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36 years (BRA)
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Meu fascínio com o cinema vem da adolescência. Desde 2001, quando comecei a escrever resenhas e críticas de obras cinematográficas, tenho produzido mais de 800 textos. Meus trabalhos já foram publicados em diversos blogs, sites de cinema, livro didático sobre a língua portuguesa e jornais de Belo Horizonte.

Tenho formação em jornalismo e, como hobby, escrevo críticas e resenhas de filmes em meu blog (www.cinetrixfilmes.blogspot.com). Também sou colecionador e vendedor de DVDs e Blu-rays.

Últimas opiniões enviadas

  • Ricardo

    Geralmente, quando um filme de ação não é exibido no cinema e é lançado diretamente em 'home video' há uma grande chance de o produto ser ruim. "Rota de Fuga 2" é um exemplo disso. O primeiro longa, que contava com dois ícones do cinema oitentista (Stallone e Schwarzenegger), era pouco sofisticado, mas divertido. Esta sequência, também com Stallone (coadjuvante!), investe na modernização de alguns elementos (presidio high tech!) e acaba sendo careta demais. Há um efeito dominó de ruindade. O roteiro é frágil, desenvolve mal os personagens, carece de explicações melhores de quase tudo e expõe uma trama rasa difícil de engolir. A direção não sabe que ritmo imprimir e se perde cada vez mais à medida que a narrativa avança. E, por último, a edição faz tudo ficar rápido e inconvincente. Talvez, o único ponto positivo seja a performance do chinês Xiaoming Huang nas coreografias das cenas de luta.

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  • Ricardo

    "A Freira" é um spin-off de "Invocação do Mal 2" (2016), que, por sua vez, é o quinto longa que integra o 'universo satânico' iniciado em "Invocação do Mal" (2013). Embora tenha algum potencial, este é o pior exemplar de toda a saga. O roteiro possui alguma passagens sobrenaturais confusas, o inútil bom humor na trama surge sempre deslocado, a fotografia é escura demais (a pouca luz, recurso para criar clima de tensão, é um incômodo constante ao prejudicar a composição de cena) e a criação do terror é mal construída. A maioria dos sustos é provocada pelo aumento exagerado da trilha sonora. Sem falar que o filme parece mais com alguma produção sobre zumbis e menos com um suspense religioso. O trabalho é tão mal executado que muitas partes que deveriam assustar acabam causando risadas, o que gera frustração aos mais exigentes. O único destaque é a atuação convincente de Taissa Farmiga.

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  • Ricardo

    "Alfa" é ambientado na Era Glacial europeia, 20.000 anos atrás. Sua história, embora convencional, começa com rituais que abordam o amadurecimento e a transição de um jovem para a fase adulta.

    O que importa no filme vem depois dessa prática tribal, quando o garoto, dado como morto, sobrevive a uma queda de penhasco. No intuito de retornar a sua tribo, ele inicia uma jornada de aprendizado e sobrevivência em meio a uma natureza hostil. Para isso, ele conta com a presença de um lobo ferido com quem passa a se relacionar. Começa, aí, uma bela amizade entre esse animal e o homem, uma menção aos primórdios da domesticação canina e a interação de sentimentos entre os seres.

    "Alfa" impressiona por sua estética. Arrisco a dizer que está entre os longas mais bonitos de 2018. Há belíssimas cenas em câmera lenta, uma reconstituição de época realista e convincente, bons efeitos visuais e paisagens espetaculares que merecem ser emolduradas.

    A direção de Albert Hughes ("O Livro de Eli") é impecável ao contemplar a plasticidade e o suspense, porém peca pela desarmonia entre o frágil roteiro e a dramaticidade de cena. Há uma carência de elipses em alguns momentos e isso prejudica a construção da emoção que merecia ser mais genuína.

    Ainda que o terceiro ato seja previsível, há um detalhe que pode surpreender o público. No geral, é um bom 'filme família'.

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