Odiei! Achei insuportável. Talvez fuja da minha compreensão, já que eu não consigo ver toda essa genialidade.. e sim um filme chato e sem propósito. Só não saí da sessão antes de acabar por que gosto de ver até o final, não fosse isso...
Não tenho palavras para descrever esse filme. Nunca vi um filme que me abalasse tanto: foi um verdadeiro sofrimento, agonia, terror.. Impossível sair incólume. Não vou esquecer das sensações de hoje.
Dói! ...talvez a sessão de cinema mais inesquecível de minha vida. [2]
Imersão total. Questionamentos. Complexidade. Meu primeiro Bergman.
Persona é absolutamente fantástico. Não me arrependi um minuto sequer de estar na sessão de cinema - muito pelo contrário -, apreciei cada segundo com devoção. É um filme absolutamente envolvente, que leva o cinema a um patamar absolutamente superior, diria até que é mais do que arte. Não é uma questão apenas de imagens projetadas numa tela, aliás, vai além.
Nunca pensei que um filme pudesse ter um enredo tão profundo, envolvente e carregado de sensações e significação. O leque de interpretações é enorme, e até agora não sei se entendi certo... mas ele permanece na minha cabeça.
Sem dúvida que vou vê-lo mais vezes. Só não entendo os motivos de quem se recusa até mesmo a assisti-lo, mas isso já não me diz respeito.
PS: A fotografia em preto-e-branco, os jogos de sombra-luz e o silêncio são absolutamente vitais nesse filme. Em nenhum momento foi tedioso, apenas tem seu ritmo certo.
Me cativou: sutil, sensível, com belas imagens e uma trilha sonora fantástica. Não teve como eu não me identificar com o Alex. Bela obra, sem dúvida.
Acho que o filme tem seu tempo certo. Não é monótono ou parado, assim como também não apressa as coisas. E isso é uma das coisas que contribuem pra sua beleza.
Fico até meio sem graça, em meio a tantos elogios, de dizer que achei razoável. Ainda não vi Elephant para comparar, mas quando ver, decerto me lembrarei dos comentários daqui.
Enfim, achei interessante o movimento das câmeras e a mensagem que fica subentendida no final... sem dúvida foi uma boa "sacada" por parte do diretor. Fiquei surpresa, mas não chocada. E não vou dizer que não me identifiquei, por que acho que esse é o tipo de filme que todo mundo carrega um pouco da história em sua própria vida.
"Errei feio no palpite, em quem se matou; fiquei surpreso com o final também, e por minha atitude enquanto assistia, de ter sido a mesma em que os outros faziam a pessoa sofrer no filme." [2]
Ah! Uma parte que me deixou chocada foi a revelação dos abusos que a Melody sofria, feitos pelo próprio irmão. Já não gostava muito do personagem e tinha percebido que tinha algo suspeito, mas depois disso passei a repugná-lo. Devo dizer que aquela cena de incesto foi, de fato, forte.
É um bom filme, mas não merecia o Oscar de melhor. Não sei se me falta sensibilidade, mas não consigo ver todas as coisas que falam nos comentários. Sinceramente, não tenho muita vontade de vê-lo novamente... ao menos por enquanto. Apesar de ter gostado.
No entanto, Colin Firth realmente mereceu a estatueta de melhor ator. E Geoffrey Rush merecia pelo menos uma indicação como Melhor Ator, pois não foi coadjuvante em momento algum... [2]
Aronofsky me deixou sem palavras, mais uma vez. Fiquei sem ação quando acabou e demorei muito pra tirar uma parte da música da cabeça (o que me lembrou vagamente Requiem) e toda a sensação que o filme me trouxe. Só depois voltei ao meu estado normal. Destaco alguns comentários alheios que concordo:
"Kauli Mizuguti disse: Vendo Cisne Negro, reparei que Aronofsky tem um dom: o de me fazer entrar na história junto com o personagem. Em alguns momentos do filme tive que desligar minha racionalidade, senão ia enlouquecer junto com a Nina. Só me dei conta do quão dentro do filme eu estava quando o filme acabou e eu vi que estava tremendo (eu tremo com emoções fortes). Como não vi nem "O Discurso do Rei", nem "A Rede Social" e nem "127 Horas" (que acho que vai ser meu preferido), é meu preferido dos que concorrem ao Oscar. Uma obra de arte, sem sombra de dúvida."
"A reflexão perfeita de que na realidade somos nós, contra nós mesmos." [2]
"Guigo Rosset: Aronofski é genial. Pegar um tema frágil e delicado que é o bale, e transformar em um thriler pertubador e psicótico é dom para poucos. A maneira como obsessão e paixão foram retratados, tão a flor da pele, pode ser o ingrediente que fez algumas pessoas não gostarem mesmo entendendo tudo. Não existe filme ruim, existem gostos variados, fato."
Na minha opinião, quem não gostou ou não entendeu ou simplesmente não curte o tipo de filme que o Aronofsky faz, ou então achou fraco mesmo. É compreensível que existam opiniões divergentes e ada um tem o seu gosto. Respeitar a opinião alheia é o que devemos fazer. Ninguém é dono da verdade. Sem brigas, galere.
Eu confesso que me decepcionei um pouco e esperava mais. Concordo com o fato de ser cansativo e sonolento às vezes, mas não posso deixar de dizer que é sim um bom filme.
Enfim, vou dar um tempo até assistir novamente pra ver se confirmo minha opinião de hoje.
Muito mais encantador e bonito do que qualquer qualquer animação 3D ou com pretensões a ter desenhos mais "realistas". Belíssimas imagens e cores, história cativante e delicada.
Muito belo e de uma criatividade ímpar, como disse a Isis. Gosto do tipo de curta que os Irmãos Quay produzem, sempre com um toque vintage, muita singularidade e também delicadeza. =)
Por vezes, lembrei da época em que eu mesma era criança. Criou um sentimento de nostalgia, mas também, de retorno à infância. Aliás, o Max é uma graça.
Gostei muito do filme, é divertido, apesar de um pouco cansativo (não sei se achei isso por que vi perto da hora de dormir, mas...)
A fotografia é linda, com cenas extremamente bonitas, cenários e paisagens altamente cativantes. De encher os olhos mesmo.
Onde Vivem os Monstros é um filme sensível, que soube explorar de forma muito boa um pequeno livro infantil que praticamente só tem ilustrações e algumas poucas palavras (sei por que tenho-o aqui em mãos). Apesar da "escassez de informações", Spike Jonze soube construir e aproveitar muito bem este universo, e, mesmo assim, sem sair do que está no livro.
Enfim, gostei do filme. Veria de novo. Gostei, nada extraordinário, mais ainda assim, lindo. [2]
Débora: O Oskar é realmente encantador. Aliás, os dois, mas ele realmente me cativou bastante. Concordo com a sua visão de que "o filme não tem nada de terror, porém é um drama pertubardor e seco, mas ao mesmo tempo sensível ao extremo".
A cena da nudez também me deixou meio atônita e eu não entendi direito na hora, só aqui nos comentários do Filmow que eu fui ver que na verdade a Eli é um vampiro castrado. Meio bizarro, não?
Outra coisa que eu acho linda é a forma como eles se comunicam
A Mulher Sem Cabeça
3.5 67Odiei! Achei insuportável.
Talvez fuja da minha compreensão, já que eu não consigo ver toda essa genialidade.. e sim um filme chato e sem propósito. Só não saí da sessão antes de acabar por que gosto de ver até o final, não fosse isso...
Bem, cada um com sua visão.
Vá e Veja
4.5 811Não tenho palavras para descrever esse filme.
Nunca vi um filme que me abalasse tanto: foi um verdadeiro sofrimento, agonia, terror.. Impossível sair incólume. Não vou esquecer das sensações de hoje.
Dói!
...talvez a sessão de cinema mais inesquecível de minha vida. [2]
Quando Duas Mulheres Pecam
4.4 1,1K Assista AgoraImersão total. Questionamentos. Complexidade. Meu primeiro Bergman.
Persona é absolutamente fantástico. Não me arrependi um minuto sequer de estar na sessão de cinema - muito pelo contrário -, apreciei cada segundo com devoção. É um filme absolutamente envolvente, que leva o cinema a um patamar absolutamente superior, diria até que é mais do que arte. Não é uma questão apenas de imagens projetadas numa tela, aliás, vai além.
Nunca pensei que um filme pudesse ter um enredo tão profundo, envolvente e carregado de sensações e significação. O leque de interpretações é enorme, e até agora não sei se entendi certo... mas ele permanece na minha cabeça.
Sem dúvida que vou vê-lo mais vezes. Só não entendo os motivos de quem se recusa até mesmo a assisti-lo, mas isso já não me diz respeito.
PS: A fotografia em preto-e-branco, os jogos de sombra-luz e o silêncio são absolutamente vitais nesse filme. Em nenhum momento foi tedioso, apenas tem seu ritmo certo.
Sublime.
Paranoid Park
3.6 331 Assista AgoraMe cativou: sutil, sensível, com belas imagens e uma trilha sonora fantástica. Não teve como eu não me identificar com o Alex. Bela obra, sem dúvida.
Acho que o filme tem seu tempo certo. Não é monótono ou parado, assim como também não apressa as coisas. E isso é uma das coisas que contribuem pra sua beleza.
PS: O que tem demais nessa Taylor Momsen?
2h37: É Só Uma Questão de Tempo
3.8 247Fico até meio sem graça, em meio a tantos elogios, de dizer que achei razoável. Ainda não vi Elephant para comparar, mas quando ver, decerto me lembrarei dos comentários daqui.
Enfim, achei interessante o movimento das câmeras e a mensagem que fica subentendida no final... sem dúvida foi uma boa "sacada" por parte do diretor. Fiquei surpresa, mas não chocada. E não vou dizer que não me identifiquei, por que acho que esse é o tipo de filme que todo mundo carrega um pouco da história em sua própria vida.
"Errei feio no palpite, em quem se matou; fiquei surpreso com o final também, e por minha atitude enquanto assistia, de ter sido a mesma em que os outros faziam a pessoa sofrer no filme." [2]
Ah! Uma parte que me deixou chocada foi a revelação dos abusos que a Melody sofria, feitos pelo próprio irmão. Já não gostava muito do personagem e tinha percebido que tinha algo suspeito, mas depois disso passei a repugná-lo. Devo dizer que aquela cena de incesto foi, de fato, forte.
O Diário de Glumov
3.8 21Simples, porém cativante e absolutamente fantástico. Lindas imagens e montagem.
Traição na Campina
4.2 5Alguém sabe como posso ver?
O Discurso do Rei
4.0 2,6K Assista AgoraÉ um bom filme, mas não merecia o Oscar de melhor. Não sei se me falta sensibilidade, mas não consigo ver todas as coisas que falam nos comentários. Sinceramente, não tenho muita vontade de vê-lo novamente... ao menos por enquanto. Apesar de ter gostado.
No entanto, Colin Firth realmente mereceu a estatueta de melhor ator. E Geoffrey Rush merecia pelo menos uma indicação como Melhor Ator, pois não foi coadjuvante em momento algum... [2]
Cisne Negro
4.2 7,9K Assista AgoraAronofsky me deixou sem palavras, mais uma vez.
Fiquei sem ação quando acabou e demorei muito pra tirar uma parte da música da cabeça (o que me lembrou vagamente Requiem) e toda a sensação que o filme me trouxe. Só depois voltei ao meu estado normal. Destaco alguns comentários alheios que concordo:
"Kauli Mizuguti disse: Vendo Cisne Negro, reparei que Aronofsky tem um dom: o de me fazer entrar na história junto com o personagem. Em alguns momentos do filme tive que desligar minha racionalidade, senão ia enlouquecer junto com a Nina. Só me dei conta do quão dentro do filme eu estava quando o filme acabou e eu vi que estava tremendo (eu tremo com emoções fortes).
Como não vi nem "O Discurso do Rei", nem "A Rede Social" e nem "127 Horas" (que acho que vai ser meu preferido), é meu preferido dos que concorrem ao Oscar.
Uma obra de arte, sem sombra de dúvida."
"A reflexão perfeita de que na realidade somos nós, contra nós mesmos." [2]
"Guigo Rosset: Aronofski é genial. Pegar um tema frágil e delicado que é o bale, e transformar em um thriler pertubador e psicótico é dom para poucos. A maneira como obsessão e paixão foram retratados, tão a flor da pele, pode ser o ingrediente que fez algumas pessoas não gostarem mesmo entendendo tudo. Não existe filme ruim, existem gostos variados, fato."
Na minha opinião, quem não gostou ou não entendeu ou simplesmente não curte o tipo de filme que o Aronofsky faz, ou então achou fraco mesmo. É compreensível que existam opiniões divergentes e ada um tem o seu gosto. Respeitar a opinião alheia é o que devemos fazer. Ninguém é dono da verdade. Sem brigas, galere.
Valsa com Bashir
4.2 310Eu confesso que me decepcionei um pouco e esperava mais. Concordo com o fato de ser cansativo e sonolento às vezes, mas não posso deixar de dizer que é sim um bom filme.
Enfim, vou dar um tempo até assistir novamente pra ver se confirmo minha opinião de hoje.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
4.2 1,0K Assista AgoraMuito mais encantador e bonito do que qualquer qualquer animação 3D ou com pretensões a ter desenhos mais "realistas". Belíssimas imagens e cores, história cativante e delicada.
Miyazaki sabe realmente o que faz.
Pencil Face
3.4 20Bem que eu achei esse lápis com cara de maligno.
Angst
3.2 20Gostei muito desse curta. Lindos desenhos e uma história bonitinha. =)
Adorei a parte dos cachorros naquele pedaço de terra no céu ou coisa do tipo.
Stille Nacht III: Tales from the Vienna Woods
2.4 2O último Stille Nacht que eu vi. Interessante.
Stille Nacht IV: Can't Go Wrong Without You
3.0 6Muito bonito, como todos os outros. E com o velho toque sombrio, claro.
PS: Esse coelho é ótimo e gostei da música, heh.
The Calligrapher
3.6 7Muito belo e de uma criatividade ímpar, como disse a Isis. Gosto do tipo de curta que os Irmãos Quay produzem, sempre com um toque vintage, muita singularidade e também delicadeza. =)
Stille Nacht II: Are We Still Married?
3.6 9Muito bonito, de uma forma incomum. Gostei.
Stille Nacht I: Dramolet
3.4 12Achei a idéia deveras criativa. Gostei.
Knot
2.5 8Sombrio. Parece com uns curtas japoneses com um estilo meio gore que eu já vi por aí.
Onde Vivem os Monstros
3.8 2,4KPor vezes, lembrei da época em que eu mesma era criança. Criou um sentimento de nostalgia, mas também, de retorno à infância. Aliás, o Max é uma graça.
Gostei muito do filme, é divertido, apesar de um pouco cansativo (não sei se achei isso por que vi perto da hora de dormir, mas...)
A fotografia é linda, com cenas extremamente bonitas, cenários e paisagens altamente cativantes. De encher os olhos mesmo.
Onde Vivem os Monstros é um filme sensível, que soube explorar de forma muito boa um pequeno livro infantil que praticamente só tem ilustrações e algumas poucas palavras (sei por que tenho-o aqui em mãos). Apesar da "escassez de informações", Spike Jonze soube construir e aproveitar muito bem este universo, e, mesmo assim, sem sair do que está no livro.
Enfim, gostei do filme. Veria de novo.
Gostei, nada extraordinário, mais ainda assim, lindo. [2]
Persépolis
4.5 763Sensível de uma forma não piegas, mas sem esquecer de abordar o cenário político com responsabilidade.
Deixa Ela Entrar
4.0 1,6KDébora:
O Oskar é realmente encantador. Aliás, os dois, mas ele realmente me cativou bastante. Concordo com a sua visão de que "o filme não tem nada de terror, porém é um drama pertubardor e seco, mas ao mesmo tempo sensível ao extremo".
A cena da nudez também me deixou meio atônita e eu não entendi direito na hora, só aqui nos comentários do Filmow que eu fui ver que na verdade a Eli é um vampiro castrado. Meio bizarro, não?
Outra coisa que eu acho linda é a forma como eles se comunicam
com aqueles sinais e tal: "longo, curto". Aquela espécie de código, que me parece Morse, mas eu não tenho certeza".
Enfim, já dei minhas pesquisadas e achei o livro em inglês. Vou comprar e ler. Uma pena que não tenha sido lançado por aqui.
Deixa Ela Entrar
4.0 1,6KBelíssimo filme. Poético, apesar da história perturbadora. Gostei da fotografia e dos enquadramentos belíssimos da câmera.
Fases Cômicas de Faces Engraçadas
3.9 18Muito legal! Principalmente, se formos ver o tempo em que foi criado.