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Meu fascínio com o cinema vem da adolescência. Desde 2001, quando comecei a escrever resenhas e críticas de obras cinematográficas, tenho produzido mais de 800 textos. Meus trabalhos já foram publicados em diversos blogs, sites de cinema, livro didático sobre a língua portuguesa e jornais de Belo Horizonte.

Tenho formação em jornalismo e, como hobby, escrevo críticas e resenhas de filmes em meu blog (www.cinetrixfilmes.blogspot.com). Também sou colecionador e vendedor de DVDs e Blu-rays.

Últimas opiniões enviadas

  • Ricardo

    Muita expectativa foi gerada com a chegada do filme "Bohemian Rhapsody", a cinebiografia da empolgante banda inglesa Queen. O conjunto marcou, não apenas uma geração inteira, mas a indústria da música. A ousadia, a criatividade musical e a extravagância de seu vocalista eternizaram a banda como um dos fortes ícones da música pop.

    Queen tem cadeira cativa no cenário musical dos anos 70 e 80. A ascensão da banda se deve à figura carismática e 'porra louca' de Freddie Mercury. E esse é o cenário proposto pelo filme ao apresentar duas narrativas em uma: contar a historia do conjunto musical, seus sucessos e suas inspirações e retratar o ego e o drama de seu cantor.

    O roteiro entrelaça as tramas desde 'quando tudo começou' até o marcante show Live Aid, em 1985. A trajetória de Freddie não foge do clichê da história sobre cantores famosos ao abordar temas como o preço da fama, sexualidade, rebeldia, amizades e os relacionamentos ruins (e suas consequências). Inclusive, há uma clara intenção de não polemizá-lo. Talvez, por isso, há uma certa rapidez nos assuntos mais ásperos sobre sua carreira. Não me incomodou, mas isso pode gerar alguma estranheza por parte dos fãs mais exigentes.

    Embora a trama do vocalista não tenha sido tão satisfatória, todos os defeitos dela 'somem' quando a banda entra em cena. Além de mostrar curiosidade de bastidores, a sonoridade e os principais hinos aparecem em tela com muito vigor. É de arrepiar o resultado do trabalho da engenharia de som ao organizar com eficiência o encaixe das músicas nas cenas. Sem falar na qualidade ímpar dos acordes mais graves. Impossível não se emocionar em diversas passagens, principalmente com o clímax, que recria com competência, o marcante show Live Aid.

    "Bohemian Rhapsody" é bem produzido, a reconstituição de época é convincente, a fotografia está OK, o humor rasteiro não compromete e, no geral, o longa acerta mais do que erra. O maior erro, talvez, seja uma falha cronológica de um show que apenas alguns notarão. Entretanto, como se trata de uma adaptação, isso não atrapalha na narrativa. A direção de Bryan Singer/Dexter Fletcher (Singer pulou fora da produção com 80% do filme concluído e Fletcher finalizou), embora seja burocrática, imprime bom ritmo e a 'passagem de bastão' entre os cineastas é imperceptível.

    Ahhh, claro, o elenco. Todos estão fantásticos e com visuais parecidíssimos com os originais! O destaque é Rami Malek que encarnou Freddie de uma maneira absurdamente semelhante. Todos os trejeitos estão perfeitos. Malek equilibra com muito talento a execução de um performista com as emoções dramáticas de uma atuação. Espero que ele seja lembrado nas premiações de 2018 e 2019. No mais, 'vida longa a Rainha'!

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  • Ricardo

    Geralmente, quando um filme de ação não é exibido no cinema e é lançado diretamente em 'home video' há uma grande chance de o produto ser ruim. "Rota de Fuga 2" é um exemplo disso. O primeiro longa, que contava com dois ícones do cinema oitentista (Stallone e Schwarzenegger), era pouco sofisticado, mas divertido. Esta sequência, também com Stallone (coadjuvante!), investe na modernização de alguns elementos (presidio high tech!) e acaba sendo careta demais. Há um efeito dominó de ruindade. O roteiro é frágil, desenvolve mal os personagens, carece de explicações melhores de quase tudo e expõe uma trama rasa difícil de engolir. A direção não sabe que ritmo imprimir e se perde cada vez mais à medida que a narrativa avança. E, por último, a edição faz tudo ficar rápido e inconvincente. Talvez, o único ponto positivo seja a performance do chinês Xiaoming Huang nas coreografias das cenas de luta.

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  • Ricardo

    "A Freira" é um spin-off de "Invocação do Mal 2" (2016), que, por sua vez, é o quinto longa que integra o 'universo satânico' iniciado em "Invocação do Mal" (2013). Embora tenha algum potencial, este é o pior exemplar de toda a saga. O roteiro possui alguma passagens sobrenaturais confusas, o inútil bom humor na trama surge sempre deslocado, a fotografia é escura demais (a pouca luz, recurso para criar clima de tensão, é um incômodo constante ao prejudicar a composição de cena) e a criação do terror é mal construída. A maioria dos sustos é provocada pelo aumento exagerado da trilha sonora. Sem falar que o filme parece mais com alguma produção sobre zumbis e menos com um suspense religioso. O trabalho é tão mal executado que muitas partes que deveriam assustar acabam causando risadas, o que gera frustração aos mais exigentes. O único destaque é a atuação convincente de Taissa Farmiga.

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