um filme protagonizado por rachel sennott e ayo edebiri, que faz a kaia gerber ser boa e termina com charli xcx - party 4 u??? óbvio que seria babilônico
Mark Patton atuando de novo foi maravilhoso! O filme é um body horror delicioso e queer que se constrói muito bem, tanto em relação a premissa quanto em relação aos personagens. A segunda parte é um pouco repetitiva, mas que funciona em termos de suspense.
Estranhamente chique, acho que é a melhor forma de descrever o filme. A premissa é maravilhosa e Mia Goth e Alexander Skarsgard entregam atuação como sempre. E precisamos falar sobre a arte que é aquela cena de sexo, quem maestria de direção. Fiquei com ela na cabeça por dias.
Eternamente a obra prima de James Cameron. O que aconteceu pro querido parar de fazer filme bom? Titanic continua em seu grandioso pedestal de um dos maiores filmes. Encanta em sua primeira parte e encanta também em sua segunda, mas por entregar quase que um filme de horror psicológico.
e como sempre a HBO faz tudo e entrega entrega entretenimento de qualidade. Hacks encanta do começo ao fim com um roteiro leve, mas ao mesmo tempo trazendo questões etaristas importantes. E tudo guiado por um protagonismo fortíssimo das duas queridas.
Esse filme grita CAMP desde os seus trailers e fico extremamente feliz isso se concretiza ao ver a obra toda. M3GAN vai totalmente no fluxo contrário se você pensa que ele vai se levar a sério. Na verdade, se você chega na cena de Titanium e ainda acha que haverá algo sério, lameno muito. Foi nos muitos clichês do roteiro que o filme encontra um caminho que funciona para acompanharmos as peripécias da boneca. Serviu o CUNT que a fracassada da Annabelle jamais conseguiria.
ARTE! Mark Mylod acordou um dia e quis fazer história com esse horror psicológico delicioso. Um filme que se encaminha bem do início ao fim e traz em seu núcleo principal um trio de atores que esbanja talento. The Menu é fugir do óbvio e se jogar de cabeça nessa loucura se deixando ir.
Continua divertida e com Kaley Cuoco brilhando. Apesar da premissa da primeira ter me conquistado mais, nessa segunda os episódios parecem mais objetivos e resultam em uma temporada mais enxuta.
O primeiro Knives Out te conquista de uma maneira absurda por possuir um carisma próprio a partir da união de um elenco excelente, uma direção ótima e um roteiro intrigante. Glass Onion te perde justamente por possuir essas características totalmente desniveladas. Um elenco ótimo? sim, mas desperdiçados com personagens nada interessantes e uma direção medíocre que faz parecer que o original foi apenas sorte. O roteiro nem se fala, tão sem gracinha, tão sem sal e com um desenvolvimento tão pobre até sua virada, feita de maneira preguiçosa. Os méritos aqui ficam obviamente com Janelle Monáe, espetacular, e também Daniel Craig, que continua ótimo, apesar de seu personagem parecer outro, e não o que conhecemos anteriormente. Ouro ponto forte é a estética, muito mais viva. Isso foi algo bom de se trabalhar e serve como um marcador para diferenciar as histórias de Knives Out.
Meu único impasse com essa aqui é um pouco da quebra de ritmo até certo ponto da temporada, mas quando ele retorna ninguém segura mais. Somos levados a um final gigante e decisivo que só Succession sabe fazer. Personagens nem preciso comentar, mas só crescem a cada episódio.
Quando você acha que não pode melhorar, os queridos vão lá e fazem. Do início ao fim somos presenteados com momentos sublimes e viradas chave na trama. E o final... não consigo nem elaborar. Só sinto muito por quem teve esperar praticamente dois anos para ver as consequências.
A HBO nunca teve a obrigação de nos entregar o melhor, mas ela sempre vai lá e faz. E foi assim com Succession. Que série brilhante, cheia de reviravoltas que simplesmente acontecem e você só percebe quando já está no meio da correnteza sem volta. Os personagens são a matéria prima de tudo fluir da melhor maneira possível. Com uma construção impecável eles nos conquistam ao mesmo tempo que nos fazem odiá-los. Os Roy são terrivelmente irresistíveis de acompanhar.
James Cameron, eu tiro o chapéu. Você conseguiu se colocar num filme falso! Treze anos pra voltar entregando só visuais, sem qualquer história que preste. Enfim, brincadeiras a parte, foi incrível como depois de ver esse segundo eu saí da sessão gostando mais do original. Way of Water é um sim um esplendor visual que vale o 3D, o IMAX, o XD, e afins. Foi interessante ver outro ambiente de Pandora, outro povo e ver a família vivenciando novas experiências. E se você tira tudo isso? É uma história boba e pobre sobre vingança pessoal. Cadê a riqueza ambiental que o primeiro promovia no roteiro? Cadê a premissa da nova invasão de humanos que o filme começa a inserir no início? Tudo termina sem identidade, sem emoção, vazio. E tomem fôlego porque o querido está determinado a lançar mais três desse aqui. Espero que melhor, porque imagens chiques de mato, mar e baleia podemos achar na National Geographic. E Avatares? Já temos Pabllo Vittar.
tem seus bons momentos e bons clichês, que adoro em produções assim, mas geralmente deveríamos gostar mais do casal protagonista, né? E aqui não foi o caso. São extremamente irritantes e desinteressantes, mas pelo menos gostosos (quem se convenceu com ideia que venderam de que o Bruno era feio??? gente, m*m*ria horrores). O negócio é que os coadjuvantes no decorrer da temporada se tornaram muito mais interessantes, inclusive o casal hétero.
O que já era ótimo ficou ainda melhor! Essa segunda temporada trouxe personagens ainda mais cativantes e odiáveis e uma temática com muito pano pra manga. White Lotus é genial por ter em sua essencia a fórmula para sempre se renovar das melhores maneiras, e aqui já tivemos um exemplo.
básico feijão com arroz das séries teens da netflix, com momentos bons e outros tenebrosos. O destaque mesmo, e como deveria ser, é a Wandinha de Jenna Ortega, que entrega tudo.
juroooo, a prova viva de um exercício de roteiro recheado de críticas sociais sem cair em didatismos pavorosos, mas sim aproveitando personagens muito bem construídos em torno de relações deliciosas e muito humor. Uma das maiores que temos atualmente.
Samara Weaving, servindo CUNT, nos guia por um delicioso terror que surpreende a cada decisão de seu roteiro que sabe se divertir. Isso aqui é um exercício do que Bettinelli-Olpin e Gillett fariam lá na franquia Scream. Ready or not não se leva a sério e se você levou, principalmente o AQUELE final maravilhoso e camp, sinto muito, você precisa ver as coisas com mais humor e leveza, amor.
Acho que sempre teremos uma dívida com Ryan Murphy e Brad Falchuk por conquistar uma plataforma tão grande como a TV mainstream e exibir American Horror Story por onze anos num canal como o FX. É o horror queer em sua essencia mais pura; é uma série que sempre soube trazer a pluralidade de diversas formas para o gênero. Entretanto, mesmo com todo esse legado, é importante apontar uma falha quando ela acontece: onze anos depois todo esse legado caiu no ostracismo em uma temporada que mal teve divulgação quando seu tema parecia ser o mais importante e interessante de todos. Culpa dos showrunners ou não, foi um pecado e descaso com uma série que antes chamava tanta atenção pelas suas revelações antes da estreia.
Falando da temporada em si, no geral foi um temporada ok, na média, diria que até sóbria depois do desastre Double Feature. Aqui voltaram a investir em questões técnicas, principalmente na fotografia maravilhosa, mas só beleza não faz série.
NYC tinha tudo na palma da mão: premissa excelente, marcante e com potencial, elenco renovado e talentoso, dois antagonistas de peso, mas parece que faltou vontade de escrever, né meus amores?! Tudo bem uma história começar lenta, mas ficar no mesmo ritmo quando passa da metade já é incompetência; isso leva ao outro ponto que é a falta de vontade de continuar, não havia nada que instigasse querer saber o que vinha por ai, o que esse suposto serial killer faria. O maio defeito de uma obra de horror é perda de interesse no vilão.
Os dois episódios finais seriam ótimos. Há inclusive uma sequência nos últimos minutos que entram para a história da série e a história de produções audiovisuais sobre a epidemia de AIDS, mas o mais triste dela é você não se sentir tocado pelas consequências do maior horror que a comunidade LGBTQIA+ já enfrentou. O motivo? Durante dez episódios não consegui simpatizar e/ou me identificar com nenhum personagem, um pecado para o legado de AHS, que já seviu temporadas como Coven e Murder House. A preguiça narrativa aqui foi tanta que só temos personagens rasos entregues a um elenco visivelmente contido, com vontade de servir muito mais.
AHS: NYC tinha tudo para ser um dos maiores atos da série, ser vista como a temporada que traria a queridinha do horror de volta aos holofotes, porém, só foi mediana, básica e brincou com óbvio da metáfora de que a AIDS foi um verdadeiro horror americano. Em meio a isso tudo, pelo menos fomos agraciados com um saboroso Russell Tovey de bigode despertando pensamentos.
O puro suco da fase slasher pós Scream dos anos 90. Divertido e com uma premissa deliciosa de relacionar suas mortes com famosas lendas urbanas. A cena de abertura é memorável e toda a construção se encaminha para um final e killer reveal inusitados.
A Freira 2
2.6 454 Assista AgoraDe fato melhor que o primeiro, mas isso não seria difícil
Clube da Luta Para Meninas
3.4 268 Assista Agoraum filme protagonizado por rachel sennott e ayo edebiri, que faz a kaia gerber ser boa e termina com charli xcx - party 4 u??? óbvio que seria babilônico
Engolidos
2.5 49 Assista AgoraMark Patton atuando de novo foi maravilhoso! O filme é um body horror delicioso e queer que se constrói muito bem, tanto em relação a premissa quanto em relação aos personagens. A segunda parte é um pouco repetitiva, mas que funciona em termos de suspense.
Piscina Infinita
3.0 450 Assista AgoraEstranhamente chique, acho que é a melhor forma de descrever o filme. A premissa é maravilhosa e Mia Goth e Alexander Skarsgard entregam atuação como sempre. E precisamos falar sobre a arte que é aquela cena de sexo, quem maestria de direção. Fiquei com ela na cabeça por dias.
Titanic
4.0 4,6K Assista AgoraEternamente a obra prima de James Cameron. O que aconteceu pro querido parar de fazer filme bom? Titanic continua em seu grandioso pedestal de um dos maiores filmes. Encanta em sua primeira parte e encanta também em sua segunda, mas por entregar quase que um filme de horror psicológico.
Gossip Girl (2ª Temporada)
2.8 26 Assista AgoraGraças a deus decidiram cancelar essa tragédia. Nada mais funcionava aqui.
Hacks (1ª Temporada)
4.2 104 Assista Agorae como sempre a HBO faz tudo e entrega entrega entretenimento de qualidade. Hacks encanta do começo ao fim com um roteiro leve, mas ao mesmo tempo trazendo questões etaristas importantes. E tudo guiado por um protagonismo fortíssimo das duas queridas.
Hacks (2ª Temporada)
4.3 54Minha impressão em relação a primeira temporada se aplica a essa aqui também, porém o nível se eleva. Não tem como não amar Hacks.
M3GAN
3.0 890 Assista AgoraEsse filme grita CAMP desde os seus trailers e fico extremamente feliz isso se concretiza ao ver a obra toda. M3GAN vai totalmente no fluxo contrário se você pensa que ele vai se levar a sério. Na verdade, se você chega na cena de Titanium e ainda acha que haverá algo sério, lameno muito. Foi nos muitos clichês do roteiro que o filme encontra um caminho que funciona para acompanharmos as peripécias da boneca. Serviu o CUNT que a fracassada da Annabelle jamais conseguiria.
O Menu
3.6 1,1K Assista AgoraARTE! Mark Mylod acordou um dia e quis fazer história com esse horror psicológico delicioso. Um filme que se encaminha bem do início ao fim e traz em seu núcleo principal um trio de atores que esbanja talento. The Menu é fugir do óbvio e se jogar de cabeça nessa loucura se deixando ir.
Olhos Famintos: Renascimento
1.1 246 Assista Agoramonas, não consigo nem elaborar sobre isso aqui. Quem fez isso aqui odeia cinema.
A Comissária de Bordo (2ª Temporada)
3.4 34Continua divertida e com Kaley Cuoco brilhando. Apesar da premissa da primeira ter me conquistado mais, nessa segunda os episódios parecem mais objetivos e resultam em uma temporada mais enxuta.
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
3.5 682 Assista AgoraO primeiro Knives Out te conquista de uma maneira absurda por possuir um carisma próprio a partir da união de um elenco excelente, uma direção ótima e um roteiro intrigante. Glass Onion te perde justamente por possuir essas características totalmente desniveladas. Um elenco ótimo? sim, mas desperdiçados com personagens nada interessantes e uma direção medíocre que faz parecer que o original foi apenas sorte. O roteiro nem se fala, tão sem gracinha, tão sem sal e com um desenvolvimento tão pobre até sua virada, feita de maneira preguiçosa. Os méritos aqui ficam obviamente com Janelle Monáe, espetacular, e também Daniel Craig, que continua ótimo, apesar de seu personagem parecer outro, e não o que conhecemos anteriormente. Ouro ponto forte é a estética, muito mais viva. Isso foi algo bom de se trabalhar e serve como um marcador para diferenciar as histórias de Knives Out.
Succession (3ª Temporada)
4.3 202 Assista AgoraMeu único impasse com essa aqui é um pouco da quebra de ritmo até certo ponto da temporada, mas quando ele retorna ninguém segura mais. Somos levados a um final gigante e decisivo que só Succession sabe fazer. Personagens nem preciso comentar, mas só crescem a cada episódio.
Succession (2ª Temporada)
4.5 242 Assista AgoraQuando você acha que não pode melhorar, os queridos vão lá e fazem. Do início ao fim somos presenteados com momentos sublimes e viradas chave na trama. E o final... não consigo nem elaborar. Só sinto muito por quem teve esperar praticamente dois anos para ver as consequências.
Succession (1ª Temporada)
4.2 278A HBO nunca teve a obrigação de nos entregar o melhor, mas ela sempre vai lá e faz. E foi assim com Succession. Que série brilhante, cheia de reviravoltas que simplesmente acontecem e você só percebe quando já está no meio da correnteza sem volta. Os personagens são a matéria prima de tudo fluir da melhor maneira possível. Com uma construção impecável eles nos conquistam ao mesmo tempo que nos fazem odiá-los. Os Roy são terrivelmente irresistíveis de acompanhar.
Avatar: O Caminho da Água
3.9 1,4K Assista AgoraJames Cameron, eu tiro o chapéu. Você conseguiu se colocar num filme falso! Treze anos pra voltar entregando só visuais, sem qualquer história que preste. Enfim, brincadeiras a parte, foi incrível como depois de ver esse segundo eu saí da sessão gostando mais do original. Way of Water é um sim um esplendor visual que vale o 3D, o IMAX, o XD, e afins. Foi interessante ver outro ambiente de Pandora, outro povo e ver a família vivenciando novas experiências. E se você tira tudo isso? É uma história boba e pobre sobre vingança pessoal. Cadê a riqueza ambiental que o primeiro promovia no roteiro? Cadê a premissa da nova invasão de humanos que o filme começa a inserir no início? Tudo termina sem identidade, sem emoção, vazio. E tomem fôlego porque o querido está determinado a lançar mais três desse aqui. Espero que melhor, porque imagens chiques de mato, mar e baleia podemos achar na National Geographic. E Avatares? Já temos Pabllo Vittar.
Smiley (1ª Temporada)
4.0 111 Assista Agoratem seus bons momentos e bons clichês, que adoro em produções assim, mas geralmente deveríamos gostar mais do casal protagonista, né? E aqui não foi o caso. São extremamente irritantes e desinteressantes, mas pelo menos gostosos (quem se convenceu com ideia que venderam de que o Bruno era feio??? gente, m*m*ria horrores). O negócio é que os coadjuvantes no decorrer da temporada se tornaram muito mais interessantes, inclusive o casal hétero.
The White Lotus (2ª Temporada)
4.2 403 Assista AgoraO que já era ótimo ficou ainda melhor! Essa segunda temporada trouxe personagens ainda mais cativantes e odiáveis e uma temática com muito pano pra manga. White Lotus é genial por ter em sua essencia a fórmula para sempre se renovar das melhores maneiras, e aqui já tivemos um exemplo.
Wandinha (1ª Temporada)
4.0 712 Assista Agorabásico feijão com arroz das séries teens da netflix, com momentos bons e outros tenebrosos. O destaque mesmo, e como deveria ser, é a Wandinha de Jenna Ortega, que entrega tudo.
The White Lotus (1ª Temporada)
3.9 454 Assista Agorajuroooo, a prova viva de um exercício de roteiro recheado de críticas sociais sem cair em didatismos pavorosos, mas sim aproveitando personagens muito bem construídos em torno de relações deliciosas e muito humor. Uma das maiores que temos atualmente.
Casamento Sangrento
3.5 1,1K Assista AgoraSamara Weaving, servindo CUNT, nos guia por um delicioso terror que surpreende a cada decisão de seu roteiro que sabe se divertir. Isso aqui é um exercício do que Bettinelli-Olpin e Gillett fariam lá na franquia Scream. Ready or not não se leva a sério e se você levou, principalmente o AQUELE final maravilhoso e camp, sinto muito, você precisa ver as coisas com mais humor e leveza, amor.
American Horror Story: NYC (11ª Temporada)
3.2 132 Assista AgoraAcho que sempre teremos uma dívida com Ryan Murphy e Brad Falchuk por conquistar uma plataforma tão grande como a TV mainstream e exibir American Horror Story por onze anos num canal como o FX. É o horror queer em sua essencia mais pura; é uma série que sempre soube trazer a pluralidade de diversas formas para o gênero. Entretanto, mesmo com todo esse legado, é importante apontar uma falha quando ela acontece: onze anos depois todo esse legado caiu no ostracismo em uma temporada que mal teve divulgação quando seu tema parecia ser o mais importante e interessante de todos. Culpa dos showrunners ou não, foi um pecado e descaso com uma série que antes chamava tanta atenção pelas suas revelações antes da estreia.
Falando da temporada em si, no geral foi um temporada ok, na média, diria que até sóbria depois do desastre Double Feature. Aqui voltaram a investir em questões técnicas, principalmente na fotografia maravilhosa, mas só beleza não faz série.
NYC tinha tudo na palma da mão: premissa excelente, marcante e com potencial, elenco renovado e talentoso, dois antagonistas de peso, mas parece que faltou vontade de escrever, né meus amores?! Tudo bem uma história começar lenta, mas ficar no mesmo ritmo quando passa da metade já é incompetência; isso leva ao outro ponto que é a falta de vontade de continuar, não havia nada que instigasse querer saber o que vinha por ai, o que esse suposto serial killer faria. O maio defeito de uma obra de horror é perda de interesse no vilão.
Os dois episódios finais seriam ótimos. Há inclusive uma sequência nos últimos minutos que entram para a história da série e a história de produções audiovisuais sobre a epidemia de AIDS, mas o mais triste dela é você não se sentir tocado pelas consequências do maior horror que a comunidade LGBTQIA+ já enfrentou. O motivo? Durante dez episódios não consegui simpatizar e/ou me identificar com nenhum personagem, um pecado para o legado de AHS, que já seviu temporadas como Coven e Murder House. A preguiça narrativa aqui foi tanta que só temos personagens rasos entregues a um elenco visivelmente contido, com vontade de servir muito mais.
AHS: NYC tinha tudo para ser um dos maiores atos da série, ser vista como a temporada que traria a queridinha do horror de volta aos holofotes, porém, só foi mediana, básica e brincou com óbvio da metáfora de que a AIDS foi um verdadeiro horror americano. Em meio a isso tudo, pelo menos fomos agraciados com um saboroso Russell Tovey de bigode despertando pensamentos.
Lenda Urbana
2.8 778 Assista AgoraO puro suco da fase slasher pós Scream dos anos 90. Divertido e com uma premissa deliciosa de relacionar suas mortes com famosas lendas urbanas. A cena de abertura é memorável e toda a construção se encaminha para um final e killer reveal inusitados.