Aquela história: família muda de cidade, encontra casa maravilhosa, até que *coisas estranhas* começam a acontecer. Achei as atuações carentes de graça e tempero. Mas fui até o final. É um suspense clichê e redondo, não surpreende mas vai descendo.
Perturbador. Que mulher amarga... Além de racista, não gostava de criança e da vida acontecendo ao redor dela. Essa gente é um perigo. O policial foi bem explícito: a senhora já tinha ligado para viatura e não esperou, preferiu atirar. Talvez ela estivesse esperando mesmo essa oportunidade, e pela resistência que teve, devia achar que ia sair impune.
Sou fã de FF, gosto até dos mais bagaceiros do estilo. Entendo que a enrolação inicial faz parte, mas essa aqui pra mim foi difícil de encarar. Achei o começo chato, chato, chato. Melhora da metade pro final.
Sou da turma que gostou. Não é terror, talvez um suspense leve, mais simples. Gostei, achei um bom filme. Mas é isso, é simples... e sensível. Adorei a perspectiva da câmera, o modo como foi filmado.
Desde o começo a gente entende que o fantasma tá ali pra proteger a menina... Achei que era a amiga dela desde o começo. A identidade do fantasma, sim, me surpreendeu! E achei muito interessante o final.
Até a metade do filme, não acontece nada, mas é bom prestar atenção nos detalhes. Enfim, ainda no começo, apaguei todas as luzes pra assistir no escuro, criar um clima a mais, já que nada acontecia. A partir da cena da barraca, puta merda... Muita tensão. Tive que acender a luz pq não aguentei de medo kkk. Achei legal.
Figurino, maquiagem e cenário impecáveis... Sério, fiquei impressionada com esses detalhes. Porém, faltou sustentação para uma atmosfera mais tensa e sombria. Achei o desenvolvimento do filme um pouco cansativo.
Adorei adorei adorei. Adoro os três (o 1, o 2 e o curta). O primeiro é muito divertido. Mas achei que o segundo tem uma historinha mais estruturada (digo, em relação ao primeiro, mas isso também não é muita coisa), uma trilha sonora nostálgica anos 80, assim como a fotografia com essa mesma estética. Ou seja, elementos básicos que me agradam num filme de terror. Acho que quero assistir de novo!
quando a personagem autista vai para a beira de um lago e todas as crianças ao redor, voyeurs, passam a observá-la, como se soubessem o que está acontecendo
também faz parte do roteiro do clipe, não exatamente com crianças, mas o clima é muito parecido.
Adorei o filme, muito. Essa parte final, descrita no spoiler, é de arrepiar.
No final do filme fiquei com a sensação de que faltou mais argumento, mais "liga" na história, principalmente depois da reviravolta. Mas, enfim, de tantos filmes ruins no Netflix, "Red Dot" até que vai além das expectativas. Pra quem gosta de tensão.
"- Estou sentindo que é muito difícil ficar perto de pessoas.Porque elas só querem que eu esteja melhor - Então você não consegue compartilhar o que sente com outras pessoas? - Eu conseguia, e então percebi... por que compartilhar? Por que eu iria querer que alguém compartilhasse isso comigo? Eles não podem, de qualquer forma - Mas isso significa que você fica sozinha com a sua dor"
Tire seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor. Acho que tudo que Edee precisava era ficar sozinha com sua dor. Viver o seu momento de luto. Ela precisou de uma vivência extrema: materializar o gelo, o frio, a falta. Exteriorizar a dor que estava dentro dela. E então, ela é salva por Miguel, um personagem também ferido, mas com o luto já vivido e assimilado, e por isso, compreensivo com o tempo de Edee e com suas condições. Miguel não só dá o peixe como ensina Edee a pescar. Traz comida, companhia, música, um cachorro (elementos de calor e afeto).... é quando o coração de Edee começa a degelar. Ela precisava de alguém como Miguel; um curador ferido, assim como o mito de Chiron.
Nem vou comentar roteiro e fotografia. A história mexeu muito comigo. Chorei demais. Me identifiquei totalmente. Parabéns à dona Robin Wright.
Atuações assombrosas, espetaculares. Mas o filme é uma experiência difícil. Não consegui assistir tudo de uma vez só, precisei desligar e voltar depois. Não é pra qualquer um.
Sensação de que faltou alguma coisa. Fiquei na expetativa, querendo mais da história. Só no último ato parece que a história diz a que veio. Mas nem por isso achei o filme ruim. Pelo contrário. Boa direção de estreia do D. Franco.
O filme é de 2009, mas tem uma pegada muito anos 90, de Sessão da Tarde. Aquela história com adolescentes no colégio, crianças do bairro, questões famíliares, persongens caricatos. Suspense meio água-com-açúcar. Se a intenção é comer pipoca e passar o tempo, vá em frente. Assisti no Prime Video.
Sensacional. A gente sabe que a Tilda é talentosa, mas aqui ela consegue surpreender. E o final, que a maioria parece detestar, pra mim foi emocionante e muito coerente com a trama. Tá em cartaz no MUBI
Achei bem legal. É um drama policial/ sci-fi/ viagem no tempo. No começo eu achei que já tinha matado a charada do filme todo, mas olha, nada é tão previsível. Até por causa disso, rola uma baita tensão. Embora a crítica não tenha gostado, eu adorei. Ficou na minha cabeça.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraTia Gladys, quando tá com a peruca ruiva de franjinha, é uma palhaça assassina
Mergulho Noturno
2.3 210 Assista AgoraAquela história: família muda de cidade, encontra casa maravilhosa, até que *coisas estranhas* começam a acontecer. Achei as atuações carentes de graça e tempero. Mas fui até o final. É um suspense clichê e redondo, não surpreende mas vai descendo.
A Vizinha Perfeita
3.5 208 Assista AgoraPerturbador. Que mulher amarga... Além de racista, não gostava de criança e da vida acontecendo ao redor dela. Essa gente é um perigo. O policial foi bem explícito: a senhora já tinha ligado para viatura e não esperou, preferiu atirar. Talvez ela estivesse esperando mesmo essa oportunidade, e pela resistência que teve, devia achar que ia sair impune.
#MissingCouple
2.3 9Sou fã de FF, gosto até dos mais bagaceiros do estilo. Entendo que a enrolação inicial faz parte, mas essa aqui pra mim foi difícil de encarar. Achei o começo chato, chato, chato. Melhora da metade pro final.
Presença
2.8 269 Assista AgoraSou da turma que gostou. Não é terror, talvez um suspense leve, mais simples. Gostei, achei um bom filme. Mas é isso, é simples... e sensível. Adorei a perspectiva da câmera, o modo como foi filmado.
Desde o começo a gente entende que o fantasma tá ali pra proteger a menina... Achei que era a amiga dela desde o começo. A identidade do fantasma, sim, me surpreendeu! E achei muito interessante o final.
Willow Creek
2.2 100Até a metade do filme, não acontece nada, mas é bom prestar atenção nos detalhes. Enfim, ainda no começo, apaguei todas as luzes pra assistir no escuro, criar um clima a mais, já que nada acontecia. A partir da cena da barraca, puta merda... Muita tensão. Tive que acender a luz pq não aguentei de medo kkk. Achei legal.
Os Horrores do Caddo Lake
3.5 320Ah, eu gostei. É previsível do início ao fim, mas achei gostosinho de assistir.
Terrifier 3
3.1 284 Assista Agora- Art mais porra louca do que nunca
- Amei a cena do banheiro, os óculos verdes natalinos kkk.
- Tem uns momentos de violência meio Didi Mocó.
- Eu tiraria um pouco das cenas da mocinha e daria mais espaço pro Art.
- Pânico mesmo eu tenho de rato, mas num é que fiquei com dó dos bichinhos no filme?
Apartamento 7A
3.0 171 Assista AgoraFigurino, maquiagem e cenário impecáveis... Sério, fiquei impressionada com esses detalhes. Porém, faltou sustentação para uma atmosfera mais tensa e sombria. Achei o desenvolvimento do filme um pouco cansativo.
Robô Selvagem
4.3 561Lindinho
Terrifier 2
2.9 496 Assista AgoraAdorei adorei adorei. Adoro os três (o 1, o 2 e o curta). O primeiro é muito divertido. Mas achei que o segundo tem uma historinha mais estruturada (digo, em relação ao primeiro, mas isso também não é muita coisa), uma trilha sonora nostálgica anos 80, assim como a fotografia com essa mesma estética. Ou seja, elementos básicos que me agradam num filme de terror. Acho que quero assistir de novo!
The Innocents
3.7 170 Assista AgoraO filme me lembrou muito o clipe de "When I Grow Up" da Fever Ray (que aliás, é sueca). A tomada final
quando a personagem autista vai para a beira de um lago e todas as crianças ao redor, voyeurs, passam a observá-la, como se soubessem o que está acontecendo
também faz parte do roteiro do clipe, não exatamente com crianças, mas o clima é muito parecido.
Adorei o filme, muito. Essa parte final, descrita no spoiler, é de arrepiar.
Cuidado Com Quem Chama
3.4 646Simples, cru e direto, gravado inteiramente à distância, via Zoom. Achei um barato, me diverti. Só não esperar nada.
Ponto Vermelho
2.8 214 Assista AgoraNo final do filme fiquei com a sensação de que faltou mais argumento, mais "liga" na história, principalmente depois da reviravolta. Mas, enfim, de tantos filmes ruins no Netflix, "Red Dot" até que vai além das expectativas. Pra quem gosta de tensão.
Um Lugar
3.5 66"- Estou sentindo que é muito difícil ficar perto de pessoas.Porque elas só querem que eu esteja melhor
- Então você não consegue compartilhar o que sente com outras pessoas?
- Eu conseguia, e então percebi... por que compartilhar? Por que eu iria querer que alguém compartilhasse isso comigo? Eles não podem, de qualquer forma
- Mas isso significa que você fica sozinha com a sua dor"
Tire seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor. Acho que tudo que Edee precisava era ficar sozinha com sua dor. Viver o seu momento de luto. Ela precisou de uma vivência extrema: materializar o gelo, o frio, a falta. Exteriorizar a dor que estava dentro dela. E então, ela é salva por Miguel, um personagem também ferido, mas com o luto já vivido e assimilado, e por isso, compreensivo com o tempo de Edee e com suas condições. Miguel não só dá o peixe como ensina Edee a pescar. Traz comida, companhia, música, um cachorro (elementos de calor e afeto).... é quando o coração de Edee começa a degelar. Ela precisava de alguém como Miguel; um curador ferido, assim como o mito de Chiron.
Nem vou comentar roteiro e fotografia. A história mexeu muito comigo. Chorei demais. Me identifiquei totalmente. Parabéns à dona Robin Wright.
Koko: A Talking Gorilla
4.1 5Vale muito a pena assistir ao documentário e pesquisar mais sobre a Koko. Incrível.
Atenção à direita
3.2 7Aquele circo do Godard que a gente ama
Perder a Razão
3.8 42Atuações assombrosas, espetaculares. Mas o filme é uma experiência difícil. Não consegui assistir tudo de uma vez só, precisei desligar e voltar depois. Não é pra qualquer um.
Elegia de um Crime
3.7 8Que baita documentário... uma porrada. Acabei de ver e estou sem palavras. Quero mais de Cristiano Burlan.
Aventura Perigosa
2.4 36 Assista AgoraConfesso que dei uma gargalhada na reviravolta do finalzinho, de tão WTF que foi aquilo. É assistível. Achei no Prime Video.
Vigiados
2.6 375 Assista AgoraSensação de que faltou alguma coisa. Fiquei na expetativa, querendo mais da história. Só no último ato parece que a história diz a que veio. Mas nem por isso achei o filme ruim. Pelo contrário. Boa direção de estreia do D. Franco.
O Atalho
2.3 120O filme é de 2009, mas tem uma pegada muito anos 90, de Sessão da Tarde. Aquela história com adolescentes no colégio, crianças do bairro, questões famíliares, persongens caricatos. Suspense meio água-com-açúcar. Se a intenção é comer pipoca e passar o tempo, vá em frente. Assisti no Prime Video.
Julia
3.8 43Sensacional. A gente sabe que a Tilda é talentosa, mas aqui ela consegue surpreender. E o final, que a maioria parece detestar, pra mim foi emocionante e muito coerente com a trama. Tá em cartaz no MUBI
Correndo Contra o Tempo
3.3 127 Assista AgoraAchei bem legal. É um drama policial/ sci-fi/ viagem no tempo. No começo eu achei que já tinha matado a charada do filme todo, mas olha, nada é tão previsível. Até por causa disso, rola uma baita tensão. Embora a crítica não tenha gostado, eu adorei. Ficou na minha cabeça.