Não é filme trash. Mas, também não é um filme para quem gosta de gêneros definidos. Não é terror, nem suspense, nem comédia... Mas, tem um pouco de tudo. Gostei dele por ser uma abordagem nova de cinema. Rubber me lembrou, em alguns momentos, as histórias de fantasias, de contos de fadas, em que os objetos têm vida própria.
A vida no objeto pode interpretada como um caso de reencarnação, ou metempsicose. Depois do pneu, o "espírito" ou "alma", ou como queiram chamar, teria passado para o motociclo. Um processo evolutivo: de pneu, Rubber passou a motociclo e liderou outros pneus. A intenção real do autor só ele mesmo pode dizer. Aquele motociclo me fez lembrar do desenho da Hanna-Barbera que tinha uma motocicleta que vivia repetindo: Eu te disse! Eu te disse!
Pelo titulo, esperava mais contos que explorassem o macabro e o medo. São histórias que têm originalidade, mas exploram mais o bizarro e o humor (humor negro ou sátira).
Achei o filme muito cansativo, só com o soldado americano e o alemão discutindo. Não vi muita coisa na história. Gostei só do visual do demônio, que ficou muito bom.
Mesmer, no filme, não conseguiu curar ninguém. Os pobres que o procuravam não foram curados de seus males. A mulher cega voltou a enxergar - temporariamente -por causa de uma queda em que ela bateu a cabeça no chão. No final do filme, ela aparece cega novamente diante do tribunal que julga e acusa Mesmer. A biografia do médico diz que ele, realmente, curou uma mulher cega, mas não sei se a cura teria sido acidental. Além disso, a idoneidade moral de Mesmer é questionada desde o princípio, mostrando o seu casamento com uma mulher mais velha unicamente por interesses financeiros.Ele é bem-intencionado, mas ao que parece, não consegue êxito em suas atividades.
Não sei até que ponto o verdadeiro Mesmer corresponde ao do filme. Sabe-se que Mesmer fez importantes investigações no campo do magnetismo, que foram incorporadas ao Espiritismo por Kardec. De qualquer forma, vale a pena assistir ao filme e tirar suas próprias conclusões.
Foi o primeiro filme de vampiro ao qual assisti e, na verdade, um dos primeiros filmes de minha vida. Assisti com 4 ou 5 anos e nunca esqueci. Agora tenho em dvd. É um ótimo filme e considero um dos melhores filmes de Drácula. Mulheres nuas, sentindo orgasmo ao serem mordidas pelo vampiro, um bom enredo e uma performance ótima de Lee. De fato, é o mais violento da série da Hammer e ainda chocam algumas de suas cenas. O vampiro está muito sedutor e cruel. Não aparece Van Helsing.
[Interessante é o final: a morte de Drácula que se incendeia ao ser atingido por um raio. isso é bem original e foge aos padrões de morte para vampiros que, geralmente, morrem com estacas ou queimados pelo sol. Ninguém mata o vampiro, ele morre diretamente pela intervenção do céu - um castigo divino?
Excelente filme! A melhor adaptação do livro à qual já assisti. Destaque para Anthony Hopkins no papel de Van Helsing. Considero esse ator um dos grandes nomes da atualidade na cinematografia de terror. Coppola fez uma inversão de valores, tornando Drácula uma figura mais suave e injustiçada e Van Helsing, um tanto mais cruel, com seus comentários perversos e seu humor negro. No livro, Drácula é a personificação do Mal enquanto Van Helsing é o protótipo do homem bom, cheio de fé e de simpatia.
Filme bom com bons atores, veteranos e famosos. Não gostei muito da segunda adaptação, baseada em dois contos de Poe (O Gato Preto e O Barril de Amontillado): ficou muito cômica. O Gato Preto é o conto mais sinistro de Poe e até hoje não vi nenhuma adaptação em filme que trabalhasse com fidelidade essa característica da história.
O filme tem uma trama interessante, mas é confuso. Pelo que entendi, a "amaldiçoada" assumiu a identidade de Sid, o homem contratado para encontrá-la, mas que ela matou. Quando víamos Sid na boate, trabalhando como barman, era, na verdade, Lucille (era como ela se via). Os seus colegas aceitavam a sua "falsa identidade", chamando-a de Sid, como se ela fosse, de fato, um homem. Isso explica algumas cenas controversas, como aquela em que Michelle chama "Sid" para tomar banho juntos, ou melhor, juntas, pois ambas eram mulheres; e aquela outra em que um funcionário da boate se insinua para "Sid" e "ele" chama-o de "bicha" - claro, o funcionário estaria se insinuando para Lucille e não para o homem que ela julgava ser. É uma trama complexa e a pessoa precisa assistir outras vezes para entender melhor. Na verdade, a história é algo que ninguém espera. Quanto ao título, é mais uma das tentativas dos brasileiros de trocar nomes dos originais para chamar a atenção - embora, haja, de fato, uma amaldiçoada no filme, o nome original é "Toxic".
Não achei muito legal. Ele tem o mérito de não ser uma cópia de "Tubarão" de Spielberg, pois a história segue um rumo independente, abordando as aventuras amorosas dos dois pescadores e os ataques do tubarão-tigre. Porém, acho que os vilões verdadeiros da história eram os dois pescadores. Puxa! O filme mostra com a maior indiferença a matança indiscriminada de tubarões como se fosse uma coisa normal. Às vezes, eles matavam apenas por esporte. O tubarão é apresentado mais como se fosse um perigoso animal irracional que merecia ser morto. Na verdade, os homens invadem o território aquático, que é o lar dos peixes. Aparece a temática da vingança do homem contra um animal em particular, iniciada com Moby Dick. Vale a pena refletir se a vingança realmente tem motivação justa. Diante da cruel realidade apresentada no filme, não minto se digo que nutri simpatia pelo tubarão-tigre.
Rubber, O Pneu Assassino
3.2 304Não é filme trash. Mas, também não é um filme para quem gosta de gêneros definidos. Não é terror, nem suspense, nem comédia... Mas, tem um pouco de tudo. Gostei dele por ser uma abordagem nova de cinema. Rubber me lembrou, em alguns momentos, as histórias de fantasias, de contos de fadas, em que os objetos têm vida própria.
A vida no objeto pode interpretada como um caso de reencarnação, ou metempsicose. Depois do pneu, o "espírito" ou "alma", ou como queiram chamar, teria passado para o motociclo. Um processo evolutivo: de pneu, Rubber passou a motociclo e liderou outros pneus. A intenção real do autor só ele mesmo pode dizer. Aquele motociclo me fez lembrar do desenho da Hanna-Barbera que tinha uma motocicleta que vivia repetindo: Eu te disse! Eu te disse!
O ABC da Morte
2.6 298Pelo titulo, esperava mais contos que explorassem o macabro e o medo. São histórias que têm originalidade, mas exploram mais o bizarro e o humor (humor negro ou sátira).
A Rocha do Diabo
2.7 66Achei o filme muito cansativo, só com o soldado americano e o alemão discutindo. Não vi muita coisa na história. Gostei só do visual do demônio, que ficou muito bom.
Dr. Mesmer: O Feiticeiro
3.0 8É um filme ambíguo. Na verdade, o autor trabalha, também, a possibilidade de falhas sérias na terapêutica de Mesmer.
Mesmer, no filme, não conseguiu curar ninguém. Os pobres que o procuravam não foram curados de seus males. A mulher cega voltou a enxergar - temporariamente -por causa de uma queda em que ela bateu a cabeça no chão. No final do filme, ela aparece cega novamente diante do tribunal que julga e acusa Mesmer. A biografia do médico diz que ele, realmente, curou uma mulher cega, mas não sei se a cura teria sido acidental. Além disso, a idoneidade moral de Mesmer é questionada desde o princípio, mostrando o seu casamento com uma mulher mais velha unicamente por interesses financeiros.Ele é bem-intencionado, mas ao que parece, não consegue êxito em suas atividades.
Não sei até que ponto o verdadeiro Mesmer corresponde ao do filme. Sabe-se que Mesmer fez importantes investigações no campo do magnetismo, que foram incorporadas ao Espiritismo por Kardec. De qualquer forma, vale a pena assistir ao filme e tirar suas próprias conclusões.
O Conde Drácula
3.5 39 Assista AgoraFoi o primeiro filme de vampiro ao qual assisti e, na verdade, um dos primeiros filmes de minha vida. Assisti com 4 ou 5 anos e nunca esqueci. Agora tenho em dvd. É um ótimo filme e considero um dos melhores filmes de Drácula. Mulheres nuas, sentindo orgasmo ao serem mordidas pelo vampiro, um bom enredo e uma performance ótima de Lee. De fato, é o mais violento da série da Hammer e ainda chocam algumas de suas cenas. O vampiro está muito sedutor e cruel. Não aparece Van Helsing.
[Interessante é o final: a morte de Drácula que se incendeia ao ser atingido por um raio. isso é bem original e foge aos padrões de morte para vampiros que, geralmente, morrem com estacas ou queimados pelo sol. Ninguém mata o vampiro, ele morre diretamente pela intervenção do céu - um castigo divino?
Drácula de Bram Stoker
4.0 1,4K Assista AgoraExcelente filme! A melhor adaptação do livro à qual já assisti. Destaque para Anthony Hopkins no papel de Van Helsing. Considero esse ator um dos grandes nomes da atualidade na cinematografia de terror. Coppola fez uma inversão de valores, tornando Drácula uma figura mais suave e injustiçada e Van Helsing, um tanto mais cruel, com seus comentários perversos e seu humor negro. No livro, Drácula é a personificação do Mal enquanto Van Helsing é o protótipo do homem bom, cheio de fé e de simpatia.
Muralhas do Pavor
3.8 93Filme bom com bons atores, veteranos e famosos. Não gostei muito da segunda adaptação, baseada em dois contos de Poe (O Gato Preto e O Barril de Amontillado): ficou muito cômica. O Gato Preto é o conto mais sinistro de Poe e até hoje não vi nenhuma adaptação em filme que trabalhasse com fidelidade essa característica da história.
A Rainha Vermelha Mata Sete Vezes
3.4 17Ótimo filme, com belas mulheres mostrando sua nudez e um enredo bem feito.
Amaldiçoada
1.7 15O filme tem uma trama interessante, mas é confuso. Pelo que entendi, a "amaldiçoada" assumiu a identidade de Sid, o homem contratado para encontrá-la, mas que ela matou. Quando víamos Sid na boate, trabalhando como barman, era, na verdade, Lucille (era como ela se via). Os seus colegas aceitavam a sua "falsa identidade", chamando-a de Sid, como se ela fosse, de fato, um homem. Isso explica algumas cenas controversas, como aquela em que Michelle chama "Sid" para tomar banho juntos, ou melhor, juntas, pois ambas eram mulheres; e aquela outra em que um funcionário da boate se insinua para "Sid" e "ele" chama-o de "bicha" - claro, o funcionário estaria se insinuando para Lucille e não para o homem que ela julgava ser. É uma trama complexa e a pessoa precisa assistir outras vezes para entender melhor. Na verdade, a história é algo que ninguém espera. Quanto ao título, é mais uma das tentativas dos brasileiros de trocar nomes dos originais para chamar a atenção - embora, haja, de fato, uma amaldiçoada no filme, o nome original é "Toxic".
O Viajante
1.9 60 Assista AgoraEstava achando bom o filme, mas não gostei da reviravolta do final. Ela não serviu para limpar a imagem de policial cruel do detetive.
Assassino dos Mares
2.4 11Não achei muito legal. Ele tem o mérito de não ser uma cópia de "Tubarão" de Spielberg, pois a história segue um rumo independente, abordando as aventuras amorosas dos dois pescadores e os ataques do tubarão-tigre. Porém, acho que os vilões verdadeiros da história eram os dois pescadores. Puxa! O filme mostra com a maior indiferença a matança indiscriminada de tubarões como se fosse uma coisa normal. Às vezes, eles matavam apenas por esporte. O tubarão é apresentado mais como se fosse um perigoso animal irracional que merecia ser morto. Na verdade, os homens invadem o território aquático, que é o lar dos peixes. Aparece a temática da vingança do homem contra um animal em particular, iniciada com Moby Dick. Vale a pena refletir se a vingança realmente tem motivação justa. Diante da cruel realidade apresentada no filme, não minto se digo que nutri simpatia pelo tubarão-tigre.