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Últimas opiniões enviadas

  • Criticando

    Quando falamos dos filmes dos X-Men, é inevitável vermos os semblantes um tanto desgostosos de boa parte dos fãs dos quadrinhos. Depois de tantos filmes abaixo da média e logo após um surpreendente diamante bruto como Deadpool, X-Men – Apocalipse tinha uma árdua tarefa: progredir sem destruir a ponte que a própria franquia construiu depois de X-Men – Dias de um Futuro Esquecido. As expectativas eram baixas, mas para o bem da nação foram triplamente superadas.

    Dirigido mais uma vez por Bryan Singer (X-Men 1, 2 e Dias de um Futuro Esquecido), que vem se mostrado cada vez mais como um grandioso fã dos mutantes desde que pôs a mão no projeto até hoje e nos mandou mais um trabalho competente, se tornando de longe o diretor que fez mais acertos em toda a história sofrida da franquia. Ele nos traz vários mutantes já conhecidos nos filmes mais antigos só que agora na fase adolescente, ainda novatos com seus próprios poderes e descobrindo ainda em si mesmos seus verdadeiros papéis no mundo, enquanto que evolui de forma primorosa personagens já queridos desde X-Men – Primeira Classe como o Xavier de James McAvoy e o Magneto de Michael Fassbender.

    Algo muito presente no filme e que trouxe a vibe perfeita para os mutantes foi a própria época em que a trama se passa, em uma 1983 cheia de cores, roupas e cabelos extravagantes da moda e, claro, todo o contexto político da Guerra Fria. Tal vibe “anos 80” permitiu para que a equipe de produção ousasse mais nos uniformes dos heróis e vilões, abusando nos colans e nas cores (Psyloke, Magneto e Tempestade são os melhores exemplos), se desapegando um pouco do pretinho básico dos filmes mais antigos e assumindo mais a paleta das HQs – principalmente da série animada dos anos 90.

    Algo ainda mais poderoso no filme são as cenas dos heróis em grupo, finalmente dando ao espectador um filme dos X-Men em que os mutantes trabalham muito mais em equipe, com cada personagem ganhando sua devida atenção ao invés de focar em um único protagonista (como vinha acontecendo com o Wolverine e que agora tentaram fazer com a Mística, mas não com muito sucesso). Isso dá ao filme ainda mais a sensação de que estamos assistindo a um episódio da série animada clássica ou estamos lendo algum quadrinho, pois essa sempre foi a fórmula que mais deu certo em X-Men: vemos como um grupo não só de heróis, mas também de amigos.

    Infelizmente o filme não é de todo perfeito, como por exemplo o próprio vilão que dá nome ao longa. O Apocalipse sempre foi retratado nas HQs como o Nemesis dos X-Men, sendo o vilão mais poderoso e mais robusto das sagas – e até mesmo bem difícil de ser roteirizado, visto tamanha invencibilidade do personagem, mas nesse filme ele acaba sendo uma faca de dois gumes. Por um lado, ele convence facilmente em sua ideologia, trazendo uma temática mais religiosa e mais visivelmente perigosa do que qualquer outro vilão já feito para a franquia, por outro ele peca muito no visual, enterrando o – competente – Oscar Isaac em quilos de maquiagem e criando um figurino engessado e que não dá a devida robustez que o personagem precisava, dando a impressão de que ele é mais franzino que o Colossus retratado no filme do Deadpool.

    Existem outros pormenores, como o caso de Sophie Turner, uma atriz excelente como Sansa Stark na série da HBO Game of Thrones, porém nem tanto quando ela interpreta Jean Grey, mostrando muito Game of Thrones e pouco X-Men. A cena solo do Mercúrio, que mais uma vez dá as caras para a alegria dos fãs, é excelente, bem executada e hilária, mas infelizmente ela resolve fazer piada com algo que não era para ser tão engraçado (e que logo depois vemos que não era nada engraçado mesmo). Certas aparições de personagens que nem precisavam estar no longa, além de certas tomadas de decisões de certos personagens no final do filme são um tanto questionáveis, não precisando realmente estarem ali.

    Resumindo: X-Men Apocalipse agrada e espanta o mal agouro que os trailers estavam gerando, sendo mais uma empreitada bem-sucedida de Bryan Singer na franquia e que nos dá mais esperanças de assistirmos bons filmes dos nossos mutantes mais queridos.

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  • Criticando

    Iniciamos a fase 3 da Marvel com grande estilo, incorporando um dos arcos mais importantes do universo Marvel para completar o arco do Capitão América nos cinemas. Dirigido mais uma vez pelos irmãos Russo, Steve Rogers acaba vendo seus próprios amigos como inimigos, uma vez que o tratado de Sokovia é implementado e ele não aceita assiná-lo, além de seu amigo Bucky que se encontra foragido e que ele anseia em ajudar.

    Poderia ter sido um filme bem confuso e com personagens com propósitos rasos na trama (como aconteceu em Batman vs. Superman), mas depois de 12 filmes na bagagem o gatilho para que os heróis lutassem entre si finalmente é desencadeado, e desencadeado com bastante propriedade, visto que os personagens possuem motivos tangíveis e compreensíveis para não haverem outro modo de debate que não seja o confrontamento direto.

    Mas a maior surpresa do filme nem é essa, e sim dois novos personagens que farão parte deste universo: o Homem-Aranha e o Pantera Negra. Tom Holland consegue nos dar o Cabeça de Teia que todo fã estava pedindo, jovem, nerd e tímido, e o Pantera Negra, um personagem totalmente desconhecido pelo grande público mas que foi introduzido na trama de maneira muito eficaz, trazendo peso e motivações o suficiente para ele se tornar um dos personagens chave da história.

    Mas nem todas as engrenagens do filme funcionam com polidez, e uma delas é o vilão, o Barão Zemo - ou somente Zemo mesmo. O vilão foi muito desconstruído e pontua muito pouco no filme, sendo até preferível que não tivesse um vilão de fato ao invés de utilizar um grande vilão só que mais apagado. O meio do filme é um pouco confuso por conta da ação frenética e do excesso de ideais de cada personagem conflitando entre si e o final deixa pontas soltas até demais, nem parecendo de fato que pode ser o último filme do Capitão. Gordurinhas a parte, Capitão América - Guerra Civil não é o melhor filme da Marvel, mas com certeza se encontra entre o Top 5 do universo cinematográfico Marvel.

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  • Criticando

    Dirigido por Zack Snyder, a continuação de O Homem de Aço consegue ser melhor que seu antecessor, construindo um novo Batman bem diferente do que já vimos em outras encarnações no cinema e conseguindo ser até mais "badass" em vários aspectos (palmas para Ben Affleck, quero muito um filme solo dele agora). Gal Gadot era uma preocupação minha, mas ela surpreende passando uma Mulher Maravilha decidida e com saudades de uma boa briga. Lex Luthor também é uma grata surpresa, trazendo um personagem totalmente ímpar de todo o resto das personas do filme, arisco e expansivo, tornando a sua maluquice a sua principal ameaça. A trilha sonora também surpreende, mantendo o tema do Superman sempre em evidência mas apresentando temas novos para os novos heróis, entregando um tema mais misterioso para Batman (estilo os jogos da série Arkham) e um tema mais heavy metal para a Mulher Maravilha (uma total surpresa positiva). Mas infelizmente se retirarmos o Batman e a Mulher Maravilha da jogada, o filme continua com os mesmos pecados que o antecessor, sufocando absurdamente no clímax e entregando um filme altamente picotado e cheio de cenas avulsas, mostrando que Zack Snyder ainda continua com um problema de manter o crescente do story telling e da amarração de certos fatos. O filme se preocupa mais com o futuro do que com o presente, mostrando pouco Batman vs. Superman e muito (e bota muito) Liga da Justiça e seus integrantes futuros, sendo uma overdose de referências (o que não seria ruim se todas essas referências fossem uma grandiosa cena pós créditos). E mais uma vez o marketing de um filme de super-heróis falha absurdamente, gerando expectativas erradas sobre a trama e revelando demais o que deveria ser surpresa. O nome do filme não deveria ser Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, e sim A Origem da Justiça: Batman vs. Superman, superando as expectativas somente para os fãs de quadrinhos que piram nas referências, mas fica difícil de apoiar um filme que ainda insiste em entregar demais ao invés de ser mais sucinto.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Mariana Matilda de Matos
    Mariana Matilda de Matos

    Olá, Criticando! :)
    Adicionei exatamente por causa do canal! Achei muito bom. Hahahah..
    Abraços!

  • Fernando Mendes
    Fernando Mendes

    Olá! Li algumas de suas análises e achei bastante interessantes. Espero trocar várias ideias. Um abraço!