O final com a estrela da morte é incrivel. A trilha sonora, os enquadramentos fizeram da cena um das mais lindas da saga inteira. É bom demais amar essa saga e ser recompensado com um filme fantástico assim.
Não tem muito o que não gostar nesse filme, talvez ele seja longo demais e explore exaustivamente a capacidade do DiCaprio de ficar parado perto de uma fogueira, mas ele é um filme normal. Um belo Western e um belo filme de perseguição. Nada de muito especial. Só uma história interessante apresentada sob o olhar de um diretor que se importa com preservação do próprio estilo de narrativa e da própria identidade visual e eu, sinceramente, acho isso louvável em termos de cinema. Agora se você for um crítico gourmetizador de ideias vai escrever voltas e voltas de groselha pra dizer que o filme é "pretensioso na sua profundidade", como li na crítica do B9.
Quando ela tava na bicicleta, indo embora do show do Maroon 5, o mais óbvio a se pensar era que ela estaria indo pra ficar com o Mark Rufallo. Aí eu pensei "não! Não faz isso, não corre pra esse final óbvio. Não destrói a beleza simples que esse filme construiu sem recorrer a clichês de comédia romântica. " E então a próxima cena foi o Rufallo com a mulher dele, e ela somente andando pra lugar nenhum.
Caramba, adoro quando um final de filme foge assim do óbvio... Muito bom.
Eu, 20 anos, sento no pc entediado e sem sono num domingo de madrugada, vejo que tem esse filme no meu computador e penso " que raio de filme é esse?" Dou o play e fico completamente hipnotizado por um filme pra família infantil. Sério, a maior tristeza desse filme pra mim é ele ter 1h20min SÓ! eu não queria que acabasse. Caramba, não sei o que aconteceu, filme leve e absolutamente apaixonável com esse baita elenco bacana... Sei lá, terminei o filme e fiquei feliz, só isso. Por mais filmes que me façam sentir essa felicidade genuína...
Me sinto um pouco envergonhado de só descobrir sobre a existência do Alan Turing depois de assistir a esse filme. Histórias como a dele devem ser contadas e valorizadas...
Sobem os créditos, toca Deep Blue do Arcade Fire. De algum modo, apesar de quase dormir em vários momentos, eu sei que o filme conseguiu. Sei porque passo os próximos minutos olhando pra tela preta, estático. É, na verdade, complicado de explicar. É um filme sem clímax, sem uma linha de acontecimentos interessantes acontecendo e, mesmo assim, no final só se sente nostalgia, um daqueles sentimentos bonitos. No final dá pra se sentir satisfeito, com a subjetividade alimentada ainda que pra isso não tenha visto nada além do óbvio. Nada além da sua própria vida espelhada, até nas partes chatas. Parece que a história de todo mundo daria um puta filme. É do tipo de filme que tem que embarcar na ideia. Tem que embarcar nos diálogos triviais e até nos divagatórios que não te levarão a lugar nenhum. Pode até sentir sono nessas horas, mas tem que ter os olhos certos de quem assiste procurando nas entrelinhas. E lá não encontrará nada novo. Sem elfos, somente baleias. Percebi que eu compreendi tão bem cada passo da vida do garoto, como se eu soubesse o que se passava na cabeça dele, cada detalhe. Mas os detalhes aqui pouco importam, seguem vivos nos momentos que se aproveitam de nós. Nós, na vida pessoal, na família funcional e inabalável. E seguindo assim por anos, como se fosse eu, falando sobre uma classe de pessoas específica. Um monte de Eus e um monte de muita gente, uma geração inteira indo embora, na estrada e no tempo. Com diálogos pequenos e sem muitos arranjos vem o final, que é só o final do filme por um momento, porque é assim que a vida é. Foi como terminar de assistir um série que você gosta muito ou como olhar pra trás em algum momento da vida e sentir que se despede de uma história muito particular, mesmo sendo um filme só e só um filme. E então seguir em frente. Por isso eu acho que esse diretor merece os prêmios que receber. O cara tava disposto a fazer algo inovador nesse nível e entregou um puta trabalho pro cinema. Merece todos os seus prêmios, sem dúvida. E, apesar de toda a melancolia progressiva, de toda a resistência juvenil, o final não é um final... é um começo. Na realidade é o único começo que existe no filme. Ali, sempre será agora. Certamente virou um clássico da minha juventude...
http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/11/veja-o-que-o-fisico-kip-thorne-tem-dizer-sobre-interestelar.html Pra quem tiver interesse na Física do filme, vale a pena ler.
Eu lembro de quando fiquei insatisfeito com Planeta dos Macacos : A origem. Mas agora vejo que os planos dos caras pra essa franquia eram maiores e o filme anterior cumpriu seu papel e muito bem como filme de origem. Filme ESPETACULAR. Quem não viu, veja!
Uma fantasia sobre outra fantasia. É uma história bonita apesar das omissões, mas o que seriam dos filmes da Disney se resolvessem retratar a realidade dramática? O filme é mais um conto Disney que vale a pena ser visto...
“We are not looking for a leader to rule us because everyone who went to Tahrir Square is a leader. We are looking for a conscience.” O mundo precisa de mais pessoas como Ahmed Hassan
Eu acho que mais interessante do que mostrar toda a odisseia solitária que o cara sofria na sua rotina, que não parecia ser só dele, especialmente quando a gente trata da relação do homem com a tecnologia, foi a de o Spike Jonze ter consciência de que ao criar uma personagem sem paredes físicas ou temporais, ele nunca poderia ter atribuído a ela a condição limitada de ser humana. A ideia que eu tive foi de que a Samantha evoluiu de maneira lenta, pois levou um tempo até que ela se desse conta de que a maior prisão de todas era o corpo humano, o corpo que ela tanto desejava. O final do filme mostra o momento em que o Theodore se da conta que o problema nunca foi ela não ter um corpo, o problema era ele ter um. O suspiro que ele dá na ultima cena sela a sua condição como um ser humano preso sob os limites dos seus próprios sentimentos.
Não é de hoje que filmes sobre racismo ganham notoriedade depois de serem indicados ao Globo de Ouro e ao Oscar, mas 12 years a slave consegue ser especialmente aflitivo, talvez pela extrema realidade com que ele retrata os acontecimentos, que todos sabemos serem verdadeiros em uma história ou outra, sendo o filme fictício ou não. Essa realidade capturada por um monte de elementos específicos do filme se mescla a um dos seus grandes trunfos, que são as atuações espetaculares, que devastam o público. Chiwetel Ejiofor, que já tem a sua competência de conhecimento geral, consegue emocionar em um nível que fazia tempo que eu não sentia algo parecido, principalmente no final do filme, mas a minha maior surpresa foi essa menina desconhecida chamada Lupita Nyong'o. Ela consegue em apenas uma tomada recitar o seu texto como se estivesse falando pra um teatro, com uma perfeição e uma realidade impressionantes. Minha favorita pra qualquer prêmio, e com muita margem.
Peter Jackson enrolou, enrolou... Eu gostei no final, me divertiu e tudo, mas tem alguns erros que são imperdoáveis vindos do Peter Jackson. Os efeitos mal feitos, praticamente só o Smaug salva, a trilha sonora fraquíssima (porra, o que aconteceu com o Howard Shore nesse filme?). Cortes no meio do filme, os pushings exagerados. Bem, o filme é divertido e tudo, o resultado final foi divertido, a cena final causa um impacto muito bom, mas eu esperava bem mais. Agora é esperar pelo próximo e rezar pra que o Peter Jackson saiba o que tá fazendo.
Essa tradução cretina que fizeram do título pra vender o filme acaba dando uma ideia errada de que o filme é uma comédia romântica abobalhada, quando na verdade é um drama um pouco mais profundo, reflexivo e imersivo. Gostei, recomendo. Esse diretor já me mostrou isso com Juno, Obrigado por fumar e agora de novo.
Rogue One: Uma História Star Wars
4.2 1,8K Assista AgoraO final com a estrela da morte é incrivel. A trilha sonora, os enquadramentos fizeram da cena um das mais lindas da saga inteira. É bom demais amar essa saga e ser recompensado com um filme fantástico assim.
O Regresso
4.0 3,5K Assista AgoraNão tem muito o que não gostar nesse filme, talvez ele seja longo demais e explore exaustivamente a capacidade do DiCaprio de ficar parado perto de uma fogueira, mas ele é um filme normal. Um belo Western e um belo filme de perseguição. Nada de muito especial. Só uma história interessante apresentada sob o olhar de um diretor que se importa com preservação do próprio estilo de narrativa e da própria identidade visual e eu, sinceramente, acho isso louvável em termos de cinema. Agora se você for um crítico gourmetizador de ideias vai escrever voltas e voltas de groselha pra dizer que o filme é "pretensioso na sua profundidade", como li na crítica do B9.
Mesmo se Nada der Certo
4.0 1,9K Assista AgoraSobre o final...
Quando ela tava na bicicleta, indo embora do show do Maroon 5, o mais óbvio a se pensar era que ela estaria indo pra ficar com o Mark Rufallo. Aí eu pensei "não! Não faz isso, não corre pra esse final óbvio. Não destrói a beleza simples que esse filme construiu sem recorrer a clichês de comédia romântica. " E então a próxima cena foi o Rufallo com a mulher dele, e ela somente andando pra lugar nenhum.
Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso
3.2 347 Assista AgoraEu, 20 anos, sento no pc entediado e sem sono num domingo de madrugada, vejo que tem esse filme no meu computador e penso " que raio de filme é esse?" Dou o play e fico completamente hipnotizado por um filme pra família infantil. Sério, a maior tristeza desse filme pra mim é ele ter 1h20min SÓ! eu não queria que acabasse. Caramba, não sei o que aconteceu, filme leve e absolutamente apaixonável com esse baita elenco bacana... Sei lá, terminei o filme e fiquei feliz, só isso. Por mais filmes que me façam sentir essa felicidade genuína...
Whiplash: Em Busca da Perfeição
4.4 4,2K Assista AgoraJ.K Simmons é inacreditável... Um sargento Hartman da música nesse filme. Aliás, que filmaço... o final pra é deixar qualquer um sem fôlego...
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
3.8 3,4KEssa trilha só na batera é sensacional...
O Jogo da Imitação
4.3 3,0K Assista AgoraMe sinto um pouco envergonhado de só descobrir sobre a existência do Alan Turing depois de assistir a esse filme. Histórias como a dele devem ser contadas e valorizadas...
Boyhood: Da Infância à Juventude
4.0 3,7KSobem os créditos, toca Deep Blue do Arcade Fire. De algum modo, apesar de quase dormir em vários momentos, eu sei que o filme conseguiu. Sei porque passo os próximos minutos olhando pra tela preta, estático. É, na verdade, complicado de explicar. É um filme sem clímax, sem uma linha de acontecimentos interessantes acontecendo e, mesmo assim, no final só se sente nostalgia, um daqueles sentimentos bonitos. No final dá pra se sentir satisfeito, com a subjetividade alimentada ainda que pra isso não tenha visto nada além do óbvio. Nada além da sua própria vida espelhada, até nas partes chatas. Parece que a história de todo mundo daria um puta filme.
É do tipo de filme que tem que embarcar na ideia. Tem que embarcar nos diálogos triviais e até nos divagatórios que não te levarão a lugar nenhum. Pode até sentir sono nessas horas, mas tem que ter os olhos certos de quem assiste procurando nas entrelinhas. E lá não encontrará nada novo. Sem elfos, somente baleias. Percebi que eu compreendi tão bem cada passo da vida do garoto, como se eu soubesse o que se passava na cabeça dele, cada detalhe. Mas os detalhes aqui pouco importam, seguem vivos nos momentos que se aproveitam de nós. Nós, na vida pessoal, na família funcional e inabalável. E seguindo assim por anos, como se fosse eu, falando sobre uma classe de pessoas específica. Um monte de Eus e um monte de muita gente, uma geração inteira indo embora, na estrada e no tempo.
Com diálogos pequenos e sem muitos arranjos vem o final, que é só o final do filme por um momento, porque é assim que a vida é. Foi como terminar de assistir um série que você gosta muito ou como olhar pra trás em algum momento da vida e sentir que se despede de uma história muito particular, mesmo sendo um filme só e só um filme. E então seguir em frente. Por isso eu acho que esse diretor merece os prêmios que receber. O cara tava disposto a fazer algo inovador nesse nível e entregou um puta trabalho pro cinema. Merece todos os seus prêmios, sem dúvida. E, apesar de toda a melancolia progressiva, de toda a resistência juvenil, o final não é um final... é um começo. Na realidade é o único começo que existe no filme. Ali, sempre será agora.
Certamente virou um clássico da minha juventude...
O Grande Hotel Budapeste
4.2 3,0KNão tem como não adorar os filmes desse cara. Um Tarantino meio burlesco...
Garota Exemplar
4.2 5,0K Assista AgoraMelhor suspense de 2014, assistido em 2015.
O Predestinado
4.0 1,7KSe alguém entendeu esse filme, que faça o favor de me explicar...
Interestelar
4.4 5,8K Assista Agorahttp://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/11/veja-o-que-o-fisico-kip-thorne-tem-dizer-sobre-interestelar.html Pra quem tiver interesse na Física do filme, vale a pena ler.
Interestelar
4.4 5,8K Assista AgoraAlguém tem link pra baixar a trilha sonora aí?
Planeta dos Macacos: O Confronto
3.9 1,8KEu lembro de quando fiquei insatisfeito com Planeta dos Macacos : A origem. Mas agora vejo que os planos dos caras pra essa franquia eram maiores e o filme anterior cumpriu seu papel e muito bem como filme de origem. Filme ESPETACULAR. Quem não viu, veja!
Walt nos Bastidores de Mary Poppins
3.8 576 Assista AgoraUma fantasia sobre outra fantasia. É uma história bonita apesar das omissões, mas o que seriam dos filmes da Disney se resolvessem retratar a realidade dramática? O filme é mais um conto Disney que vale a pena ser visto...
A Praça Tahrir
4.4 90“We are not looking for a leader to rule us because everyone who went to Tahrir Square is a leader. We are looking for a conscience.”
O mundo precisa de mais pessoas como Ahmed Hassan
O Lobo de Wall Street
4.1 3,4K Assista AgoraSe mesmo com esse filme indicado, a academia resolver premiar o trapaça, eles andam fumando crack.
O Lobo de Wall Street
4.1 3,4K Assista AgoraSell me this pen...
A Menina que Roubava Livros
4.0 3,4KJohn Williams me emocionando com a trilha sonora de novo...
Ela
4.2 5,8KEu acho que mais interessante do que mostrar toda a odisseia solitária que o cara sofria na sua rotina, que não parecia ser só dele, especialmente quando a gente trata da relação do homem com a tecnologia, foi a de o Spike Jonze ter consciência de que ao criar uma personagem sem paredes físicas ou temporais, ele nunca poderia ter atribuído a ela a condição limitada de ser humana. A ideia que eu tive foi de que a Samantha evoluiu de maneira lenta, pois levou um tempo até que ela se desse conta de que a maior prisão de todas era o corpo humano, o corpo que ela tanto desejava. O final do filme mostra o momento em que o Theodore se da conta que o problema nunca foi ela não ter um corpo, o problema era ele ter um. O suspiro que ele dá na ultima cena sela a sua condição como um ser humano preso sob os limites dos seus próprios sentimentos.
12 Anos de Escravidão
4.3 3,0KNão é de hoje que filmes sobre racismo ganham notoriedade depois de serem indicados ao Globo de Ouro e ao Oscar, mas 12 years a slave consegue ser especialmente aflitivo, talvez pela extrema realidade com que ele retrata os acontecimentos, que todos sabemos serem verdadeiros em uma história ou outra, sendo o filme fictício ou não. Essa realidade capturada por um monte de elementos específicos do filme se mescla a um dos seus grandes trunfos, que são as atuações espetaculares, que devastam o público. Chiwetel Ejiofor, que já tem a sua competência de conhecimento geral, consegue emocionar em um nível que fazia tempo que eu não sentia algo parecido, principalmente no final do filme, mas a minha maior surpresa foi essa menina desconhecida chamada Lupita Nyong'o. Ela consegue em apenas uma tomada recitar o seu texto como se estivesse falando pra um teatro, com uma perfeição e uma realidade impressionantes. Minha favorita pra qualquer prêmio, e com muita margem.
O Hobbit: A Desolação de Smaug
4.0 2,5KPeter Jackson enrolou, enrolou... Eu gostei no final, me divertiu e tudo, mas tem alguns erros que são imperdoáveis vindos do Peter Jackson. Os efeitos mal feitos, praticamente só o Smaug salva, a trilha sonora fraquíssima (porra, o que aconteceu com o Howard Shore nesse filme?). Cortes no meio do filme, os pushings exagerados. Bem, o filme é divertido e tudo, o resultado final foi divertido, a cena final causa um impacto muito bom, mas eu esperava bem mais. Agora é esperar pelo próximo e rezar pra que o Peter Jackson saiba o que tá fazendo.
Amor Sem Escalas
3.4 1,4K Assista AgoraEssa tradução cretina que fizeram do título pra vender o filme acaba dando uma ideia errada de que o filme é uma comédia romântica abobalhada, quando na verdade é um drama um pouco mais profundo, reflexivo e imersivo. Gostei, recomendo. Esse diretor já me mostrou isso com Juno, Obrigado por fumar e agora de novo.
Capitão Phillips
4.0 1,6K Assista AgoraCaramba, que filmaço! Preciso ler mais sobre a história do capitão Philips...