Sério, se você assistiu A Hora do Rango e deu menos de duas estrelas por achar o filme ruim, você se leva a sério demais, ou tem baixíssima capacidade interpretativa. O filme em momento algum tenta se vender com algo sério, muito pelo contrário: ele chega ao limite do absurdismo.
Ainda assim, existe uma subtrama de verdade acontecendo, e que acaba sendo bastante interessante, que é de Dean (Justin Long), o qual parece ser a única pessoa no restaurante que percebe que a vida é mais do que um trabalho de merda onde você é tratado como merda.
É bem divertido, os personagens são um pior do que o outro, e você já não sabe se quer que eles se lasquem ou se deem bem. Bom filme besteirol pra um domingo de tarde despretencioso.
É mesmo difícil pensar em uma grande review para Amores Materialistas, porque o filme não te gera assim grandes reações... É bacana, despretensioso, você assiste numa sentada num fim de dia cansativo e está tudo bem.
Me "irrita" - por falta de termo melhor - ele se vender como se fosse uma grande crítica ou uma grande reflexão pra um tema que já está batido desde os anos 2000: o grande amor ou a escolha segura.
Enquanto temáticas como "escolher a obviamente deslumbrante líder de torcida, ou a garota de óculos do clube de artes", ou "o quarterback babaca com história triste por trás, e o fiel melhor amigo que sempre esteve ali" já se tornaram obsoletas (porque em 2025 já reconhecemos que a menina de óculos pode ser bonita, e o cara do clube de fotografia também é bom partido), há uma discussão que ainda é muito "feia" e causa um gosto amargo na boca de se discutir abertamente e em voz alta: a questão financeira. E Amores Materialistas (finge) traz essa discussão; mas sejamos sinceros, essa discussão não vai muito longe e logo no começo da relação da Lucy (Dakota Johnson) com Harry (Pedro Pascal) fica muito clara qual vai ser a escolha final.
Pra ser sincera, em 2025, eu achei que com a crescente do discurso de que "a mulher é um objeto de luxo e deve escolher um homem que a trata feito uma rainha", a dúvida seria muito maior - e confesso que acharia bem interessante se no final ela escolhesse abandonar de vez o pobretão e viver uma vida de luxo e confortos, mesmo que não estivesse com o grande amor dela. Mas não; ela até tenta resistir, mas corre para a escolha óbvia e clichê: o garçom charmoso que não sai de sua cabeça (e coração). Para a surpresa de ninguém, com uma "reviravolta" digna dos filmes de 99 que passam na sessão da tarde, ela escolhe John (Chris Evans), o garçom sem grandes perspectivas financeiras, sem muito a oferecer além de seu amor interminável (e o charme do querido Capitão América). Ela ignora completamente tudo que ela sempre almejou num relacionamento, num partido e num futuro ideal - sem falar em todos os problemas que eles tiveram anteriormente, problemas esses de origem financeira -, e o filme vende (mais uma vez) a ideia de que o amor vence tudo!
No fim, não é a escolha que frusta, mas o fato de não ser surpresa alguma. A narrativa e o decorrer da história te deixa óbvio como vai acabar. Não é inovador, não é chocante, não é emocionante. Mas é divertidinho, até tem umas reflexões legais sobre "o amor se tornou um produto/comércio" X "a mulher tem direito de estar com um cara que ela sempre almejou". Daqui 2 anos vai estar passando na Sessão da Tarde, e em alguns anos vai ser vendido como um clichê dos anos 2020.
Pra ser sincera, esperava bem mais - e olha que sou grande fã dos clichês adolescentes dos anos 2000. Mas algumas coisas simplesmente pareciam extremamente aceleradas, como se tivesse faltado uma cena ali no meio - ele aparecendo na porta da casa dela, do nada, após a noite no teatro, dentre outros diálogos e sequências, como o personagem do Paul Walker desenvolver uma "paixão" por ela, fiquei com a sensação de que perdia 5min de filme no meio dessas cenas... Todas as cenas da Taylor pareciam saídas diretamente da paródia "Não é Mais um Besteirol Americano", pesaram muito a mão ao ponto de que ela parecia realmente uma caricatura no meio do filme, deixando difícil acreditar que o Zack pretendia ir pra faculdade namorando essa imbecil. E por falar em Taylor e descredibilidade, a cena da Laney sendo humilhada por ela e o Zack simplesmente olhando com cara de bobalhão, e confirmando que "ela era só uma aposta" é dolorosa de assistir - teria sido infinitamente melhor se tivesse ficado só no trio Laney X Zack X Dean, sem a imbeciloide pra transformar a cena triste em mais uma piada. No fim, a mensagem sobre tomar decisões, ser adulto e o futuro, acabou sendo o ponto alto do filme.
Se você assiste D.E.B.S e diz "nossa, que filme ruim", sua capacidade interpretativa está para qual um cadidato nota 300 no ENEM. Obviamente, D.E.B.S não tem a pretensão de se levar a sério. É uma comédia sáfica, não preciso ir além na descrição. Leve e divertido, é ótimo para tirar risadas e ajudar a passar o tempinho. E a cena da Jordana Brewster dançando A Little Respect é IMPAGÁVEL! S2
Aiii, ela é tão misteriosa!! O filme tem muitos elementos bons e interessantes, e eu particularmente senti um desconforto emocional gigante com ele - a tensão entre as irmãs, a competição em si -, tudo me dava uma sensação de tristeza e falta de esperança. O final então, dispensa mais explicações. Mas falta algo para Noturno ser um filme outstanding. Talvez o acumulo de situações, ou os elementos misturados - por vezes o filme parece não saber se quer ser triste ou tenso. Ainda assim, vale muito a pena investir um tempinho pra assistí-lo. Fotografia maravilhosa.
Algo que me tornou o filme muito mais interessante foi colocar um "filtro" como se toda a parte sobrenatural fossem apenas disturbios da cabeça da Juliet.
Uma estrela pelo esforço e pelo fato de terem tentado trabalhar com algo no contexto f*dido da pandemia, mas o filme é péssimo em todos os sentidos. Terror fraco, comédia fraca. É o primo feio de Unfriended.
Assisti em uma viagem de 12 horas de avião, então não pareceu tão ruim assim, mas também passa longe de ser bom... É mais um rom-com mediano da classe, não tem como ir com muita expectativa para cima. A única questão é que ainda não entendi o que diabos era o produto que o menino de 13 Reasons Why queria vender, mas como sempre, tudo se resolve como passe de mágica!
Fui assistir de boas, achando que seria uma comédia romântica tosquinha, digna de sessão da tarde, acabei tomando um murro. O filme consegue ser sensível e divertido ao mesmo tempo. As protagonistas são maravilhosas - sou suspeita pra falar da Odessa A'zion, sempre muito talentosa - e envolvem a história. Em alguns pontos fica meio devagarinho e parece que não faz muito sentido, mas o ponto é entender que o filme é muito mais sobre amizade do que bolos e bares.
Tão lento que assisti em 3 parcelas... É um filme levinho e bobo (ele até tenta ficar sério, mas não consegue), e acaba sendo mais uma daquelas adaptações óbvias do Wattpad. Como alguém disse, não é o pior da categoria, mas passa longe de ser bom. A história é apressada, os personagens tem aquelas personalidades pré-fabricadas, com diálogos e falas extremamente previsíveis, e todo mundo sabe o que vai acontecer no final. Legal para assistir de forma despretenciosa, num finde ou numa tarde chuvosa quando não se tem muito pra fazer.
Todo o terrorismo moral que fazem com a Pippa por ela assistir a intimidade dos vizinhos, sendo que ELES TAMBÉM ESTAVAM A OBSERVANDO, E TRAMANDO CONTRA ELA, não faz o menor sentido - especialmente se levar em conta que eles tratam tudo como uma montagem artística,
O plot do plot é legalzinho, though. Já vi filmes piores em alguns pontos, mas não recomendaria este.
É bem xoxinho... A premissa do filme é muito fraca e nada inovadora, várias das mortes são extremamente previsíveis e muito convenientes. Achei a motivação dos véios bem boba também, um tanto forçada - e o fato de precisar assistir outro filme pra contextualizar essa motivação, achei o uó.
As boas atuações. A personagem da Jenna Ortega ter ido de comes e bebes - foi bem interessante, porque até então ela tinha todo o final girl material Maxine ser uma personagem subvertida e sair como final girl, além de ter finalizado a Pearl. A frase "I will not accept a life I do not deserve".
O filme se esforça MUITO pra ser cult. A crítica à crítica à pornografia em pleno ano de 1979, além de uma certa glamourização do pornô (como se a esmagadora maioria das pessoas inseridas no meio não fossem escravos sexuais, ou pessoas em situação de periferia extrema); os takes que mudam freneticamente - no começo eu achei que tivesse relação aquelas imagens de 1 segundo com a outra, mas num momento elas só foram ficando aleatórias mesmo. Me incomodou bastante a caracterização da Mia Goth como Pearl idosa. A maquiagem parece que reduzia drasticamente a mobilidade da atriz, e em alguns momentos parecia uma bonecona de cera - cheguei até a achar que a Pearl usava uma pele falsa, num pique Leatherface.
No geral, X não é um filme imperdível, muito menos inovador; trás coisas que já foram feitas e refeitas várias vezes antes, mas não chega a ser de todo ruim. Por fim, serve como uma homeagem aos slashers dos anos 80, com tudo que há de melhor e pior - tirando a pegada cult e a "crítica social foda".
Nós vemos a Danni se lascando logo no começo do filme - não que ela não mereça, já que é uma pessoa fútil, horrível e insuportável -, mas chega a dar pena observando o fato dela lidar com depressão e ter uma necessidade compulsiva por atenção e popularidade.
De qualquer forma, não dá de relevar o que ela fez, e que ela mereceu toda a rejeição que recebeu no final. É meio triste e desesperançoso, mas ela simplesmente colheu o que plantou. Dito isso, foi um final justo.
Consegue ser pior que "As Apimentadas - Entrar Pra Ganhar", o que é muito difícil, e me faz pensar que se esforçaram pra fazer um filme ruim. É ainda mais esteriotipado que os outros, Lina é insuportável de chata, e a coitada da Skyler mais abobada que sei lá o quê. Sem falar que é muito pouco crível que aquela equipe xexelenta tivesse ganho dos Jaguars... Enfim, tudo pelo plot!
em que Maddy bebe o sangue da Leena no meio da escola ao som de uma música romântica, parecia uma cena de Crepúsculo, hilário!
Os primeiros vinte minutos fazem o filme parecer ter um rumo bastante dark e sério com toda a trama da vingança de Maddy contra Tracy e Terry; mas logo desanda, a vingança não ocorre e o filme vira um besteirol sem fim - entretanto, divertido de assistir.
De uma forma ou de outra, ele acaba, sim, criminalizando a pobreza. Se você é pobre e tem dificuldades de manter uma criança, seu filho deve ser retirado de você? Ainda que vá para uma família com melhores condições financeiras, de bancar colégios e hobbies caros, dinheiro não é sinônimo de amor, afeto e cuidado. O questionamento que Jenny faz no fim abre espaço pra essa discussão, se aquilo, de fato, era o melhor.
No geral, o filme tem aspectos muito bons e uma discussão importante para o Brasil em que vivemos, especialmente no que diz respeito à criminalização da pobreza.
O filme começa bem decente (apesar de em muitos momentos parecer um remake). A ideia do Tommy desconstruído é divertida, e traz algo novo, diferente do Chris apaixonado do Jovens Bruxas original. O fato das bruxas trabalharem juntas ao invés de ser uma contra as outras também é legal. Pra mim, os grandes problemas vem a seguir:
A ideia de que o Timmy foi assassinado foi bem bacana, mas o desenvolvimento foi porquíssimo! Ficou por isso, e se confirmou de uma forma boba, nós nem descobrimos como foi. Aquela cena do Isaiah aparecendo no quarto da Lily no meio da noite parecia que daria em algo, mas também não levou a nada, só serviu de jumpscare inútil, porque nem explicar o que foi aquilo, não rolou. A função do male cult também não engrenou pra nada; não sabemos se eram realmente um culto maligno, ou se apenas Adam era maligno e os outros eram um grupo de homens com masculinidade frágil. A luta final foi péssima; o grande vilão não fez nada relevante em momento algum, e com um ritual besta as 4 acabaram com ele, super xoxo. Ah, e o fato de Lily ser filha da Nancy também foi forçadíssimo, e quebra uma grande pista que o primeiro filme nos dá, de que do coven original, Sarah era a única bruxa natural (ou seja, nascida com poderes), enquanto Nancy adquiriu poderes após invocar Manon com a ajuda dos poderes de Sarah; Bonnie e Rochelle nunca tiveram poderes, apenas "surrupiaram" de Sarah. Lily nascer bruxa quebra um pouco a questão das bruxas naturais, e no geral, não me cativou muito.
Até pra ser um filme trash ele é ruim, mas dá pra dar umas risadinhas. Com certeza a única coisa pior que o final tosco e a inversão de valores é a peruquinha que colocaram na Haylie Duff, misericórdia.
Mais um filme onde os norte-americanos roubam patrimônios históricos de outras culturas e se acham donos por direito desses tesouros de diferentes povos. Mas é um bom filme de ação, tem os momentos engraçados, leves, umas tiradas boas. Basicamente um Indiana Jones moderno.
Nota 3/5 levando em conta que o filme foi claramente feito para um público infantil (e não para os fãs convictos de Legalmente Loira). Não é ruim, só tem uma trama fraca e uns absurdismos (ao melhor estilo filme pra pré-teen). Só achei que tiveram alguns momentos que foram rápidos e confusos demais, principalmente na questão do julgamento, é tanta coisa acontecendo tão rápido e tanta suposição que fica difícil acompanhar.
Acho que o que eu mais gostei do filme é que ele é bem realista. As pessoas tem problemas e traumas que às vezes nós não podemos consertar, não importa o quanto a gente se esforce pra isso e dê amor, não é disso que a pessoa precisa (mas sim de uma terapia). É decepcionante, mas é real.
Observador
3.3 411 Assista AgoraPrimeiro fiquei muito tensa assistindo. Depois fiquei foi muito irritada!!
A Hora do Rango
2.6 134 Assista AgoraComo pode alguém não gostar dessa pérola?
Sério, se você assistiu A Hora do Rango e deu menos de duas estrelas por achar o filme ruim, você se leva a sério demais, ou tem baixíssima capacidade interpretativa. O filme em momento algum tenta se vender com algo sério, muito pelo contrário: ele chega ao limite do absurdismo.
Ainda assim, existe uma subtrama de verdade acontecendo, e que acaba sendo bastante interessante, que é de Dean (Justin Long), o qual parece ser a única pessoa no restaurante que percebe que a vida é mais do que um trabalho de merda onde você é tratado como merda.
É bem divertido, os personagens são um pior do que o outro, e você já não sabe se quer que eles se lasquem ou se deem bem. Bom filme besteirol pra um domingo de tarde despretencioso.
Amores Materialistas
3.1 390 Assista AgoraÉ mesmo difícil pensar em uma grande review para Amores Materialistas, porque o filme não te gera assim grandes reações... É bacana, despretensioso, você assiste numa sentada num fim de dia cansativo e está tudo bem.
Me "irrita" - por falta de termo melhor - ele se vender como se fosse uma grande crítica ou uma grande reflexão pra um tema que já está batido desde os anos 2000: o grande amor ou a escolha segura.
Enquanto temáticas como "escolher a obviamente deslumbrante líder de torcida, ou a garota de óculos do clube de artes", ou "o quarterback babaca com história triste por trás, e o fiel melhor amigo que sempre esteve ali" já se tornaram obsoletas (porque em 2025 já reconhecemos que a menina de óculos pode ser bonita, e o cara do clube de fotografia também é bom partido), há uma discussão que ainda é muito "feia" e causa um gosto amargo na boca de se discutir abertamente e em voz alta: a questão financeira. E Amores Materialistas (finge) traz essa discussão; mas sejamos sinceros, essa discussão não vai muito longe e logo no começo da relação da Lucy (Dakota Johnson) com Harry (Pedro Pascal) fica muito clara qual vai ser a escolha final.
Pra ser sincera, em 2025, eu achei que com a crescente do discurso de que "a mulher é um objeto de luxo e deve escolher um homem que a trata feito uma rainha", a dúvida seria muito maior - e confesso que acharia bem interessante se no final ela escolhesse abandonar de vez o pobretão e viver uma vida de luxo e confortos, mesmo que não estivesse com o grande amor dela. Mas não; ela até tenta resistir, mas corre para a escolha óbvia e clichê: o garçom charmoso que não sai de sua cabeça (e coração). Para a surpresa de ninguém, com uma "reviravolta" digna dos filmes de 99 que passam na sessão da tarde, ela escolhe John (Chris Evans), o garçom sem grandes perspectivas financeiras, sem muito a oferecer além de seu amor interminável (e o charme do querido Capitão América). Ela ignora completamente tudo que ela sempre almejou num relacionamento, num partido e num futuro ideal - sem falar em todos os problemas que eles tiveram anteriormente, problemas esses de origem financeira -, e o filme vende (mais uma vez) a ideia de que o amor vence tudo!
No fim, não é a escolha que frusta, mas o fato de não ser surpresa alguma. A narrativa e o decorrer da história te deixa óbvio como vai acabar. Não é inovador, não é chocante, não é emocionante. Mas é divertidinho, até tem umas reflexões legais sobre "o amor se tornou um produto/comércio" X "a mulher tem direito de estar com um cara que ela sempre almejou". Daqui 2 anos vai estar passando na Sessão da Tarde, e em alguns anos vai ser vendido como um clichê dos anos 2020.
Ela é Demais
3.1 609 Assista AgoraPra ser sincera, esperava bem mais - e olha que sou grande fã dos clichês adolescentes dos anos 2000. Mas algumas coisas simplesmente pareciam extremamente aceleradas, como se tivesse faltado uma cena ali no meio - ele aparecendo na porta da casa dela, do nada, após a noite no teatro, dentre outros diálogos e sequências, como o personagem do Paul Walker desenvolver uma "paixão" por ela, fiquei com a sensação de que perdia 5min de filme no meio dessas cenas...
Todas as cenas da Taylor pareciam saídas diretamente da paródia "Não é Mais um Besteirol Americano", pesaram muito a mão ao ponto de que ela parecia realmente uma caricatura no meio do filme, deixando difícil acreditar que o Zack pretendia ir pra faculdade namorando essa imbecil. E por falar em Taylor e descredibilidade, a cena da Laney sendo humilhada por ela e o Zack simplesmente olhando com cara de bobalhão, e confirmando que "ela era só uma aposta" é dolorosa de assistir - teria sido infinitamente melhor se tivesse ficado só no trio Laney X Zack X Dean, sem a imbeciloide pra transformar a cena triste em mais uma piada.
No fim, a mensagem sobre tomar decisões, ser adulto e o futuro, acabou sendo o ponto alto do filme.
D.E.B.S. - As Super Espiãs
2.7 229 Assista AgoraSe você assiste D.E.B.S e diz "nossa, que filme ruim", sua capacidade interpretativa está para qual um cadidato nota 300 no ENEM.
Obviamente, D.E.B.S não tem a pretensão de se levar a sério. É uma comédia sáfica, não preciso ir além na descrição.
Leve e divertido, é ótimo para tirar risadas e ajudar a passar o tempinho. E a cena da Jordana Brewster dançando A Little Respect é IMPAGÁVEL! S2
Noturno
2.9 234 Assista AgoraAiii, ela é tão misteriosa!!
O filme tem muitos elementos bons e interessantes, e eu particularmente senti um desconforto emocional gigante com ele - a tensão entre as irmãs, a competição em si -, tudo me dava uma sensação de tristeza e falta de esperança. O final então, dispensa mais explicações. Mas falta algo para Noturno ser um filme outstanding. Talvez o acumulo de situações, ou os elementos misturados - por vezes o filme parece não saber se quer ser triste ou tenso. Ainda assim, vale muito a pena investir um tempinho pra assistí-lo.
Fotografia maravilhosa.
Algo que me tornou o filme muito mais interessante foi colocar um "filtro" como se toda a parte sobrenatural fossem apenas disturbios da cabeça da Juliet.
Filme de Terror sem Título
1.8 13Uma estrela pelo esforço e pelo fato de terem tentado trabalhar com algo no contexto f*dido da pandemia, mas o filme é péssimo em todos os sentidos. Terror fraco, comédia fraca. É o primo feio de Unfriended.
Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro
3.1 382 Assista AgoraAmo, adoro!! Estou só esperando a Sessão da Tarde passar esse de novo!!
A Lista
2.0 8 Assista AgoraAssisti em uma viagem de 12 horas de avião, então não pareceu tão ruim assim, mas também passa longe de ser bom... É mais um rom-com mediano da classe, não tem como ir com muita expectativa para cima.
A única questão é que ainda não entendi o que diabos era o produto que o menino de 13 Reasons Why queria vender, mas como sempre, tudo se resolve como passe de mágica!
Bares, Bolos e Amizades
3.4 18Fui assistir de boas, achando que seria uma comédia romântica tosquinha, digna de sessão da tarde, acabei tomando um murro.
O filme consegue ser sensível e divertido ao mesmo tempo. As protagonistas são maravilhosas - sou suspeita pra falar da Odessa A'zion, sempre muito talentosa - e envolvem a história. Em alguns pontos fica meio devagarinho e parece que não faz muito sentido, mas o ponto é entender que o filme é muito mais sobre amizade do que bolos e bares.
Vício Perfeito
2.5 29 Assista AgoraTão lento que assisti em 3 parcelas...
É um filme levinho e bobo (ele até tenta ficar sério, mas não consegue), e acaba sendo mais uma daquelas adaptações óbvias do Wattpad.
Como alguém disse, não é o pior da categoria, mas passa longe de ser bom. A história é apressada, os personagens tem aquelas personalidades pré-fabricadas, com diálogos e falas extremamente previsíveis, e todo mundo sabe o que vai acontecer no final.
Legal para assistir de forma despretenciosa, num finde ou numa tarde chuvosa quando não se tem muito pra fazer.
Corra, Querida, Corra
2.8 146 Assista Agora(ironicamente) esse aqui andou para que Barbie pudesse correr.
Observadores
3.0 485 Assista AgoraO filme em si é bastante promissor, mas o plot twist é simplesmente ridículo e cagou com tudo que tinha sido montado até então.
Todo o terrorismo moral que fazem com a Pippa por ela assistir a intimidade dos vizinhos, sendo que ELES TAMBÉM ESTAVAM A OBSERVANDO, E TRAMANDO CONTRA ELA, não faz o menor sentido - especialmente se levar em conta que eles tratam tudo como uma montagem artística,
O plot do plot é legalzinho, though. Já vi filmes piores em alguns pontos, mas não recomendaria este.
X: A Marca da Morte
3.4 1,3K Assista AgoraÉ bem xoxinho... A premissa do filme é muito fraca e nada inovadora, várias das mortes são extremamente previsíveis e muito convenientes. Achei a motivação dos véios bem boba também, um tanto forçada - e o fato de precisar assistir outro filme pra contextualizar essa motivação, achei o uó.
Momentos positivos de X:
As boas atuações.
A personagem da Jenna Ortega ter ido de comes e bebes - foi bem interessante, porque até então ela tinha todo o final girl material
Maxine ser uma personagem subvertida e sair como final girl, além de ter finalizado a Pearl.
A frase "I will not accept a life I do not deserve".
Pontos negativos:
O filme se esforça MUITO pra ser cult. A crítica à crítica à pornografia em pleno ano de 1979, além de uma certa glamourização do pornô (como se a esmagadora maioria das pessoas inseridas no meio não fossem escravos sexuais, ou pessoas em situação de periferia extrema); os takes que mudam freneticamente - no começo eu achei que tivesse relação aquelas imagens de 1 segundo com a outra, mas num momento elas só foram ficando aleatórias mesmo.
Me incomodou bastante a caracterização da Mia Goth como Pearl idosa. A maquiagem parece que reduzia drasticamente a mobilidade da atriz, e em alguns momentos parecia uma bonecona de cera - cheguei até a achar que a Pearl usava uma pele falsa, num pique Leatherface.
No geral, X não é um filme imperdível, muito menos inovador; trás coisas que já foram feitas e refeitas várias vezes antes, mas não chega a ser de todo ruim. Por fim, serve como uma homeagem aos slashers dos anos 80, com tudo que há de melhor e pior - tirando a pegada cult e a "crítica social foda".
Influencer de Mentira
3.2 95 Assista AgoraO final do filme é dolorosamente justo.
Nós vemos a Danni se lascando logo no começo do filme - não que ela não mereça, já que é uma pessoa fútil, horrível e insuportável -, mas chega a dar pena observando o fato dela lidar com depressão e ter uma necessidade compulsiva por atenção e popularidade.
De qualquer forma, não dá de relevar o que ela fez, e que ela mereceu toda a rejeição que recebeu no final. É meio triste e desesperançoso, mas ela simplesmente colheu o que plantou. Dito isso, foi um final justo.
As Apimentadas: Ainda Mais Apimentadas
2.8 124 Assista AgoraConsegue ser pior que "As Apimentadas - Entrar Pra Ganhar", o que é muito difícil, e me faz pensar que se esforçaram pra fazer um filme ruim. É ainda mais esteriotipado que os outros, Lina é insuportável de chata, e a coitada da Skyler mais abobada que sei lá o quê.
Sem falar que é muito pouco crível que aquela equipe xexelenta tivesse ganho dos Jaguars... Enfim, tudo pelo plot!
Todas as Cheerleaders Devem Morrer
2.5 128É tão ruim que chega a ser divertido, e tem todos os meus tópicos favoritos: lésbicas, líderes de torcida, bruxaria, vampiras e mortes trash!
O highlight com certeza vai para a cena
em que Maddy bebe o sangue da Leena no meio da escola ao som de uma música romântica, parecia uma cena de Crepúsculo, hilário!
Os primeiros vinte minutos fazem o filme parecer ter um rumo bastante dark e sério com toda a trama da vingança de Maddy contra Tracy e Terry; mas logo desanda, a vingança não ocorre e o filme vira um besteirol sem fim - entretanto, divertido de assistir.
O Homem das Sombras
3.2 651 Assista AgoraÉ reviravolta atrás de reviravolta, tá doida hahah
A ideia é muito boa, mas a execução é um tantoconfusa. Meu maior problema é com o final aberto.
De uma forma ou de outra, ele acaba, sim, criminalizando a pobreza. Se você é pobre e tem dificuldades de manter uma criança, seu filho deve ser retirado de você? Ainda que vá para uma família com melhores condições financeiras, de bancar colégios e hobbies caros, dinheiro não é sinônimo de amor, afeto e cuidado. O questionamento que Jenny faz no fim abre espaço pra essa discussão, se aquilo, de fato, era o melhor.
No geral, o filme tem aspectos muito bons e uma discussão importante para o Brasil em que vivemos, especialmente no que diz respeito à criminalização da pobreza.
Jovens Bruxas: Nova Irmandade
2.3 240 Assista AgoraO filme começa bem decente (apesar de em muitos momentos parecer um remake). A ideia do Tommy desconstruído é divertida, e traz algo novo, diferente do Chris apaixonado do Jovens Bruxas original. O fato das bruxas trabalharem juntas ao invés de ser uma contra as outras também é legal.
Pra mim, os grandes problemas vem a seguir:
A ideia de que o Timmy foi assassinado foi bem bacana, mas o desenvolvimento foi porquíssimo! Ficou por isso, e se confirmou de uma forma boba, nós nem descobrimos como foi.
Aquela cena do Isaiah aparecendo no quarto da Lily no meio da noite parecia que daria em algo, mas também não levou a nada, só serviu de jumpscare inútil, porque nem explicar o que foi aquilo, não rolou.
A função do male cult também não engrenou pra nada; não sabemos se eram realmente um culto maligno, ou se apenas Adam era maligno e os outros eram um grupo de homens com masculinidade frágil.
A luta final foi péssima; o grande vilão não fez nada relevante em momento algum, e com um ritual besta as 4 acabaram com ele, super xoxo.
Ah, e o fato de Lily ser filha da Nancy também foi forçadíssimo, e quebra uma grande pista que o primeiro filme nos dá, de que do coven original, Sarah era a única bruxa natural (ou seja, nascida com poderes), enquanto Nancy adquiriu poderes após invocar Manon com a ajuda dos poderes de Sarah; Bonnie e Rochelle nunca tiveram poderes, apenas "surrupiaram" de Sarah. Lily nascer bruxa quebra um pouco a questão das bruxas naturais, e no geral, não me cativou muito.
Enfim, nota 3/5 porque foi divertidinho.
Adolescentes Malvadas
1.5 137Até pra ser um filme trash ele é ruim, mas dá pra dar umas risadinhas.
Com certeza a única coisa pior que o final tosco e a inversão de valores é a peruquinha que colocaram na Haylie Duff, misericórdia.
A Fortaleza
1.8 14 Assista AgoraEsse filme é ruim de doer, que pecado!
Uncharted: Fora do Mapa
3.1 492 Assista AgoraMais um filme onde os norte-americanos roubam patrimônios históricos de outras culturas e se acham donos por direito desses tesouros de diferentes povos. Mas é um bom filme de ação, tem os momentos engraçados, leves, umas tiradas boas. Basicamente um Indiana Jones moderno.
Legalmente Loiras
2.1 145Nota 3/5 levando em conta que o filme foi claramente feito para um público infantil (e não para os fãs convictos de Legalmente Loira).
Não é ruim, só tem uma trama fraca e uns absurdismos (ao melhor estilo filme pra pré-teen). Só achei que tiveram alguns momentos que foram rápidos e confusos demais, principalmente na questão do julgamento, é tanta coisa acontecendo tão rápido e tanta suposição que fica difícil acompanhar.
A Química que Há Entre Nós
3.0 176 Assista AgoraAcho que o que eu mais gostei do filme é que ele é bem realista. As pessoas tem problemas e traumas que às vezes nós não podemos consertar, não importa o quanto a gente se esforce pra isso e dê amor, não é disso que a pessoa precisa (mas sim de uma terapia). É decepcionante, mas é real.