Euphoria morreu mesmo né? Alusão a pedofili*, zoofili*... personagens descaracterizados, outros esquecidos, estilo e edição totalmente diferentes... dropei no primeiro episódio desta temporada.
Até tinha achado coerente o final da série, mas depois de ver algumas discussões por aqui, repensei melhor.
A primeira temporada de Round 6, pra mim, foi algo de tirar o fôlego. Poucas produções conseguiram me deixar tão apreensivo, e isso não se deve à popularidade da série, mas à sua qualidade e coerência. Foi uma temporada bem fechadinha, com crítica social afiada e narrativa envolvente.
Já a segunda temporada não achei ruim. Encaro mais como uma ponte para o desfecho na terceira, e o que encontramos na terceira?
Uma temporada, como falei no início, até coerente com a crítica que a série carrega desde o começo: a ideia incômoda de que, muitas vezes e infelizmente ser mau compensa. Que o dinheiro é poder, que o bem nem sempre vence. Essa camada crítica segue ali, viva.
Mas olhando o enredo em si, como continuação direta, o retorno do protagonista aos jogos perdeu força. Fora o salvamento da bebê, não houve grande propósito. Os vilões seguem intocados, os jogos possivelmente migrado para outros continentes, e a trama do policial poderia ser cortada em 90% sem prejuízo algum. A reta final ainda levou personagens apagados, sem o mesmo impacto de outros que apareceram.
Talvez essa escolha de final mais morno tenha sido pensada para abrir espaço a futuros spin-offs e derivados que podem, sim, complementar. Mas o que era uma crítica contundente ao sistema, acaba, ironicamente, virando vítima do próprio sistema que criticava.
Não é esse desastre todo, como muitos dizem, mas está longe de carregar a essência do jogo.
A ausência de vingança cega, de um mundo verdadeiramente cru e cruel, tira parte do peso emocional que marcou a experiência original. A produção, infelizmente, parece ter jogado contra Bella Ramsey, que foi a mais prejudicada. O roteiro mal lhe dá espaço para brilhar, com falas e emoções que não refletem a verdadeira Ellie. O figurino também não colabora: optaram por manter seu cabelo sempre preso, o que desfavorece totalmente o visual da personagem — algo que nem mesmo acontece no jogo. A maquiagem, por sua vez, é genérica e pouco crível; em vários momentos, mal parece que os personagens estão em um mundo devastado por um apocalipse.
Por outro lado, nem tudo é negativo. O personagem Isaac está surpreendentemente mais interessante, e embora as cenas de ação sejam escassas — como já era na primeira temporada —, algumas delas são muito bem executadas. Destaque absoluto para o episódio 2, que atinge um nível de qualidade digno de Game of Thrones.
Em resumo, a produção acerta em alguns momentos, mas falha em pontos cruciais. Fica a sensação de que, com mais ousadia e fidelidade ao material original, poderia ter sido muito mais impactante. Ainda assim, há elementos que valem a pena — especialmente para quem consegue assistir com expectativas ajustadas.
Eu estava defendendo essa segunda temporada até mais ou menos o terceiro episódio, mas agora está ficando cada vez mais difícil justificar o rumo que ela está tomando.
Cadê a Ellie durona? Aquela com sede de vingança, a máquina de matar que o segundo jogo apresentou com tanta força? A Ellie da série parece ter esquecido completamente suas motivações. Curiosamente, a Dina e até a Abby da adaptação lembram mais a Ellie do jogo do que a própria Ellie da série — e não, isso não tem nada a ver com a aparência da atriz, e sim com um roteiro que parece estar sabotando a protagonista.
Não sou contra mudanças em roteiros, desde que não prejudiquem o arco narrativo ou a conclusão. Mas quando personagens com personalidades já bem estabelecidas são descaracterizados, fica difícil defender.
As cenas de ação com os infectados estão excelentes, isso é inegável. Mas de que adianta, se o eixo emocional e temático do segundo jogo está sendo comprometido?
Embora pareça previsível, na verdade, não é. Assim como parece clichê, mas também foge a essa característica. Sinceramente, há tempos uma série não conseguia prender tanto a minha atenção como esta.
A trama dos anos 70 é, sem dúvida, o grande destaque da minisérie. Ela despertou muitos gatilhos emocionais em mim, especialmente no que diz respeito à
solidão da infância e adolescência, e dinâmicas familiares, como pais tóxicos que formam famílias paralelas.
Algumas atitudes dos personagens são, sem dúvida, questionáveis. O pai no presente é um peso morto.
Porém, o grande destaque da série é Lavínia Wilson, que interpreta Cassandra nos anos 70. Sua performance é simplesmente incomparável. Ela consegue transmitir de maneira brilhante as dores ocultas da personagem e o sufoco emocional de uma família que está se desmoronando.
No final, Cassandra é como revisitar memórias antigas, usando o contexto atual da tecnologia. Poderia ter sido mais bem desenvolvido e explorado? Com certeza. Porém, a série ainda cumpre o que promete, especialmente por não se perder em episódios desnecessariamente longos e enrolativos, como vemos em tantas outras produções.
Até aqui, estou achando infinitamente superior à primeira temporada.
Queremos algo fiel aos jogos, sim — mas não um simples "copia e cola", como foi a temporada anterior.
O universo se expande sem perder o núcleo original. Novos contextos são introduzidos para complementar os acontecimentos já conhecidos, e isso é ótimo de ver. Como fã do jogo, digo sem receio: a trama do episódio 2 ficou mais coerente e interessante do que no próprio jogo.
Estão corrigindo os erros da primeira temporada. Temos mais infectados em cena, mais eventos paralelos, mais vida nesse mundo. No fim, é como revisitar algo familiar, só que por uma perspectiva nova — e muito bem-vinda.
Não dá pra tankar o marquito como Ellie, desculpa, de verdade.
Não se trata de beleza, mas da atriz conseguir remeter aos traços e à essência da personagem do jogo. A Ellie dos jogos cresceu junto com os jogadores, e é natural que muitos não consigam enxergar na série a mesma Ellie com quem criaram esse vínculo.
Sim, a atriz é excelente, mas sua aparência e expressão não remetem à Ellie inocente do primeiro jogo, nem à figura intensa e vingativa do segundo. Os traços faciais também contam — eles ajudam a transmitir emoções específicas, a construir identidade e a reforçar quem aquele personagem é. É como quando um livro muito querido é adaptado para o cinema e o ator escolhido para o protagonista simplesmente não carrega a mesma alma que o leitor imaginou por anos. Mesmo com uma atuação competente, algo se perde na conexão emocional.
Com Ellie, essa conexão era profunda, construída ao longo de duas jornadas intensas. Quando o rosto que você vê não carrega as marcas visuais daquela história, por mais que a atuação tente compensar, a identificação se quebra.
'Brilhante Victória' sempre me chamou atenção.O elenco casa muito bem, todos os personagens principais são bonitos e os figurinos são excelentes. Sempre achei uma série com personagens muito adultos em relação as outras séries com a mesma proposta. Tenho um carinho especial por esta série, até porque foi ela quem me apresentou a Ariana Grande.
Obviamente a "Tori" é (foi?) uma artista pré-fabricada seguindo quase que uma receita de bolo rumo ao estrelato visando o mesmo sucesso comercial da Miley com Hannah montana. Gosto da Victoria Justice, e acredito que ela tenha tido pontecial para tal feito, é uma pena que ela não tenha tido o êxito que a Nickelodeon investiu e esperava, mas ao menos temos a Ariana, que de menina inocente e boba na série, se tornou uma das maiores divas pop de todos os tempos.
Pra quem viveu nesta bolha, assim como eu, sabe que muitas hipocrisias e verdades mostradas no documentário são de fato realidades presentes no meio. Mas em determinados momentos, me pareceu que o documentário estava mais preocupado em difamar do que realmente trazer uma crítica construtiva.
Da mesma forma que o ministério de música da Hillsong se utiliza de técnicas nas suas canções e arranjos para emocionar as pessoas, o documentário também se utiliza de técnicas para trazer uma imagem extremamente negativa da igreja, além das acusações terem um teor um tanto quanto meio raso e sensacionalista...
Enfim, reitero o sentimento que tive desde o primeiro episódio... são capitalistas falando mal de capitalistas.
Fraquíssima, um monte de relacionamentos indo e voltando sem a menor construção, trama totalmente esquecível e que pouco contribui... Única coisa boa é a beleza do Benji mesmo.
No jogo temos um ótimo equilíbrio entre trama e ação. Na série o quesito ação deixa a desejar, e não dá pra passar pano, até porque o jogo também é composto por ação que inclusive através dela, identificamos alguns aspectos que explicam melhor sobre as personalidades e desenvolvimento dos personagens.
Além do mais, os dois primeiros episódios da série geraram muitas tensão e expectativas sobre os infectados (principalmente a cena inicial da série com o cientista falando sobre o fungo), e logo depois foram deixados em segundo plano.
Mesmo assim, a trama de TLOU é tão boa que a série ainda se sustenta com estas faltas. É a melhor e mais fiel adaptação de games já feita, e dificilmente será superada. A série também acerta em trazer aspectos que não estavam no jogo, mas que complementam a trama.
Acredito que, a partir de agora, as grandes produtoras (Netflix, por exemplo) terão mais respeito com as futuras obras a serem adaptadas.
E a expectativa com a segunda temporada é que seja tão fiel quanto, e que traga um pouco mais da boa e velha porradaria que apenas TLOU sabe fazer.
Esse terceiro episódio foi melhor que muitas séries INTEIRAS, e olha que mais da metade dele foi focado em uma trama que pouco contribui ao drama principal.
Cara, que episódio lindo, a essência de TLOU permanece ali na trilha sonora e na fotografia, na forma de contar. A história do Bill mostrou que da ruína e da solidão, ainda pode brotar o amor. Que aula de episódio!
"Mas isso não tinha no jogo", cara, o jogo deixou explícito que o Bill era gay, e tantas outras coisas da série também não estão no jogo, e vocês incomodados com algo que só ficou ali no terceiro episódio mesmo.
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 155 Assista AgoraEuphoria morreu mesmo né?
Alusão a pedofili*, zoofili*... personagens descaracterizados, outros esquecidos, estilo e edição totalmente diferentes... dropei no primeiro episódio desta temporada.
Eles: O Medo (2ª Temporada)
3.8 97 Assista AgoraNão tão impactante quanto a primeira temporada, mas ainda com um nível bem acima de muitas séries por aí.
Round 6 (3ª Temporada)
3.2 317 Assista AgoraAté tinha achado coerente o final da série, mas depois de ver algumas discussões por aqui, repensei melhor.
A primeira temporada de Round 6, pra mim, foi algo de tirar o fôlego. Poucas produções conseguiram me deixar tão apreensivo, e isso não se deve à popularidade da série, mas à sua qualidade e coerência. Foi uma temporada bem fechadinha, com crítica social afiada e narrativa envolvente.
Já a segunda temporada não achei ruim. Encaro mais como uma ponte para o desfecho na terceira, e o que encontramos na terceira?
Uma temporada, como falei no início, até coerente com a crítica que a série carrega desde o começo: a ideia incômoda de que, muitas vezes e infelizmente ser mau compensa. Que o dinheiro é poder, que o bem nem sempre vence. Essa camada crítica segue ali, viva.
Mas olhando o enredo em si, como continuação direta, o retorno do protagonista aos jogos perdeu força. Fora o salvamento da bebê, não houve grande propósito. Os vilões seguem intocados, os jogos possivelmente migrado para outros continentes, e a trama do policial poderia ser cortada em 90% sem prejuízo algum. A reta final ainda levou personagens apagados, sem o mesmo impacto de outros que apareceram.
Talvez essa escolha de final mais morno tenha sido pensada para abrir espaço a futuros spin-offs e derivados que podem, sim, complementar. Mas o que era uma crítica contundente ao sistema, acaba, ironicamente, virando vítima do próprio sistema que criticava.
Muito Esforçado (1ª Temporada)
3.8 81 Assista AgoraÉ um besteirol do mais clichê possível, dá pra assisitr sem muito envolvimento. Não espere profundidade.
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 464 Assista AgoraNão é esse desastre todo, como muitos dizem, mas está longe de carregar a essência do jogo.
A ausência de vingança cega, de um mundo verdadeiramente cru e cruel, tira parte do peso emocional que marcou a experiência original. A produção, infelizmente, parece ter jogado contra Bella Ramsey, que foi a mais prejudicada. O roteiro mal lhe dá espaço para brilhar, com falas e emoções que não refletem a verdadeira Ellie. O figurino também não colabora: optaram por manter seu cabelo sempre preso, o que desfavorece totalmente o visual da personagem — algo que nem mesmo acontece no jogo. A maquiagem, por sua vez, é genérica e pouco crível; em vários momentos, mal parece que os personagens estão em um mundo devastado por um apocalipse.
Por outro lado, nem tudo é negativo. O personagem Isaac está surpreendentemente mais interessante, e embora as cenas de ação sejam escassas — como já era na primeira temporada —, algumas delas são muito bem executadas. Destaque absoluto para o episódio 2, que atinge um nível de qualidade digno de Game of Thrones.
Em resumo, a produção acerta em alguns momentos, mas falha em pontos cruciais. Fica a sensação de que, com mais ousadia e fidelidade ao material original, poderia ter sido muito mais impactante. Ainda assim, há elementos que valem a pena — especialmente para quem consegue assistir com expectativas ajustadas.
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 464 Assista AgoraEu estava defendendo essa segunda temporada até mais ou menos o terceiro episódio, mas agora está ficando cada vez mais difícil justificar o rumo que ela está tomando.
Cadê a Ellie durona? Aquela com sede de vingança, a máquina de matar que o segundo jogo apresentou com tanta força? A Ellie da série parece ter esquecido completamente suas motivações. Curiosamente, a Dina e até a Abby da adaptação lembram mais a Ellie do jogo do que a própria Ellie da série — e não, isso não tem nada a ver com a aparência da atriz, e sim com um roteiro que parece estar sabotando a protagonista.
Não sou contra mudanças em roteiros, desde que não prejudiquem o arco narrativo ou a conclusão. Mas quando personagens com personalidades já bem estabelecidas são descaracterizados, fica difícil defender.
As cenas de ação com os infectados estão excelentes, isso é inegável. Mas de que adianta, se o eixo emocional e temático do segundo jogo está sendo comprometido?
Cassandra
3.4 179 Assista AgoraEmbora pareça previsível, na verdade, não é. Assim como parece clichê, mas também foge a essa característica. Sinceramente, há tempos uma série não conseguia prender tanto a minha atenção como esta.
A trama dos anos 70 é, sem dúvida, o grande destaque da minisérie. Ela despertou muitos gatilhos emocionais em mim, especialmente no que diz respeito à
solidão da infância e adolescência, e dinâmicas familiares, como pais tóxicos que formam famílias paralelas.
Algumas atitudes dos personagens são, sem dúvida, questionáveis. O pai no presente é um peso morto.
Porém, o grande destaque da série é Lavínia Wilson, que interpreta Cassandra nos anos 70. Sua performance é simplesmente incomparável. Ela consegue transmitir de maneira brilhante as dores ocultas da personagem e o sufoco emocional de uma família que está se desmoronando.
No final, Cassandra é como revisitar memórias antigas, usando o contexto atual da tecnologia. Poderia ter sido mais bem desenvolvido e explorado? Com certeza. Porém, a série ainda cumpre o que promete, especialmente por não se perder em episódios desnecessariamente longos e enrolativos, como vemos em tantas outras produções.
Adolescência
4.0 614 Assista AgoraComo já dito, é bem superficial naquilo que se propôe. Seu grande trunfo é o plano sequência que é realmente impressionante.
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 464 Assista AgoraAté aqui, estou achando infinitamente superior à primeira temporada.
Queremos algo fiel aos jogos, sim — mas não um simples "copia e cola", como foi a temporada anterior.
O universo se expande sem perder o núcleo original. Novos contextos são introduzidos para complementar os acontecimentos já conhecidos, e isso é ótimo de ver. Como fã do jogo, digo sem receio: a trama do episódio 2 ficou mais coerente e interessante do que no próprio jogo.
Estão corrigindo os erros da primeira temporada. Temos mais infectados em cena, mais eventos paralelos, mais vida nesse mundo. No fim, é como revisitar algo familiar, só que por uma perspectiva nova — e muito bem-vinda.
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 464 Assista AgoraNão dá pra tankar o marquito como Ellie, desculpa, de verdade.
Não se trata de beleza, mas da atriz conseguir remeter aos traços e à essência da personagem do jogo. A Ellie dos jogos cresceu junto com os jogadores, e é natural que muitos não consigam enxergar na série a mesma Ellie com quem criaram esse vínculo.
Sim, a atriz é excelente, mas sua aparência e expressão não remetem à Ellie inocente do primeiro jogo, nem à figura intensa e vingativa do segundo. Os traços faciais também contam — eles ajudam a transmitir emoções específicas, a construir identidade e a reforçar quem aquele personagem é. É como quando um livro muito querido é adaptado para o cinema e o ator escolhido para o protagonista simplesmente não carrega a mesma alma que o leitor imaginou por anos. Mesmo com uma atuação competente, algo se perde na conexão emocional.
Com Ellie, essa conexão era profunda, construída ao longo de duas jornadas intensas. Quando o rosto que você vê não carrega as marcas visuais daquela história, por mais que a atuação tente compensar, a identificação se quebra.
The White Lotus (3ª Temporada)
3.6 244 Assista AgoraTalvez inferior as demais no sentido de ritmo e acontecimentos, mas nunca em diálogos e reflexões. The White Lotus continua sendo um primor.
Núcleo das 03 amigas o melhor.
The White Lotus (3ª Temporada)
3.6 244 Assista AgoraPra quem dizia que estava lento, nesse quinto episódio aconteceu praticamente tudo.
The White Lotus inigualável.
A Casa do Dragão (2ª Temporada)
3.5 345 Assista AgoraQueda drástica em relação a primeira temporada, muita promessa e pouca entrega... Espero que melhorem na terceira temporada.
A Casa do Dragão (2ª Temporada)
3.5 345 Assista Agora2 anos de espera pra ver 94 episódios do Daemon tendo alucinações em Harrenhal. Haha paciência
Brilhante Victória (1ª Temporada)
3.8 70 Assista Agora'Brilhante Victória' sempre me chamou atenção.O elenco casa muito bem, todos os personagens principais são bonitos e os figurinos são excelentes. Sempre achei uma série com personagens muito adultos em relação as outras séries com a mesma proposta.
Tenho um carinho especial por esta série, até porque foi ela quem me apresentou a Ariana Grande.
Obviamente a "Tori" é (foi?) uma artista pré-fabricada seguindo quase que uma receita de bolo rumo ao estrelato visando o mesmo sucesso comercial da Miley com Hannah montana. Gosto da Victoria Justice, e acredito que ela tenha tido pontecial para tal feito, é uma pena que ela não tenha tido o êxito que a Nickelodeon investiu e esperava, mas ao menos temos a Ariana, que de menina inocente e boba na série, se tornou uma das maiores divas pop de todos os tempos.
Enxame
3.8 103 Assista AgoraComeçou bem, mas decaiu um pouco no decorrer... dominique fishback entregando um show de atuação.
E a Beyoncé, gente? O que ela achou disso tudo?
Hillsong: O Escândalo por Trás da Megaigreja
3.3 14 Assista AgoraPra quem viveu nesta bolha, assim como eu, sabe que muitas hipocrisias e verdades mostradas no documentário são de fato realidades presentes no meio. Mas em determinados momentos, me pareceu que o documentário estava mais preocupado em difamar do que realmente trazer uma crítica construtiva.
Da mesma forma que o ministério de música da Hillsong se utiliza de técnicas nas suas canções e arranjos para emocionar as pessoas, o documentário também se utiliza de técnicas para trazer uma imagem extremamente negativa da igreja, além das acusações terem um teor um tanto quanto meio raso e sensacionalista...
Enfim, reitero o sentimento que tive desde o primeiro episódio... são capitalistas falando mal de capitalistas.
Com Amor, Victor (3ª Temporada)
3.3 83 Assista AgoraFraquíssima, um monte de relacionamentos indo e voltando sem a menor construção, trama totalmente esquecível e que pouco contribui...
Única coisa boa é a beleza do Benji mesmo.
Com Amor, Victor (2ª Temporada)
4.1 113 Assista AgoraTemporada mais ousada que a primeira, porém algumas coisas no final me soaram um pouco forçadas.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraNo jogo temos um ótimo equilíbrio entre trama e ação. Na série o quesito ação deixa a desejar, e não dá pra passar pano, até porque o jogo também é composto por ação que inclusive através dela, identificamos alguns aspectos que explicam melhor sobre as personalidades e desenvolvimento dos personagens.
Além do mais, os dois primeiros episódios da série geraram muitas tensão e expectativas sobre os infectados (principalmente a cena inicial da série com o cientista falando sobre o fungo), e logo depois foram deixados em segundo plano.
Mesmo assim, a trama de TLOU é tão boa que a série ainda se sustenta com estas faltas. É a melhor e mais fiel adaptação de games já feita, e dificilmente será superada. A série também acerta em trazer aspectos que não estavam no jogo, mas que complementam a trama.
Acredito que, a partir de agora, as grandes produtoras (Netflix, por exemplo) terão mais respeito com as futuras obras a serem adaptadas.
E a expectativa com a segunda temporada é que seja tão fiel quanto, e que traga um pouco mais da boa e velha porradaria que apenas TLOU sabe fazer.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraEsse terceiro episódio foi melhor que muitas séries INTEIRAS, e olha que mais da metade dele foi focado em uma trama que pouco contribui ao drama principal.
Cara, que episódio lindo, a essência de TLOU permanece ali na trilha sonora e na fotografia, na forma de contar. A história do Bill mostrou que da ruína e da solidão, ainda pode brotar o amor. Que aula de episódio!
"Mas isso não tinha no jogo", cara, o jogo deixou explícito que o Bill era gay, e tantas outras coisas da série também não estão no jogo, e vocês incomodados com algo que só ficou ali no terceiro episódio mesmo.
The White Lotus (2ª Temporada)
4.2 404 Assista AgoraTão boa quanto a primeira. Um monte de ricos fazendo riquices.
"These gays are trying to murder me!", foi ótimo!
Monstros (1ª Temporada) - Dahmer: Um Canibal Americano
4.0 681 Assista AgoraOs dois últimos episódios são um pouco maçantes, mas no geral a série é boa sim.
Rock in Rio - A História
3.4 15Fraco e raso.