem escolhidos. Mas, o furo com o Jerlamerel no final e início da 2ª temporada foi a gota, eu dei risada e xinguei ao mesmo tempo.
Kofun e Haniwa tem um carisma único, personalidades diferentes, mas com instinto de descoberta e curiosidade. A Paris senti um profundo alento na sua personagem e a importância dela na jornada de Baba Voss e a Maghra (ela surpreende muito).
Um livro que vale a pena a leitura e calhou bem com o momento de ver essa série, é "Ensaio sobre a Cegueira" de José Saramago. Embora o contexto da história não seja exatamente como a série, a obra retrata de forma profunda o colapso na vida das pessoas e os impactos sociais e culturais quando a cegueira se alastra, explorando a fragilidade humana em tempos de crise.
Silo (2ª Temporada)
3.8 113 Assista AgoraPara uma série de ficção científica, essa me surpreendeu bastante. Ainda não li os livros, mas o final cheio de perguntas me encheu ainda mais de curiosidade. A atmosfera enigmática em torno dos silos mantém o espectador focado do início ao fim. Apesar de alguns furos na narrativa ou momentos de desgaste em relação aos personagens e cenas, ainda sim, acredito que a série cumpriu seu papel ao longo das duas temporadas.
Fico na expectativa que a terceira temporada seja melhor, consiga explorar a origem de tudo, focando mais nos segredos não revelados ou não tão claros nessas duas temporadas.
Agora uma coisa que não saiu da minha cabeça e quem assistiu também deve ter conectados os pontos na hora, a música de abertura da série e algumas músicas de fundo durante os episódios me transporta imediatamente pra série de Westworld. Meu coração sempre vibra com séries de sci-fi.
O Domo de Vidro
3.2 26 Assista AgoraQue série f0d@! O Domo de Vidro é um estudo de caso sob a ótica criminal de forma interessante, focado em crimes nos quais psicopatas permanecem ativos ou em estado de hibernação ao longo dos anos e como o trauma se perpetua na mente da vítima.
O foco da trama se inicia na Leila (abro parênteses para destacar a atuação impecável dessa atriz na série) e sua trajetória traumática desde a infância até a vida adulta, explorando os caminhos que a levaram a se tornar uma psicóloga forense. Nesse ponto específico, senti que a série poderia ter aprofundado melhor sua formação acadêmica, assim como a sua relação com a falecida esposa do carismático Valter, e pai adotivo da Leila.
Já o plot twist foi, sem dúvida, a cereja do bolo, isso porque em nenhum momento a série sugere suspeitas sobre determinada pessoa, você vai conectando os pontos e formando as próprias terorias, até que tudo desmorona de forma impactante. Quanto à construção da usina, acredito que poderia ter havido um desenvolvimento mais bem amarrado, ainda que sua presença fosse essencial para o contexto da história.
No geral, achei a série muito boa e bem amarrada, apesar de algumas falas e cenas que se mostraram um pouco arrastadas ou até dispensáveis. No entanto, nada que comprometesse o impacto do desfecho. Para quem gosta suspense, investigações criminais e psicologia, certamente é uma boa escolha!
Sobrenatural (3ª Temporada)
4.5 356 Assista AgoraA melhor temporada comparado as duas primeiras!
Sobrenatural (2ª Temporada)
4.5 347 Assista AgoraAdorando a história dessa dupla!
Cassandra
3.4 178 Assista AgoraO pior roteiro sobre IA que eu já vi; nem os filmes antigos conseguem ser tão ruins.
Virgin River (6ª Temporada)
3.7 22Que temporada incrível! 🥹 Mel e Jack é um casal cheio de construções em tudo aquilo que ambos viveram no passado, transformado em amor, cumplicidade e sinceridade e agora selando a felicidade com o casamento.
Continua sendo um quentinho no coração e uma das minhas séries favoritas.❤️
Virgin River (5ª Temporada)
3.7 27O afago e o quentinho que essa série transmite, não dá pra explicar.🥹
Round 6 (2ª Temporada)
3.5 417 Assista AgoraA série tem uma pegada bem psicológica, e nessa 2ª temporada, o que mais me chamou atenção foi a percepção do jogador 456 e o jogador 001, o primeiro e último.
A série faz uma crítica social muito relevante e bem embasada, se levada ao pé da letra. Não que algo do tipo exista de fato, e, aliás, não sabemos, quantas pessoas desaparecem todos os anos e nunca se sabe o que aconteceu. Mas, veja só, a série nos mostra que o dinheiro é tudo quando não se tem nada, especialmente quando se tem dívidas. Que dar a vida pelo dinheiro é mais importante do que pensar em uma solução. Que a vida do outro não tem valor, e o que importa é apenas você e o seu dinheiro. Os jogadores nessa série são retratados como lixos humanos, pessoas irrelevantes e, no final das contas, mesmo havendo um vencedor, aquele dinheiro acumulado foi nada mais, nada menos, que vidas.
Vejo que ficaram algumas pontas soltas e nem tudo está claro. Houve perdas significativas ao longo de cada jogo, e essa 2ª temporada deixou uma sensação de solução e fim.
Agora é aguardar ansiosamente o final.
Thirty-Nine
4.3 52Estou completando 30 anos no próximo mês. Não são 40, eu sei, mas a série mexe profundamente comigo de maneiras indescritíveis. Só assistindo para entender. Chorei tanto com o último episódio que usei quase um rolo inteiro de papel.
É uma série para guardar no coração.
Senna
4.0 238Que lenda, meus amigos. Vou fazer 30 anos e nasci poucos meses após o trágico acidente que vitimou Ayrton Senna. Cresci assistindo meus familiares acompanharem as corridas de F1 aos domingos, sempre mencionando o nome de Senna. Desde cedo, conheci a história e a lenda que inspirou milhares de brasileiros. Ayrton Senna não foi apenas um grande piloto; ele foi um exemplo de determinação e simplicidade para o mundo. Ele não precisava de muito, nunca precisou.
E, independentemente do contexto e das conturbadas histórias sobre sua vida amorosa e a opinião da família, a série foi impecável. Gabriel Leone, como um grande ator, representou Senna com muita sabedoria e sensibilidade.
O último episódio é impossível não se emocionar. Minha eterna admiração e inspiração.
Não Volte Para Casa
3.6 50 Assista AgoraMuitas questões ficaram sem respostas, mas eu, particularmente, gostei do desenvolvimento da história. Acredito que, para evitar maior confusão, foi melhor manter em seis episódios.
Pedaço de Mim
3.8 123 Assista AgoraEu precisava comentar sobre essa série e as abordagens tão bem delineadas em cada episódio, um série com enrredo de novela brasileira, porém, sem muita demora pra contar.
Enquanto eu assistia, busquei anotar tudo aquilo que me chamou atenção, dos quais aqui eu destaco:
1) A valorização e a visão da Terapia Ocupacional, profissão que tem ganhado espaço depois de muitos anos ali, quietinha, onde pouco se ouvia falar;
2) A violência e o abuso sexual de mulheres. A personagem Liana mostra o quão difícil é para uma mulher em sociedade sobreviver sem não sentir culpa, vergonha, dor, medo e nojo de si mesma dentro das circunstâncias ocorridas, sob o olhar do julgamento alheio;
3) O uso de drogas e o dinheiro fácil, se valendo de um crime por outro, onde o personagem Oscar soube explanar muito bem;
4) A superfecundação, algo que eu particulamente ainda não tinha ouvido falar, mas achei muito interessante a ótica da genética com a fecundação de dois óvulos com pais diferente;
5) O direito e como ele foi enquadrado na série, desde o benefício de não punir um criminoso em razão do dinheiro oferecido para os advogados e a queima de arquivos, quanto a sanção para aquele que matou o outro por motivo torpe. Da mesma forma, a ressocialização dentro do cumprimento da pena, algo tão discutido, e que me fez ver pontos bem peculiares nessa série;
6) O tema adoção, tão delicidado e tão importante o destaque na história;
7) A gravidez e o puerpério, como as mulheres se sentem violadas durante esse período, e o quanto isso afeta o psicológico delas. Liana mostra que os traumas sofridos antes da gravidez deram gatilhos ainda maiores depois do nascimento dos filhos;
8) A doença do Alzhaimer também vem delicadamente na série, e como é doloroso pra quem sofre, como para quem cuida;
9) Sobre as ideologias políticas e religiosas, como elas podem destruir o homem com sede de vingança ou de egoísmo, destruindo a si mesmo e muitas vezes replicando no outro, sem o mínimo de respeito ou empatia.
10) E por último, a verdade, abrir o jogo, se liberta do que te entala a anos, e que mesmo sabendo que poderia ser diferente, não é tarde pra falar. Assim como, lhe dar com a rejeição e não poder mudar os fatos, mas saber que você nunca estará sozinho para enfreta-lo.
Essa série é um história diferente das iguais, e que cabe um pedacinho de cada um ali dentro, nos vemos um pouco em cada um dos personagens.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraAs temporadas anteriores foram melhor.